esgotado

Cordilheira Branca e Huayhuash

Com Rita Caetano 04 a 22 jun 2026

NO CORAÇÃO DO PERU, ENTRE VALES ISOLADOS E GIGANTES DE NEVE ETERNA, ERGUEM-SE AS CORDILHEIRAS BRANCA E HUAYHUASH — PALCO DE UMA DAS MAIS BELAS TRAVESSIAS DE ALTITUDE DO MUNDO. AO LONGO DESTE TREKKING, CRUZAMOS PASSOS ACIMA DOS 4.700 METROS, ACAMPAMOS JUNTO A LAGUNAS GLACIARES E PERCORREMOS TRILHOS QUE NOS CONDUZEM AO MÍTICO CAMPO BASE DO SIULA GRANDE, CENÁRIO DA LENDÁRIA AVENTURA DESCRITA EM TOUCHING THE VOID.

Começamos a jornada na Cordilheira Branca, com caminhadas de aclimatação junto a lagoas glaciares com vista para o Huascarán (6768 m), o ponto mais alto do Peru. Segue-se a travessia da Cordilheira Huayhuash, com o apoio de uma equipa local e transporte das mochilas por mulas, que facilita a progressão e a adaptação à altitude. O nosso percurso inclui variantes menos frequentadas, que nos levam além da rota tradicional, procurando sempre o caminho mais próximo das montanhas e dos glaciares.

  • Impacto cultural
    O Peru é um país muito rico em costumes. Pontualmente teremos oportunidade de contactar com a cultura local, mas na maioria dos dias estaremos em meio natural.
  • Esforço físico
    Caminhamos entre seis a oito horas por dia, durante 10 dias consecutivos, carregando uma mochila com cerca de 6 kg. O trekking realiza-se quase sempre acima de 4000 metros de altitude.
  • Nível de conforto
    Durante o trekking, passamos nove noites em acampamento, em tendas de montanha para duas pessoas, sem acesso a banho. As refeições realizam-se numa tenda grande comum. O alojamento em Lima e Huaraz é confortável.

04 a 22 jun 2026

2480 €19 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 900€

Viagem Esgotada

Se pretenderes ser notificado da existência de novas vagas para esta data, subscreve a lista de interessados.

Subscrever

Percurso

Dia 1Chegada a Lima

Bem-vindo à cidade de Lima. Vamos estar à tua espera no aeroporto Internacional Jorge Chávez para te levar até ao centro da cidade - bairro de Miraflores, onde fica o nosso alojamento. O Peru tem uma das cozinhas mais conceituadas do mundo, por isso começamos a nossa viagem a degustar as iguarias locais.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Viagem para Huaraz

Hoje saímos cedo em direção a Huaraz a bordo de um confortável autocarro. Começamos a percorrer a costa árida do Pacifico para depois entrarmos nas paisagens montanhosas dos Andes e chegarmos finalmente à capital do trekking no Peru. Huaraz é abraçada pela Cordilheira Branca e pela Cordilheira Negra e os próximos dias são dedicados a explorar a região. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Dia livre em Huaraz

Após o pequeno almoço, faremos um pequeno briefing sobre o trekking. Este é o momento para rever todo o equipamento e tirar algumas dúvidas de última hora. Depois, saímos para conhecer a cidade e beber um café num dos locais mais emblemáticos da cidade, o Café Andino. O final da tarde é livre para descansar ou fazer algumas compras. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Trekking: Lagoa Willcacocha

Já com um dia de aclimatação à altitude em Huaraz, saímos para explorar a Cordilheira Negra. A nossa caminhada começa junto à pequena povoação de Puente Santa Cruz e leva-nos à Lagoa Willcacocha. Para além de ser uma caminhada perfeita para aclimatar, tem vistas incríveis para a Cordilheira Branca e para o ponto mais alto do Peru, o Huascaran. Esta montanha ergue-se a 6768 m e é um ponto de referência para alpinistas de todo o mundo.  Voltamos a Huaraz para jantar.

Distância: 7 km (6 horas)
Desnível: 600m positivo, 600m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço volante
Dormida: Hotel

Dia 5Trekking: Lagoa Churup

Hoje saímos em direção à Lagoa Churup, em plena Cordilheira Branca. O trilho é exigente mas as vistas recompensadoras. É um dia perfeito para conhecermos mais sobre a flora e fauna local e para continuarmos a adaptar o nosso corpo à altitude. A lagoa situa-se a 4450 m e as suas águas cristalinas contrastam com os picos ao seu redor. Jantamos novamente em Huaraz e fazemos os últimos preparativos para o trekking. Amanhã começa a grande aventura! 

Distância: 8 km (7 horas)
Desnível: 650m positivo, 650m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço volante
Dormida: Hotel

Dia 6Viagem para a Cordilheira Huayhuash

O dia é reservado para fazer a viagem entre Huaraz e o ponto de início do trekking, Quartelhuain. Pelo caminho, passamos nas povoações de Chiquian e Llamac, onde temos contacto com o meio mais rural do país. Estas pequenas cidades andinas conservam um estilo de vida rico em cultura e tradições.

Chegamos a Quartelhuain pelo vale do rio Llamac e vemos as povoações a ficarem cada vez mais pequenas à medida que entramos na cordilheira. Hoje a noite já vai ser em acampamento e começamos a sintonizar o corpo com a rotina dos próximos dias na montanha.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante, lanche e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 7Trekking Lagoa Mitucocha

Apreciamos o amanhecer e os primeiros raios de luz a entrar no vale à medida que nos preparamos para começar a caminhar. Carregamos as bagagens nos burros e iniciamos a subida até ao primeiro desafio deste trekking, o Passo Cacananpunta. Se tivermos sorte, podemos observar os imponentes condores a voar no céu sobre nós. Ao final da tarde, visitamos a Lagoa Mitucocha onde podemos ver os vários picos como o Rondoy (5870 m) e o Jirishanca (6094 m). 

Distância: 8 km (6 horas)
Desnível: 650m positivo, 600m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante, lanche e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 8Trekking Carhuacocha

Continuamos a percorrer a cordilheira em direção ao sul. Subimos pelo Vale Waya até ao Passo Carhuac e recuperamos o fôlego enquanto contemplamos o cume do Carniceiro (5960 m) e do Siulá (6344 m). Após a descida, chegamos ao acampamento, na margem da Lagoa Carhuacocha. À medida que os dias passam e nos acostumamos ao ritmo da montanha, vamos sendo presenteados com paisagens cada vez mais incríveis. 

Distância: 10km (6 horas)
Desnível: 600m positivo, 700m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante, lanche e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 9Trekking Huayhuash

As noites a mais de 4000 m são frias, por isso as nossas manhãs começam com uma chávena de chá de coca quente. Na subida para o Passo Siula, temos um dos pontos mais emblemáticos das Huayhuash, o Mirador Tres Lagunas. Daqui, contemplamos as lagoas Gangrajanca, Siulá e Quesillococha e os picos em seu redor. Descemos para o pequeno assentamento de Huayhuash, onde os pastores mantêm um estilo de vida simples e uma profunda ligação à natureza em seu redor. 

Distância: 14km (8 horas)
Desnível: 950m positivo, 750m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante, lanche e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 10Trekking Passo Trapecio (5010 metros)

Abandonamos o percurso convencional para percorrer uma parte do circuito andino, uma rota mais desafiante e cénica. O Passo Trapecio está a 5010 m e será o nosso desafio do dia. Caminhamos junto ao glaciar Jurau e vemos lagoas de diferentes cores. A descida é longa mas espera-nos um reconfortante lanche no acampamento, como de costume. Este é um dos dias mais desafiantes, mas também mais espetaculares.

Distância: 11km (7 horas)|
Desnível: 750m positivo, 600m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante, lanche e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 11Trekking Cutatambo

Estamos no coração desta cordilheira e todos os dias trazem paisagens cada vez mais imponentes. Após a nossa rotina matinal, seguimos em direção ao Passo de Santa Rosa. Temos pela frente mais uma subida dura mas uma vista muito recompensadora. Se a meteorologia permitir, vemos os picos Jurao (5600 m), Carnicero (5960 m), Sarapo (6127 m), Siulá grande (6344 m), Yerupajá (6635 m), Rasac (6017 m), Tsacra (5775 m), Huacrish (5622 m), Rosario (5616 m), entre outras montanhas. É um lugar verdadeiramente especial, que vai ficar na nossa memória. Na descida para o acampamento podemos ainda ver a Lagoa Jurau, onde faremos uma última pausa.

Distância: 6km (7 horas)
Desnível: 550m positivo, 800m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante, lanche e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 12Trekking Campo Base Siula Grande

Hoje a logística é mais simples, pois voltamos a este acampamento para dormir. Os nossos fiéis carregadores de orelhas peludas têm um dia de descanso e nós caminhamos até ao Campo Base do Siulá Grande. Foi daqui que partiram Simon Yates e Joe Simpson para a escalada épica do Siulá, que se tornaria numa incrível história de sobrevivência relatada no livro e filme Touching the Void. 

Distância: 10km (6 horas)
Desnível: 550m positivo, 550m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante, lanche e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 13Trekking Huayllapa

Espera-nos um dia mais tranquilo. Descemos o vale Quebrada Calinca até à pequena aldeia de Huayllapa. Esta é a oportunidade para conhecermos de perto a cultura andina e compreendermos como é viver num local que tem tanto de belo como de isolado. Conhecemos a família que nos acolhe e exploramos os recantos desta aldeia. Esta noite teremos o conforto de uma cama, um luxo bem apreciado após várias noites em tenda. 

Distância: 12km (5 horas)
Desnível: 100m positivo, 900m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante, lanche e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 14Trekking Gashpapampa

Despedimo-nos de Huayllapa e iniciamos a parte final do nosso trekking. Voltamos a subir para nos envolvermos mais uma vez nesta cordilheira extraordinária. A paisagem árida vai dando lugar à paisagem alpina à medida que ganhamos altitude. Os últimos dias mais calmos renovaram a nossa energia e caminhar 4000 metros acima do nível do mar já não parece um desafio tão grande. 

Distância: 12km
Desnível: 1400m positivo, 400m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante, lanche e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 15Trekking Passo Yahucha (4800 metros)

Saímos em direção ao Passo Yahucha, a mais de 4800 m, observando as árvores Queñua. Esta espécie pode chegar aos 20 metros de altura e apenas cresce a mais de 3000 m. Foi plantada pelos incas para alimentar os animais e produzir madeira. A descida para o acampamento é íngreme mas somos recompensados pelas vistas à nossa volta. Esta noite ficamos naquele que é considerado o acampamento mais bonito da cordilheira e para alguns de toda a América do Sul. 

Distância: 10km (7 horas)
Desnível: 650m positivo, 1100m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante, lanche e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 16Trekking Rondoy e regresso a Huaraz

Acordamos calmamente para o último dia de trekking neste lugar idílico. A rotina dos últimos dias fez o nosso corpo abrandar, conectar-se com a natureza e ligar-se à simplicidade de estar na montanha. Hoje voltamos a desviar-nos da rota convencional e seguimos em direção ao Passo Rondoy para mais uma subida épica. Do topo conseguimos apreciar mais uma vez os picos Jirishanca e Rondoy. A descida com vistas deslumbrantes marca o final perfeito para nossa aventura. Voltamos à estrada de onde começámos a caminhar há 11 dias atrás e despedimo-nos da nossa equipa local. Seguimos de carrinha para Huaraz, rumo a um muito ansiado duche quente. 

Distância: 10km (6 horas)
Desnível: 750m positivo, 800m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço volante e lanche
Dormida: Hotel

Dia 17Viagem para Lima

Despedimo-nos de Huaraz, a cidade que nos acolheu nestes dias de trekking, com o coração cheio pelos dias incríveis que tivemos a percorrer estas três cordilheiras. Fazemos a viagem de volta a Lima, também de autocarro, e chegamos a tempo de celebrar a nossa aventura com um bom jantar onde relembramos todas as peripécias desta experiência. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 18Visita a Lima

Não saímos do Peru sem antes explorarmos um pouco da sua vibrante capital, Lima. A pé e de transportes públicos, vamos conhecendo alguns dos pontos mais icónicos da arquitetura da cidade, como a Plaza de Armas no centro histórico, local da fundação da cidade há quase 500 anos. Almoçamos no mercado central, onde a chicha morada, leite tigre, ceviche ou lomo saltado são algumas das iguarias mais afamadas.

De tarde, exploramos com tempo o museu Larco para compreender mais de 5000 anos de história peruana. Uma incursão pelas mais antigas civilizações, da época pré-colombiana até ao império inca, onde a visão do mundo andino nos surpreende e fascina pela sua presença viva até aos dias atuais.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 19Lima. Fim do programa

Chega ao fim esta grande aventura pelo Peru — é tempo de regressar a casa, com a bagagem cheia de histórias e memórias. De acordo com o horário do teu voo, será altura de te despedires do guia de trekking Nomad e seguires para o aeroporto para o teu voo de regresso.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do guia de trekking Nomad durante toda a viagem
Equipa de apoio local (guia e cozinheiros)
Transporte do equipamento pessoal durante o trekking em burros
Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
18 pequenos-almoços, 13 almoços e 10 jantares

Exclui:

Voos internacionais
Alimentação não especificada (cerca de 250€)
Gratificações à equipa local
Seguro pessoal
Atividades não especificadas

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Não. Para viajantes com passaporte português, não é necessário visto para o Peru, Bolívia e Chile. Apenas tens de levar o teu passaporte com uma validade mínima de seis meses após a data de fim da viagem, onde é carimbada a autorização de permanência no país por tempo determinado.

  • Podem reservar-me noites extra no início e fim da viagem?

    A Nomad não reserva noites extra no início e/ou no fim da viagem mas podes fazê-lo diretamente nos mesmos alojamentos que temos previstos para a viagem. Depois da tua reserva estar confirmada, disponibilizamos as informações dos alojamentos nas Notas de Viagem (na tua Área Pessoal), para que possas realizar as reservas de noite extra de acordo com as tuas preferências. Estarão sempre sujeitas à disponibilidade dos alojamentos no momento em que efetues a reserva.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados, no centro das povoações e próximos dos principais pontos de interesse, para facilitar as deslocações previstas no programa. São espaços com identidade local e que refletem a cultura e o carácter da região.

    Lima e Huaraz
    Nas cidades ficamos hospedados em quartos duplos, com casa de banho privativa e acesso à internet. Privilegiamos hotéis ou guesthouses confortáveis, pequenos e acolhedores.

    Cordilheira Huayhuash
    Todos os dias, a nossa equipa de apoio realiza a montagem do acampamento. É composto por tendas de duas pessoas e uma tenda comum, onde fazemos as refeições e passamos algum tempo em grupo. Este espaço é amplo e protegido, com ambiente confortável. Terás de trazer o teu próprio saco-cama, colchão e almofada. 

    Durante todo o trekking, não existem duches nem casas de banho convencionais, com excepção da noite em Huayllapa em que ficamos num pequeno albergue. Nos acampamentos existe uma casa de banho básica do tipo latrina.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    A gastronomia peruana é uma das mais conceituadas e diversificadas em toda a América do Sul. Entre os restaurantes mais elaborados das capitais e os mercados dos Andes, terás muitas oportunidades para experienciar os sabores da região.

    Durante o trekking, a nossa equipa local estará encarregue de preparar todas as refeições. Podes contar com pratos completos, que podem incluir carne, arroz, massas, quinoa, legumes ou saladas — com as limitações naturais do contexto de montanha. 

    Todos os dias teremos pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar. Será fornecida água purificada todos os dias. 

    Se fores vegetariano ou tiveres alguma restrição alimentar, é fundamental que nos informes com antecedência, para que possamos coordenar os ajustes necessários com a equipa local.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda usada no Peru é o novo sol. O mais prático é utilizar dinheiro durante toda a viagem. Os cartões de crédito Visa têm aceitação na maioria dos hotéis e restaurantes nas cidades. Outros cartões de crédito poderão não ter uma aceitação muito generalizada. As máquinas ATM estão bastante disponíveis nas cidades e vilas maiores. No entanto, grande parte dos bancos peruanos cobram taxas de levantamento. É seguro levares dinheiro para a viagem e poderás realizar câmbio em Lima. 

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares um fundo de emergência de cerca de 200€ em dinheiro. Pode ser útil se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Nas cidades, Lima e Huaraz, há acesso a wi-fi nos alojamentos e em vários cafés e restaurantes. As tomadas elétricas são do tipo A e C, por isso recomendamos que tragas um adaptador. 

    Durante o trekking na Cordilheira Huayhuash, a partir do dia 6 do programa, não existe acesso a internet, rede móvel ou eletricidade, com excepção da noite em que ficamos em Huayllapa, dia 13 do programa,  onde será possível ter acesso a eletricidade e wifi. São sete dias sem comunicações, por isso, é essencial levares uma power bank para manteres os teus dispositivos carregados. 

     Na eventualidade de uma emergência, é possível abandonar o trekking em vários pontos ao longo do percurso. Adicionalmente, a equipa Nomad transporta um dispositivo de comunicação por satélite, a ser utilizado apenas em caso de emergência.

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Nesta viagem recorremos a transportes públicos e privados, adaptados ao ritmo e às exigências da travessia pelos Andes. 

    Há duas grandes viagens de autocarro público, com cerca de 10 horas de viagem - ida e volta de Lima a Huaraz. As poltronas reclinam como um lugar de avião em executiva, atingindo quase a posição horizontal. São espaços muito confortáveis. O único contratempo desta viagem é que, vencemos 3000 metros, e a adaptação à altitude, embora de uma forma gradual - e muito mais progressiva do que num avião , torna a viagem muito desgastante. 

    Em Huaraz para o início e no final do trekking utilizamos uma carrinha privada. 

  • Como é o clima durante a viagem?

    Nesta época do ano, as temperaturas são moderadas em Lima, geralmente entre os 15ºC e os 20ºC, mas a elevada humidade e a presença constante de um nevoeiro fino e persistente, criam um ambiente fresco e cinzento durante grande parte do dia. 

    Na Cordilheira Huayhuash, as manhãs começam frias, mas ao longo do dia as temperaturas sobem e podem atingir entre 15ºC e 20ºC, sobretudo quando o céu está limpo. Ao cair da noite, o frio intensifica-se rapidamente. Em algumas noites, as temperaturas irão baixar abaixo de 0ºC. Embora seja um período estável, o clima de montanha permanece imprevisível, com ventos fortes e possibilidade de chuva.

  • Terei problemas com a altitude nesta viagem?

    Este trekking decorre em altitude elevada, mas o programa foi desenhado para promover uma aclimatação gradual e controlada, reduzindo o risco de problemas associados à altitude.

    O primeiro contacto acontece ainda durante a viagem entre Lima e Huaraz, onde atravessamos um ponto a cerca de 4000 metros. Já em Huaraz, a aproximadamente 3000 metros de altitude, iniciamos o processo de aclimatação, permanecendo quatro noites na cidade. Durante este período, realizamos dois trekkings de aclimatação na Cordilheira Branca, antes de entrarmos na Cordilheira Huayhuash.

    Nas Huayhuash, o trekking decorre maioritariamente acima dos 4000 metros de altitude, com passagens pontuais acima dos 5000 metros. As etapas foram desenhadas de forma conservadora, com progressão cuidada, distâncias e desníveis controlados, permitindo que o corpo se adapte de forma progressiva ao esforço e à altitude.

    A adaptação do corpo à altitude depende da reação individual de cada organismo. Se não tiveres problemas de saúde, é pouco provável que enfrentes complicações graves, embora possas sentir algum desconforto pontual, como dores de cabeça, cansaço ou enjoos.

  • Esta viagem é fisicamente exigente?

    Sim. Esta viagem é aconselhável a pessoas em boa forma física e habituadas a caminhar vários dias consecutivos em montanha, em contexto de trekking em altitude.

    Caminhamos durante vários dias acima dos 4000 metros de altitude, com etapas que implicam esforço físico contínuo e ganhos de altitude regulares. Em média, percorremos cerca de 9 km por dia, com desníveis acumulados geralmente inferiores a 1000 metros, mas cuja exigência é amplificada pela altitude e pela sucessão de dias na montanha.

    Os trilhos são, no geral, tecnicamente acessíveis. No entanto, os dias de travessia de colos de montanha — alguns acima dos 5000 metros — implicam maior exigência física, com progressão por trilhos por vezes irregulares e expostos. Durante todo o trekking, transportarás apenas uma mochila de dia com o essencial, sendo o restante equipamento e bagagem transportados pelos animais de carga. As noites frias em acampamento tornam esta viagem mais exigente, por isso é fundamental que estejas preparado para lidar com todos estes fatores.

  • Não tenho experiência de trekking. Esta viagem é para mim?

    Os trilhos não requerem conhecimento técnico, mas esta é uma viagem fisicamente exigente. As principais dificuldades são o número consecutivo de dias em montanha, a altitude e a dormida em tendas, especialmente nas noites mais frias. É aconselhável apenas a pessoas em boa forma física e habituadas a caminhar em montanha.

    Caminhamos em alta montanha, em altitudes acima dos 3500m, ao longo de 10 dias, a dormir em tendas e sem acesso a banho. É uma travessia em semi-autonomia, o que significa que teremos o apoio de uma equipa local no transporte, acampamento e alimentação. Ainda assim, terás de montar o teu sistema de dormida (colchão e saco-cama), estar confortável em ajudar nas tarefas de acampamento e carregar uma mochila com as tuas coisas para o dia (aprox. 6kg). A equipa irá transportar todo o equipamento de acampamento e assegurar a confeção das refeições, o que acrescenta bastante conforto à viagem. Todos os dias teremos uma tenda messe onde fazemos as refeições e passamos tempo juntos, mas não teremos acesso a mais nenhuma infraestrutura.

  • É preciso levar algum material ou equipamento para o trekking?

    Se te inscreveres na viagem, receberás uma lista de equipamento necessário a levar (na Área Pessoal). No entanto, podemos já adiantar que este trekking exige algum equipamento obrigatório que exige preparação prévia. O guia de trekking dará orientações sobre o equipamento alguns meses antes do início da viagem. Antes do inicio do trekking, o guia irá verificar o equipamento de montanha do grupo.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda que efetues a Consulta de Viajante para uma avaliação médica personalizada, pelo menos um a dois meses antes da viagem. Nessa consulta pretende-se a avaliação do risco em viagem, necessidade de vacinação e de profilaxia para o mal de altitude, bem como aconselhamento de outras medidas preventivas de doenças. 

    Podes realizar esta consulta através do Serviço Nacional de Saúde (SNS), por telemedicina ou em hospitais/clínicas privadas:

    • Serviço Nacional de Saúde (SNS) disponibiliza a Consulta de Viajante e vacinação em vários pontos do país. Para saberes mais, consulta a lista completa dos centros de saúde aqui (na secção Portugal | Centros de Vacinação Internacional) e informação geral sobre este serviço aqui. A marcação antecipada (mais de dois meses) é particularmente importante se escolheres fazer pelo SNS.
    • orientação médica em telemedicina é uma alternativa eficaz e cómoda. A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina, que tem na sua equipa médicos que são também viajantes e que entendem a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. Por viajares com a Nomad, tens a possibilidade de usufruir de uma redução de 10% no valor da tua consulta utilizando o código “consultanomad” aquando da marcação.
    • Vários hospitais privados oferecem este serviço aos viajantes. Com uma simples pesquisa online, poderás encontrar o mais próximo da tua área de residência.

    Pessoas com doenças crónicas ou antecedentes de doenças cardiovasculares e/ou respiratórias, deverão sempre consultar o seu médico e informar previamente a Nomad (na Área Pessoal poderás adicionar esta informação). Caso tenhas necessidade de viajar com algum medicamento, nomeadamente medicação crónica ou menos comum, leva contigo uma cópia da prescrição médica. 

    Recomendamos fortemente que durante a Consulta do Viajante solicites aconselhamento ao médico sobre a toma de fármacos dedicados à prevenção da doença de altitude (por ex. acetazolamida). Estes fármacos podem ser extremamente úteis para prevenir os sintomas da doença de altitude e para ajudar a ter a melhor experiência nos picos mais altos da viagem. A sua toma deve iniciar-se na véspera de entrarmos em altitude.

    Analgésicos como paracetamol e ibuprofeno também são úteis para as dores de cabeça que se podem fazer sentir em altitude.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao Líder de Viagem, Guia de Trekking ou à nossa equipa local.

    Em viagens onde o ponto de encontro é o aeroporto de chegada e a Nomad assegura os transfers (nas datas do programa), o líder/guia/equipa local vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

    Em viagens onde o ponto de encontro é o nosso alojamento da primeira noite, vamos fornecer antecipadamente informação sobre como podes efetuar a marcação dos transfers de acordo com os horários dos teus voos. O líder/guia/equipa local irá combinar com o grupo a hora de reunião no primeiro dia.

Resumo de viagem

Destinos

Andes, Peru

Atividades

Trekking

Dormida

Hotel: 8 noites, Acampamento: 9 noites, Hostelaria: 1 noite

Transportes

Autocarro e Carrinha

Reservas

Min: 6 | Max: 12

Voo não incluído

Valor indicativo: 900€