Santuário dos Annapurnas

Com Diogo Tavares 10 a 24 out 2021

Abraçado pelos Himalaias e emoldurado pelas coloridas bandeiras de oração, o Nepal não é apenas um paraíso para amantes de natureza e caminhada - é também o lar de um povo caloroso, nascido de um mosaico milenar das culturas hindu e budista.

O místico vale de Kathmandu abre caminho a uma grandiosa jornada pelos Himalaias, num trekking que nos leva acima dos 4000 metros. Rodeados pela inigualável imponência do maciço dos Annapurnas, admiramos a contínua mudança de paisagens, caminhando por entre florestas tropicais intocadas, solenes paisagens alpinas e regiões agrícolas remotas habitadas pela cultura Gurung. Pisamos campos base históricos e gravamos na memória as vistas perante o inalcançável Machapuchare.

  • Impacto cultural
    Passamos por aldeias remotas, onde a cultura budista marca o quotidiano das populações.
  • Esforço físico
    Neste trekking, caminhamos em média seis a sete horas por dia, em ambiente de montanha, com uma pequena mochila às costas. Os carregadores levarão por ti o equipamento mais pesado.
  • Nível de conforto
    Dormimos em albergues e refúgios de montanha, com camaratas mistas e casas de banho partilhadas.

10 a 24 out 2021

1280 €15 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 900€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

1280€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Kathmandu

Namaste! Bem-vindo ao Nepal, o país dos Himalaias. À chegada ao aeroporto Tribhuvan, em Kathmandu, o líder Nomad Diogo Tavares vai receber-te. Depois de te instalares no hotel e de te reunires com o resto do grupo, saímos juntos para o primeiro jantar na cidade.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Kathmandu

Kathmandu é uma cidade envolta em mística e repleta de estórias a cada esquina. É paragem obrigatória no roteiro de qualquer viajante e meca de peregrinação dos alpinistas de elite. Passamos o dia a explorar as ruas e ruelas da cidade, a viver o seu quotidiano nos mercados, templos, stupas e mosteiros. Viajamos no tempo e descobrimos os recantos de Durbar Square, a emblemática praça de Kathmandu, outrora o coração do reino. Mais tarde, contemplamos os gigantes olhos de Buda, na stupa de Buddhanath, uma das maiores e mais imponentes do mundo.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Pokhara

Espera-nos uma longa mas recompensadora viagem de autocarro até Pokhara. Pela janela, vemos desfilar as paisagens rurais do interior do Nepal, sempre emolduradas pelas montanhas que se erguem no horizonte. Depois de um breve descanso no hotel, localizado na margem do lago Phewa, percorremos a pequena vila e aproveitamos para relaxar junto ao lago, absorvendo a atmosfera tranquila de Pokhara.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Landruk

Começamos o dia com uma viagem de jipe até ao ponto inicial do nosso trekking. No primeiro dia de caminhada, percorremos os socalcos de millet e arroz até à aldeia de Landruk. Apesar de distantes, as montanhas já dominam o horizonte. Ainda na orla do Santuário dos Annapurnas, esta região permaneceu completamente isolada do mundo exterior até aos anos 50. É habitada essencialmente pelas etnias Brahman e Gurung, povos indígenas dos vales nepaleses que se dedicam maioritariamente às atividades agrícolas.

Distância: 4 km (2 horas)
Desnível: 355 m positivo + 122 m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Tea-house

Dia 5Chomrong

Percorremos os trilhos que serpenteiam por entre aldeias e vamo-nos aproximando da floresta tropical. Observamos a mudança na paisagem: os campos de cultivo começam a escassear e os vales ficam mais profundos. Não muito longe, ergue-se aquela que é uma das montanhas mais belas do mundo: o incontornável Machapuchare. Chomrong, a aldeia onde chegamos a meio da tarde, oferece-nos uma visão soberba sobre o Machapuchare e o Annapurna. É também o último local permanentemente habitado da região. Daqui em diante, os trilhos são percorridos apenas por trekkers, alpinistas e nepaleses a trabalhar na montanha. Seguimos cada vez mais isolados da civilização e em contacto com o meio natural.

Distância: 9 km (7 horas)
Desnível: 1360 m positivo + 340 m negativo

Alimentação: -
Dormida: Tea-house

Dia 6Dovan

À nossa frente, a floresta tropical estende-se como um manto de boas-vindas ao coração dos Himalaias. As profundas gargantas criam neste vale um ecossistema único. O Santuário dos Annapurnas foi a primeira área de conservação do país e é, ainda hoje, a maior área protegida do Nepal. Seguimos a garganta do rio Modi, onde a exuberante vegetação, as águas turquesas e os cumes nevados compõem uma paisagem de cortar a respiração. Apesar de já não existirem aldeias, passamos regularmente pelas típicas tea-houses, onde paramos para chá, descanso e contemplação.

Distância: 12 km (7 horas)
Desnível: 854 m positivo + 590 m negativo

Alimentação: -
Dormida: Tea-house

Dia 7Trekking Campo Base Machapuchare

Este dia marca mais uma transição no ambiente natural: a entrada na paisagem alpina. A vegetação desaparece para dar lugar a profundo vale glaciar. Estamos agora acima dos 3000 metros de altitude. Machapuchare, morada do deus Shiva, é interdita aos alpinistas e na, opinião de muitos, a montanha mais bela do mundo. O seu magnífico recorte atraiu o nosso olhar desde o início deste trekking, e agora vemo-nos no seu sopé. Ao final do dia, sentados no terraço e rodeados de um cenário mágico, assistimos ao pôr do sol. O nosso corpo, que nos últimos dias tem vindo gradualmente a habituar-se à altitude, não se deve ressentir. Ainda assim, nos próximos dias, desaceleramos o ritmo para repor energias.

Distância: 10 km (8 horas)
Desnível: 1490 m positivo + 370 m negativo

Alimentação: -
Dormida: Tea-house

Dia 8Trekking Campo Base Annapurna

No dia que atingimos a altitude máxima deste trekking (4130 m), caminhamos apenas duas horas em direção ao refúgio mítico onde vamos passar a noite. Depois de nos instalarmos na tea-house, temos todo o dia para absorver este lugar único, abraçado por vertiginosas paredes: Annapurna I (8091 m), Annapurna II (7937 m), Annapurna III (7555 m), Annapurna IV (7525 m), Gangapurna (7455 m), Annapurna South (7219 m) e Machapuchare (6993 m). “As montanhas não são estádios onde eu satisfaço a minha ambição em alcançar, são as catedrais onde pratico a minha religião”, lê-se num memorial dedicado ao alpinista soviético Anatoli Boukreev. A inscrição resume na perfeição o local onde nos encontramos e dá o mote para os próximos dias de caminhada.

Distância: 4 km (2 horas)
Desnível: 403 m positivo + 0 m negativo

Alimentação: -
Dormida: Tea-house

Dia 9Trekking Dovan

Acordamos cedo, ainda de noite, para assistir ao inesquecível nascer do sol. A localização do campo base coloca-nos num anfiteatro, totalmente rodeados pelas montanhas. Quando o sol desperta e incide sobre os cumes, o enorme Annapurna revela-nos todo o seu esplendor num absoluto espetáculo natural. Ainda deslumbrados pela maravilha matinal, sentamo-nos para um pequeno-almoço que antecede o próximo trecho da nossa jornada pelos Himalaias. Revigorados, iniciamos a nossa descida de volta a Dovan, deixando para trás a paisagem alpina para nos embrenharmos novamente na floresta tropical.

Distância: 15 km (8 horas)
Desnível: 1600 m positivo + 420 m negativo

Alimentação: -
Dormida: Tea-house

Dia 10Trekking Chomrong

Caminhamos novamente ao longo do estreito vale do rio Modi, pela paisagem que motivou o governo do Nepal a considerar esta região uma zona de elevada proteção natural. Ao chegar a Chomrong, aproveitamos o tempo livre para explorar esta aldeia budista, seja a jogar voleibol com as crianças da escola, a provar tarte de maçã acabada de fazer ou simplesmente a procurar a melhor vista para contemplar as montanhas.

Distância: 13 km (7 horas)
Desnível: 800 m positivo + 1200 m negativo

Alimentação: -
Dormida: Tea-house

Dia 11Trekking Ghandrung

Saímos da zona de conservação para entrarmos novamente na região habitada. A paisagem volta a mudar, regressando aos terraços de cultivo e às pequenas aldeias. Abandonamos o trilho que usamos na subida para explorar um vale habitado maioritariamente pelo povo Gurung. Cruzamo-nos com as crianças a caminho da escola, que vêm de todas as aldeias da região para Chomrong. Caminhamos por campos de millet, arroz e milho, parando em várias aldeias para beber chá e conviver com os locais. Quando finalmente chegamos a Ghandrung, rapidamente nos apercebemos que esta aldeia é diferente de todas as outras por onde já passamos. As suas casas de xisto convidam a vaguear pelas ruas e a descobrir os recantos daquela que é, talvez, a povoação mais encantadora da região.

Distância: 12 km (7 horas)
Desnível: 790 m positivo + 1010 m negativo

Alimentação: -
Dormida: Tea-house

Dia 12Trekking Ghandrung e Pokhara

De manhã, despedimo-nos das montanhas, não sem antes contemplar uma última vez o Machapuchare em toda a sua plenitude. No último dia do nosso trekking, continuamos a percorrer trilhos que serpenteiam por entre campos de cultivo e aldeias. Ao início da tarde, chegamos ao fim dos nossos dez dias de caminhada, regressando a Pokhara de autocarro. A noite é de celebração!

Distância: 2 km (1 hora)
Desnível: 20 m positivo + 200 m negativo

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 13Pokhara e Voo para Kathmandu

Aproveitamos a manhã naquela que é a cidade mais descontraída do Nepal. Depois dos últimos dias de trekking, recuperamos energias numa esplanada, a contemplar as águas serenas do lago e a revisitar as memórias que esta viagem já nos proporcionou. Ainda de manhã, voamos de regresso a Kathmandu.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 14Kathmandu e Bhaktapur

Viajamos até à cidade de Bhaktapur, no limite do vale de Kathmandu, para visitar e explorar o seu património. Esta cidade, que já foi um reino independente antes da unificação do Nepal, está isolada do centro urbano, tendo por isso mantido o seu quotidiano rural e tradicional. De regresso a Kathmandu, a tarde é livre para as últimas compras ou para simplesmente relaxares antes do voo de regresso. Terminamos esta viagem extasiados com a animada vida de Thamel.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 15Kathmandu e Voo de Regresso

Consoante a hora do teu voo, o Diogo vai levar-te ao aeroporto. Se te sobrar tempo em Kathmandu, aproveita para relaxar num café, deambular pelas ruas e despedir-te tranquilamente desta magnífica cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa, incluindo voo interno Pokhara/Kathmandu
6 pequenos-almoços e 1 almoço
Licença de trekking para o Santuário dos Annapurnas
Serviço de carregadores para o trekking
Atividades e visitas descritas no programa

Exclui:

Voos internacionais
Visto
Alimentação não especificada (cerca de 20€ por dia)
Gratificações à equipa local (cerca de 26€)
Atividades não especificadas
Seguro pessoal
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    No Nepal, o visto é obtido à chegada e tem um custo de 35€. Apenas precisas de ter o teu passaporte, com pelo menos seis meses de validade após o fim da viagem.

  • Podem reservar-me noites extra no início e fim da viagem?

    A Nomad pode reservar-te noites extra no início e/ou no fim da viagem. No entanto, está sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te toda a informação sobre preços e disponibilidade.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem. Nas cidades, dormimos em quartos duplos com casa de banho. 

Na montanha, dormimos em albergues, com camaratas que acomodam entre duas a cinco pessoas, variavelmente. Existem duas casas de banho, com chuveiro quente, partilhadas com todo o albergue. Terás de ter o teu saco-cama. Estes albergues são muito simples, mas asseados. Tem em consideração que deves ajustar as tuas expectativas à realidade de estar no meio da montanha.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    Nas cidades, há restaurantes de vários tipos de cozinha. No entanto, damos-te a experimentar a gastronomia nepalesa e a cozinha do subcontinente indiano, que está difundida pelos vários países da região. Do substancial Dal bhat a iguarias mais leves, como os momos, passando pelos coloridos pratos de caril, as opções são muitas e variadas. Na montanha, socorremo-nos de pequenos estabelecimentos locais para almoçar e jantamos nas tea-houses onde ficamos alojados. Em ambos os casos, existe uma grande variedade de pratos à escolha, incluindo opções vegetarianas.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda usada no Nepal é a rupia nepalesa e o mais prático é utilizá-la durante toda a viagem. Leva o dinheiro que irás precisar em euros e troca-os por rupias em Kathmandu. Como alternativa, poderás levantar num ATM. Só é possível levantar e cambiar dinheiro nas cidades de Kathmandu e Pokhara, por isso deves prevenir-te para todo o trekking. 

    A alimentação não está incluída no programa, o que te dá flexibilidade para gerires o teu orçamento como preferires. Há uma grande variedade de alimentação disponível ao longo do trekking. Deverás reservar cerca de 20€ por dia para este efeito. Durante o trekking, somos acompanhados por uma equipa de carregadores. Na montanha, é tradição gratificar a equipa local no final da viagem. Tendo em conta os padrões nepaleses, sugerimos que reserves cerca de 26€ (opcional). 

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares um fundo de emergência de cerca de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios. 

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Nas cidades, Kathmandu e Pokhara, há acesso a wi-fi nos alojamentos e em vários cafés e restaurantes. Nos dias na montanha, há acesso à eletricidade através de geradores ou painéis solares. Em todas as tea-houses, exceto o campo base dos Annapurnas, há acesso à internet, e também poderás carregar os teus aparelhos eletrónicos. No entanto, estes serviços são pagos e caros. Durante o trekking, não existe rede móvel das operadoras portuguesas mas, se quiseres, é fácil comprares um um cartão SIM local previamente, em Kathmandu.

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Para nos deslocarmos de Kathmandu até Pokhara, a cidade mais próxima do início do trekking, usamos um autocarro local. As condições são semelhantes a um autocarro de longo curso em Portugal e o percurso demora cerca de seis horas. No dia seguinte, de Pokhara até ao início do trekking, fazemos um curto percurso de jipe. No regresso das montanhas, de Pokhara para Kathmandu, realizamos um voo num avião de 20 lugares. Nos curtos percursos em Kathmandu e seus arredores, usamos uma carrinha de passageiros para todo o grupo.

  • Como é o clima durante a viagem?

    O trekking no Santuário dos Annapurnas transporta-nos de um clima subtropical até ao alpino, desde os 1250 metros até aos 4130 metros. No entanto, a amplitude térmica poderá ser muito grande. Durante o dia, as temperaturas podem aproximar-se dos 30ºC e a partir dos 3500 metros poderá nevar e rondar os -10ºC, nas noites mais frias. A meteorologia em montanha é imprevisível, e mesmo no verão a possibilidade de chuva e baixas temperaturas é real, pelo que ter calçado e vestuário de montanha efetivamente impermeável e de boa qualidade é fundamental.

  • Terei problemas com a altitude nesta viagem?

    Este trekking foi desenhado de forma conservadora, tendo em conta uma aclimatação gradual. Vamos começar a aclimatar a partir do quarto dia de trekking, onde estaremos entre os 2400 metros e os 3600 metros de altitude. Isto vai ajudar à adaptação natural e progressiva à altitude. No dia em que alcançamos o campo base do Annapurna, chegamos aos 4130 metros, o ponto mais alto deste trekking. As subidas são progressivas e a aclimatação não costuma causar problemas. Caso tenhas alguma doença crónica, como problemas cardíacos ou respiratórios, ou algumas condição particular, é fundamental consultares o teu médico para aconselhamento.
    A adaptação do corpo à altitude depende da reação individual de cada organismo. Se não tiveres problemas de saúde, é pouco provável que venhas a ter problemas com a altitude. No entanto, é possível que sintas algum desconforto pontual, como dores de cabeça, cansaço e enjoos. Em viagem, precavem-te bebendo muitos líquidos e, caso as possas tomar, leva aspirinas para as dores de cabeça que possas vir a ter.

  • Não tenho experiência de trekking. Esta viagem é para mim?

    Este trekking está ao alcance de todos os que gostem de caminhar e estejam motivados para passar cinco dias a percorrer uma paisagem natural a pé. Em alguns momentos, terás de empenhar alguma perseverança, mas os dias são descontraídos e tranquilos.

  • Quantos quilómetros caminhamos por dia?

    Em montanha, as distâncias não são medidas em quilómetros, mas sim em horas. Isto porque, devido ao tipo de terreno e desnível, podemos demorar horas a percorrer poucos quilómetros. Neste trekking caminhamos em média seis a sete horas por dia.
 No entanto, há dias em que caminhamos menos horas, como o dia em que chegamos ao campo base.

  • O ritmo de caminhada é muito elevado?

    Não. O ritmo é ajustado às necessidades do grupo, com muitas paragens ao longo do dia. A distância dos itinerários escolhidos para cada dia dão-nos a possibilidade de os realizarmos com calma, para podermos aproveitar ao máximo a paisagem envolvente. 

  • Como calculamos o tempo de caminhada?

    As viagens de trekking da Nomad são desenhadas para o viajante que procura desfrutar do meio natural. O tempo de caminhada referido no programa é calculado tendo em conta um ritmo tranquilo, incluindo paragem para refeições ou simplesmente para desfrutar da paisagem.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Nepal

Atividades

Descoberta cultural, Trekking

Dormida

Hotel: 6 noites, Tea-House: 8 noites

Transportes

Autocarro, Avião, Carrinha e Jipe

Reservas

Min: 5 | Max: 12

Voo não incluído

Valor indicativo: 900€

Testemunhos

As paisagens deslumbrantes, a cultura, a genuinidade, a diferença, a vida que passa no decorrer do dia... Tudo fez com que esta experiência se revelasse tão enriquecedora. Vou certamente guardá-la por muito tempo com carinho e emoção.
Paula P.
Vai ficar sempre comigo o momento em que cheguei ao anfiteatro dos Annapurnas. Foi quase uma experiência espiritual. Viajar é uma experiência enriquecedora, mas o Nepal, com a sua gente, os seus cheiros, as montanhas estão no meu coração. Namaste!
Sofia R.
A viagem da minha vida. O povo que nos trata como "convidados", as montanhas e os vales que nos deixam sem palavras, o grupo que não podia ter sido escolhido mais a dedo e o Diogo que adora o que faz e nos brinda com isso todos os dias.
Paula M.