Viagem Esgotada

Os Povos da Indonésia

Com Rita Andrade 29 set a 16 out 2017

Em mais de dezassete mil ilhas convive uma diversidade de povos que se divide por centenas de grupos étnicos. Muçulmanos, budistas, hindús, cristãos e comunidades crentes em cultos de mortos e deuses locais. Juntos formam a Indonésia.

Vamos conhecê-los e partilhar com eles os seus costumes e tradições, enquanto exploramos o maior arquipélago do mundo ao longo desta aventura. Atravessamos paisagens de selva e mergulhamos em praias idílicas. Caminhamos até aldeias isoladas por trilhos onde só se chega a pé e acordamos ao som das orações nas frenéticas cidades. Subimos a um vulcão, navegamos a bordo de um veleiro, observamos os dragões de komodo e passeamos de bicicleta por entre templos e aldeias. Esta é uma viagem de contrastes, onde irá estar exposto a milhares de estímulos diferentes.

  • Impacto cultural
    Partilhará alguns dias com comunidades ancestrais, com costumes bastante diferentes dos a que está habituado.
  • Esforço físico
    Subida à cratera do vulcão Bromo e caminhada em Tana Toraja serão as atividades mais exigentes da viagem. As atividades são acessíveis a todos.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples, mas com as condições mínimas de higiene asseguradas. Pernoitamos 3 noites em barco. Longas viagens de transportes públicos.

29 set a 16 out 2017

1760 €18 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 1000€

Outras datas disponíveis:

Viagem Esgotada

Se pretender ser notificado da existência de novas vagas para esta data, subscreva a lista de interessados.

Subscrever

Percurso

Dia 1Chegada a Yogyakarta (Ilha de Java)

Yogyakarta, carinhosamente tratada pela população local como “Jogja”, é reconhecida como a capital cultural da ilha de Java - a ilha deste arquipélago onde começa a nossa aventura. A Rita estará à sua espera para o receber no aeroporto e levar ao alojamento na cidade.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Yogyakarta

Logo pela manhã, começamos a explorar Yogyakarta. De becak (o nome indonésio para o rickshaw a pedais) percorremos as ruas do centro da cidade, para as primeiras sensações de novos ambientes, cores, cheiros, sons. Entramos no Kraton, o Palácio Real da altura dos sultões de Yogyakarta, dos templos de glória da cidade, que hoje se encontra muito bem preservado. Vamos também espreitar o Taman Sari, que foi reconstruído por um arquiteto português. É um espaço que apela ao descanso e meditação, antes de voltarmos ao rebuliço das ruas. Nada melhor para nos embrenharmos nos hábitos da população local do que almoçarmos pelas bancas de rua. Depois, seguimos para o complexo de templos Prambanan, classificado como Património Mundial pela UNESCO, com tempo para nos deixarmos perder no seu encanto e esplendor.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Borobudur

Pela manhã, deixamos a cidade e vamos até Borobudur onde se encontra o maior templo budista do mundo, também ele Património Mundial da UNESCO. Deixamos a visita ao templo para a manhã seguinte e hoje lançamo-nos a explorar a zona que o rodeia. Para emergimos no quotidiano de uma Indonésia rural, montamos em bicicletas e fazemos um passeio pelas aldeias. Vamos pedalar por entre arrozais e plantações de tabaco (um dos sustentos da região), ateliers de cerâmica e ainda uma fábrica de batik (uma técnica de tingimento em tecido artesanal originária da ilha de Java).

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 4Borobudur

Hoje é dia de madrugar. Acordamos antes de o sol nascer, ao som da oração que se faz ouvir ao longe e rompe a madrugada. Novamente de bicicleta, pedalamos agora no escuro até ao templo que dá nome ao lugar onde nos encontramos. À medida que a luz do sol vai inundando os céus vamos descobrindo as stupas gigantes do templo de Borobudur. Originalmente um templo hindu, foi depois convertido em templo budista. Esteve muitos anos ao abandono, devido ao rápido e forte crescimento do islamismo na região e foi engolido pela selva envolvente até ser redescoberto em 1814 por colonos ingleses. A visita ao enorme complexo vai tomar-nos toda a manhã para que possa desfrutar do local com a tranquilidade que ele merece, contemplar as suas estátuas de Buda e relevos esculpidos na rocha. O espaço é enorme, mas a Rita vai orientá-lo para que não lhe escapem os detalhes que mais a marcam. Da parte da tarde, deambulamos entre aldeias e outros templos, que estão ligados ao templo de Borobudur numa geometria perfeita. Para nos deslocarmos recorremos agora a uma carroça puxada a cavalo, o método de transporte usado antes de existirem veículos motorizados por aqui e que ainda faz parte do quotidiano de muitos habitantes.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 5Viagem para Cemoro Lawang

Regressamos a Yogyakarta onde apanhamos um comboio para Surabaya. Abstemo-nos de explorar Surabaya, uma grande mas desinteressante cidade, e seguimos de carrinha para Cemoro Lawang, na base do vulcão Bromo, que vamos explorar na próxima madrugada. Ao fim da tarde, somos novamente presenteados por um majestoso pôr do sol, num miradouro a mais de 2000 metros de altitude. Será uma noite bem mais fresca que as anteriores.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Vulcão Bromo e Voo para Makassar (Ilha de Sulawesi)

Voltamos a madrugar, mas prometemos que não se vai arrepender. Subimos em jipes até aos 2700 metros de altitude, onde nos espera uma vista deslumbrante sobre o Bromo e os vulcões vizinhos, enquanto o sol vai surgindo no horizonte. Depois, é hora de conhecer este famoso vulcão mais de perto e subir à sua cratera. Para além da beleza agreste, o vulcão Bromo tem também uma grande relevância cultural. Uma importante tradição local é a das oferendas que lhe são realizadas na altura das festas religiosas hindus. Junte-se aos locais e compre um ramo de flores para lhe atirar. Regressamos ao alojamento para tomarmos um merecido pequeno-almoço e, de seguida, continuamos a nossa jornada - primeiro até Cemoro Lawang, de onde seguimos para o aeroporto de Surabaya. A meio da tarde, apanhamos um voo com destino a Makassar, na ilha Sulawesi. Chegamos já de noite e descansamos num hotel da cidade. Anteriormente chamada de Ujung Pandang, a cidade de Makassar é a maior cidade no leste da Indonésia, conhecida desde o século XVI como um porto de prosperidade, principalmente para o comércio de especiarias. Os primeiros colonos europeus foram os portugueses, substituídos depois pelos holandeses no século XVII. Apesar deste legado histórico, é uma cidade pouco fascinante para visitarmos e vai servir-nos apenas de local de pernoita para, no dia seguinte, rumarmos para norte em busca de novas aventuras.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 7Rantepao

Pela manhã, arrancamos numa longa viagem de autocarro local para Rantepao, que nos toma cerca de nove horas. Ao longo do percurso, vamos poder observar as mudanças na paisagem à medida que seguimos para norte. Chegamos ao final do dia a Rantepao, a cidade que nos abriga no coração de Tana Toraja. Esta singular região, conhecida como a "Terra dos Reis Celestiais”, é afamada pelos seus inigualáveis ritos funerários. Prepare-se para experiências muito singulares, numa região onde os seus habitantes partilham o dia a dia com os seus familiares mortos que, para eles, continuam na sua companhia.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 8Aldeias de Tana Toraja

Hoje junta-se a nós o Daud, um indonésio de uma aldeia local, que nos vai dar a conhecer algumas aldeias de Tana Toraja, bem como os seus orgulhosos cemitérios. Vemos a sepultura de Londa e os túmulos na pedra de Lemo com as suas estátuas Tau Tau, talhadas em madeira e semelhantes aos mortos que representam. São muitos os elementos de ligação aos mortos que os habitantes locais têm nestes lugares. Embora isto possa impressionar os mais sensíveis, a forma como os habitantes de Toraja encaram a relação com os seus entes já falecidos é muito natural e obriga-nos a olhar para ela com naturalidade neste contexto.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 9Caminhada pelos trilhos de Tana Toraja

Depois do pequeno almoço, colocamos em pequenas mochilas uma muda de roupa e o indispensável para passar uma noite, e partimos para uma caminhada de dois dias pelos trilhos que ligam as aldeias de Tana Toraja. Vamos caminhar ao longo de florestas de bambu e arrozais, cruzando-nos com os locais, nos seus percursos quotidianos. As crianças vão para a escola e os adultos para os campos de cultivo. Muitas das aldeias só têm ligação por estes trilhos, onde não passam carros, pelo que o modo de vida é ainda muito rudimentar. Pernoitamos numa casa tradicional. Chamam-se tongkonan, são construídas em madeira e os seus telhados lembram simultaneamente, barcos e os chifres de um búfalo. A família que a habita vai ser a nossa anfitriã por esta noite e podemos contar com um jantar confecionado à boa maneira local. A aldeia é rodeada por arrozais e, ao fundo, montanhas decoram o horizonte. Os carros não chegam cá. São os búfalos que ajudam no árduo trabalho diário nos campos que permitem às famílias pagar as grandiosas cerimónias fúnebres para os seus entes queridos. Estas cerimónias reúnem toda a família, mesmo os que agora já moram em ilhas distantes.

Alimentação: Pequeno-almoço, jantar
Dormida: Casa familiar

Dia 10Caminhada pelos trilhos de Tana Toraja

Despertamos numa casa tradicional como os locais, ao som dos galos e das crianças a brincar logo aos primeiros raios de sol. A simplicidade desta vida Toraja juntamente com as suas crenças fascinam qualquer visitante de terras distantes, como nós. Depois do pequeno-almoço, que deverá ser algo como arroz e ovos, despedimo-nos da família que nos acolheu e continuamos a nossa caminhada por Tana Toraja, sempre admirando o verde intenso que nos rodeia. No final da nossa caminhada apanhamos “boleia” de ojeks (moto taxis), que nos levam a Rantepao, de onde tínhamos partido no dia anterior. Vai ter ainda tempo para relaxar, antes de apanharmos o autocarro noturno para Makassar, onde vamos chegar de madrugada

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Autocarro noturno

Dia 11Voo para Labuan Bajo (Ilha das Flores)

Voamos de Makassar para Labuan Bajo, na ilha das Flores. O nome foi-lhe atribuído pelos portugueses e a religião mais proeminente continua a ser a católica, resultado do colonialismo português na ilha. Depois de visitarmos templos budistas, cruzarmo-nos com o hinduísmo, ouvirmos a chamada à oração das mesquitas e entrarmos nos cemitérios de Toraja, na ilha das Flores vamos encontrar igrejas católicas e uma devoção mais espectável a outros lugares do mundo. Labuan Bajo é uma vila piscatória com muito movimento, de onde partem os transportes para todas as pequenas ilhas que lhe são próximas.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 12Kanawa

Depois de tantos dias de transportes de um lado para o outro, hoje acordamos já a pensar no paraíso. De manhã cedo, embarcamos até uma pequena ilha para nos deliciarmos com este mar quente, azul turquesa e cheio de surpresas subaquáticas. Passamos o dia a relaxar na praia de areia branca, com a tentadora possibilidade de descobrir as maravilhas existentes debaixo de água.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Bungalow de praia

Dia 13Kanawa e Labuan Bajo

Hoje pode acordar ao seu próprio ritmo, pois não temos atividades previstas para a manhã. Pode simplesmente relaxar na praia, ler um livro ou dar mais uns mergulhos para observar a colorida fauna marinha. Durante a tarde, regressamos a Labuan Bajo e, antes de jantar, vamos deixar a bagagem ao barco onde vamos passar os próximos dias a navegar por estes mares. Vamos estar a bordo de um phinisi, um barco à vela de dois mastros inspirado nos tradicionais barcos das tribos konjo. Desfrutamos do último pôr do sol em terra, antes de deixarmos a ilha das Flores. Ao fim da noite, subimos a bordo da nossa nova casa e meio de transporte, com vista para o mar e inúmeras ilhas no horizonte.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Cabine de barco

Dia 14Navegação pelo PN Komodo, Rinca e Laba

Começamos a velejar pela madrugada. Se não tiver um sono muito leve, nem vai dar pelo barco zarpar, mas vai saber bem se testemunhar daqui os primeiros raios de sol do dia, enquanto toma um pequeno-almoço típico indonésio - possivelmente a famosa "banana jaffle" e um chá ou café a acompanhar. Despertar neste barco faz-nos ressurgir o sentimento infantil de estar dentro de um filme de piratas em direcção a Rinca, uma ilha no Parque Nacional de Komodo, onde habitam os imponentes lagartos gigantes: os dragões de Komodo. Vamos desembarcar e fazer uma caminhada pela ilha, onde vemos de perto esta espécie e o resto da fauna que com ela convive. De tarde, paramos na ilha Gili Laba, onde voltamos a desembarcar para nova caminhada que nos leva até ao ponto mais alto da ilha. Desfrute com calma desta vista inesquecível. Alternativamente (ou porque não ambos?) poderemos saltar para dentro de água, com tubo e máscara de snorkeling, para um mergulho ao largo da ilha. Regressamos ao barco e navegamos pela noite dentro em direção à ilha de Moyo. 

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Cabine de barco

Dia 15Navegação pelas ilhas de Moyo e Bola

Na ilha de Moyo fazemos mais uma paragem nesta viagem marítima. Se o tempo permitir, sugerimos um refrescante banho na cascata da ilha. Para quem prefira a água salgada e os tons de azul turquesa, a praia é sempre uma deliciosa alternativa que vai ter ao dispôr. À tarde, voltamos a parar para apreciar novas paisagens, onde vai poder voltar a fazer snorkeling. O tempo passado no barco faz-nos sentir numa aventura marítima de outros tempos, e entre tempo para leitura, relaxamento, conversas e degustação de deliciosos pratos indonésios cozinhados a bordo, podemos ainda aprender mais sobre esta vida de ilha em ilha conversando com a tripulação que nos acompanha. E fique atento: se observar o mar que nos rodeia, além das inúmeras ilhas poderá conseguir ver grupos de golfinhos, tartarugas curiosas e até mesmo tubarões. Durante a tarde, navegamos até à ilha de Bola, onde atracamos para passar a noite.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Cabine de barco

Dia 16Navegação até Lombok e Ubud (Ilha de Bali)

Durante manhã, fazemos a última paragem antes do nosso destino, na ilha Kenawa. Seguimos então até Lombok, onde deixamos o barco e nos despedimos da tripulação que nos acompanhou ao longo destes dias. A nossa aventura marítima ainda não terminou, pois embarcamos agora num barco rápido que, em pouco tempo, nos leva até à ilha de Bali, a única do arquipélago da Indonésia que é maioritariamente hindu. Dirigimo-nos à charmosa Ubud, localizada no interior. Bali significa “Ilha dos Deuses” e durante a nossa pequena estadia na ilha vamos descobrir porquê.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 17Ubud

Acordamos em Ubud para os últimos momentos da viagem. Vai ser um dia para passear, relaxar e absorver a energia muito própria deste lugar. Percorremos os arrozais envolventes à cidade, passando por pequenos ateliers de artistas locais. Tomamos um atalho de volta à movimentada rua principal para visitarmos o Palácio e, claro, o mercado local, antes de seguirmos o nosso passeio até à encantada Floresta dos Macacos. Com a viagem quase a terminar, pode encontrar artesãos locais, a quem pode comprar uma recordação e, quem sabe, fazer uma massagem antes de regressar a casa. Havendo vontade e energia, à noite podemos ainda assistir a um espetáculo de danças balinesas.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 18Ubud e Voo de Regresso

Hoje é dia de despedidas. A Rita vai deixá-lo ao aeroporto de Ngurah Rai, em Denpassar, de onde irá partir rumo a casa. Fim dos nossos serviços.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Alojamento durante todo o programa
16 pequenos-almoços, 2 almoços e 3 jantares
Transportes locais durante todo o programa
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)
Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem

Exclui:

Voos internacionais
Entradas em monumentos (cerca de 55€)
Alimentação não especificada (cerca de 12€/dia)
Extras pessoais como bebidas, telefone, etc
Vistos
Seguro individual

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Os portugueses estão abrangidos pelo programa de isenção de vistos para estadias inferiores a 30 dias. Basta apresentar o passaporte (com validade mínima de 6 meses após a data de final da viagem) e bilhete de avião de ida e volta. Esta isenção é válida para entrada nos seguintes aeroportos: Batam, Surabaia, Medan, Bali e Jacarta. Caso não entre por nenhum dos aeroportos especificados, deverá fazer um visa on arrival, à chegada ao país. Em qualquer dos casos, nunca deverá exceder o prazo indicado no seu visto. Enquanto permanecer na Indonésia, deverá trazer consigo fotocópias das páginas relevantes do passaporte para fins de identificação e guardar o original em lugar seguro.

     

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Nesta viagem, as características do alojamento vão variar muito na qualidade dos serviços que oferecem, o que é o resultado das condições disponíveis em cada um dos lugares onde a viagem passa.
    Na maioria das povoações dormimos em hotéis ou guesthouses, em quartos normalmente de duas camas, mas nalguns casos o grupo poderá ter que se dividir em quartos com cama dupla ou triplos. Normalmente a casa de banho é privativa, mas pode não estar assegurada em todos os locais. As casas de banho terão maioritariamente sanitários europeus mas pontualmente poderão ser de tipo asiático.
    Na noite passada na casa familiar, na aldeia em Toraja, o grupo dorme todo no mesmo espaço em colchões no chão, com um cobertor e uma almofada. Não precisamos necessariamente de saco-cama mas, para maior conforto, sugerimos que leve o seu próprio lençol-cama. Há apenas uma casa de banho ao estilo asiático e, noutra divisão, um recipiente cheio de água com um púcaro à nossa disposição para tomarmos banho (de água fria).
    Na viagem de autocarro noturno temos bancos confortáveis e espaçosos em que ficamos quase deitados, uma manta e um pequena almofada à nossa disposição. Em todo o caso, temos de nos lembrar que estamos na Indonésia e as condições das estradas não são exatamente iguais aos standards europeus. Por isso, pode ter dificuldade em dormir bem nessa noite. Em todas as viagens de autocarro, conte com escassas e curtas paragens, apenas para usar a casa de banho (sempre ao estilo asiático) e comprar comida.
    Num dos locais da viagem, na ilha de Kanawa, dormimos em cabanas, estilo bungalow. Ficam duas pessoas por bungalow e têm casa de banho bastante simples, sem água quente (mas faz bastante calor). São simples, mas têm condições razoáveis de higiene e permitem-nos passar uma noite descansada numa ilha paradisíaca. Aqui, há acesso limitado a electricidade.
    As noites passadas no barco são feitas em cabine/camarote com cama dupla (para duas pessoas) e os sanitários são partilhados. Opcionalmente os viajantes poderão dormir no convés, em colchões individuais disponibilizados juntamente com uma manta. Há wi-fi disponível em alguns dos alojamentos, mas a internet é normalmente lenta.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir.

  • Se pretender chegar a Yogyakarta uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Ubud no fim da viagem?

    Se pretender chegar a Yogyakarta um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos em Ubud, no final da viagem.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Quer marque o voo por si ou através de nós, e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os seus detalhes de voo para que possamos passá-los ao Líder Nomad. Desta forma, ele estará à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina (https://www.consultadoviajante.com) como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

Indonésia

Atividades

Descoberta cultural, Caminhada, Navegação, Bicicleta

Dormida

Hotel - 8 noites, Guesthouse - 4 noites, Casa familiar - 1 noite, Cabine de barco - 3 noites, Bungalow de praia - 1 noite

Transportes

Avião, Moto-taxi, Bicicleta, Barco, Comboio, Autocarro, Carrinha, Jipe 4x4, Carroça

Reservas

Min: 5 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 1000€

Testemunhos

Ouvi um vulcão, aprendi a gostar do som das orações ao longe, e das osgas bem perto. Comi arroz todos os dias sem me fartar, e comida spicy sem chorar (muito). Vi nasceres-e-pôres do sol incríveis, dragões de Komodo, e um concerto de rock no meio do nada. Encontrei o Nemo (vários, vá), dormi numa aldeia de Toraja, procurei a ursa maior em alto mar, assisti a um funeral, adormeci na proa de um barco-pirata vezes sem conta.
Ana M.
De tudo, ficaram três coisas: as pessoas - autóctones e nómadas (em especial), - as fotografias/objectos trazidos, e por fim, a vontade de voltar
Ana Luísa M.
Foi uma viagem muito interessante, porque proporcionou um contacto próximo com vários grupos de habitantes da Indonésia, partilhando as suas realidades
Paula C.