Pelas Ilhas da Atlântida

Com António Luís Campos 28 mar a 04 abr 2021

As Ilhas do Triângulo do Grupo Central dos Açores são um terreno de natureza e aventura inesgotáveis, que convida os mais destemidos a desafiar o Atlântico e a partir em trekkings por trilhos recônditos.

Uma verdadeira viagem de aventura por três das ilhas dos Açores, entre cenários vulcânicos e a inevitável presença do oceano. Lançamo-nos à adrenalina dos canyonings em cascatas, fazemos snorkeling e vamos em busca das grandes baleias. Da caldeira do Faial às fajãs de São Jorge, os trekkings desvendam-nos paisagens escondidas e levam-nos ao topo do Pico, numa subida noturna que culmina com uma vista imponente sobre o mar. 

  • Impacto cultural
    Viagem por regiões com culturas e costumes muito semelhantes aos que estás habituado.
  • Esforço físico
    Viagem com várias atividades físicas: trekking, canyoning, bicicleta e snorkeling. O dia do trekking de ascensão ao Pico é particularmente exigente, com 1151 metros de desnível na subida e na descida.
  • Nível de conforto
    Os alojamentos e os transportes são confortáveis, mas sem desvirtuar o nosso espírito de viagem. A travessia de barco entre ilhas pode ser dura com mau tempo.

28 mar a 04 abr 2021

930 €8 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 250€

Número de viajantes

930€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada à Ilha do Faial

À chegada à ilha do Faial, encontras à tua espera o líder Nomad António Luís Campos, que te dá as boas-vindas ao arquipélago dos Açores. Não temos atividades programadas para este dia mas, em função da hora de chegada, podes ainda ter tempo para um primeiro passeio pelas ruas da cidade da Horta.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Ilha do Faial: Vulcão dos Capelinhos e Trekking da Caldeira

Iniciamos a nossa aventura após o pequeno-almoço, partindo de carrinha até ao vulcão dos Capelinhos. Subimos a pé até ao topo do vulcão, de onde observamos uma paisagem lunar transcendente. Sob o farol, no Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, partimos numa viagem pela génese do mais jovem recanto da ilha, com pouco mais de meio século de idade. 

A seguir ao almoço, lançamo-nos ao primeiro trekking da viagem - o trilho em redor da Caldeira do Faial, vestígio do principal vulcão da ilha, com oito quilómetros de diâmetro. Deste trilho, avistamos paisagens completamente diferentes das da manhã, levando-nos ao ponto mais alto da ilha - o Cabeço Gordo, a 1043 metros de altitude. No final da caminhada, regressamos à Horta numa bicicleta. São quase 20 quilómetros de estrada serpenteante, sempre a descer, com fantásticas vistas para o Pico e a Horta. São 1000 metros de desnível que ligam o ponto mais alto da ilha à cidade, junto ao mar. E à noite, como não podia deixar de ser, celebramos o dia no lendário Peter's Café Sport.

Trekking: 9 km (cerca de 4 horas)
Bicicleta: 18 km (cerca de 1h30)

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Ilha do Pico: Gruta das Torres e Observação de Baleias

Na mais literária das travessias açorianas, eternizada por Vitorino Nemésio em “Mau Tempo no Canal", deixamos o anfiteatro natural da Horta logo na primeira lancha da manhã, em direção à ilha do Pico. Pouco depois, já estamos mergulhados nas entranhas do vulcão, para uma visita ao maior túnel lávico conhecido em Portugal - uma verdadeira lição de geologia conduzida por um especialista local. À tarde saímos novamente para o mar em busca dos grandes cetáceos: baleias e golfinhos que fazem das costas do Pico a sua casa e o tornam num dos mais extraordinários locais do mundo para sua a observação. Em pequenos barcos, na companhia de guias locais experientes, vamos procurar ver de perto estes graciosos habitantes marinhos.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Ilha do Pico: Trekking de ascensão ao Pico

A 2351 metros de altitude, o ponto mais alto de Portugal aguarda-nos! Despertamos muito cedo, ainda durante a noite, para o trekking de subida noturna ao Pico, no qual se junta ao António um guia de montanha local bem conhecedor dos meandros desta aventura. São três a quatro horas de trilho contínuo sempre a subir e outras tantas de descida num terreno tão belo quanto agreste. A subida começa aos 1200 metros de altitude e exige alguma forma física para a completar. O percurso não é técnico, mas o desnível é elevado. Depois de subir os 1151 metros, lembra-te que ainda vais ter de descer outro tanto. Mas a paisagem deslumbrante tudo compensa! Do topo, se a meteorologia ajudar, avistam-se as cinco ilhas do Grupo Central e um Atlântico infinito. 

Depois desta experiência única, é tempo de celebrar a conquista. A tarde é reservada para relaxarmos e desfrutamos do ambiente tranquilo da ilha mais jovem do arquipélago.

Distância: 8 km (cerca de 8 horas)
Desnível: 1100 m positivo + 1100 m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 5Ilha do Pico: Ponta da Ilha e Travessia para São Jorge

O último dia pela ilha do Pico vai ser descontraído. A bordo de uma carrinha, fazemos um percurso circular que contorna a ilha até à ponta sul, com o seu pequeno farol. Vamos parando para visitar pequenas aldeias piscatórias e subir aos miradouros que pontuam o percurso. Na zona mais remota da ilha, encontramos pequenas lagoas. 

Ao final da tarde, chegamos à Madalena, uma das três sedes de concelho, onde aproveitamos para retemperar energias antes da travessia de barco para São Jorge. Chegados às Velas, um passeio ao anoitecer dá-nos a conhecer a nossa nova base e a maior localidade da ‘ilha-dragão’, muito provavelmente ao som dos cagarros, cujo chamamento rasga as noites do verão açoriano.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Ilha de São Jorge: Trekking e Canyoning Fajã de Santo Cristo

Os trilhos de hoje começam por nos levar ao Pico da Esperança. Estamos no ponto mais alto da ilha, a 1053 metros de altitude, com uma fenomenal vista para a ilha do Pico de onde viemos na véspera. De lá, vemos também múltiplos cones vulcânicos, coluna dorsal desta ilha que conta com uma população que não chega às 9000 pessoas. Depois deste trekking, podemos dizer que estivemos no ponto mais alto de cada uma das ilhas que exploramos. 

Rumando a norte, abandonamos a civilização até ao dia seguinte. O trekking toma uma boa parte da tarde e os bastões de caminhada são úteis no vale imenso que nos leva à Fajã da Caldeira de Santo Cristo. Local icónico, sem estrada nem eletricidade pública, foi abandonado nos anos 80 após um sismo que praticamente secou as fontes de água doce e provocou grandes derrocadas. Mas a meio caminho espera-nos mais emoção: entramos no leito da Ribeira de Santo Cristo para um canyoning. Com a ajuda de fatos de neopreno, descemos várias cascatas que só assim podem ser apreciadas.


Horas mais tarde regressamos ao trilho, para terminar o dia na base da montanha, onde encontramos apenas um pequeno aglomerado de casas, frequentadas sobretudo por surfistas e amantes da exploração da natureza. Neste troço, levamos uma pequena mochila às costas com o essencial para a dormida, uma vez que as bagagens principais não estarão acessíveis até ao dia seguinte. Quem nos acolhe é o David, que recuperou um edifício tradicional e o converteu numa guesthouse simples, com um gerador elétrico particular. Temos camas confortáveis para dormir, numa camarata única para todo o grupo, com casa de banho partilhada. Em contrapartida vamos ter um jantar distante de tudo, onde o silêncio só é quebrado pelo som do mar.

Trekking: 6 km (cerca de 4 horas)
Canyoning: 1 km (cerca de 3 horas) 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 7Ilha de São Jorge: Trekking Fajãs e Ponta dos Rosais

Hoje é dia de fajãs. Deixamos lentamente o isolamento da Fajã da Caldeira de Santo Cristo para uma caminhada de cerca de duas horas junto à costa, até à Fajã dos Cubres. E daí até à Fajã do Ouvidor, mais a norte, onde uma nova experiência nos aguarda: num mar tranquilo, sem qualquer intervenção humana, mergulhamos no Atlântico para descobrir o meio subaquático em snorkeling. 

Largamos as barbatanas e rumamos à Ponta dos Rosais, no extremo noroeste da Ilha de São Jorge. Aqui, um farol em ruínas desafia os elementos, desativado mas orgulhoso, compondo um cenário fantástico entre caos e harmonia. Avistam-se o Pico e o Faial a curta distância, e a Graciosa mais ao longe. Regressamos por fim às Velas, para uma última noite sob o céu límpido dos Açores.

Trekking: 5 km (cerca de 2 horas)

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 8Ilha de São Jorge e Voo de Regresso

É agora tempo de deixar os picos da Atlântida. Levamos-te ao aeroporto de São Jorge, de acordo com o horário do teu voo. Chegamos ao final desta aventura pelas Ilhas do Triângulo.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
7 pequenos-almoços
Equipamento de snorkeling e canyoning
Observação de baleias e golfinhos

Entradas na gruta das Torres, na ilha do Pico
Guia de montanha complementar durante o trekking de subida ao Pico
Guias complementares certificados durante o canyoning

Exclui:

Voos
Alimentação não especificada (cerca de 35€ por dia)
Entrada no Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos (cerca de 10€)

Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Se quiser chegar à Horta uns dias mais cedo, posso reservar convosco o alojamento? E se quiser ficar mais dias nas Velas no fim da viagem?

    Se quiseres chegar à Horta um ou mais dias antes da data de início da viagem, podemos reservar-te noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar-te noites extra no mesmo alojamento que usamos nas Velas, no final da viagem.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    A localização dos alojamentos foi particularmente tida em conta, seja em locais centrais nas povoações, ou noutros particularmente cénicos e interessantes, mas privilegiando sempre hotéis e albergues de pequena dimensão, se possível de arquitetura tradicional e gestão familiar. 

    O alojamento é eclético, variando de ilha para ilha e oscilando entre hotéis e unidades de turismo rural. Na Fajã de Santo Cristo, em São Jorge, o local mais remoto onde pernoitamos, ficamos alojados numa casa de hóspedes com dormida em open space e condições mais simples do que no resto da viagem. À exceção deste alojamento, todos os quartos onde dormimos têm casas de banho privativas, numa tipologia base de quartos duplos, com duas camas. Alguns locais têm acesso à internet, mas sobretudo nos mais remotos essa opção poderá não estar disponível.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    A alimentação nos Açores é muito semelhante à do continente, com algumas particularidades gastronómicas, que iremos certamente saborear. O peixe é variado, fresco e abundante, assado, grelhado ou frito, assim como a carne, sobretudo de vaca, criada ao ar livre nos pastos verdejantes tão característicos dos Açores. Mariscos como lapas e cracas - e as famosíssimas amêijoas de São Jorge - não vão faltar também.

    As horas de refeição são livres, mas habitualmente comemos em grupo em restaurantes escolhidos pela localização e boa relação entre qualidade e preço. O vinho do Pico e os diversos licores também marcarão presença. Teremos três piqueniques, para os quais nos abastecemos em supermercados na véspera.

    É habitual haver disponíveis opções vegetarianas, mas tem atenção que, pontualmente, em alguns restaurantes, a variedade de oferta é limitada, pelo que vegetarianos - mas sobretudo vegans, celíacos ou pessoas com outras restrições alimentares - terão de se precaver e assegurar previamente a sua própria comida.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    Encontram-se máquinas multibanco nas cidades. Os cartões multibanco têm aceitação comum e os cartões de crédito um pouco mais limitada, mas podes usá-los em alguns hotéis e restaurantes nas cidades, e também em algumas lojas. O líder Nomad vai dar-te as indicações dos locais onde há caixas multibanco para poderes planear os levantamentos necessários.

    Durante o programa, não está incluída a maioria da alimentação. Não estão ainda incluídas água e outras bebidas, nem algum snack que queiras fazer num local de paragem. Estimamos para a alimentação não incluída um valor de cerca de 35€ por dia. Todas as atividades, com os respetivos equipamentos e guias locais para as mesmas, quando necessário, estão incluídas. A única exceção é a entrada no Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, para a qual deves contar com cerca de 10€.  

    É conveniente levares um fundo de emergência de cerca de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Durante a viagem, nos alojamentos e restaurantes, habitualmente há wi-fi, e temos acesso a eletricidade, rede de telemóvel e internet móvel. Regra geral, nas cidades, há uma boa cobertura de rede 3G. No entanto, em alguns locais mais isolados, não há cobertura de rede de telemóvel. Na penúltima noite, passada na Fajã de Santo Cristo, a eletricidade está disponível apenas à noite, para iluminação, e é fornecida por um gerador, pelo que pode não ser possível carregar dispositivos eletrónicos.

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Nesta viagem não há deslocações muito longas. Entre as três ilhas onde decorre a viagem, deslocamo-nos nos barcos que fazem os trajetos regulares. No interior de cada ilha, recorremos a carrinhas ou táxis. No final do dia 2 da viagem, fazemos um percurso de bicicleta, numa descida na estrada panorâmica até à Horta. Há uma carrinha disponível para uso em caso de necessidade. Recorremos ainda a lanchas de mar para o percurso de observação de cetáceos.

  • Como é o clima durante a viagem?

    A amplitude de temperaturas nos Açores é habitualmente reduzida, devido ao efeito do Atlântico, embora a chuva fraca seja frequente no arquipélago. Na primavera e no outono, é normal andar de camisa de manga curta e calções durante o dia, e a temperatura da água do mar é convidativa a mergulhos. Mas, tal como diz o ditado popular, podemos ter "as quatro estações num só dia". Nos pontos mais altos e expostos, o vento pode ser mais intenso, o que, aliado à precipitação, cria uma sensação térmica muito inferior à real. Daí a importância de um bom calçado e de vestuário para a chuva realmente impermeáveis.

  • Esta viagem é fisicamente exigente?

    Não. Esta viagem está ao alcance de todos os que gostem de praticar atividades em ambiente de natureza durante vários dias. Nos dias de trekking, conta com três a cinco horas de caminhada por dia, a um ritmo lento e passo tranquilo. Os trilhos não requerem conhecimento técnico mas, para quem não tenha um estilo de vida ativo, esta poderá ser uma viagem com alguma exigência física.

  • Não tenho experiência em trekking. Esta viagem é para mim?

    Os trekkings não têm exigência técnica. Pode dizer-se que estão ao alcance de todos os que gostem de caminhar e estejam motivados para passar algumas horas com uma pequena mochila às costas. Em alguns momentos, vai ser mais exigente e terás que ter alguma perseverança, mas no geral os dias são descontraídos e tranquilos.

  • Como é o trekking de ascensão ao Pico?

    O trekking de subida ao Pico realiza-se durante a noite, se as condições meteorológicas o permitirem. Para além do líder Nomad, vai juntar-se ao grupo mais um guia de montanha, que é um residente local.

    Começamos a meio da noite para chegar ao topo ao nascer do sol. São cerca de três a quatro horas de subida e outras tantas de descida. Começamos a 1200 metros de altitude para atingir os 2351 metros do topo.

    A subida não tem exigência técnica. É um trilho sem obstáculos a transpor, mas o piso é particularmente exigente, por ser um misto de rocha vulcânica, pedra solta e terra - que pode ser lama, quando chove. É continuamente a subir, com 1151 metros de desnível para vencer, e depois o mesmo desnível para descer, com o cansaço acumulado da subida. A juntar a isto, no topo, mesmo no final do Verão, conta com temperaturas próximas de 0ºC.

    A subida vai exigir alguma forma física. Se fores uma pessoa ativa, que pratique desporto com alguma regularidade, não vais sentir dificuldades de maior, para além do cansaço natural neste tipo de trekking em montanha. Caso contrário, pode exigir muita perseverança para atingir o cume e regressar. A longa descida, com o cansaço acumulado da subida, provoca muito impacto nos joelhos. Os bastões de trekking são essenciais para facilitar a progressão no terreno. 

    Os Açores têm uma meteorologia muito instável e por vezes a montanha do Pico fica envolta em nevoeiros densos. Caso as condições meteorológicas não garantam a segurança, podemos ter de cancelar a subida ao Pico. Nesse caso, realizaremos outra atividade nesta manhã.

  • Não tenho experiência em canyoning. Esta viagem é para mim?

    Sim. A atividade de canyoning não requer experiência prévia e não tem exigência técnica alta (nível 2). Pode dizer-se que está ao alcance de todos os que gostem de atividades de natureza e estejam motivados para progredir por um canhão de um rio, num percurso maioritariamente dentro de água. Para maior comodidade, terás ainda o apoio do líder Nomad e de guias locais durante todo o percurso. Em alguns momentos, vai ser mais exigente e terás que ter alguma perseverança mas, no geral, o dia é descontraído e tranquilo.

  • O ritmo de caminhada é muito elevado?

    Não. O ritmo é ajustado às necessidades do grupo, com muitas paragens ao longo do dia. A distância dos itinerários escolhidos para cada dia dão-nos a possibilidade de os realizarmos com calma, para podermos aproveitar ao máximo a paisagem envolvente. 

  • Como calculamos o tempo das atividades?

    As viagens de multiatividades da Nomad são desenhadas para o viajante que procura desfrutar do meio natural. O tempo de caminhada, bicicleta e canyoning referido no programa é calculado tendo em conta um ritmo tranquilo, incluindo paragem para refeições ou simplesmente para desfrutar da paisagem.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Açores

Atividades

Bicicleta, Canyoning, Observação de baleias, Snorkeling, Trekking

Dormida

Hotel: 6 noites, Guesthouse: 1 noite

Transportes

Barco, Bicicleta, Carrinha

Reservas

Min: 5 | Max: 12

Voo não incluído.

Valor indicativo: 250€

Testemunhos

Excelente viagem para conhecer o 'triângulo dourado', com um grupo fantástico e acompanhado por um líder que conseguiu transmitir-nos a sua paixão pelos Açores.
Bruno G.
Viagem absolutamente fantástica! A descida de bicicleta da Caldeira à Horta, no Faial, é um delírio!
Marilia C.
Experiência inesquecível nas ilhas centrais da Atlântida, com altos (Pico) e baixos (fajãs), céus estrelados, águas quentes, gastronomia ímpar e fotografias intensas. Acima de tudo, um grupo e um guia que proporcionaram uma experiência humana única.
Rui L.