Trilhos dos Cárpatos

Com António Luís Campos 03 a 13 jul 2021

No centro da Europa erguem-se os Cárpatos, a segunda maior cordilheira do continente. Entre o Sul da polónia e o Norte da Eslováquia, vamos explorá-los, percorrendo os melhores trilhos de quatro parques naturais.

Os Cárpatos são hoje um dos últimos redutos europeus da fauna de grande porte, como o lobo, o veado ou o urso pardo. Neste cenário natural, pisamos montanhas que cruzam bosques de coníferas, circundam lagos alpinos e atravessam pequenas aldeias. Os trekkings levam-nos a expostas cumeadas graníticas de alta montanha e a profundos vales calcários, onde somos desafiados com passadiços, escadarias e travessias com o apoio de cabos de aço. Pernoitamos na base das montanhas, recuperando forças e desfrutando da gastronomia local.

  • Impacto cultural
    Viagem focada na natureza. No entanto, és acolhido por pequenas comunidades desta região.
  • Esforço físico
    Trekkings diários, na sua maioria entre seis a oito horas, em ambiente de montanha e com uma pequena mochila às costas (20 a 30L). Passamos duas noites num refúgio de montanha, onde chegamos a pé carregando na mochila o necessário para a pernoita.
  • Nível de conforto
    Os alojamentos são confortáveis, mas sem desvirtuar o nosso espírito de viagem. Dormimos quase sempre em alojamentos na base da montanha, em quartos duplos ou triplos. Pernoitamos duas noite em refúgio de montanha, em regime de camarata com casa de banho partilhada. Deslocamo-nos numa carrinha privada entre os vários locais do itinerário.

03 a 13 jul 2021

1050 €11 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 300€

Número de viajantes

1050€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Cracóvia


À chegada a Cracóvia, no aeroporto João Paulo ll, o líder Nomad António Luís Campos vai estar à tua espera, para te dar as boas-vindas à Polónia e levar-te ao hotel da cidade.

 Cracóvia é uma cidade pequena, mas muito cativante. No final da viagem, teremos um dia inteiro para a visitar mas, se chegares cedo, aproveita para provar um gelado numa das muitas esplanadas.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Trekking Vale de Hornad

Deixamos Cracóvia numa carrinha para rumar ao primeiro parque nacional desta aventura: o Parque Nacional Slovensky Raj também conhecido como ‘Paraíso Eslovaco’, cujo nome é por si só bastante sugestivo. Trata-se de uma região de média montanha, com profundos canyons calcários. O trilho de hoje percorre o vale do rio Hornad, no qual, em certos pontos, encontramos escadas cravadas na parede, suspensas sobre o rio, para tornar possível a progressão. São secções curtas que permitem sentir a emoção deste tipo de trekking que, embora não necessite de equipamento ou conhecimento técnico avançado, implica à vontade em zonas expostas em altura. No final da tarde, subimos a um grande promontório calcário, de onde se vislumbram os majestosos picos dos Tatras. É para lá que seguiremos nos próximos dias. 

Distância: 14 km (6 horas)

Desnível: 400 m positivo + 400 m negativo 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Trekking Sucha Bela

Acordamos para continuar a explorar o ‘Paraíso Eslovaco’. Será um longo dia de trekking - cerca de oito horas. Seguimos um troço do canyon calcário do rio Hornad, por vezes caminhando pelo próprio leito do rio, outras recorrendo a engenhosos passadiços e escadarias de madeira ou ferro. Vamos subir um dos mais exigentes canyons do parque, mas certamente o mais espetacular: o Sucha Bela, com dezenas de escadarias que permitem a progressão vertical, sem as quais jamais penetraríamos tão profundamente na montanha.

A pausa para o piquenique de almoço será nas ruínas do mosteiro de Kláštorisko, no topo de uma colina com vistas que desvendam cenários de densa floresta, cruzada por cascatas e ribeiros de águas cristalinas. De energias respostas, voltamos a descer e percorremos uma nova secção do rio Hornad, antes de recolhermos a um alojamento escondido no meio da floresta. 

Distância: 18 km (7 horas)

Desnível: 700 m positivo + 700 m negativo

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 4Trekking de ascensão ao Pico Kriváň

Deixamos o ‘Paraíso Eslovaco’ em direção aos Tatras, que se dividem entre a Eslováquia e a Polónia e representam a região mais elevada das montanhas dos Cárpatos.

Hoje é dia de ascensão. Começando bem cedo, dirigimo-nos para a montanha, com o objetivo de alcançar um dos principais picos dos Tatras. Consoante as condições meteorológicas, faremos a ascensão da mais icónica montanha eslovaca, que está até representada no verso de alguns euros eslovacos - o pico Kriváň, com 2495 metros de altitude -, ou então subiremos o Rysy, afiado pico granítico partilhado com a Polónia, de 2503 metros. Pela frente, temos 1300 metros de desnível a vencer, num trilho de alta montanha exigente mas belíssimo, primeiro em floresta e depois em zona rochosa, acima da linha de árvores. O troço final de acesso ao pico é inclinado e exposto. Estaremos num ambiente inóspito, com paisagens a perder de vista, tanto para a planície a sul como para o coração alpino dos Tatras, a norte. Após um merecido descanso no cume, iniciamos a longa descida até ao ponto de partida. 

Distância: 16km (10 horas)

Desnível: 1300 m positivo + 1300 m negativo

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 5Trekking Tatranska Magistrala

Continuamos nos Tatras e vamos explorá-los ainda na face eslovaca. Após subir até ao lago Skalnate Pleso, de teleférico, iniciamos então o trekking pelo trilho Tatranska Magistrala junto ao lago, que nos tomará boa parte do dia. São quatro a cinco horas sempre a descer, até à pitoresca localidade de Stary Smokovec, com muitas paragens para contemplar a paisagem, que é agora tipicamente alpina. Montanhas rochosas emergem dos prados verdejantes, frequentemente cruzados por rios ou prados de altitude, que nos revelam uma impressionante série de cascatas. Estamos rodeados de uma natureza imponente e majestosa. Chegados à pacata aldeia de Stary Smokovec, somos recompensados com um chá ou café bem quentes. 

Distância: 9 km (5 horas)

Desnível: 200 m positivo + 800 m negativo 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Trekking Vale dos Cinco Lagos

Saindo de madrugada da Eslováquia, partimos para um dos mais emblemáticos e longos dias da viagem, com a subida ao lago Morski Oko, o maior desta cadeia montanhosa. São cinco a seis horas a subir por trilhos que serpenteiam agrestes encostas, através de um setor exposto e com apoio de cabos de aço, onde todo o cuidado é exigido. Empenhamos todo o nosso esforço até ao pico Szpiglasowy Wierch, com 2172 metros de altitude, que nos brinda com uma paisagem magnífica sobre lagos cristalinos e altas montanhas. 

É tempo de nos prepararmos para a descida ao vale Dolina Pieciu Stawów, conhecido como Vale dos Cinco Lagos. Tendo por companhia a Wielka Siklawa, uma das maiores cascatas dos Tatras, continuaremos até ao acolhedor refúgio de montanha Roztok, na base da montanha, junto à fronteira com a Eslováquia. 

Distância: 22 km (10 horas)

Desnível: 1200 m positivo + 1200 m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Refúgio

Dia 7Trekking Parque Nacional Tatras

Hoje será um dia de pequenos declives, através de apertados percursos e de florestas densas. Saindo do refúgio, enveredamos por um trilho muito pouco frequentado, bem no âmago da floresta, até regressarmos à base da montanha. 

O dia termina em Zakopane, onde deambulamos pelas movimentadas ruas pedonais do centro e jantamos ao som de música tradicional góralska. A capital dos Tatras polacos é uma pequena cidade de montanha, epicentro das atividades de montanha da Polónia. No verão, o ski e o alpinismo invernais dão lugar ao terreno de aventura para trekking, bicicletas de montanha e escalada. 

Distância: 12 km (5 horas)

Desnível: 200 m positivo + 200 m negativo 

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 8Trekking Kasprowy Wierch

Pela manhã, recorrendo a um teleférico, regressamos à montanha, desta vez a partir da cumeada de Kasprowy Wierch. O trilho de hoje leva-nos sobre a fronteira, a 2000 metros de altitude, pelo que podemos ter literalmente um pé na Polónia e outro na Eslováquia. Do topo, é possível ver diversos picos dos Tatras, assim como vários lagos glaciares. Continuando a percorrer a cumedada, que sobe e desce, ondulante, teremos a silhueta do pico Giewont (1895 metros) em frente. Segue-se depois uma longa descida, primeiro na cumeada, depois pela floresta, até a um refúgio rodeado de floresta, no sopé dos Tatras, onde pernoitamos.

Distância: 9 km (6 horas)

Desnível: 300 m positivo + 1000 m negativo 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Refúgio

Dia 9Rio Dunajec e Trekking Parque Nacional Pieniny

Saindo dos Tatras pela manhã, rumamos a nordeste, para atravessar o Pieniny o mais antigo parque nacional na Europa. A paisagem é suave, com campos cultivados entrecortados por densas florestas onde o cheiro a erva fresca nos acompanha. Com um pouco de sorte, podemos ter um vislumbre do estilo de vida profundamente rural que estas populações ainda mantêm. O parque é atravessado pelo rio Dunajec, por onde vamos navegar a bordo de jangadas artesanais constituídas por pequenas canoas amarradas entre si. O rio leva-nos ao início do trekking.

Já a pé, subimos em densa floresta a encosta empinada ao longo da margem escarpada do rio, de onde vemos o curso de água, aos poucos, ficar cada vez mais abaixo. A caminhada de hoje é curta mas intensa, com uma duração de três horas. No final do dia, despedimo-nos das montanhas, partindo em direção a Cracóvia. 

Distância: 6 km (3 horas)

Desnível: 400 m positivo + 400 m negativo 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 10Cracóvia

Agora que terminamos as nossas incursões pelas montanhas, dedicamos este dia a conhecer as ruas da cidade imperial. Da encosta do castelo Wawel, onde a lenda diz ter vivido um feroz dragão, descemos às artérias principais, até chegarmos à Praça do Mercado Central, guardada pelas duas torres assimétricas da igreja de Santa Maria. O charme da arquitetura centro-europeia é inegável e as feições eslavas dos transeuntes relembram-nos que estamos numa Europa diferente. À noite, percorremos as ruas do bairro judeu de Cracóvia, hoje o epicentro da cena cultural e artística da cidade, onde abundam bares, restaurantes e esplanadas boémias, perfeito para desfrutarmos dos últimos momentos em viagem e partilharmos os dias incríveis passados pelos vários trilhos dos Cárpatos. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 11Cracóvia e Voo de Regresso

Se o horário do teu voo assim permitir, podes ainda fazer um último passeio pelas ruas da cidade. Depois, será tempo de te despedires do António, que te vai levar ao aeroporto de Cracóvia, João Paulo II, de acordo com o horário do teu voo.

 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: _

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
7 pequenos-almoços
Atividades e visitas descritas no programa

Entradas nos Parques Naturais

Exclui:

Voos internacionais

Alimentação não especificada (cerca de 25€ por dia)

Entrada em monumentos (cerca de 30€)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    A Polónia e a Eslováquia são estados-membros da União Europeia, pelo que os cidadãos portugueses não precisam de vistos para esta viagem.

  • Se quiser chegar a Cracóvia uns dias mais cedo, posso reservar convosco o alojamento? E se quiser ficar mais dias em Cracóvia no fim da viagem?

    Se quiseres chegar a Cracóvia um ou mais dias antes da data de início da viagem, podemos reservar-te noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar-te noites extra neste mesmo alojamento em Cracóvia, no final da viagem.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem.

    Nesta viagem, dormimos a maioria das noites em hotéis. São alojamentos distribuídos entre a Polónia e a Eslováquia, nas proximidades dos locais onde realizamos os trekkings. Alguns têm acesso à internet mas, sobretudo nos mais remotos, essa opção poderá não estar disponível. Os quartos têm duas ou três camas e casa de banho privativa. Nos Tatras polacos dormimos duas noites em refúgios de montanha, num dos quais vais precisar de um saco-cama ligeiro. Aqui dormiremos em camaratas mistas, com casa de banho partilhada.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    As gastronomias polaca e eslovaca são uma boa surpresa! Variadas, saborosas, acessíveis e baseadas sobretudo em carne. Na maioria das vezes, comemos em restaurantes e bares. Nos dias de montanha, vamos às compras em supermercados e fazemos piqueniques. Geralmente, os pequenos-almoços são feitos nos alojamentos. Há sempre opções vegetarianas.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda da Polónia é o zloty e a da Eslováquia é o euro. Quer na Polónia, quer na Eslováquia, encontras facilmente máquinas ATM em todas as cidades. 

    Alguma da alimentação não está incluída no programa, o que te dá flexibilidade para gerires o teu orçamento como preferires. Deverás reservar cerca de 25€ por dia para este efeito.

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.


    É conveniente levares um fundo de emergência de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Temos acesso a internet e eletricidade nos hotéis e rede de telemóvel em praticamente todos os locais por onde passamos. Nas cidades, há uma boa cobertura de rede 3G. Apenas ocasionalmente, na montanha, poderá não haver rede. 

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Nesta viagem, pelas suas características específicas e por viajarmos por zonas remotas da Polónia e Eslováquia, temos sempre uma carrinha privada à nossa disposição. Isso dá-nos flexibilidade de horários e de programa. Recorremos a teleféricos para aceder a algumas das zonas mais elevadas dos Tatras e a uma jangada para percorrer o rio Dunajec. Em Cracóvia, deslocamo-nos a pé e, se necessário, usamos transportes públicos.

  • Como é o clima durante a viagem?

    A amplitude térmica poderá ser muito grande - nas cidades poderemos ter temperaturas próximas dos 30ºC e nas regiões montanhosas na ordem dos 5ºC, ou até menos, dependendo dos anos. A meteorologia em alta montanha é imprevisível, e mesmo no verão a possibilidade de chuva e baixas temperaturas é real, pelo que ter calçado e vestuário de montanha efectivamente impermeável e de boa qualidade é fundamental.

  • Como são os dias de trekking da viagem?

    Esta viagem tem oito dias de trekkings, de duração variável - entre cinco a oito horas de tempo total. Para cada trekking, só terás de levar uma mochila pequena com os objetos para o dia. A tua bagagem principal ficará no alojamento ou na carrinha em que nos deslocamos entre as várias regiões da viagem. Nos dias em que dormimos nos refúgios de montanha, terás de levar o necessário para pernoitar (roupa e objetos de higiene pessoal). Um dos refúgios não tem roupa de cama, pelo que será necessário um saco-cama ligeiro.

  • Esta viagem é fisicamente exigente?

    O grau de dificuldade física é moderado, com alguns dias particularmente exigentes. Nos dias de trekking, conta com cinco a oito horas de caminhada por dia, a um ritmo lento e passo tranquilo. Os trilhos não requerem conhecimento técnico mas, para quem não tenha um estilo de vida ativo, esta poderá ser uma viagem fisicamente exigente.

  • Não tenho experiência de trekking. Esta viagem é para mim?

    Sim. As caminhadas estão ao alcance de todas as pessoas ativas, habituadas a caminhar regularmente em montanha. Regra geral, não há nenhuma dificuldade técnica, com exceção dos dias no Parque Nacional Paraíso Eslovaco, no qual utilizamos passadiços e escadarias de madeira e ferro suspensos nas escarpas. Alguns pontos são expostos e elevados, sem dispositivos de segurança. Nos Tatras, existem também troços bastante expostos, com recurso pontual a cabos de aço para maior segurança e ajuda à progressão.

  • Quantos quilómetros caminhamos por dia?

    Em montanha, as distâncias não são medidas em quilómetros, mas sim em horas. Isto porque devido ao tipo de terreno e desnível, podemos demorar horas a percorrer poucos quilómetros.

  • O ritmo de caminhada é muito elevado?

    Não. O ritmo é ajustado às necessidades do grupo, com muitas paragens ao longo do dia. A distância dos itinerários escolhidos para cada dia dão-nos a possibilidade de os realizarmos com calma, para podermos aproveitar ao máximo a paisagem envolvente. 

  • Como calculamos o tempo de caminhada?

    As viagens de trekking da Nomad são desenhadas para o viajante que procura desfrutar do meio natural. O tempo de caminhada referido no programa é calculado tendo em conta um ritmo tranquilo, incluindo paragem para refeições ou simplesmente para desfrutar da paisagem.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Visitamos Auschwitz na viagem?

    Não. Sendo esta uma viagem de trekking, a visita a Auschwitz não está prevista. Se quiseres visitar o antigo campo de concentração, poderás ficar mais um dia em Cracóvia - podemos reservar-te alojamento para essa noite, no mesmo hotel. Há diversas visitas guiadas diárias a partir de Cracóvia e é muito fácil reservar localmente. Durante a viagem, o António pode dar-te a sugestão de um operador local fiável para fazeres a tua reserva.  

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Polónia, Eslováquia

Atividades

Trekking

Dormida

Hotel: 8 noites, Refúgio: 2 noites

Transportes

Carrinha, Jangada, Teleférico

Reservas

Min: 5 | Max: 12

Voo não incluído

Valor indicativo: 300€

Testemunhos

Adorei a viagem e o conceito da Nomad. Não posso deixar de elogiar o líder António Luís Campos, pela sua disponibilidade, capacidade de liderança e boa disposição contagiante.
Ana S.
Uma experiência fantástica! As montanhas são lindas e as paisagens surpreendentes. Os desafios são variados, mas foram todos superados com perseverança, o espírito do grupo e o apoio sempre presente do António.
Marisa L.
Excelente viagem para quem gosta de trekking. Percursos diversificados, com uma paisagem envolvente surpreendente, onde impera a Natureza.
Ana M.