Segredos da Pérsia

Com Ricardo Alves 03 a 19 out 2020

Terra de gente hospitaleira, a antiga Pérsia transporta-nos para outros tempos, onde imergimos na cultura islâmica em cidades de arquitetura deslumbrante, pequenas aldeias e no burburinho dos bazares.

De Shiraz a Teerão, exploramos jardins, mesquitas, palacetes e rústicos caravanserais, partilhando o dia-a-dia com iranianos conversadores. Regressamos ao passado em Persépolis, para descobrir a faceta árabe do país na costa do Golfo Pérsico, e rumamos ao deserto central do Irão, onde somos acolhidos num oásis. As Ilhas de Qeshm e Hengam mostram-nos o modo de vida dos bandari e é nos bazares dos tempos da Rota da Seda que conhecemos os baluchi e o precioso artesanato local. Uma viagem que demonstra a genuína amabilidade de quem nos recebe.

  • Impacto Cultural
    Região marcada pela ligação ao Islão e pela hospitalidade da Ásia Central. Encontras povos distintos entre si e com costumes bastante diferentes aos que estás habituado. O código de vestuário deve ser respeitado.
  • Esforço Físico
    Viagem com pouca atividade física para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de Conforto
    Alojamentos simples, mas asseados. Uma das noites é passada a bordo de um autocarro. Viajamos sobretudo de transportes públicos, sendo o troço mais longo de cerca de sete horas.

03 a 19 out 2020

1550 €17 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 750€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

1550€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Shiraz

Bem-vindo ao Irão! À chegada a Shiraz, o Ricardo estará à tua espera no aeroporto. É muito provável que o teu voo chegue já depois do cair da noite, por isso poderás aproveitar para te instalares, conhecer o grupo, descansar da viagem e recuperar energias para os próximos dias de aventura. 

Alimentação: -
Dormida: Pousada

Dia 2Shiraz

Pronto para desvendar os Segredos da Pérsia? Começamos o dia com uma visita ao centro de Shiraz. A manhã está reservada para visitar a madrassa e o pequeno museu Pars, um edifício octogonal localizado em frente à cidadela Karin Khan e um dos ex-libris da Shira. Acolhe obras de pintura persas muito valiosas, num interior repleto de vitrais e azulejos de enorme detalhe - o teto é quase uma ilusão de ótica. Ainda antes do almoço, aproveitamos para explorar o bazar Vakil, considerado um dos melhores e mais evocativos bazares do país. 

Depois da primeira experiência gastronómica iraniana, visitamos a mesquita Vakil. O resto da tarde vai ser passada nos jardins Musalla, onde está sepultado Hafez, o poeta persa nascido em Shiraz por quem o povo iraniano tem uma profunda devoção. Vamos caminhar até ao túmulo, neste lugar tão emotivo e onde, não raras vezes, se ouvem récitas de poemas de Hafez. E para terminar, se nos for permitida a entrada, antes de regressar à pousada, o Ricardo vai mostrar-te um dos lugares mais sagrados para a população xiita do Irão. Um espaço especialmente surpreendente após o anoitecer.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Pousada

Dia 3Shiraz e Persépolis

Despertamos cedo para vislumbrar os jogos de luzes da elegante mesquita Nasir-ol-Molk, uma das mais fotografadas do Irão e, claro, muito mais impressionante ao vivo. Seguimos para o complexo arqueológico de Persépolis, um imponente conjunto de ruínas mandado construir por Darius ‘o Grande’ em 518 a.C., classificado pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade. O dia continua com a visita a Necrópolis, onde quatro extraordinários túmulos imperiais escavados na rocha e os seus altos-relevos formam uma visão surpreendente. Para terminar em beleza, visitamos o Naranjastan-e Qavam, um extraordinário palacete profusamente decorado, da era Qajar.

Depois deste dia culturalmente preenchido, apanhamos um autocarro noturno para a ilha de Qeshm, no Golfo Pérsico, onde chegaremos às primeiras horas da manhã.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Autocarro

Dia 4Qeshm

Hoje exploramos as ilhas de Qeshm e Hengam, regiões habitada pelo povo bandari. Os bandari são totalmente diferentes dos iranianos que encontramos noutras regiões do país. Aqui, é normal vermos muitas mulheres a usar máscaras que lhes cobrem o rosto.

De manhã, um passeio de barco rumo à ilha de Hengam vai fazer-nos sentir um pouco mais próximos do estilo de vida local, que assenta sobretudo na atividade piscatória. Durante a viagem, é provável que avistemos grupos de golfinhos a nadar ao nosso lado. De regresso a Qeshm, dedicamo-nos às atrações naturais do Qesk Geopark e exploramos demoradamente o desfiladeiro de Chahkook, um assombroso cenário geológico moldado pelo tempo. Ao final do dia, visitamos a pitoresca aldeia piscatória de Laft, onde o pôr do sol é encantador.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Casa familiar

Dia 5Ilha de Ormuz

O dia começa bem cedo e a primeira missão é apanhar o ferry com destino à mui portuguesa ilha de Ormuz. Passamos boa parte do dia na ilha, com tempo para visitar o velho forte português, mandado erigir por Afonso de Albuquerque, e ainda para conhecer um projeto de responsabilidade social que visa dar independência económica às mulheres bandari através da arte. 

Regressamos de barco ao continente, agora para Bandar Abbas, onde aproveitamos para visitar o mais importante mercado de peixe da região e logo de seguida rumar a Minab.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Minab e Bam

Um dos mais extraordinários mercados de rua de todo o Irão, na povoação de Minab, ocupa-nos esta manhã. O mercado tem lugar uma vez por semana e é frequentado pela população bandari das aldeias vizinhas, que chegam a Minab para comprar gado, legumes, roupa e adereços femininos. É o lugar perfeito para sentir o pulso desta carismática localidade. 

Depois de deambularmos calmamente pelo mercado, fazemo-nos à estrada, para enfrentar uma viagem de seis horas, com destino aos arredores de Bam. A primeira parte do percurso é em planície e, pela janela, vamos vendo campos lavrados com todo o tipo de produtos consumidos no país, bem como pequenas cidades pouco povoadas. É também neste parte do percurso que somos confrontados com uma apertada fiscalização militar, que garante que somos apenas turistas e não traficantes. A parte final da viagem é uma subida montanhosa, com muito trânsito, em que quase atingimos os 3000 metros de altitude.

Chegamos a Bam para jantar e, para compensar a longa viagem, o líder tem algumas surpresas reservadas para ti, antes de uma merecida noite de descanso que nos prepara para um longo dia de descobertas.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Pousada

Dia 7Bam e Kaluts

Antes que o calor se torne demasiado inclemente, visitamos a cidadela de Bam (Arg-e Bam), em tempos uma das mais emblemáticas edificações de adobe de todo o mundo, classificada pela UNESCO como Património Mundial. A cidadela ficou parcialmente reduzida a pó no terramoto de 2003, mas está a ser feito um extraordinário esforço de recuperação com vista a devolver-lhe todo o antigo esplendor.

Seguimos rumo a Dasht-e Loot, um dos lugares mais quentes e secos do planeta. Ao longo do caminho, atravessamos aldeias tradicionais inóspitas, mas o objetivo final é chegar aos kaluts, uma das paisagens mais extraordinárias de toda a viagem. É uma zona abiótica, isto é, impossível de acolher qualquer animal ou planta, dadas as condições tão duras. Temos oportunidade de explorar os imensos quilómetros ocupados por ‘castelos de areia’, num ambiente quase lunar que acolhe um pôr do sol inesquecível. A noite é passada numa casa familiar, simples mas acolhedora, numa aldeia da região.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Casa familiar

Dia 8Kerman e Yazd

De estômago aconchegado, aproveitamos para conhecer por dentro um canal de água extraordinariamente conservado na região. Seguimos então para Kerman, a capital e maior cidade da província, onde vamos espreitar um dos mais genuínos bazares do tempo da Rota da Seda. Ponto de comércio de produtos vindos do Paquistão e da Índia, essa proximidade trouxe para o mercado uma minoria étnica paquistanesa e afegã, os baluchi, que se distinguem pelas longas barbas e indumentária. Ao lado das frutas vindas de países vizinhos, os iranianos têm para oferecer os característicos artigos em cobre e os tapetes persas, tecidos e coloridos à mão.    

Ao fim da tarde, é tempo de apanhar o comboio rumo à rústica Yazd, uma importante paragem nas caravanas para a Ásia Central e Índia pela Rota da Seda. Chegamos já de noite e instalamo-nos numa pousada tradicional, reservando o passeio pela cidade para a manhã seguinte.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Pousada

Dia 9Yazd

Hoje, o dia prevê-se intenso e desafiante, mas compensador. Aproveitamos a manhã para conhecer a mesquita Jameh e explorar a pé o centro histórico de Yazd, constituído por um labirinto de ruelas e casas de tijolo e lama. Tem especial atenção aos badgirs nos topos das casas, engenhosos sistemas de refrigeração inventados para tornar habitável a escaldante Yazd. Numa visita ao Museu da Água, ficamos a conhecer a forma engenhosa como a água chegava à cidade vinda das montanhas por canais subterrâneos (qanats), sistema classificado em 2016 como Património Mundial pela UNESCO.

Deixamos para a parte da tarde as peculiares Torres do Silêncio, utilizadas nos ritos fúnebres dos seguidores de Zaratrusta (os corpos sem vida eram deixados ao ar livre para serem decompostos naturalmente, sem poluir). É um bom local para tomares conhecimento da religião que em tempos dominou o Irão.

Antes de regressar ao hotel, o Ricardo leva-te a conhecer as artes do zurkhaneh, numa visita ao “ginásio” Saheb A Zaman Club Zurkhaneh, que alberga também um dos maiores reservatórios de água da cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Pousada

Dia 10Yazd e Garmeh

Antes de nos despedirmos de Yazd, temos tempo para conhecer o extraordinário jardim Dolat Abad, um dos nove jardins persas classificados pela UNESCO como Património Mundial e onde vais poder apreciar um dos maiores badgirs de todo o país.

Ao início da tarde, apanhamos um transporte para Garmeh, um oásis no deserto Dasth-e Kavir, onde somos recebidos com a hospitalidade e simpatia de uma família local na sua pousada. A comida, preparada na hora, é deliciosa. Se Maziyar, o dono da pousada, estiver por perto, é natural que haja música tradicional (em potes de cerâmica!) em sua casa.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Pousada

Dia 11Garmeh

O dia de hoje é mais calmo e dedicamo-lo a conhecer Garmeh. Depois do pequeno-almoço, espera-nos um revigorante passeio pela aldeia. A envolvência é pontilhada por montanhas e junto a uma nascente de água abundam palmeiras carregadas de tâmaras - muitas tâmaras! De tarde, e após usufruirmos do ambiente descontraído da pousada, vamos até Farazad, uma pequena aldeia que serve de porta de entrada no deserto. Sentamo-nos nas dunas e, embalados pelo som do crepitar da fogueira, contemplamos a paisagem dourada que antecede o cair da noite.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Pousada

Dia 12Garmeh e Esfahan

Esta manhã é livre. Explora a aldeia ou o oásis. Aproveita para relaxar na pousada ou ousa subir a montanha mais próxima. À tarde, embarcamos numa nova viagem de autocarro até Esfahan, pérola maior da arquitetura persa, onde chegamos a tempo do jantar. Esfahan é muito provavelmente a mais sedutora cidade do Irão, com inúmeros espaços verdes e soberbos palácios e mesquitas, que vamos descobrir tranquilamente ao longo dos próximos dias.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Pousada

Dia 13Esfahan

É dia de deambular pela imponente arquitetura de Esfahan. Passamos a manhã na magnífica praça Naqsh-e Jahan, também conhecida por praça Imam, classificada pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade. Visitamos a mesquita Shah, por muitos considerada uma das mais belas do mundo, e o palácio Ali Qapu, onde podemos admirar os maravilhosos frescos e visitar a surpreendente sala da música.

À tarde, contemplamos a curiosa mesquita Sheikh Lotfollah, que não possui qualquer minarete, as características torres de onde se anunciam as orações diárias. Temos ainda tempo para conhecer as tapeçarias kilims e tacheh dos diferentes grupos nómadas do Irão. Perdemo-nos no magnífico bazar e-Bozorh, conhecemos as famosas miniaturas do artista Hossein Fallahi e passeamos por zonas menos conhecidas da cidade. Antes de regressar ao hotel, e se a temperatura assim o permitir, aproveitamos o ambiente noturno da praça Naqsh-e Jahan, previsivelmente invadida por inúmeras famílias iranianas em alegre convívio.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Pousada

Dia 14Esfahan

Aproveitamos a manhã para visitar a imponente mesquita Jameh, localizada no extremo norte do bazar e-Bozorh, e dedicamos o resto do dia ao rio Zayandeh e ao bairro arménio de Jolfa.

A Ponte Khaju, mandada erigir por Shah Abbas I, e muito provavelmente a mais bela da cidade, é o ponto de partida para uma caminhada pelos parques arborizados das margens do rio Zayandeh. Estando bom tempo – e especialmente se o rio Zayandeh tiver água -, vamos cruzar-nos com famílias iranianas que desfrutam plenamente dos espaços verdes da cidade, aproveitando-os para piqueniques, passeios, ginástica e encontros. No final da caminhada, teremos então chegado ao bairro arménio de Jolfa, o bairro cristão de Esfahan, liberal e descontraído, onde não faltam cafés e restaurantes acolhedores frequentados por uma clientela culta e jovem. Antes de nos embrenharmos nessa ambiência, visitamos a magnífica Catedral Vank e o recente Museu da Música.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Pousada

Dia 15Esfahan

Passamos uma manhã tranquila no pátio da magnífica pousada onde pernoitamos, mas não deixamos Esfahan sem conhecer o seu característico bazar. No que resta da manhã, haverá tempo para as últimas compras, para relaxar num moderno café ou para desfrutar dos espaços verdes da cidade. "No Irão, sê iraniano" e por isso, no dia em que nos despedimos de Esfahan, fazemos um piquenique. Rodeados de inúmeras famílias que, diariamente, almoçam nos parques, temos oportunidade de contactar de perto com com a lendária hospitalidade iraniana. 

De tarde, seguimos para a estação de Esfahan, onde um autocarro nos levará, numa viagem pela noite dentro até à capital, Teerão. Entramos na última etapa da viagem com a bagagem cheia de experiências memoráveis e histórias para contar.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 16Teerão

Acordamos em Teerão, uma metrópole com 13 milhões de habitantes que reserva algumas agradáveis surpresas que teremos oportunidade de descobrir.

Logo pela manhã visitamos três dos mais apelativos museus da capital. No Museu Nacional do Irão, admiramos as várias peças retiradas de Persépolis que estão em exposição. Visitamos o Museu do Vidro e da Cerâmica, instalado numa belíssima mansão da era Qajar que posteriormente albergou a Embaixada do Egito. Este é, seguramente, o museu com o projeto museológico mais bem conseguido de Teerão. 
Depois do almoço, seguimos até ao opulento Museu das Jóias, instalado numa caixa-forte do banco Melli onde se guardam tesouros de valor incalculável.

Aproveitamos o que resta da tarde para conhecer o ambiente artístico do Parque Honarmandan, onde está instalado o Fórum dos Artistas Iranianos. É um espaço onde há constantemente exposições de fotografia, pintura e outras manifestações artísticas de origem iraniana, num ambiente frequentado por gente ligada às artes, mais liberal e alternativa.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 17Teerão e Voo de Regresso

Hoje é dia de regressar mas, como quase todos os voos partem de Teerão de madrugada, procuramos aproveitar o último dia ao máximo, que será feito de contrastes.

De manhã, rumamos à antiga embaixada dos EUA, conhecida por Den of Espionage, nas proximidades. Não percas a oportunidade de espiar os poucos murais propagandísticos que continuam visíveis. Após o almoço, exploramos a Teerão moderna e cosmopolita: o extremo norte da cidade, junto às montanhas da cordilheira Alburz. Para isso, apanhamos o metro rumo à última estação da linha vermelha, onde ficamos a conhecer o pequeno mas magnífico mercado Tajrish. Caminhamos pelos bairros residenciais envolventes e desfrutamos de um ambiente mais requintado, passando por livrarias, parques e um ou outro café frequentado por gente liberal e endinheirada. Ali, degustamos uma última refeição, sem kebabs no menu.

É então chegada a horas das despedidas. De acordo com o horário do teu voo, o Ricardo acompanha-te ao aeroporto, esperando que os Segredos da Pérsia fiquem bem guardados na tua memória.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
16 pequenos-almoços, 1 almoço e 2 jantares
Guia local em Persépolis (em inglês)

Exclui:

Voos internacionais
Visto
Alimentação não especificada (cerca de 15€ por dia)
Entradas em monumentos
 (cerca de 100€)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Para visitar o Irão, os portugueses precisam de visto de turismo. A Nomad recomenda a Visateam para o tratamento do visto de que precisas para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação, tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para te ajudar em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone ou email, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto.

  • Se quiser chegar a Shiraz uns dias mais cedo, posso reservar convosco o alojamento? E se quiser ficar mais dias em Teerão no fim da viagem?

    Se quiseres chegar a Shiraz um ou mais dias antes da data de início da viagem, podemos reservar-te noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar-te noites extra no hotel em Teerão, no final da viagem.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem.

    nesta viagem ficamos quase sempre em pequenos hotéis e pensões, alguns de caráter familiar. Boa parte são pequenas pousadas recuperadas a partir de antigos caravanserais, limpas e com muito charme, mas também há casas familiares muito básicas. Os quartos têm quase sempre duas ou mais camas e muitos deles não têm ventoinha ou ar condicionado. As noites podem ser frescas. No Golfo Pérsico, nos Kaluts e no oásis de Garmeh, dorme-se em colchões no chão, à boa maneira persa. As casas de banho têm água quente, quase sempre sanitários europeus, mas não deixam de ser orientais, pelo que muitas não têm banheira nem cabine de duche, e o chuveiro está montado na própria casa de banho. A maioria dos quartos tem casa de banho privativa, exceto num alojamento onde há uma casa de banho partilhada para cada dois quartos, e nas casas familiares no Golfo Pérsico, Kaluts e Garmeh, onde os lavabos são comunitários. 

    Uma das noites é passada num autocarro noturno que, embora tenha assentos confortáveis e reclináveis que te permitem descansar, não dispõe de camas.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    A gastronomia iraniana tem o arroz e os kebabs como base, mas acaba por ser variada. Podes contar com carne de frango e borrego. Peixe e marisco só encontrarás na zona do Golfo Pérsico. Os sumos naturais fazem também parte do dia-a-dia. Caso sejas vegetariano, não terás dificuldades em encontrar opções que se adequem à tua dieta.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda usada no Irão é o rial. É em rials que vais fazer os pagamentos que precisares, em lojas ou restaurantes. Não existem máquinas ATM das redes internacionais a funcionar no Irão. Os cartões de crédito não são aceites, exceto em algumas lojas de tapetes habituadas a lidar com estrangeiros (que furam o bloqueio tendo filiais fora do país, geralmente no Dubai), pelo que deves levar todo o dinheiro que achares necessário em euros. As taxas de câmbio podem ser ligeiramente melhores para notas maiores. Não precisas levar mais de 500€ em dinheiro, a não ser que estejas a planear fazer muitas compras. O custo de vida é genericamente baixo.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    A maioria dos alojamentos tem acesso à internet sem fios à disposição dos hóspedes, mas não todos. Muitos sites, como o Facebook e o Youtube, têm acesso oficialmente bloqueado no Irão, bem como sites de órgãos de informação, incluindo alguns portugueses. Nas casas familiares do Golfo Pérsico, nos Kaluts e em Garmeh não há acesso à internet. 
    Temos eletricidade em todos os dias nesta viagem. Não precisas de levar qualquer adaptador, pois as tomadas são iguais às portuguesas. 

    Há rede de telemóvel praticamente em todo o país. Nas cidades, há uma boa cobertura de rede 3G. Para além do acesso via roaming, sugerimos que leves um telemóvel desbloqueado, pois é possível comprar cartões SIM para estar facilmente contactável sem custos de roaming e fazer chamadas a custo muito baixo.

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Recorremos a uma grande variedade de meios de transporte, nomeadamente táxis, autocarros públicos e carrinhas privadas, para além de barcos entre as ilhas do Golfo Pérsico. Uma das noites é passada num autocarro noturno que, embora tenha assentos confortáveis e reclináveis que te permitem descansar, não dispõe de camas.

  • Como é o clima durante a viagem?

    O Irão é por natureza um país quente. Prepara-te para o calor, em particular para o primeiro terço da viagem, na região do Golfo Pérsico. Os dias são quentes com temperaturas normalmente a rondar os 40º C no verão e os 30º C no inverno. Por vezes, podem ocorrer picos de calor mais intensos. 

    Nas edições de inverno, de dezembro a março, esta viagem é marcada pelas grandes amplitudes térmicas. Se na região do Golfo Pérsico o calor, com máximas de 30º C, é uma realidade, já nas cidades do centro as temperaturas podem chegar aos graus negativos, com mínimas de -10º C.

  • Nesta viagem há restrições de vestuário?

    Algumas, mas talvez menos do que possas pensar. O Irão é um país conservador no que respeita aos costumes, mas não extremo. Depois da inscrição, damos-te informação com mais detalhe sobre o código de vestuário considerado aceitável, mas a ideia de base é fazer como os locais. Os homens não devem usar calções, mas podem usar manga curta. As mulheres devem ter o cuidado de usar roupa que cubra os braços e as pernas, e usar um véu que cubra a maior parte do cabelo. As sandálias são perfeitamente aceitáveis para homens e mulheres.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Irão

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Autocarro: 1 noite, Casa familiar: 2 noites, Hotel: 3 noites, Pousada: 10 noites

Transportes

Autocarro, Barco, Carrinha e Táxi

Reservas

Min: 5 | Max: 11

Voo não incluído

Valor indicativo: 750€

Testemunhos

Ultrapassou as minhas expectativas e foi uma das experiências mais relevantes e com maior impacto que realizei.
Hernâni C.
Nesta viagem ao Irão encontrei um país de uma riqueza cultural ímpar, poética e delicada. Encontrei no povo iraniano uma amabilidade tão genuína que me envergonhei de não conseguir falar Farsi para lhes poder dizer (muitas vezes!) "obrigada por tudo".
Carla A.
Adorei o Irão! Um país cheio de cultura, com uma arquitetura de uma beleza única, paisagens incríveis e recheado de pessoas que sabem receber como ninguém. O trajeto é interessante e diversificado, pontilhado por várias surpresas do líder ao longo do caminho.
Vanessa A.