Nova Viagem

Travessia do Monte Rosa

Com Miguel Monteiro 22 ago a 01 set 2019

Montanhas icónicas, picos imponentes, vales verdejantes: os Alpes são um destino incontornável para amantes de trekking e montanhismo. Do Matterhorn ao Monte Rosa, cruzando a fronteira entre a Suíça e a Itália, o cenário alpino revela-se em todo o seu esplendor.

É da idílica e charmosa vila de Zermatt, aos pés do mítico Matterhorn, que partimos para a nossa aventura nos Alpes: nove dias de trekking em semi-autonomia, num dos lugares mais emblemáticos do mundo da montanha. Embrenhados no cenário alpino, cruzamos vales, atravessamos florestas e descobrimos lagos, partilhando trilhos com vacas, cabras-montês e até os característicos íbex que por ali encontram pasto. Atravessamos a mais longa ponte pedonal suspensa do mundo e absorvemos as soberbas paisagens que nos rodeiam. Empenhamos esforço para conquistar desafiantes colos acima dos 2000 metros de altitude e somos brindados com vistas épicas, para impressionantes glaciares e magníficos cumes nevados que recortam o horizonte, acima dos 4000 metros: Breithorn, Matterhorn e os incontornáveis Monte Rosa e Monte Branco.

  • Impacto cultural
    Viagem focada na natureza. Será acolhido por pequenas comunidades rurais desta região.
  • Esforço físico
    Caminhamos entre 6 e 8 horas por dia, em ambiente de montanha, carregando numa única mochila todo o equipamento e almoço. O trekking, em semi-autonomia, realiza-se entre os 1317m e o 3317m de altitude, num total de 163kms.
  • Nível de conforto
    Nas povoações dormimos em hotéis (5 noites). Na montanha dormimos em refúgios (5 noites), com camaratas mistas e casas de banho partilhadas, com acesso a duche.

22 ago a 01 set 2019

1450 €11 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 250€

Número de viajantes

1450€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Zermatt

Bem-vindo a Zermatt, a meca do alpinismo suíço. Ao chegar à estação de comboios vai ser recebido pelo Miguel, que o acompanha ao hotel. Aproveite o resto da tarde para contemplar as magníficas vistas sobre o Matterhorn (4478m), numa das várias esplanadas desta encantadora vila alpina.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Trekking Europaweg

Localizada no sopé do Matterhorn - uma das mais emblemáticas montanhas do mundo - a pequena vila de Zermatt é o epicentro do montanhismo europeu e o lugar de onde partiram algumas das mais ambiciosas expedições da história. Envolvidos no espírito de aventura, calçamos as botas e partimos rumo à montanha. 

É de teleférico que ascendemos ao planalto de Sunnegga (2288m). Dali, seguimos a pé por centenários trilhos criados por pastores locais, que trespassam bosques alpinos e pradarias verdejantes. 
Ao subir o vale, cruzamos a pitoresca aldeia de Tufteren, uma pequena povoação com meia dúzia de casebres de madeira que parecem pertencer a outro tempo. A partir deste ponto, a floresta começa a rarear e, à medida que ganhamos altitude, a paisagem torna-se árida e rochosa. 

Ainda antes de chegarmos ao nosso refúgio, atravessamos a maior ponte pedonal suspensa do mundo. Com uns impressionantes 494 metros de comprimento e a atingir os 85 metros de altura, a estrutura da ponte Charles Kuonen - construída para simbolizar e homenagear o universo da montanha - foi projetada de forma a minimizar o impacto visual na paisagem. O percurso ao longo da ponte é uma experiência inigualável. Percorremos toda a sua extensão, enquanto admiramos o esplendor natural que nos rodeia.


Distância: 15km (6h)
Desnível: 100m positivo + 100m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Refúgio de Montanha

Dia 3Trekking Europaweg

Depois de um pequeno almoço reforçado, o dia começa com o primeiro grande desafio deste trekking: alcançar o colo de Galenberg (2600m). Enfrentamos um terreno intimidante, rochoso e exposto. Sem pressas, com o apoio de cabos de aço fixos na rocha e empenhando alguma dose de perseverança, chegamos ao topo. A compensação do esforço vem sob a forma de vistas avassaladoras sobre o vale de Zermatt e os cumes nevados do Matterhorn e do Breithorn (4164m).

Revigorados pela paisagem, encaramos uma longa e inclinada descida até à vila de Grachen. No caminho, detemo-nos por momentos na estátua de São Bernardo - padroeiro dos montanhistas - erguida para encorajar aqueles que por ali passam. À medida que avançamos, observamos a transformação na paisagem: a vegetação rasteira começa a surgir, dando depois lugar à floresta que se adensa cada vez mais. Nas pradarias, vamos encontrando vacas, cabras e ovelhas que ali encontram pasto. Chegamos a Grachen a tempo de desfrutar de uma cerveja enquanto o sol se esconde no horizonte.

Distância: 17km (7h)
Desnível: 60m positivo + 1200m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Trekking Vale de Saas

Despertamos cedo para apanhar o primeiro teleférico para Hannigalp, um planalto a 2121 metros de altitude que proporciona um magnífico panorama: ao longe, as montanhas recortam o cenário e Matterhorn impõe-se em todo o seu esplendor.

O próximo destino também proporciona paisagens de cortar a respiração. Caminhamos cerca de uma hora até alcançarmos um miradouro natural, de onde contemplamos os picos nevados de Weissmies (4017m) e Lagginhorn (4010m). Cabras-montês, marmotas e até íbex são frequentemente avistados nesta região. Atentos, seguimos caminho, agora a descer. O trilho é rochoso e estreito, o que nos obriga a avançar devagar.  

Continuamos a caminhada, atravessando secções íngremes e estreitas. Subimos em direção ao Stock - uma aresta abaixo do Distelhorn (2830m) - para depois descermos suavemente pelo trilho de Balfrinalp. Cruzamos uma rudimentar ponte de madeira para atravessar o ribeiro Schweibbach e dali, penetramos a floresta do Vale Saas, com destino a Saas-Fee. 

Distância: 18km (9h)
Desnível: 500m positivo + 1200m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 5Trekking Monte Moro

Após o pequeno-almoço, partimos de autocarro para Mattmark, onde iniciamos mais um dia de trekking. Aquecemos os músculos enquanto contornamos o grande lago Mattmark. Inspirados pela paisagem, preparamo-nos para mais um grande desafio: conquistar o passo de Monte Moro (2853m). O terreno, inclinado e, por vezes, traiçoeiro, convida a abrandar o ritmo e a desfrutar das vistas para as grandes montanhas de Weissmies e Rimpfischhorn (4198m). Chegados ao passo, somos recompensados pela impressionante visão do Monte Rosa (4634m) que revela a sua escala e imponência e nos deixa sem palavras. O impacto desta paisagem é verdadeiramente avassalador. 

É tempo de dar tréguas às pernas e desfrutar de um revigorante almoço, com vistas privilegiadas para o Monte Moro e para o Monte Rosa. Com energias renovadas e sem pressa, subimos os últimos metros até ao cume do Monte Moro. No topo, encontramo-nos com a estátua dourada da Madonna delle Nevi, guardiã das montanhas. É um momento especial e de grande carga simbólica: estamos no pico de uma das mais icónicas montanhas dos Alpes, mas também na fronteira entre a Suíça e a Itália. 

Cruzamos para território italiano e descemos mais de 1000m de altitude, a bordo de um teleférico, até à vila de Macugnaga, onde pernoitamos.    

Distância: 8km (5h)
Desnível: 700m positivo

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Trekking Colle del Turlo

É dia de enfrentar a subida ao colo de Turlo (2738m), a mais longa desta aventura alpina.  Este passo de montanha é utilizado pelo Homem desde a época medieval. Começamos no idílico lago Fatte, de onde podemos observar o vale Quarazza em todo o seu esplendor. Percorremos, tranquilamente, aquele que é considerado um dos mais bem preservados vales dos Alpes italianos. À medida que vamos subindo, podemos apreciar a paisagem e vislumbrar as cascatas que irrompem pelas escarpas da montanha e quando finalmente alcançamos o topo, somos surpreendidos pelas vistas sobre os glaciares e cumes nevados, entre os quais se destaca o Monte Rosa. 

Vencido o colo, tomamos um trilho de mulas onde, outrora, comerciantes de gado, contrabandistas de tabaco e foragidos se cruzavam. Serpenteando colina abaixo, chegamos ao refúgio de montanha, plantado num imenso prado alpino, rodeado de florestas de coníferas. 

Distância: 15 km (8h)
Desnível: 1512m positivo + 1264m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Refúgio de Montanha

Dia 7Trekking Lago Gabiet

Deixamos para trás o pitoresco Refúgio Pastore para enfrentar mais uma jornada intensa, predominantemente a subir. 

Encaminhamo-nos para o remoto vale de Pisse, onde descobrimos a imponente cascata com o mesmo nome. Pouco depois, o trilho afasta-se do curso de água que nasce no glaciar da Piramide Vincent (4215 m), um dos picos mais pequenos do maciço do Monte Rosa, e segue em direção a oeste. 

A partir da antiga estação de teleférico em Alpe la Balma, um caminho íngreme e rochoso leva-nos até o colo de Pisse, antes de descer para Alpe Pianlunga. Uma longa e sinuosa subida pelo Valle d'Olen, seguida de uma breve descida, leva-nos ao nosso próximo refúgio de montanha, situado junto ao majestoso lago Gabiet. 


Distância: 15 km (8h)
Desnível: 1800m positivo + 650m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Refúgio de Montanha

Dia 8Trekking Lago della Forca

Após uma noite de repouso num característico refúgio de montanha, voltamos a colocar as mochilas às costas. O dia começa sereno, com uma descida por um trilho bem marcado que cruza uma agradável floresta. Pelo caminho, encontramos pastores e avistamos os rebanhos que pontuam os verdes prados alpinos. 

À medida que nos aproximamos da vila de Stafal, a paisagem torna-se cada vez mais humanizada. Aproveitamos para parar na mercearia local para nos abastecermos para os próximos dias.

Revigorados, enfrentamos uma subida suave até ao colo Bettaforca, o único passo do dia. Dali, um trilho sem grandes desafios desce floresta fora, para culminar no encantador lago Forca, onde nos detemos por momentos antes de caminharmos os últimos metros até a um novo refúgio, localizado no coração do vale de Ayas.    

Distância: 16 km (7h)
Desnível: 970 positivo + 1200m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço e Jantar
Dormida: Refúgio de Montanha

Dia 9Trekking Colle del Teodulo

Espera-nos um dia exigente. Mas a recompensa é proporcional ao esforço. Hoje, conquistamos o colo Teodulo (3317m), o ponto mais alto da nossa aventura. 

Uma curta descida leva-nos do refúgio à base do vale de Resy, onde cruzamos um rio de águas cristalinas. Avançamos em direção ao prado de Alpe Mase, e dali avistamos o brutal glaciar do Breithorn (4164m). A paisagem é soberba e dá-nos alento para o resto do caminho, que, a partir deste ponto, é sempre a subir. 

Após uma paragem para contemplar as águas verdes do Gran Lago, um dos maiores da região, avançamos em direção ao colo de Cime Blanche (2982m). Do topo do passo, adivinham-se as primeiras vistas para a face sul do Matterhorn. 

Continuamos a subir em ziguezague, antes de um troço final muito íngreme, numa moreia glaciar. Empenhamos um último esforço para transpor o colo Teodulo e alcançar o nosso refúgio.     


Distância: 18 km (8h)
Desnível: 1550 positivo + 300m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço e Jantar
Dormida: Refúgio de Montanha

Dia 10Trekking Glaciar Teodulo

Despertamos para um amanhecer glorioso e somos brindados com uma vista de cortar a respiração. No horizonte desenham-se o planalto do Monte Rosa, os cumes nevados do Matterhorn e o majestoso Monte Branco (4808m). 

Hoje é o derradeiro dia da nossa aventura alpina e nada como um desafio diferente para terminar em beleza. Junta-se a nós um guia local e descemos o glaciar Teodulo. Conforme as condições do glaciar, podemos seguir encordados. Não será, no entanto, necessário nenhum equipamento especial, além de botas e bastões de trekking.

Incontornável, o Matterhorn domina a paisagem, mas as montanhas Alphubel (4206m), Obergabelhorn (4063m), Zinalrothorn (4221m) e Weisshorn compõem o quadro épico que nos rodeia.

De regresso aos Alpes suíços, deixamos o glaciar e caminhamos sobre a moreia glaciar de Gandegg, em direção ao vale de Zermatt, onde celebramos o final desta grande experiência.

Distância: 13 km (5h)
Desnível: 460 positivo + 2700m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 11Zermatt e Comboio de Regresso

Chegou a hora de se despedir dos Alpes. O Miguel vai levá-lo à estação de Zermatt de acordo com o horário do comboio de regresso. Na bagagem, leva as memórias das montanhas alpinas e da extraordinária beleza natural desta região.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

- Alojamento durante todo o programa
- Transportes durante o programa
- Teleféricos durante o trekking
- Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem
- Equipamento para travessia do glaciar
- Guia local para travessia do glaciar
- 10 pequenos-almoços e 4 jantares

Exclui:

- Voos internacionais
- Comboio até Zermatt (cerca de 130€)
- Alimentação não especificada (cerca de 20€/dia)
- Entradas em museus ou monumentos não especificados
- Extras pessoais como bebidas, telefone, etc
- Seguro pessoal

Perguntas Frequentes

  • Estou apto fisicamente para esta viagem?

    Esta é uma viagem fisicamente exigente, aconselhável a pessoas em boa forma física e habituadas a caminhar em montanha. Apesar de atravessar zonas expostas onde usamos apoios fixos na rocha, trata-se de um trekking tecnicamente acessível a qualquer pessoa que esteja apta fisicamente. 

    Serão nove dias de trekking em semi-autonomia, alguns deles com desníveis de mais de 2000m de altitude, cujas pendentes fortes obrigam a intenso esforço físico, durante muitas horas e atravessando zonas expostas. Cada pessoa será responsável pela sua própria bagagem, que transportará às costas, numa mochila (máx. 10kg).

  • Como é calculado o tempo de caminhada?

    As viagens de trekking da Nomad são desenhadas para o viajante que pretende desfrutar do meio natural. O tempo de caminhada referido no programa é calculado tendo em conta um ritmo tranquilo, incluindo paragem para refeições ou simplesmente para desfrutar da paisagem.  

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Em Zermatt, bem como nas restantes povoações nos sopés da montanha (5 noites), pernoitamos em hotéis bem localizados, com quartos de duas camas e casas de banho com duche. Todos eles têm acesso à internet.

    Nas restantes (5 noites), ficamos alojados em refúgios de montanha, em plena harmonia com a natureza que nos rodeia. As condições são simples (camaratas mistas, casas de banho partilhadas, duche quente, sem acesso à internet), mas a higiene e o conforto de um espaço acolhedor estão assegurados.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    Durante o trekking, sendo este em semi-autonomia, os jantares e pequenos-almoço serão sempre assegurados pelo alojamento onde estaremos hospedados ou nalgum restaurante junto do mesmo. Nas povoações, há restaurantes de vários tipos de cozinha. No entanto, sempre que possível, procuramos dar-lhe a conhecer a gastronomia alpina, típica da região. 

    Nos refúgios de montanha a variedade é mínima. Vegans, vegetarianos, celíacos ou pessoas com outras restrições alimentares devem precaver-se e levar a sua própria comida.

    O almoço será tomado quase sempre durante as caminhadas e cada viajante terá de levar na mochila a sua comida para o dia (o Miguel indicará os momentos mais convenientes para as compras). 

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Esta viagem decorre no coração dos Alpes, pelo que o uso de transportes públicos ou privados é bastante limitado.

    Durante o trekking recorremos a teleféricos e autocarros públicos essenciais para completar a nossa travessia. Além de fundamentais para transpor certos obstáculos, estes meios mecânicos são frequentemente usados pelos locais e oferecem vistas deslumbrantes sob as montanhas e vales dos Alpes. 

  • Como é o clima?

    A amplitude térmica poderá ser muito grande. Nas cidades as temperaturas podem aproximar-se dos 30º e nas regiões montanhosas mais elevadas podem rondar os 5º ou até menos, dependendo dos anos. 

    A meteorologia em alta montanha é imprevisível, e mesmo no verão a possibilidade de chuva e baixas temperaturas é real, pelo que ter calçado e vestuário de montanha efetivamente impermeável e de boa qualidade é fundamental. 

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Itália e Suíça não exigem qualquer tipo de visto a cidadãos portugueses. Basta levar consigo o seu Cartão de Cidadão. 

  • Qual a melhor forma de chegar a Zermatt?

    Zermatt é uma povoação “livre” de carros. A única forma de aqui chegar é de comboio. O aeroporto mais conveniente é o de Genebra, de onde poderá continuar diretamente de comboio para Zermatt (a cada 30 minutos parte um comboio). A viagem entre o aeroporto de Genebra e a estação de Zermatt Bahnhof (destino final) tem uma duração de cerca de 4 horas, já contando com a curta ligação que terá de efetuar em Visp. 

  • Podem reservar-me o comboio para Zermatt?

    A Nomad não dispõe deste serviço. No entanto, para esta viagem, sugerimos a compra do bilhete Swiss Transfer Ticket. Este bilhete foi especialmente desenhado para viajantes que procuram chegar rapidamente desde o aeroporto até Zermatt. Além da facilidade de compra online, este bilhete é o mais barato do mercado. Mais infomações, aqui. Pode também consultar o site da SBB (Comboios da Suíça) e comprar aqui o seu bilhete simples diretamente. 

    Lembramos que, tal como acontece nos voos, só deve comprar os bilhetes de comboio quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidir inscrever-se na viagem, receberá um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já pode proceder à reserva dos seus bilhetes.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir. 

    Se pretender comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorra aos nossos parceiros, Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso, poderá também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consulte motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que lhe apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deve comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidir inscrever-se na viagem, receberá um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já pode proceder à reserva dos voos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Quer marque o voo por si ou através de nós, e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os seus detalhes de voo para que possamos passá-los ao Líder Nomad. Desta forma, ele estará à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina (https://www.consultadoviajante.com) como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

Itália, Suíça

Atividades

Trekking

Dormida

Hotel - 5 noites, Refúgio de Montanha - 5 noites

Transportes

Autocarro, Teleférico

Reservas

Min: 4 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 250€