1 Vaga

Madagáscar, o Oitavo Continente

Com Bernardo Conde 21 jul a 07 ago 2017

Inicialmente povoada por indonésios e malaios, Madagáscar é uma fusão de culturas, habitada por dezoito tribos e etnias, moldadas por ecossistemas que vão da savana às montanhas, ou dos ambientes ribeirinhos à floresta tropical.

Esta viagem leva-o ao contacto com os povos da quarta maior ilha do mundo, mais conhecida pelas suas paisagens e animais singulares, do que pelas suas gentes. As tradições árabes misturam-se com as influências continentais africanas e a herança colonial francesa com as raízes endémicas das suas tribos. Dispersas por paisagens costeiras, florestas tropicais, savanas e desertos, terras altas de montanha e comunidades ribeirinhas, encontramos uma população moldada por este território isolado que é quase um continente. Percorremos o país de jipe, comboio, carrinha, de barco e passamos as noites entre hotéis, acampamentos e rudimentares casas locais, contagiados pelo lento ritmo de vida local.

  • Impacto cultural
    Partilhará alguns dias com comunidades tribais, com costumes bastante diferentes dos que está habituado.
  • Esforço físico
    Viagem com atividades acessíveis a todos, mas com algumas caminhadas, como a do Parque de Tsingy e o percurso até à aldeia de Sakaivo.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples, mas com as condições de higiene mínimas asseguradas. Duas noites em tenda. Deslocações longas em transportes públicos.

21 jul a 07 ago 2017

1390 €18 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 1200€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

1390€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Antananarivo

À chegada à capital de Madagáscar terá à sua espera o líder Nomad Bernardo Conde. Na sua companhia, vai atravessar o trânsito frenético de Antananarivo, ou Tana, como lhe chamam os locais, para chegar ao hotel onde nos alojamos no centro da cidade.



Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2De Tana a Antsirabe

Logo após o pequeno-almoço abandonamos a capital, cuja visita vamos deixar para mais tarde na viagem. Rumamos a Antsirabe, a terceira maior cidade do país e que é caraterizada por ser a terra dos coloridos riquexós conhecidos como “pousse pousse”. É um dia dedicado às primeiras impressões malgaxes, de paisagem, arquitetura, e de hábitos de vida quotidiana. Das exuberantes montanhas de terra vermelha aos extensos e inúmeros campos de arroz e rios serpenteantes, assistimos também a muitos campos de produção artesanal de tijolo. Ao longo do trajeto passamos por várias pequenas povoações com bancas de venda especializadas ora em artesanato de ráfia, estátuas de barro, ora em venda de legumes, ora em instrumentos musicais.



Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Rio Tsiribihina


Arrancamos cedo em direção a Masiakapy, local onde vamos entrar a bordo de uma pequena embarcação onde vamos passar os próximos três dias. Nestes dias, o tempo será passado a navegar pelas calmas águas do rio Tsiribihina, que vamos partilhar com outros barcos locais nas suas deslocações. O rio é usado como via de comunicação para transportar pessoas e mercadorias servindo as várias aldeias que se encontram nas suas margens. O staff do barco conta com um “comandante” e seus simpáticos ajudantes. A bordo segue também um cozinheiro que prepara as refeições para todos e que será o responsável por nos dar a provar vários pratos da rústica, mas muito saborosa, cozinha malgaxe. As dormidas serão na margem do rio, em tendas que levamos para si. A paisagem deste primeiro dia é muito variada e verá passar pelas margens montanhas, vulcões e campos de arroz. Vamos parando nalguns locais de interesse natural e nalgumas aldeias para contactarmos com o modo de vida das margens do rio. Numa das paragens vamos até uma paradisíaca queda de água, que conta também com piscinas naturais onde podemos dar um mergulho e até, com alguma sorte, encontrar lémures ou camaleões. Atracamos nas proximidades de uma aldeia, onde vamos montar as nossas tendas para passar a noite. Espera-nos um pôr do sol sobre as águas do rio e o convívio em torno de uma fogueira, enquadrada por um céu repleto de estrelas.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço, jantar

Dormida: Acampamento

Dia 4Rio Tsiribihina


O amanhecer no rio traz uma das sensações mais fascinantes de toda a viagem. As cores do céu mudam dramaticamente enquanto assistimos às rotinas madrugadoras dos habitantes. Ao longo do rio vamos parando para contemplar os contrastes entre a calma de alguns lugares e o burburinho das aldeias na sua relação com o rio. No acampamento de hoje ficamos bem próximos de uma floresta de embondeiros que nos vão proporcionar um skyline inesquecível. 



Alimentação: Pequeno-almoço, almoço, jantar

Dormida: Acampamento

Dia 5Tsiribihina e Chegada a Bekopana

Se o início do dia da primeira noite no Tsiribihina é inspirador, aqui pode ser de tirar o fôlego! Este é daqueles locais onde vai querer madrugar para contemplar o alvorecer deste novo dia. Embarcamos para o último troço de rio até Belo Sur Tsiribihina. Aqui, deixamos o barco e partimos em veículos 4x4 percorrendo as pistas de terra batida que nos levam a Bekopaka. Esta travessia leva-nos por uma zona de savana quase desértica onde vão surgindo pequenas aldeias de palhotas. Ainda a bordo dos 4x4 voltamos à água, para atravessarmos o rio sobre uma barcaça de madeira que nos leva até Bekopaka, à entrada do PN de Tsingy de Bemaraha.



Alimentação: Pequeno-almoço, almoço

Dormida: Bangalós

Dia 6PN de Tsingy



Este dia é dedicado à visita ao PN de Tsingy, mais concretamente à região conhecida pelo Grande Tsingy. A atração do parque são as estruturas geológicas pontiagudas resultantes da erosão marinha de há milhares de anos. É nesta paisagem singular, que vamos fazer uma caminhada por trilhos que nos levam por gargantas, pequenas grutas e uma ponte suspensa. Não sendo fisicamente exigente, o trilho tem uma ou outra passagem mais desafiante, mas acessível a todos. Este meio rochoso tornou-se num habitat com uma biodiversidade extremamente singular, onde surge também o lémur - o mamífero endémico de Madagáscar e que é a sua mascote simbólica. Ao final do dia regressamos a Bekopana, ainda a tempo de conhecer um pouco da povoação antes de jantar.



Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Bangalós

Dia 7 Avenida dos Baobabs e Morondava

Hoje é o dia da aventura em 4x4. Fazemos a ligação por estradas de terra e voltamos a passar rios em barcaças de madeira até que chegamos próximo de Morondava, na costa oeste do país. É aqui que se encontra a icónica Avenida dos Baobabs, por onde vamos ficar até assistirmos a um pôr do sol marcado pela presença destas imponentes árvores. Pelo caminho paramos ainda para visitar alguns túmulos da etnia Sakalava.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 8De Morondava a Manandona



A nossa viagem prossegue pelo território de Madagáscar, agora rumo a leste, para atravessarmos toda a ilha, do canal de Moçambique até ao oceano Índico. Pelo caminho passamos por Miandrivazo e Antsirabe para, por fim, chegarmos a Manandona. Esta é uma aldeia das terras altas malgaxes, e que será um dos locais chave para melhor conhecermos o modo de vida de grande parte da população do país, os camponeses e a sua vida no campo. Aqui, fazemos nossa a casa do Gustavo, que converteu a casa de família, construída em 1797, num pequeno albergue familiar. É com ele e com a sua acolhedora família que vamos partilhar o resto do dia.



Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Albergue

Dia 9Aldeias das Terras Altas (Manandona)




Depois de um bom pequeno-almoço caseiro à maneira malgaxe, saímos para um passeio a pé ao longo do vale que passa por diversas aldeias nas imediações de Manandona. Tomamos contacto com as populações rurais locais, vemos como trabalham nos campos de arroz e criam animais. Ficamos a conhecer alguns factos culturais que nos mostram porque é que Madagáscar é um mundo ainda muito afastado das realidades ocidentais. Ao longo do percurso somos acompanhados pela visão do quarto pico mais alto de Madagáscar. Da parte da tarde, voltamos à estrada para um curto percurso até Ambositra.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço (pic-nic/ sandwiches)

Dormida: Albergue

Dia 10Ambositra e Sakaivo (Aldeia da Tribo Zafimaniry)

Ambositra é conhecida pelos seus artesãos. Vamos deambular pelas suas oficinas e conhecer trabalhos de manufatura de grande detalhe, só possíveis por quem lhes dedica uma grande paciência. Depois, seguimos rumo à capital da região dos Zafimaniry, Antoetra. Este povo tem o seu trabalho em madeira classificado como património da humanidade pela UNESCO. Deixamos a carrinha, colocamos nas mochilas o suficiente para passarmos uma noite e damos início a uma caminhada de algumas horas que nos leva à aldeia de Sakaivo, onde só é possível chegar a pé. Na aldeia, vamos ser acolhidos por habitantes locais, nas suas modestas casas e vamos conhecer o seu dia a dia ligado à agricultura e pastorícia. 



Alimentação: Pequeno-almoço, almoço (pic-nic/ sandwiches), jantar

Dormida: Casa familiar

Dia 11Sakaivo e Fianarantsoa




Após o pequeno-almoço, despedimo-nos dos nossos anfitriões e deixamos Sakaivo em direção a Antoetra. Seguimos a pé por um caminho diferente, que nos vai dar a conhecer o país Zafimaniry e a sua paisagem, modulada pela relação cultural com o seu povo. Em Antoetra espera-nos a carrinha que nos vai levar a Fianarantsoa. Esta é a quarta cidade de Madagáscar, onde vamos conhecer a cidade velha, também ela património da UNESCO.



Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 12Comboio para Manakara


Voltamos a mudar de meio de transporte nesta viagem. Desta feita, entramos a bordo de um comboio que pode muito bem ser a viagem mais curta que alguma fez para o tempo que demora. Pedimos-lhe paciência para lidar com uma demorada viagem de comboio mas garantimos-lhe uma experiência épica. Vai haver tempo para tudo, ao longo de dezassete paragens em que o comboio pára para carregar e descarregar mercadoria. Provamos chamussas e deliciosos bolinhos fritos, compramos especiarias e contemplamos a azáfama em torno da chegada do comboio às aldeias e a vida diária das populações locais. Ao olhar para o lado de fora da janela percebemos que estamos a atravessar a selva, frequentemente cortada por paisagens abertas sobre a encosta onde a linha de comboio segue. Já de noite, chegamos por fim a Manakara, esperamos que ainda a tempo de jantar.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Bangalós

Dia 13Manakara


Após um longo dia a bordo de um comboio nada melhor que um dia sem estrada nem caminhos de ferro. Vamos acordar um pouco mais tarde para um dia tranquilo e para conhecermos Manakara, a cidade dominada pela etnia Antemoro. Partimos à descoberta das casas de arquitetura colonial e às praias de coqueiros banhadas pelo Índico. Aqui, inicia-se o canal de Pangalanes, um canal artificial criado pelos franceses ao longo de cerca de 600 km, seguindo para norte paralelamente à costa. Saltamos para dentro de pequenas pirogas para descobrir as aldeias piscatórias que se encontram nesta zona do canal. E aproveitamos a região na sua plenitude, com um almoço de peixe e marisco locais. À tarde, regressamos a Manakara.



Alimentação: Pequeno-almoço, almoço (pic-nic/ sandwiches)

Dormida: Bangalós

Dia 14Ambalavao


Deixamos Manakara de manhã pela cénica estrada que ruma ao sul da ilha e que nos presenteia com paisagens abertas de constantes panorâmicas.



Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 15Ambalavao e Anja


Acordamos em Ambalavao para vivenciar as suas ruas e contemplar a sua arquitetura. A famosa catedral da cidade lembra Notre Dame, reforçando o passado francês do país. Perdemo-nos ainda pelo seu frenético mercado, por onde almoçamos. À tarde, fazemos nova incursão no ambiente natural do país com a visita à Reserva Natural de Anja. É nesta paisagem rochosa que podemos encontrar os míticos lémures de cauda anelada e diversos camaleões. Esta reserva é gerida pela comunidade local de Anja através de um projeto de turismo sustentável cujas receitas revertem diretamente a favor da comunidade.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 16Antsirabe



Viramos a norte e rumamos a Antsirabe, parando durante o percurso para contemplar paisagens verdadeiramente arrebatadoras. Percorremos as ruas da cidade e demos uma espreitadela aos seus arredores para completar a nossa visita a esta parte do país. 



Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 17Antananarivo e Voo de Regresso



Vai ser o último despertar em Madagáscar. Não temos atividades previstas para hoje mas propomos-lhe que, dependendo do seu horário de voo, faça um último passeio pelas ruas da cidade. O Bernardo vai levá-lo ao aeroporto para o voo de regresso. Fim dos nossos serviços.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Alojamento durante todo o programa

16 pequenos-almoços, 5 almoços, 4 jantares
Transportes locais

Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem

Transferes de aeroporto
 (dentro das datas do programa)

Exclui:

Voos internacionais

Alimentação não especificada (cerca de 15€/ dia)
Atividades extra

Extras pessoais como bebidas, telefone, etc

Entradas em monumentos

Seguro pessoal

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Sim. O visto para Madagáscar pode ser obtido à chegada, no aeroporto. Para tal, basta fazer-se acompanhar pelo seu passaporte com validade de pelo menos 6 meses após a data de fim da viagem e do seu bilhete de avião de ida e volta. O visto de turismo de entrada simples tem um custo de 35€ e validade de 30 dias.

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Fora da capital, Madagáscar é um país que oferece condições muito rudimentares, o que se reflete no alojamento que usamos na viagem. Temos duas noites de acampamento, durante os dias no rio Tsiribihina. Nestas noites as tendas são fornecidas pela Nomad, assim como os colchões. Só precisa levar um saco cama ligeiro ou um lençol-saco. Em cada tenda dormem duas pessoas. Nestes dias não haverá casas de banho nem acesso a banho.
    Na aldeia de Sakaivo dormimos em casas dos habitantes locais, em condições muito básicas, mas há latrinas. O grupo vai ser dividido por várias casas. Em BekopaKa e Manakara dormimos em bangalós de duas ou três pessoas, com casa de banho privativa. Em Manandona ficamos num acolhedor albergue, gerido pela própria família. Neste alojamento, os sanitários e banhos são na parte exterior da casa, à boa maneira tradicional da arquitetura malgaxe. Nos restantes lugares recorremos a hotéis mais convencionais mas, na sua maioria, de pequena dimensão. Nestes usamos quartos de duas pessoas, podendo ser de três nalguns casos, com casa de banho privativa.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir.

  • Se pretender chegar a Antananarivo uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Antananarivo no fim da viagem?

    Se pretender chegar a Antananarivo um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra neste mesmo alojamento em Antananarivo, no final da viagem.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Quer marque o voo por si ou através de nós, e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os seus detalhes de voo para que possamos passá-los ao Líder Nomad. Desta forma, ele estará à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina (https://www.consultadoviajante.com) como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

Madagáscar

Atividades

Descoberta cultural, Navegação

Dormida

Hotel - 8 noites, Bungalow - 4 noites, Albergue - 1 noite, Casa familiar - 2 noites, Acampamento - 2 noites

Transportes

Carrinha, Jipe, Comboio, Barco e Táxi

Reservas

Min: 5 | Max: 12

Voo não incluído

Valor indicativo: 1200€

Testemunhos

Foi uma viagem, a vários títulos, memorável. Além de ter sido uma viagem no espaço foi também uma viagem no tempo. Os lugares e a paisagem humana surpreenderam-me, para lá das expectativas criadas. A liderança do Bernardo foi segura, leve e geradora de bom clima afectivo. O grupo, na sua singularidade e diversidade, funcionou sempre de um modo harmonioso.
Maria A.
Uma viagem imperdível. Neste momento talvez a viagem mais marcante que fiz pela Nomad. O Bernardo revelou-se um líder espectacular, muito versátil, tentando sempre animar o grupo. Parabéns pela viagem e pela grande aquisição que foi este líder pela Nomad.
Paulo M.
Em tanto mundo já percorrido, confesso que esta experiência marcou-me para sempre. Memórias para o resto da vida. Programa absolutamente extraordinário em todos os aspetos. Como primeira experiência NOMAD afirmo que muitas mais virão por aí.
Inês B.