Tibete: Na Rota de Shangri-La

Com Rita Tojal 10 a 26 maio 2019

No Tibete, natureza e espiritualidade convivem na mais perfeita harmonia. Mergulhados nos ensinamentos do budismo tibetano, descobrimos templos milenares, contemplamos montanhas e lagos sagrados e absorvemos a essência do modo de vida dos nómadas da região.

Começamos a nossa viagem na região do Amdo. Ali descobrimos o Tibete que, desde a Revolução Cultural chinesa, já não o é. Percorremos belas estradas de montanha e embarcamos na viagem de comboio mais alta do mundo. Embrenhamo-nos no modo de vida dos nómadas que, nos prados verdejantes do planalto tibetano, encontram terreno fértil para pastar as suas manadas de yaks. Saudamos o imponente Evereste, um símbolo divino da cultura local. Ao longo da viagem deixamo-nos envolver na mística ancestral do budismo tibetano. Descobrimos mosteiros, stupas e palácios e sentimos a atmosfera sagrada de Lhasa, o “lugar dos deuses”.

  • Impacto cultural
    Encontrará povos com rituais e crenças bastante distintos do que está habituado. Dos monges aos nómadas tibetanos, passando pela cultura chinesa Han. A “invasão” chinesa no Tibete será também notória.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física, para além de algumas caminhadas e deslocações a pé nas povoações e templos. No entanto, a altitude dos Himalaias irá exigir algum esforço extra.
  • Nível de conforto
    Viajamos quase sempre de carrinha privada. Os alojamentos no geral são asseados e confortáveis. Os acampamentos e a noite no mosteiro serão as noites em condições mais básicas.

10 a 26 maio 2019

1950 €17 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 1000€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

1950€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Xining

À chegada, a Rita vai estar à sua espera no aeroporto de Xining para lhe dar as boas vindas. Depois, segue para o hotel, para se instalar, descansar dos voos e reunir com os restantes viajantes.

A nossa viagem começa na região do Amdo, uma das províncias do antigo Tibete que não integra a constituição da atual Região Autónoma do Tibete (TAR). No Amdo, a cultura tibetana manifesta-se intensamente e mantém-se preservada como em poucos outros lugares. Tenzin Gyatso, o atual Dalai Lama, nasceu ali e os nómadas tibetanos continuam a migrar para esta região. 

Xining é a capital da província de Qinghai. A cidade tem mais de dois milhões de habitantes e a sua riqueza cultural resulta da diversidade étnica que ali conflui. Em Xining, chineses Han misturam-se com tibetanos e a presença muçulmana (Hui, Salar e Uighur) é também evidente. Este mosaico de influências revela-se em vários aspetos, mas é na gastronomia que melhor se espelha esta fascinante mescla de tradições.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Tongren

De Xining partimos para Tongren. Ao longo da estrada, as montanhas do Amdo começam a adivinhar-se na paisagem. Tongren situa-se a 2500m de altitude. No percurso, atravessamos um colo de 3400m - estas passagens fazem parte de um processo gradual de aclimatização à altitude.

Tongren é o centro religioso e económico da região. Ao deambular pela cidade, cruzamo-nos com peregrinos, nómadas e famílias tibetanas que ali se dirigem para efetuar trocas comerciais nos mercados locais. Absorvemos o buliço da cidade enquanto descobrimos os seus ritmos e rotinas.

Espera-nos uma visita ao mosteiro Wútún Sì, com a sua famosa escola de Thangkas - uma das mais importantes do mundo. As Thangkas são pinturas sagradas, com origem no século VIII, e constituem uma parte fundamental da expressão artística do budismo tibetano.

Seguimos depois em direcção a Xiàhé pela estrada que atravessa a pradaria Sangke. Vales verdejantes, salpicados por tendas nómadas, compõem o panorama ao longo do percurso. Pelo caminho, há tempo para conhecermos um acampamento nómada e tomarmos contacto com o modo de vida destas populações.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 3Xiàhé

Despertamos em  Xiàhé, onde descobrimos o imponente mosteiro de Labrang: um dos seis mosteiros mais celebrados do budismo tibetano, onde hoje habitam quase dois milhares de monges. Xiàhé é uma cidade monástica, situada a 2920m de altitude. Ali, a vida gira em torno dos vários edifícios que compõem Labrang - capelas, residências dos monges, salões de oração, tratsang (universidades ou institutos budistas), e o prestigiado Instituto de Medicina Tibetana.

Acolhemos o cair da noite num dos lugares do mundo onde o quotidiano monástico do budismo tibetano se encontra mais vivo. A atmosfera é envolta de mística e solenidade, com a luz etérea das lâmpadas de manteiga de yak a criar o ambiente, e os monges que ali circulam no ritmo tranquilo das suas rotinas diárias. No cenário figuram as grandiosas portas decoradas com o símbolo tibetano do nó da eternidade, e em nosso redor, impõem-se as montanhas - mais um emblema sagrado desta riquíssima cultura.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 4Xiàhé e Xining

A kora (ritual no qual se circula em torno do mosteiro, em jeito de promessa) começa tão cedo como o dia. Observamos de perto este momento solene e juntamo-nos aos monges nas suas orações matinais. Durante a manhã, visitamos o mosteiro com a tranquilidade que o local impõe. Descobrimos os vários salões de oração, percorremos os institutos, deslumbramo-nos com a aparatosa stupa e ainda assistimos à cerimónia do debate - um acontecimento fulcral nos estudos do budismo tibetano.

Nas sessões de debate, podemos ver um grupo de monges organizados dois a dois. Em cada par, um dos monges defende e o outro desafia. O que defende está sentado e o que desafia, permanece de pé. Este último coloca uma pergunta sobre um determinado ensinamento ao seu par - o aprendiz - que analisa e reflete sobre a mesma, estudando todos os seus ângulos, como quem verifica se uma jóia é verdadeira antes de a comprar. Há todo um ritual envolvido neste momento simbólico de aprendizagem que se transforma numa espécie de coreografia carregada de significado.

Embrenhados na mística do mosteiro de Labrang, começamos a viagem de regresso a Xining. Uma vez chegados, a antecipação de partir para viagem de comboio mais alta do mundo embala-nos até ao dia seguinte.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 5Comboio para Lhasa

A manhã em Xining é dedicada ao descanso e aos últimos preparativos para a longa viagem que se avizinha.

É o momento de apanharmos o comboio para Lhasa. Esperam-nos 22 horas sobre os trilhos que percorrem o planalto tibetano. Pela janela, contemplamos as montanhas ao fundo, avistamos acampamentos nómadas que interrompem o verde da pradaria e vislumbramos os yaks que por ali encontram pasto. No total, perfazemos quase 2000km. Na segunda parte do percurso, entre Golmud e Lhasa, viajamos quase sempre acima dos 4000m de altitude. Tanggula Pass, a 5072m, é o ponto mais alto. O caminho permite que o corpo se habitue ao progressivo aumento da altitude e os comboios oferecem boas condições para uma aclimatização mais confortável.

Ao cair da noite, admiramos o fabuloso manto estrelado que cobre o céu lá fora.

Alimentação: -
Dormida: Cabine de Comboio

Dia 6Lhasa

É já pela manhã que começamos a pressentir a chegada a Lhasa, o coração do Tibete.

Em 1645, a cidade tornou-se a capital política e religiosa da região. Do alto dos seus 3940m, este é o centro sagrado do budismo tibetano: Lhasa significa “lugar dos deuses”, e aqui encontramos alguns dos mais importantes mosteiros e palácios desta cultura. Muitos tibetanos vão a Lhasa em peregrinação, pelo menos uma vez na vida, para fazer a kora do templo Jokhang.

Ao longo do dia, descobrimos os encantos desta cidade sacra e multicultural. O palácio da Potala impõe-se no horizonte, e as misteriosas ruas apertadas do bairro antigo de Barkhor, estão cheias de segredos por desvendar. Entre, tibetanos, chineses Han, muçulmanos e visitantes de todos os cantos do mundo, o fervilhar cultural de Lhasa apodera-se dos nossos sentidos.

Alimentação: Jantar
Dormida: Hotel

Dia 7Lhasa

A manhã começa com um passeio descontraído pelo bairro antigo de Barkhor. Bem no coração do bairro, o templo Jokhang - o mais importante do Tibete - convida a uma visita. O templo, cuja construção remonta ao ano 652, é considerado o núcleo espiritual de Lhasa e a grande referência do budismo tibetano para os praticantes da religião em todo o mundo.

Ao almoço segue-se uma visita ao mosteiro Sera, onde assistimos a mais uma sessão de debate. Este é um dos três grandes mosteiros e universidades da ordem Gelugpa do budismo tibetano, e foi fundado em 1419. Durante a Revolução Cultural, o mosteiro foi bastante danificado, e muitos dos monges que aqui viviam procuraram o exílio em Bylakuppe, perto de Mysore, na Índia.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 8Potala e Norbulinka

Dedicamos este dia aos belos palácios de Lhasa: Potala e Norbulinka

Começamos no imponente palácio de Potala, antiga residência dos Dalai Lamas. Construído em 1645, o palácio tem mais de mil salas, mais de 10 mil santuários, mais de 200 mil imagens... Em tempos, foi uma pequena cidade dentro da cidade, com as suas capelas e escolas, prisões e túmulos para os Dalai Lamas. Hoje, o palácio funciona como museu, mas continua servir de referência e inspiração para visitantes e peregrinos.  

É a vez de nos espantarmos com o palácio Norbulinka. Este, por sua vez, serviu como residência de Verão dos Dalai Lamas. Foi dali que o 14º Dalai Lama saiu, disfarçado de soldado tibetano, para começar a sua longa viagem a pé através dos Himalaias até ao Norte da Índia, onde hoje reside.

O resto do dia é dedicado a deambular por Lhasa ou a repousar para as aventuras dos dias que se avizinham.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 9Mosteiro de Samye

Partimos de Lhasa em direção ao vale Yarlung, o berço da civilização tibetana. Segundo a  mitologia, os primeiros tibetanos serão originários deste vale, perto de Tsetang, numa das montanhas sagradas do Tibete, Gangpo Ri.

Espera-nos uma visita ao palácio Yumbulagang, que se pensa ser o edifício mais antigo do Tibete. A data de construção é incerta, mas estima-se que terá mais de 2000 anos. Do palácio, desfrutamos de uma soberba vista sobre a planície de Yarlung.

Fechamos o dia com chave de ouro, numa visita ao mosteiro Samye, o primeiro do Tibete. Situado a 3630m de altitude, Samye impõe-se no horizonte, abraçado pela idílica paisagem do altiplano tibetano, com as áridas dunas acastanhadas e as protuberantes montanhas a recortar o céu. A construção do mosteiro, que data do século VIII, marca a vitória do budismo sobre a antiga religião Bon e os primeiros sete monges tibetanos foram ali ordenados. Deambulamos por Samye e deixamo-nos contagiar pela carga espiritual do lugar.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guest House

Dia 10Gyantse

Retomamos a nossa rota, na cénica Friendship Highway, que liga a China ao Nepal. No decurso da estrada, atravessamos o passo de Kampala, a 4797m, e o colo de Karo, a 5050m. Dali, avistamos o glaciar Kagsang que se impõe a uma respeitável altitude de 7206m. Um pequeno desvio leva-nos a um dos três lagos sagrados do Tibete. Paramos para explorar o Yamdrok Tso. O quadro é magnífico: um vasto lago azul celeste sobressai na paisagem e imprime-se na nossa memória.

Voltamos à estrada com as agulhas apontadas para o nosso destino, Gyantse. Esta é uma cidade que há muito faz parte do circuito de compra e venda de bens, de peregrinos e viajantes. Tipicamente tibetana no carácter, Gyantse tem um ritmo mais relaxado do que outras cidades na Região Autónoma do Tibete.

No complexo de mosteiros, Pelkor Chode, exploramos a deslumbrante Kumbum Stupa. Esta stupa é única no seu estilo e podemos deleitar-nos a descobrir os recantos escondidos ao longo dos seus seis andares.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 11Mosteiro de Sakya

Seguimos pela Friendship Highway. Ao cruzar o passo de Gyatso La, o Evereste revela-se finalmente. Diante dos nossos olhos, impõe-se, majestoso, por entre a cadeia montanhosa dos Himalaias. O entusiasmo de observar a natureza no seu máximo esplendor, enche-nos de entusiasmo para os eventos que se aproximam.

Desviamo-nos do traçado para descobrir o mosteiro de Sakya. Construído para servir de defesa militar, este mosteiro, de aspeto mais rude e acinzentado, destaca-se dos demais e transporta-nos para o que nos parece outro lugar. Exploramo-lo enquanto absorvemos as suas peculiaridades.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 12Campo Base do Evereste

Saímos de Sakya de manhã. Um caminho de terra batida leva-nos até ao campo base do Evereste. No percurso, desfrutamos do magnífico cenário: a grande cordilheira dos Himalaias irrompe pelo horizonte, com as grandes montanhas Makalu (8463m), Chomo Lonzo (7816m), Lhotse (8516m), Nuptse (7861m), Cho Oyu (8201m), Shishapangma (8013m) e o incontornável Evereste (8848m).

Ainda pela manhã, visitamos o mosteiro Rongbuk, onde podemos participar da kora e sentir de novo o pulsar do budismo tibetano. Este mosteiro, estabelecido por um lama Nyingmapa em 1902, alberga atualmente cerca de 35 monges.

O campo base do Evereste, a 5250m, acolhe-nos por esta noite. Dali partiram as primeiras expedições para ascender à montanha mais alta do mundo. É um lugar que respira história e toda a atmosfera que ali se vive está envolta de um espírito aventureiro, de respeito e devoção pela natureza.

Passamos a noite num acampamento pré-montado com tendas feitas de pelo de yak. Antes de nos deixarmos embalar pelo silêncio da noite, contemplamos o impressionante manto de estrelas que cobre o céu no isolamento das montanhas.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Acampamento

Dia 13Campo Base do Evereste e New Tingri

Para começar o dia em beleza, observamos o nascer do sol no Evereste.

Admiramos a face norte do Chomolungma - o nome que os tibetanos atribuem ao Evereste, e que, traduzido, significa “deusa mãe do universo”. Para os nativos do Tibete, cada montanha é a casa de um deus. De acordo com a crença local, o Evereste é a morada de Miyo Langsangma - uma das Cinco Irmãs da Longevidade, honrada pelos tibetanos em geral e sobretudo pelos seguidores da ordem Kagyu do budismo tibetano.

Está na altura de retomar a estrada e seguir o caminho da Friendship Highway. O Evereste vai-se perdendo no horizonte enquanto nos dirigimos para New Tingri, onde vamos pernoitar.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 14Mosteiro de Tashilhunpo

De manhã, retomamos a estrada em direcção a Shigatse onde visitamos o mosteiro Tashilhunpo. Pela sua dimensão, que compreende vários edifícios e stupas, este mosteiro é um dos mais impressionantes do nosso percurso. Tashilhunpo foi um dos templos menos afetados pela Revolução Cultural, e é aqui que encontramos os túmulos dos anteriores Panchen Lamas, figuras de relevo na escola Gelupga do budismo tibetano. Mais uma vez podemos optar por participar da kora, fazendo o percurso em redor do monte onde se situa o mosteiro e aproveitando as vistas que a altitude nos proporciona.

É depois tempo de conhecer o mercado local, onde podemos encontrar uma grande variedade de produtos tibetanos e absorver uma faceta mais mundana da cultura local.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 15Lago Namtso

Partimos de Shigatse para descobrir o Namtso - mais um dos lagos sagrados do Tibete. No caminho, atravessamos o vale Yangpachen, onde os nómadas da região acampam no período estival. Transpomos o passo de Largen La que, a 5190m de altitude, nos oferece uma belíssima panorâmica sobre a cordilheira Nyenchen Thangla. No planalto Changtang temos tempo para conhecer os acampamentos nómadas e compreender o modo de vida de quem escolhe o isolamento da montanha para passar as estações quentes.

Desfrutamos da extraordinária beleza do lago Namtso e deixamos as horas correr ao ritmo calmo do ambiente que nos envolve. Ao cair da noite, contemplamos a ofuscante cintilância das estrelas que cobrem por completo a vastidão do céu.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Acampamento

Dia 16Lago Namtso e Lhasa

Ao acordar, somos presenteados com o paraíso turquesa do Namtso. A montanha Nyenchen Tanglha completa o cenário, irrompendo pelo firmamento. Rodeados pela natureza, somos convidados a refletir sobre a experiência dos últimos dias. A nossa viagem aproxima-se do fim.

No regresso a Lhasa, há ainda tempo para visitar o mosteiro Tashi Dor. Este é um templo ligado à tradição Bon, a religião que predominava no Tibete antes da afirmação do budismo.

Já em Lhasa, temos o resto do dia livre para explorar os mercados e bairros da capital.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 17Lhasa e Voo de Regresso

Depois das despedidas, a Rita acompanha-o até ao Aeroporto de Lhasa. Para terminar em beleza, o voo sobre o Tibete brinda-o com uma vista deslumbrante sobre os Himalaias.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Alojamento durante todo o programa
Entrada nos templos e outros monumentos descritos no programa
11 pequenos-almoços, 1 jantar
Transportes locais
Viagem de comboio
Acompanhamento de líder Nomad
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)

Exclui:

Voos internacionais
Alimentação (cerca de 20€ por dia)
Extras pessoais como bebidas, telefone, etc.
Visto
Seguro pessoal

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Para embarcar nesta aventura necessitará apenas de um visto: o da República Popular da China. A Nomad recomenda a Visateam (http://www.visateam.pt) para o apoio ao pedido do visto chinês de que necessita para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para ajudá-lo em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone/email, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto.

    Além do visto da China, para viajar no Tibete necessita ainda de uma autorização especial: o Tibet Travel Permit (TTP). Este documento funciona como um bilhete de entrada e saída na região e todos os estrangeiros são obrigados a obter o TTP. Para obter o seu TTP basta enviar-nos o seu visto da República Popular da China e o seu bilhete de avião (até 40 dias antes do início da viagem).

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Nesta viagem ficamos quase sempre em hotéis, uns maiores e outros com um carácter mais familiar. Em ambos os casos, os quartos têm quase sempre duas camas e casa de banho partilhada. As casas de banho têm água quente e sanitários europeus.

    Duas das noites são passadas em acampamentos pré-montados, onde pernoitamos em regime de camarata em locais especialmente bonitos para acolher viajantes. Em ambos os casos, as noites podem ser frias, pelo que, apesar de serem fornecidos cobertores e colchões, acoselhamos a levar um saco cama quente (conforto 5ºC). 

    A noite a bordo do comboio é feita em beliche, num compartimento de 6 pessoas. As camas são confortáveis e estão equipadas com edredon e almofada. 

  • Se pretender chegar a Xining uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Lhasa no fim da viagem?

    Se pretender chegar a Xining um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Já em Lhasa, no final da viagem, o mesmo não é possível uma vez que o seu Tibet Transit Permit expira no último dia de programa.

  • Terei problemas com a altitude nesta viagem?

    Vamos começar a aclimatar em Xining e na região do Amdo, onde estaremos entre os 2.500 e os 3.500m de altitude. Isto vai ajudar à adaptação natural e progressiva à altitude. No comboio para Lhasa chegamos aos 5.000m de altitude. O comboio está equipado com um mecanismo de adaptação de pressão atmosférica para que a sua adaptação à altitude seja facilitada. Depois chegamos a Lhasa, que fica a 3.656m de altitude, e já deverá ser mais fácil estarmos a essa altitude. A altitude máxima a que estaremos expostos será 5250m. As subidas são progressivas e a aclimatação não costuma causar problemas. Caso tenha alguma doença crónica (problemas cardíacos, respiratórios) ou condição particular, consulte o seu médico para aconselhamento.

    A adaptação do corpo à altitude depende da reação individual de cada organismo. Se não tiver problemas de saúde, é pouco provável que venha a ter problemas com a altitude. No entanto, é possível que sinta algum desconforto pontual, como dores de cabeça, cansaço e enjoos. Em viagem, precavenha-se bebendo muitos líquidos e, caso as possa tomar, aspirinas para as dores de cabeça que possa vir a ter.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Quer marque o voo por si ou através de nós, e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os seus detalhes de voo para que possamos passá-los ao Líder Nomad. Desta forma, ele estará à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina (https://www.consultadoviajante.com) como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

China, Tibete

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Hotel - 12 noites, Comboio - 1 noite, Guesthouse - 1 noite, Acampamento - 2 noites

Transportes

Carrinha, Comboio

Reservas

Min: 5 | Max: 12

Voo não incluído

Valor indicativo: 1000€