Os Povos da Indonésia

Com Rita Andrade

Em mais de 17 000 ilhas, convive uma diversidade de povos que se divide por centenas de grupos étnicos. Muçulmanos, budistas, hindus, cristãos e comunidades crentes em cultos de mortos e deuses locais - juntos formam a Indonésia, o maior arquipélago do mundo.

Uma aventura entre o frenesim das cidades asiáticas, paisagens selvagens e praias de um azul-turquesa idílico. Caminhamos até aldeias isoladas por trilhos onde só se chega a pé, atravessando florestas de bambu e arrozais, para descobrir rituais fúnebres únicos. Acordamos ao som das orações e visitamos espantosos templos hindus e budistas. Subimos ao vulcão Bromo, conhecemos os dragões-de-komodo e navegamos num veleiro até à ilha de Rinca, antes de terminarmos na idílica Bali. Uma viagem que nos mostra os contrastes étnicos e as inúmeras singularidades da Indonésia. 

  • Impacto cultural
    Partilhamos alguns dias com comunidades ancestrais, de costumes bastante diferentes aos que estás habituado.
  • Esforço físico
    A subida à cratera do vulcão Bromo e a caminhada em Tana Toraja são os momentos mais exigentes da viagem. Todas as atividades são acessíveis a todos.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples, mas com as condições mínimas de higiene asseguradas. Pernoitamos três noites em barco e realizamos longas viagens de transportes públicos.

Novas datas brevemente

2100 €18 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 900€

Viagem Esgotada

Se pretender ser notificado da existência de novas datas para esta viagem, subscreva a lista de interessados.

Subscrever

Percurso

Dia 1Chegada a Yogyakarta - Ilha de Java

Yogyakarta, carinhosamente tratada pela população local como Jogja, é reconhecida como a capital cultural da Ilha de Java - a ilha deste arquipélago onde começa a nossa aventura. A Rita estará à tua espera para te receber no aeroporto e levar-te ao alojamento na cidade.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Yogyakarta

Logo pela manhã, começamos a explorar Yogyakarta. De becak, o nome indonésio para o rickshaw a pedais, percorremos as ruas do centro da cidade, para as primeiras sensações de novos ambientes, cores, cheiros e sons. Entramos no Kraton, o Palácio Real da altura dos sultões de Yogyakarta, dos tempos de glória da cidade, que hoje se encontra muito bem preservado. Vamos também espreitar o Taman Sari, que foi reconstruído por um arquiteto português. É um espaço que apela ao descanso e à meditação, antes de voltarmos ao rebuliço das ruas. 


Nada melhor para nos embrenharmos nos hábitos da população local do que almoçarmos pelas bancas de rua. Depois, seguimos para o complexo de templos Prambanan, o maior templo hindu da Indonésia erguido no século IX, classificado como Património Mundial pela UNESCO. É um exemplo dos traços arquitetónicos hindus e não nos deixa indiferentes, sobretudo perante a imponência da estrutura central, com 47 metros de altura. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Borobudur

Pela manhã, deixamos a cidade e vamos até Borobudur, onde se encontra o maior templo budista do mundo, também ele considerado Património Mundial pela UNESCO. Mas deixamos a visita ao templo para a manhã seguinte e hoje lançamo-nos a explorar a zona que o rodeia. 

Para mergulharmos no quotidiano de uma Indonésia rural, montamos em bicicletas e fazemos um passeio pelas aldeias. Vamos pedalar por entre arrozais e plantações de tabaco, um dos sustentos da região, visitar ateliers de cerâmica e ainda uma fábrica de batik, uma técnica ancestral de tingimento em tecido artesanal, originária da ilha de Java. É um dia que nos permite aproveitar o ar livre, conhecer os meios de subsistência da população e as suas práticas tradicionais artesanais.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 4Borobudur

Hoje é dia de madrugar. Acordamos antes do sol nascer, ao som da oração que se faz ouvir ao longe e rompe a madrugada. Novamente de bicicleta, pedalamos agora no escuro até ao templo que dá nome ao lugar onde nos encontramos. À medida que a luz do sol vai inundando os céus, vamos descobrindo as stupas gigantes do templo de Borobudur. Originalmente um templo hindu, foi depois convertido em templo budista. Esteve muitos anos ao abandono, devido ao rápido e forte crescimento do islamismo na região, e foi engolido pela selva envolvente até ser redescoberto em 1814 por colonos ingleses. A visita ao enorme complexo vai tomar-nos toda a manhã, para que possas desfrutar do local com a tranquilidade que ele merece, e contemplar as suas estátuas de Buda e relevos esculpidos na rocha. O espaço é enorme, mas a Rita vai orientar-te para que não te escapem os detalhes mais marcantes. 

A tarde é livre e podes optar por relaxar ao calmo ritmo envolvente, entre arrozais e plantações, ou para passear ou pedalar entre as aldeias por perto, aproveitando para desfrutar do último pôr do sol nesta zona central de Java. No dia seguinte, rumamos bem cedo à zona este da ilha.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 5Viagem para Cemoro Lawang

Regressamos a Yogyakarta, onde apanhamos um comboio para Surabaya. Abstemo-nos de explorar Surabaya, uma grande mas desinteressante cidade, e seguimos de carrinha para Cemoro Lawang, na base do vulcão Bromo, que vamos explorar na próxima madrugada. Ao fim da tarde, somos novamente presenteados por um majestoso pôr do sol, num miradouro a mais de 2000 metros de altitude. Será uma noite bem mais fresca que as anteriores.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Vulcão Bromo e Voo para Makassar

Voltamos a madrugar, mas prometemos que não te vais arrepender. Subimos em jipes até aos 2700 metros de altitude, onde nos espera uma vista deslumbrante sobre o Bromo e os vulcões vizinhos, enquanto o sol vai surgindo no horizonte. Não te esqueças do teu agasalho, pois enquanto o sol não chega faz frio lá em cima. Depois, é hora de conhecer este famoso vulcão mais de perto e subir à sua cratera. Para além da beleza agreste, o vulcão Bromo tem também uma grande relevância cultural. Uma importante tradição local é a das oferendas, que lhe são realizadas na altura das festas religiosas hindus. Junta-te aos locais e compra um ramo de flores para atirar ao vulcão.

Regressamos ao alojamento para tomarmos um merecido pequeno-almoço e, de seguida, continuamos a nossa jornada - primeiro até Cemoro Lawang, de onde seguimos para o aeroporto de Surabaya. A meio da tarde, apanhamos um voo com destino a Makassar, na ilha Sulawesi. Chegamos já de noite e descansamos num hotel da cidade. Anteriormente chamada de Ujung Pandang, a cidade de Makassar é a maior cidade do Leste da Indonésia, conhecida desde o século XVI como um porto de prosperidade, principalmente para o comércio de especiarias. Os primeiros colonos europeus foram os portugueses, substituídos depois pelos holandeses no século XVII. Apesar deste legado histórico, é uma cidade pouco fascinante para visitarmos e vai servir-nos apenas de local de pernoita, para no dia seguinte rumarmos a norte em busca de novas aventuras.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 7Rantepao

Pela manhã, arrancamos numa longa viagem de autocarro local para Rantepao, que nos toma cerca de dez horas. Ao longo do percurso podemos observar as mudanças na paisagem, à medida que seguimos para norte. Chegamos ao final do dia a Rantepao, a cidade que nos abriga no coração de Tana Toraja. Esta singular região, conhecida como a "Terra dos Reis Celestiais”, é afamada pelos seus inigualáveis ritos funerários. Prepara-te para experiências muito singulares, numa região onde os seus habitantes partilham o dia a dia com os seus familiares mortos que, para eles, continuam na sua companhia.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 8Aldeias de Tana Toraja

Hoje dedicamos o dia inteiramente à descoberta dos orgulhosos costumes e rituais da cultural local. Para isso, junta-se a nós o Daud, um indonésio de uma aldeia vizinha, que nos dá a conhecer algumas povoações de Tana Toraja e nos explica em profundidade as suas tradições. Aqui, a morte e os funerais representam o momento mais importante de celebração, pois simbolizam a transição para a vida eterna - o Puya. Visitamos cemitérios, onde vemos a sepultura de Londa e os túmulos na pedra de Lemo com as suas estátuas Tau Tau, talhadas em madeira e semelhantes aos mortos que representam. São muitos os elementos de ligação aos mortos que os habitantes locais têm nestes lugares. 


Embora isto possa impressionar os mais sensíveis, a forma como os habitantes de Toraja encaram a relação com os seus entes já falecidos é muito natural e obriga-nos a olhar para ela com naturalidade neste contexto. Se ainda nos sobrar tempo, mudamos de tema e fazemos uma visita ao mercado, também ele impressionante à sua maneira. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 9Caminhada Trilhos de Tana Toraja

Depois do pequeno-almoço, colocamos em pequenas mochilas uma muda de roupa e o indispensável para passar uma noite, e partimos para uma caminhada de dois dias pelos trilhos que ligam as aldeias de Tana Toraja. Vamos caminhar ao longo de florestas de bambu e arrozais, cruzando-nos com os locais, nos seus percursos quotidianos - as crianças a caminho da escola e os adultos dos campos de cultivo. 


Pernoitamos num tongkonan, casas tradicionais construídas em madeira cujos telhados lembram, simultaneamente, barcos e os chifres de um búfalo. A família que a habita vai ser a nossa anfitriã por esta noite e podemos contar com um jantar confecionado à boa maneira local. A aldeia é rodeada por arrozais e, ao fundo, montanhas decoram o horizonte. São os búfalos que ajudam no árduo trabalho diário nos campos, que permite às famílias pagar as grandiosas cerimónias fúnebres para os seus entes queridos, que reúnem toda a família, mesmo os que morem em ilhas distantes.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Casa familiar

Dia 10Caminhada Trilhos de Tana Toraja

Despertamos numa casa tradicional como os locais, ao som dos galos e das crianças a brincar logo aos primeiros raios de sol. A simplicidade desta vida Toraja e as crenças omnipresentes fascinam qualquer visitante de terras distantes, como nós. Depois do pequeno-almoço, que deverá ser algo como arroz, chá e café, despedimo-nos da família que nos acolheu e continuamos a nossa caminhada por Tana Toraja, sempre admirando o verde intenso que nos rodeia. No final da nossa caminhada, apanhamos boleia de ojeks (mototáxis), que nos levam a Rantepao, de onde tínhamos partido no dia anterior. Ainda tens tempo para relaxar antes de apanharmos o autocarro noturno para Makassar, onde chegamos de madrugada

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Autocarro

Dia 11Voo para Labuan Bajo

Ainda de madrugada, voamos de Makassar para Labuan Bajo, na ilha das Flores. O nome foi-lhe atribuído pelos portugueses e a religião mais proeminente continua a ser a católica, resultado do passado colonialista. Depois de visitarmos templos budistas, de nos cruzarmos com o hinduísmo, de ouvirmos a chamada à oração das mesquitas e entrarmos nos cemitérios de Toraja, na ilha das Flores vamos encontrar igrejas católicas e uma devoção diferentes. 

Labuan Bajo é uma vila piscatória com muito movimento, de onde partem os transportes para todas as pequenas ilhas que lhe são próximas. A viagem rouba-nos grande parte do dia, mas certamente chegaremos a tempo de assistir ao pôr do sol e descansar da viagem, antes de um merecido jantar no mercado de peixe, comprovando a frescura dos ingredientes locais. 

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 12Kanawa

Depois de tantos dias em transportes, a andar de um lado para o outro, hoje acordamos já a pensar no paraíso. De manhã cedo, embarcamos até uma pequena ilha para nos deliciarmos com um mar quente, azul turquesa e cheio de surpresas subaquáticas. O dia é livre e pode ser passado a relaxar nesta praia de areia branca, com a tentadora possibilidade de descobrir as maravilhas existentes debaixo de água. É a altura ideal para pôr a leitura em dia e, ao final do dia, quem alinha em assistir ao pôr do sol no ponto mais alto desta pequena ilha?

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Bungalow

Dia 13Navegação Parque Nacional Komondo e Rinca

Hoje podes acordar ao teu próprio ritmo, pois não temos atividades previstas até meio da manhã. Podes simplesmente relaxar na praia, ler um livro ou dar mais uns mergulhos para observar a colorida fauna marinha.

Ainda durante a manhã, subimos a bordo de um phinisi, um barco à vela de dois mastros, inspirado nas tradicionais embarcações das tribos konjo. Nos próximos dias, esta será a nossa nova casa e meio de transporte, com vista para o mar e inúmeras ilhas no horizonte. Começamos por navegar até à ilha de Rinca, onde teremos oportunidade de observar os dragões-de-komodo, uma espécie endémica e o maior lagarto do mundo.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Barco

Dia 14Navegação Parque Nacional Komodo

Começamos a velejar pela madrugada. Se não tiveres um sono muito leve, nem dás pelo barco zarpar, mas vai saber bem se testemunhares daqui os primeiros raios de sol do dia, enquanto tomas um pequeno-almoço típico indonésio - possivelmente a famosa banana jaffle, e um chá ou café a acompanhar. Despertar neste barco faz ressurgir o sentimento infantil de estar dentro de um filme de piratas.

Ainda durante a manhã, desembarcamos na ilha de Padar para uma caminhada que nos leva até ao ponto mais alto da ilha. Desfruta com calma desta vista inesquecível. Regressamos ao nosso barco para viajarmos até à ilha Long, para descontrair nesta idílica praia, ou até saltar no imenso azul, com tubo e máscara de snorkeling, num mergulho ao largo da ilha. 

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Barco

Dia 15Navegação Parque Nacional Komondo e Labuan Bajo

Hoje navegamos até às ilhas de Kelor e Bidadari. O tempo passado no barco faz-nos sentir numa aventura marítima de outros tempos, e entre tempo para leitura, relaxamento, conversas e degustação de deliciosos pratos indonésios cozinhados a bordo, podemos ainda aprender mais sobre esta vida de ilha em ilha, conversando com a tripulação que nos acompanha. E fica atento: se observares o mar que te rodeia, além das inúmeras ilhas, talvez consigas ver grupos de golfinhos, tartarugas curiosas e até mesmo tubarões. 

Após a última refeição a bordo, despedimo-nos do nosso barco e da simpática tripulação que nos acompanhou nos últimos dias. Estamos de regresso a Labuan Bajo e a tarde é livre, para que possas descontrair e assimilar todas as vivências maravilhosas dos últimos dias.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Hotel

Dia 16Voo para Bali e Ubud

Logo pela manhã, regressamos ao aeroporto para o último voo da nossa aventura indonésia. Sobrevoamos dezenas de ilhas, que surgem diante dos nossos olhos como pequenos pontos verdes num imenso mar azul-turquesa. O curto voo leva-nos até à ilha de Bali, a única do arquipélago da Indonésia que é maioritariamente hindu. Dirigimo-nos à charmosa Ubud, localizada no interior. Bali significa Ilha dos Deuses e durante a nossa pequena estadia na ilha vamos descobrir o porquê.

Alimentação: None
Dormida: Guesthouse

Dia 17Ubud

Acordamos em Ubud para os últimos momentos da viagem. Vai ser um dia para passear, relaxar e absorver a energia muito própria deste lugar. Aproveitamos a brisa matinal para descobrir um dos templos mais emblemáticos da ilha: o Pura Tirta Empul, conhecido pelos seus rituais de purificação. Passeamos também pela incontornável Floresta dos Macacos, uma enorme reserva natural na área de Pandagtegal, onde habitam centenas de macacos, um dos animais sagrados do hinduísmo. Reza a lenda que um exército destes animais salvou Ravana do demónio; esta era a mulher de Rama, considerada uma reencarnação do deus Vishnu, elevando então os macacos a um ser abençoado. Dentro da floresta, encontramos três templos dedicados a três deuses diferentes: Shiva, Ganga e Prajapati. Um lugar carregado de misticismo e crenças. 

Com a viagem quase a terminar, vais encontrar artesãos locais, a quem podes comprar uma recordação e, quem sabe, fazer uma massagem tradicional antes de regressar a casa. Havendo vontade e energia, à noite podemos ainda assistir a um espetáculo de danças balinesas.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 18Ubud e Voo de Regresso

Hoje é dia de despedidas. Vamos deixar-te ao aeroporto de Ngurah Rai, em Denpassar, de acordo com o horário do teu voo. Estás pronto para o regresso a casa, com esta aventura pelas ilhas da Indonésia bem viva na memória. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa, incluindo voos internos
15 pequenos-almoços, 3 almoços e 3 jantares

Exclui:

Voos internacionais
Alimentação não especificada (cerca de 15€ por dia)
Entrada em monumentos (cerca de 65€)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Os portugueses estão abrangidos pelo programa de isenção de vistos para estadias inferiores a 30 dias. Basta apresentares o passaporte, com validade mínima de seis meses após a data de final da viagem, e os bilhetes de avião de ida e volta. Esta isenção é válida para entrada nos seguintes aeroportos: Batam, Surabaia, Medan, Bali e Jacarta. Caso não entres por nenhum dos aeroportos especificados, deverás fazer um visa on arrival, à chegada ao país. Em qualquer dos casos, nunca deverás exceder o prazo indicado no teu visto. Enquanto permaneceres na Indonésia, deves ter contigo fotocópias das páginas relevantes do passaporte para fins de identificação e guardar o original em lugar seguro.

  • Se quiser chegar a Yogyakarta uns dias mais cedo, posso reservar convosco o alojamento? E se quiser ficar mais dias em Ubud no fim da viagem?

    Se quiseres chegar a Yogyakarta um ou mais dias antes da data de início da viagem, podemos reservar-te noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar-te noites extra no mesmo alojamento que usamos em Ubud, no final da viagem.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem.

    Na maioria das povoações, dormimos em hotéis ou guesthouses, em quartos normalmente de duas camas, mas em alguns casos o grupo poderá ter que se dividir em quartos com cama dupla ou triplos. Normalmente a casa de banho é privativa, mas pode não estar assegurada em todos os locais. As casas de banho terão maioritariamente sanitários europeus, mas pontualmente poderão ser de tipo asiático.

    Na noite passada na casa familiar, na aldeia em Toraja, o grupo dorme todo no mesmo espaço em colchões no chão, com um cobertor e uma almofada. Não precisamos necessariamente de saco-cama mas, para maior conforto, sugerimos que leves o teu próprio lençol-cama. Há apenas uma casa de banho ao estilo asiático e, noutra divisão, um recipiente cheio de água com um púcaro para tomarmos banho (de água fria).

    Na viagem de autocarro noturno, os bancos são confortáveis e espaçosos, em que ficamos quase deitados, e temos uma manta e uma pequena almofada. Em todo o caso, temos de nos lembrar que estamos na Indonésia e as condições das estradas não são exatamente iguais aos padrões europeus, por isso podes ter dificuldade em dormir bem nessa noite. Em todas as viagens de autocarro, conta com escassas e curtas paragens, apenas para usar a casa de banho - sempre ao estilo asiático - e comprar comida.

    Num dos locais da viagem, na ilha de Kanawa, dormimos em cabanas estilo bungalow. Ficam duas pessoas por bungalow, com casa de banho bastante simples, sem água quente (mas está bastante calor). São simples, mas têm condições razoáveis de higiene e permitem-nos passar uma noite descansada numa ilha paradisíaca. Aqui, o acesso à eletricidade é limitado.

    As noites passadas no barco são feitas em cabine/camarote, com cama dupla (para duas pessoas) e sanitários partilhados. Opcionalmente, os viajantes poderão dormir no convés, em colchões individuais disponibilizados juntamente com uma manta. Há wi-fi disponível em alguns dos alojamentos, mas a internet é normalmente lenta.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    A alimentação na Indonésia é muito variada e costuma ser relatada como uma grande experiência da viagem. Sendo o quarto país mais populoso do mundo, com milhares de ilhas e centenas de grupos étnicos, esta diversidade reflete-se na gastronomia, que vai mudando de região para região. No entanto, o elo comum é o arroz, presente até ao pequeno-almoço. 

    O frango é a proteína mais comum, mas também se usa marisco e peixe, e numa das ilhas pode-se experimentar carne de búfalo. No entanto, há diversidade e não haverá problema para vegetarianos. A comida é normalmente muito condimentada e geralmente picante, mas há alternativas caso não seja do teu agrado. Nos mercados, encontramos frutas muito variadas que terás a oportunidade de experimentar. A cerveja local é também muito apreciada, principalmente quando bem fresca ao final de um dia em cheio. Conta com a ajuda da líder Nomad, sempre presente para contextualizar a cultura gastronómica e te ajudar a escolher os melhores petiscos.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda da Indonésia é a rupia indonésia (IDR) e é na moeda local que fazemos os pagamentos durante a viagem. Podes levantar dinheiro localmente em máquinas ATM ou podes levar euros de Portugal para trocar na Indonésia. A Rita vai indicar-te quais os melhores sítios para o fazer e em que cidades vais encontrar ATMs, para que possas planear os levantamentos. Os cartões de crédito para efetuar pagamentos podem não ter uma aceitação generalizada. 

    Alguma da alimentação não está incluída no valor da viagem, nem bebidas ou snacks que queiras comprar em algum momento. Deves contar com cerca de 15€ por dia para a alimentação não incluída. Conta ainda com cerca de 65€ para entradas em monumentos e mais algum dinheiro para os teus extras pessoais. 

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares um fundo de emergência de cerca de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Há wi-fi disponível em alguns dos alojamentos, restaurantes e cafés, mas a internet é normalmente lenta e pode não estar disponível ao longo de todo o dia. Há eletricidade quase todos os dias. Num dos locais da viagem, na ilha de Kanawa, dormimos em cabanas estilo bungalow, onde o acesso à eletricidade é limitado. A rede de telemóvel também está disponível todos os dias e, nas cidades, há uma boa cobertura de rede 3G.

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Nesta viagem recorremos a um leque muito alargado de meios de transporte. Temos uma viagem de comboio diurna de cerca de quatro horas, dois voos entre ilhas e vários trajetos de autocarros e carrinhas privadas. O percurso que nos leva ao vulcão Bromo é feito em jipes exclusivamente para o nosso grupo. Temos ainda um longo percurso de barco, que nos leva a descobrir várias ilhas no Parque Nacional Komondo ao longo de três dias, com muitas paragens para visitarmos áreas naturais e desfrutarmos de águas paradisíacas. Para além das grandes deslocações, fazemos pequenos trajetos de mototáxi, autocarros locais e bicicleta.

  • Como é o clima durante a viagem?

    A Indonésia tem um clima tropical húmido, com temperaturas estáveis ao longo do ano, variando entre os 32ºC de máximas e 20ºC de mínimas. Durante a viagem, em locais de maior altitude, vamos sentir temperaturas menores: no Bromo, onde ao nascer do sol as temperaturas podem aproximar-se dos 5ºC; em Tana Toraja, uma zona montanhosa onde as temperaturas são mais baixas, principalmente à noite, podendo baixar um pouco dos 20ºC. A época de chuvas estende-se entre entre outubro e abril, apesar de poder chover fora desses meses, dado o clima tropical da região. Java e Sulawesi são as ilhas com mais chuva durante o ano e provavelmente durante a nossa viagem. 

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Indonésia

Atividades

Caminhada, Descoberta cultural, Navegação

Dormida

Barco: 2 noites, Bungalow: 1 noite, Casa familiar: 1 noite, Guesthouse: 4 noites, Hotel: 9 noites

Transportes

Autocarro, Avião, Barco, Bicicleta, Carrinha, Comboio, Jipe, Mototáxi, Rickshaw

Reservas

Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 900€

Testemunhos

Mais do que uma viagem, os dias foram feitos de pessoas. Com elas, tanto aprendi, descobri e partilhei! Tantas vivências e tradições genuínas! Tantos lugares percorridos e absorvidos. Um país feito de contrastes e diversidade!
Maria D.
De tudo, ficaram três coisas: as pessoas, fotografias e objetos de recordação, e uma vontade de voltar.
Ana Luísa M.
A diversidade cultural que atravessamos ao longo dos dias faz-nos duvidar que estamos sempre no mesmo país. É difícil eleger um ponto alto desta viagem: templos, vulcões, praias de corais, ilhas paradisíacas… A lista é infindável.
Mário C.