O Segredo do Magrebe

Misteriosa e de uma história rica, abraçada pelo mar Mediterrâneo e pelo Deserto do Sara, a Argélia é um tesouro por revelar. Por aquele que é atualmente o maior país africano, já passaram berberes, romanos, otomanos e franceses. O resultado é uma multiplicidade cultural e religiosa que seduz até os mais viajados.

Começamos por desvendar o segredo do Magrebe descobrindo a sua carismática capital, Argel - a Paris do Norte de África -, e Constantine, a incontornável cidade das pontes. Os tímidos traços urbanos destas metrópoles contrastam com o legado milenar de lugares como Timgad ou Djémila: vastas e impressionantes cidadelas romanas, onde nos alheamos do mundo moderno e respiramos História. Mas a verdadeira aura de mistério revela-se em Ghardaia e nas aldeias do Vale do M’zab. Num cenário uniformemente pintado de pastel, os vultos brancos das mulheres mzabitas, integralmente cobertas pelo haik, representam o conservadorismo, o recato e os rigorosos preceitos da religião ibadita, simbolizando plenamente os segredos que a região tem por descobrir.

  • Impacto cultural
    A Argélia é um país muçulmano, com tradições e costumes bastante diferentes dos nossos. Encontras um povo simpático e disponível.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física, para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples mas cómodos, sem desvirtuar o nosso estilo de viagem. A maioria das deslocações são em transportes públicos.

Novas datas brevemente

980 €10 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 300€

Viagem Esgotada

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Percurso

Dia 1Chegada a Argel

O Pedro vai estar à tua espera no Aeroporto Internacional de Argel, para te dar as boas-vindas à Argélia. A primeira paragem é no hotel, onde terás tempo para te acomodares e conhecer os restantes elementos do grupo.

Dominada pelos franceses até 1962, a história de Argel confunde-se com a ocupação gaulesa, e a capital é conhecida como a Paris do Magrebe. Dependendo da tua hora de chegada, podes ainda ter tempo de dar os primeiros passos pela cidade.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Argel

Começamos o dia à descoberta do labiríntico Kasbah, a antiga cidadela islâmica, distinguida como Património Mundial pela UNESCO. Perdemo-nos neste complexo bairro por entre ruas, ruelas e travessas, onde edifícios decadentes contrastam com o pulsar das gentes e tradições que persistem. Cruzamos vielas repletas de artesãos, ceramistas, sapateiros, padeiros, latoeiros e costureiros. Descobrimos a mesquita, o palácio Mustapha Bacha e edifícios anónimos que escondem estátuas, mosaicos e pátios misteriosos.

Mais tarde, visitamos o icónico jardim botânico e subimos de teleférico até ao Memorial dos Mártires, um dos pontos mais altos de Argel com uma soberba vista panorâmica sobre a cidade. Ao cair da noite, passeamos nas movimentadas artérias do bairro Bab el Oued, onde as fachadas brancas e ornamentadas dos edifícios lembram a arquitetura parisiense.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Djémila e Constantine

Partimos de autocarro em direção a um lugar singular no continente africano. A maior e mais conservada cidadela romana do Magrebe, Djémila - a bela, em árabe - surpreende pelo seu legado histórico e imponência. Calcorreamos o impressionante complexo, descobrindo os seus vários templos, o bairro cristão, o teatro, o fórum e o famoso Arco de Caracalla. Sobra ainda tempo para explorar o Museu de Djémila e admirar os impressionantes mosaicos romanos, que cobrem cerca de 1700 metros quadrados da área do museu. 

Absorvidos pelo legado romano, regressamos à estrada e dirigimo-nos para Constantine, conhecida como a cidade das pontes. A luz de fim de tarde propõe um primeiro vislumbre da cidade velha. Deixamo-nos deambular pelo centro, ou aproveitamos para relaxar e absorver o ritmo dos locais, desfrutando de uma shisha numa das várias esplanadas do bairro.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Constantine

Constantine é impressionante à primeira vista e apaixonante nos detalhes. A terceira cidade argelina é um espetáculo natural, adornado pela mão humana: rasgada pelo rio Rhumel, a cidade ergue-se no topo de vertiginosos desfiladeiros que formam uma espécie de fortaleza natural. A uni-los estão as várias pontes, que não só caracterizam a cidade como ditam as dinâmicas do dia a dia.

Dedicamos a manhã a explorar a cidade velha. Perdemo-nos nas intricadas ruas que desembocam em miradouros com vistas arrepiantes, atravessamos as pontes e descobrimos histórias de batalhas milenares, exploramos fervorosas avenidas de comércio local. Após um revigorante almoço com vista para a ponte Melah Sliman, visitamos um dos ícones da cidade: o Palácio d’Ahmed Bey, uma das últimas construções otomanas na Argélia. Percorremos demoradamente os claustros e contemplamos os mosaicos e cerâmicas de estilo mourisco.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 5Timgad e Ghoufi

O dia começa em viagem. A bordo de uma carrinha, partimos rumo às famosas ruínas de Timgad, último reduto do Império Romano no norte de África. Construída no mandato do Imperador Trajano, Timgad destinava-se a aumentar a área de influência de Roma naquela região e, graças à sua localização estratégica, beneficiava as rotas comerciais e oferecia proteção contra os ataques nómadas e berberes. Embrenhados na história, deambulamos pelas ruínas e admiramos as imponentes estruturas do Arco de Trajano e do teatro, cuja acústica ainda hoje surpreende.

Seguimos em direção à Garganta de Ghoufi, um longo canyon escavado pelo rio Abiod, que atravessa toda a região de Tifelfel M'Chouneche. São cerca de quatro quilómetros de palmeirais, rio e escarpa - um oásis no coração da árida paisagem argelina. Saciados de história e natureza, é tempo de parar para almoçar, para depois seguir caminho, com destino à cidade de Biskra, onde passamos a noite.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Viagem para Ghardaia

De agulhas apontadas a sul, apanhamos um autocarro local com destino a Ghardaia: a capital do peculiar Vale de M’zab e a nossa base nos próximos dias. À medida que descemos no planisfério, a temperatura aumenta e o ar torna-se mais seco. Afinal, o Sahara fica ao 'virar da esquina', e o temperamento do maior deserto de África começa a apoderar-se da paisagem e dos nossos corpos. 

É já noite quando chegamos a Ghardaia. Do nosso alojamento, conseguimos contemplar a paisagem desértica, que nos vai aguçando a curiosidade para descobrir esta sedutora e misteriosa região.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 7Ghardaia e Vale do M'zab

O Vale do M’zab, considerado Património Mundial pela UNESCO no princípio da década de 80, alberga cinco aldeias fortificadas: Ghardaia, Melika, Beni Isguen, Bou Noura e El-Atteuf. Distintas nos traços identitários, todas permanecem culturalmente cristalizadas, e por isso envoltas numa neblina de dogma e mistério, mas também de curiosidade e sedução. Para esta aura de secretismo contribuem também as mulheres de Ghardaia: símbolo incontornável da religião ibadita, deslizam timidamente pelas aldeias, protegidas pelo manto branco, o haik, que lhes cobre todo o corpo, deixando destapada uma mínima brecha para um dos olhos - a sua pequeníssima janela para o mundo. 

Na expectativa de desvendar a cultura mzabita, começamos a nossa manhã a explorar as aldeias históricas de Ghardaia e Melika. Deixamo-nos perder no emaranhado de ladeiras e vielas características, de cores térreas em tons de pastel. Passeamos pelo centro e descobrimos os mercados, sentindo o pulso do quotidiano local.

À tarde, já com as energias repostas, visitamos a aldeia de Benis Isguen e o seu mercado, onde assistimos a um peculiar leilão. O dia culmina com um jantar tradicional, onde teremos oportunidade de experimentar algumas iguarias locais.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Guesthouse

Dia 8Ghardaia e Vale do M'zab

Nas povoações do Vale do M’Zab, a arquitetura obedece aos rigorosos padrões da religião e dos códigos sociais: as aldeias organizam-se em torno das mesquitas e crescem por ruas e ruelas labirínticas. As casas, em tudo semelhantes entre si, de tons arenosos e com pequeníssimas janelas, são desenhadas não só para proteger os habitantes das elevadas temperaturas locais, como também para refletir os valores fundamentais da sociedade mzabita: igualdade de classes, sentido de comunidade, reserva e respeito pela privacidade.

É esta a realidade que observamos em cada uma das aldeias do vale. E é tempo de descobrir mais uma: El Atteuf. Passamos a manhã a explorar esta povoação, atentos às semelhanças e singularidades. Ao almoço, regressamos a Ghardaia. A tarde é livre e convida a que te percas nos mercados e bazares, à descoberta do artesanato local.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 9Argel

A nossa aventura pela Argélia aproxima-se do fim. Voamos em direção a Argel e, pelo caminho, contemplamos a paisagem árida e montanhosa do norte do país, rota habitual dos povos berberes da região. 

Após um almoço reconfortante na capital, visitamos a emblemática Notre-Dame D’Afrique: a maior catedral do país e símbolo de coabitação religiosa pacífica. Depois, e em jeito de despedida, deambulamos pela marginal de Argel e celebramos o final da nossa aventura no animado bairro Bab el Oued. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 10Voo de Regresso

É o dia das despedidas. O Pedro vai levar-te ao aeroporto de Argel, de onde partes para o teu regresso a casa. Para trás, fica uma inesquecível experiência num dos países mais singulares do norte de África.

Alimentação: -
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa, incluindo voo interno
8 pequenos-almoços e 1 jantar
Atividades e visitas descritas no programa

Exclui:

Voos internacionais
Alimentação não especificada (cerca de 18€ por dia)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Sim. A Nomad recomenda a Visateam para o tratamento do visto de que precisas para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para te ajudar em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone ou email, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto.

  • Podem reservar-me noites extra no início e fim da viagem?

    A Nomad pode reservar-te noites extra no início e/ou no fim da viagem. No entanto, está sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te toda a informação sobre preços e disponibilidade.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos hotéis bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São hotéis que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem. Em todo o caso, esta viagem desenrola-se na rua, por isso conta com muito pouco tempo nos alojamentos. 

    Privilegiamos alojamentos simples, pequenos e geridos por locais, onde somos acolhidos por um staff amigável, já familiarizado com os grupos de viagem da Nomad. No entanto, devido à fraca oferta hoteleira, em Constantine pernoitamos num hotel de uma cadeia internacional. Todos os quartos têm casa de banho privativa e acesso à internet.  

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    A gastronomia da Argélia, como grande parte da culinária do Magrebe, é uma mistura de tradições berberes, árabes, francesas e judaicas. A base da alimentação é o trigo, seja na forma de cuscuz - elemento essencial na cozinha do país - ou de pão pita.

    Conta com pratos à base de carnes, principalmente carneiro e galinha, mas também de camelo, e à base de peixe, principalmente sardinha, na região de Argel. Os vegetais e frutas também fazem parte da dieta argelina, não sendo, no entanto, tão frequentes. Ainda assim, se fores vegetariano, não terás dificuldade em encontrar opções adequadas e saborosas. 

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda local é o dinar argelino (DZD) e podes trocar euros por dinares ao chegares a Argel. Nas cidades, encontras máquinas ATM disponíveis. Exceto em Argel e Constantine, a aceitação de cartões é fraca, pelo que recomendamos que tenhas dinheiro contigo.  

    Durante a viagem, não está incluída alguma da alimentação. Também não estão incluídas água e outras bebidas, nem algum snack que queiras fazer num local de paragem. Estimamos que gastes cerca de 18€ por dia na alimentação não incluída.

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares um fundo de emergência de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Temos acesso a internet e eletricidade nos alojamentos. Em alguns trechos da viagem, poderá não haver rede de telemóvel, mas nas cidades, regra geral, há uma boa cobertura de rede 3G.

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Nesta viagem, usamos maioritariamente autocarros públicos. Noutras ocasiões, recorremos a uma carrinha privada. Percorremos distâncias longas, portanto conta passar algumas horas a desfrutar das cénicas paisagens argelinas - uma média de cinco horas por deslocação, sendo a mais longa de nove horas. Na última grande deslocação, entre Ghardaia e Argel, recorremos a um voo interno. Dentro das cidades, andamos maioritariamente a pé, mas poderemos recorrer a táxis, teleféricos ou outros transportes públicos para conveniência em algumas deslocações.

  • Como é o clima durante a viagem?

    Na Argélia o clima é árido e quente. Nesta região de África, as temperaturas tendem a ser elevadas durante todo o ano. No entanto, a amplitude térmica é considerável. Após o pôr do sol, a perda de calor é abrupta, pelo que deves esperar noites bastante frias.

  • Nesta viagem há restrições de vestuário?

    Nesta viagem, há algumas restrições de vestuário. A Argélia é um país conservador no que toca a respeitar os costumes, mas não extremo. A ideia de base é fazer como os locais. Estas restrições não são lei. No entanto, o não cumprimento pode levar a que te seja recusada a entrada em vários monumentos, mesquitas e até aldeias históricas, como as do Vale do M’zab.

    Não se vêem mulheres com os ombros ou pernas expostas, por isso é recomendável evitar camisas de alças ou saias e calções acima dos joelhos. Para os homens, usar calções é pouco aconselhável. Já o uso de camisa de manga curta ou t-shirts não levanta quaisquer problemas.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Argélia

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Guesthouse: 3 noites, Hotel: 6 noites

Transportes

Autocarro, Avião, Carrinha

Reservas

Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 300€

Testemunhos

Viagem tranquila e enriquecedora através dum país surpreendente, cheio de história e contrastes culturais, com um povo simpático e acolhedor.
Luísa G.
Um país ainda inexplorado que vale a pena conhecer, sentir o seu pulsar e usufruir da afabilidade das suas gentes.
Tiago N.
Surpreendente a história deste país. É especialmente admirável a dimensão e magnificência das cidades romanas de Timgad e Djémila. A viagem foi tranquila e o Pedro é um líder fantástico.
Mariana S.