Cancelada

No Reino do Ceilão

Com Rita Andrade 21 jan a 05 fev 2021

Templos ancestrais, florestas luxuriantes, pessoas encantadoras, aromas inconfundíveis, berço do chá mais famoso do planeta e praias paradisíacas - é apenas um pouco de tudo o que tens para descobrir no Sri Lanka.

Ignorado durante décadas devido à dura guerra civil, o antigo Reino do Ceilão começa agora a despertar o interesse de viajantes de todo o mundo. Descobre um país ímpar, onde diversas culturas e religiões andam de mãos dadas com uma natureza arrebatadora. Perde-te no rebuliço de Colombo e encontra-te na magia de Sri Prada, a montanha sagrada. Apaixona-te pela simplicidade da cultura tamil e pela beleza natural desta ilha distante, onde ainda encontras traços da herança portuguesa.

  • Impacto cultural
    És recebido por um povo hospitaleiro e alegre, num país onde convivem budistas, hindus, muçulmanos e cristãos.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física, sendo o momento mais exigente a subida à montanha de Sri Pada, durante a noite. Em cinco horas, subimos (e descemos) 5000 degraus. Apesar do calor e da humidade, os restantes dias são mais tranquilos.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples, mas asseados. A maioria dos quartos são duplos ou triplos, com casa de banho privada. Viajamos sobretudo de transporte privado.

21 jan a 05 fev 2021

1400 €16 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 800€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

1400€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Negombo

À chegada ao aeroporto, vai estar à tua espera a líder Nomad Rita Andrade. Após o descanso da viagem, e mediante a tua hora de chegada, terás oportunidade de deambular pelas ruas da cidade apelidada pelos cingaleses de Pequena Roma, tendo o primeiro contacto com a população e a cultura do Sri Lanka.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Colombo

Hoje, após uma curta viagem, dedicamos o dia a descobrir a capital do Sri Lanka. Influente porto comercial no Índico, Colombo é uma cidade singular, onde budistas, hindus, muçulmanos e cristãos vivem em comunhão. Descobrimos o caótico bairro de Pettah, o mais antigo e multicultural da cidade, e os seus magníficos bazares. A agitação de Pettah pode ser esmagadora, mas é no coração de Colombo que vais sentir o verdadeiro pulso do Sri Lanka. Deixa-te impressionar pelos seus templos, mesquitas e igrejas. 

Após um dia marcado pelo rebuliço da capital, nada melhor do que assistir ao pôr do sol na marginal da zona mais elegante de Colombo: Galle Face. Junta-te às dezenas de cingaleses e prova as iguarias locais servidas pelos vendedores ambulantes. Uma das mais famosas é o kottu roti, pedaços de pão chato partido em pedaços e salteados com carne, legumes ou ovo. Vais aperceber-te que a sua preparação nas muitas bancas de rua também é responsável por uma banda sonora muito característica ao Sri Lanka. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Galle e Tangalle

Sabias que os primeiros europeus a chegar ao Sri Lanka eram portugueses? Decorria o ano de 1505 quando D. Lourenço de Almeida invadiu o Sri Lanka, na altura conhecido como Ceilão, e estabeleceu acordos comerciais com o rei de Kotte, então capital do reino. Com o passar dos anos, a coroa portuguesa conquistou toda a costa oeste e este da ilha – regiões onde ainda hoje facilmente se encontram vestígios da presença lusitana. O forte de Galle, expoente máximo da presença portuguesa na ilha, é atualmente uma cidade cheia de vida, onde a cada esquina encontramos uma galeria de arte, uma loja de design, um restaurante, um café ou artesãos a vender as suas obras nas envelhecidas ruelas da fortaleza. Ao final da tarde, seguimos rumo a Tangalle, com o oceano Índico no horizonte. 

Alimentação: -
Dormida: Guesthouse

Dia 4Tangalle

Acordar junto a uma das praias mais belas do Índico é um privilégio. Hoje, o dia é livre - podes dedicar-te à arte de chapinhar e bronzear, na paradisíaca praia onde nos encontramos baseados. Para os mais ousados, há aulas de surf, mergulho ou as tradicionais massagens ayurvédicas – uma medicina alternativa desenvolvida na Índia, há cerca de 7000 anos.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 5Tangalle e Ella

A paradisíaca praia de Tangalle convida a um despertar tranquilo. A manhã de hoje é livre e estás  no local ideal para relaxares à sombra de uma palmeira, enquanto desfrutas dos famosos cocos do Ceilão. 
À tarde, partimos para a viagem mais longa desta aventura. Das praias do sul até à província de Uva, conhecida por albergar as plantações do famoso chá cingalês, são cerca de seis horas de caminho. A nossa primeira paragem é na pitoresca aldeia de Ella, onde vamos passar a noite.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Ella

Dedicamos o dia ao famoso chá do Ceilão. Trazido pelos ingleses no século XIX, o chá é atualmente o bem mais precioso do país. Logo pela manhã, aventuramo-nos numa caminhada pelas infinitas plantações de chá de Ella e temos oportunidade de conhecer os Tamil, os habitantes desta região. Originários do sul da Índia e crentes do hinduísmo, foram trazidos para o Sri Lanka pela coroa britânica, durante a era colonial, para trabalhar nos campos de chá. Ainda hoje, são uma minoria marginalizada pela sociedade cingalesa, apesar do seu trabalho num dos ícones da cultura do país. Durante a nossa visita, convivemos com esta comunidade, enquanto conhecemos a difícil realidade vivida no bairro Tamil de Ella, inserido nas plantações.

O culminar da nossa caminhada é a subida a um pico elevado, conhecido como Little Adam’s Peak, que nos recompensa com vistas deslumbrantes sobre as plantações de chá que visitamos e sobre o imenso verde do vale de Ella.

Mais tarde, à boleia de simpáticos tuk-tuks, deslocamo-nos até uma das fábricas da região - uma oportunidade única para descobrires os segredos deste magnífico mundo de paladares e aromas. E ao jantar, a descoberta continua: deliciamo-nos com um lamprai, iguaria típica da região feita à base de arroz e vegetais, cozinhados envoltos em folhas de bananeira.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 7Nuwara Eliya

Hoje o dia começa sobre carris. Considerado por muitos o trajeto de comboio mais bonito do mundo, a viagem entre Ella e Nuwara Eliya é, acima de tudo, uma experiência cultural. Viajamos em segunda classe, na companhia dos habitantes locais. É fácil apaixonarmo-nos pelo cenário arrebatador que lentamente cruza as nossas janelas e abraçarmos um dos momentos mais emocionantes da nossa jornada. 

Depois de três horas, chegamos então ao nosso destino, Nuwara Eliya. Fundada pelos ingleses no século XIX, é também conhecida por Pequena Inglaterra. Aproveitamos a tarde para conhecer melhor esta cidade de contrastes onde clubes privados, campos de golfe e hotéis de época convivem com mercados de especiarias, tuk-tuks e lassie bars. Terminamos o dia com um jantar diferente, num dos hotéis mais requintados de Nuwara Eliya, o Grand Hotel. A construção original data do século XIX e seria uma casa de férias para o então governador do Ceilão. Com quase 200 anos, já albergou inúmeras personagens históricas e é também conhecido por ser a casa das mesas de bilhar mais antigas do Ceilão, mantidas imaculadas por um staff muito dedicado. 

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 8Sri Pada

A poucas horas de Nuwara Eliya, encontra-se um dos lugares mais simbólicos de toda a ilha: a montanha conhecida por Sri Pada. Para alguns, é a Pegada Sagrada deixada por Buda quando caminhava para o paraíso; para outros, este é o Pico de Adão, o primeiro sítio onde Adão chegou após ser expulso do paraíso; ou ainda Samanalakande, Montanha Borboleta, lugar onde as borboletas vão morrer. É um local envolto em enorme simbolismo e também o momento da viagem que te põe à prova fisicamente. Apesar de ser uma caminhada acessível a qualquer pessoa, chegar ao topo leva cerca de cinco horas, ao longo de 5000 degraus, que te exigem alguma perseverança. Ainda de noite, à luz das lanternas, arrancamos da base da montanha pela rota ancestral que ainda hoje conduz milhares de crentes ao topo. Na companhia de peregrinos com os seus japamalas, entregamo-nos à energia da montanha que nos brinda com um glorioso nascer do sol, certamente um dos momentos mais épicos da nossa jornada pelo Sri Lanka.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 9Kandy

Após uma noite passada na montanha e com várias horas a subir e descer degraus, é tempo de um merecido descanso. A manhã é, portanto, para recarregar baterias. Depois de almoço, seguimos de carrinha em direção a Kandy, a segunda cidade mais importante do país. Chegamos ao final da tarde, a tempo de desfrutar do pôr do sol junto ao grande lago de Kandy.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 10Kandy

Imponente e confusa, Kandy é a cidade cultural do Sri Lanka. Ocupamos a manhã a visitar os imponentes Jardins Reais de Peradeniya, os maiores da ilha. Durante a tarde, deambulamos pelas ruas e mercados de Kandy em busca de algumas das personagens mais carismáticas da cidade. 

Mas o melhor está reservado para o entardecer. Já viste dançarinos a caminhar sobre fogo? Surpreende-te com as danças tradicionais de Kandy. O nosso dia termina num dos tesouros nacionais: o grandioso Templo Sagrado do Dente de Buda onde, reza a lenda, se encontra um dente do próprio Buda guardado a sete chaves.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 11Dambulla e Polonnaruwa

Deixamos Kandy e apontamos agulhas à cidadela de Polonnaruwa, antiga capital do reino. Pelo caminho, visitamos um jardim de especiarias e ervas medicinais, onde vamos ficar a conhecer os poderes curativos de muitas plantas. Paramos ainda para visitar o famoso templo de Dambulla, Património Mundial da Humanidade. Escondido no interior de uma rocha, este lugar de culto impressiona pela dimensão e quantidade de frescos e estátuas que preenchem as cinco grutas do complexo. Seguimos para Polonnaruwa, onde chegamos ao final da tarde a tempo de contemplar os belos arrozais da região..

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 12Polonnaruwa

Há 800 anos, Polonnaruwa foi a capital da ilha. Centro religioso e comercial durante três séculos, a cidade é um verdadeiro museu a céu aberto. Gigantescas estátuas de Buda e grandiosas stupas convivem com uma extensa simbologia hindu. Percorremos a cidadela de bicicleta a um ritmo descontraído, sob o olhar de monges e peregrinos que aqui se deslocam diariamente. Após uma manhã a pedalar, nada como um revigorante almoço com vista privilegiada para a selva cingalesa. 

De energias renovadas, partimos para Sigiriya, onde somos recebidos por uma família local, que gere uma guesthouse onde passamos as próximas noites.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 13Sigiriya

Provavelmente a imagem mais icónica do país, o palácio de Sigiriya vale só por si uma visita ao Sri Lanka. Dedicamos, por isso, grande parte do dia a explorar este monumento construído sob um gigantesco rochedo de granito, considerado Património Mundial da Humanidade pela UNESCO. Dos jardins e piscinas reais, aos incríveis frescos e gravuras, passando pela arquitetura e surpreendente vista do topo do palácio, estas marcas de uma Ásia antiga não deixam ninguém indiferente. 

Resta-nos ainda tempo e propomos que seja para explorar os belos lagos das redondezas. Aventura-te numa caminhada pela luxuriante selva cingalesa, onde, com alguma sorte, podes observar pavões, búfalos e até elefantes entre muitos outros animais em puro estado selvagem.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 14Sigiriya

Hoje dedicamos a manhã a visitar as ruínas de Ritigala. A viagem até lá é, por si só, uma verdadeira aventura. Uma hora à boleia de tuk-tuks pela densa floresta leva-nos até um antigo mosteiro budista - um dos segredos mais bem guardados do Ceilão. A densa vegetação, as escadarias seculares e o silêncio da floresta transportam-nos no tempo para outra época. 

Vivemos um dos momentos altos desta viagem, quando, ao final da tarde, conquistamos o topo de Pidurangala, um impressionante rochedo no meio da luxuriante selva do Ceilão. Lá do alto, as vistas são soberbas: um oceano de verde que se perde no horizonte, em que apenas destoa o rochedo de Sigirya. Detemo-nos no topo de Pindurangala, apreciando o momento em que o sol se esconde, neste incrível miradouro natural. 

Esta noite reserva-nos um jantar especial. Nermala, a mãe da família que nos acolhe nestes dias em Sigirya, abre-nos as portas da sua cozinha para nos ensinar a confecionaro famoso caril do Sri Lanka, nas suas diferentes variedades. Depois de pormos as mãos na massa, partilhamos o jantar com os nossos anfitriões e deliciamo-nos, não só com as iguarias caseiras, mas também com as estórias que partilhamos à mesa.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 15Negombo

Aproximamo-nos a passos largos do final da nossa aventura. Hoje despedimo-nos de Sigiriya e regressamos a Negombo, não sem antes visitarmos mais um jardim de especiarias e plantas medicinais, com um sem-fim de usos e propriedades benéficas. Temos uma última tarde para deambular pelas ruas de Negombo ou fazer compras nos mercados da cidade, aproveitando ao máximo as últimas horas por estas terras, antes do último jantar de celebração da viagem.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 16Negombo e Voo de Regresso

Hoje é dia de despedidas. A Rita vai deixar-te ao aeroporto de Bandaranaike, de onde partes rumo a casa, depois de duas semanas memoráveis à descoberta desta ilha. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
12 pequenos-almoços

Exclui:

Voos internacionais

Visto
Alimentação não especificada (cerca de 15 € a 25€ por dia)

Entradas em Sigiriya (30€), Ruínas de Polonnaruwa (25€) e Templo de Dambulla (10€)
Outras entradas em monumentos (cerca de 50€)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Para visitar o Sri Lanka, precisas de uma autorização prévia online. A ETA (Electronic Travel Authorization) é válida por 30 dias, a contar da data de entrada no país. A Nomad recomenda a Visateam para o apoio ao pedido do visto que precisas para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação, tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para te ajudar em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone ou email, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto.

  • Podem reservar-me noites extra no início e fim da viagem?

    A Nomad pode reservar-te noites extra no início e/ou no fim da viagem. No entanto, está sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te toda a informação sobre preços e disponibilidade.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem.

    Viajar no Sri Lanka é, acima de tudo, uma experiência cultural. Como tal, em Sigiriya passamos três noites numa pequena guesthouse, na companhia da família que habita o local. A casa tem quartos de hóspedes para alugar e o grupo fica todo alojado no mesmo espaço, em quartos de duas ou três pessoas. Esta é uma oportunidade única para descobrir os costumes da ilha, provar os sabores de uma refeição caseira ou passar o serão a escutar as fantásticas estórias do povo deste país. 

    Todos os alojamentos desta viagem têm casa de banho privativa nos quartos e há internet wireless em quase todos os lugares.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    No centro da gastronomia do Sri Lanka, está o famoso rice & curry, nome que por si só é sinónimo de refeição, pois é quase sempre o menu, várias vezes ao dia. Com diversas influências trazidas pelo contexto histórico comercial, as especiarias têm um grande destaque. O caril é apresentado em pratos de carne, peixe e toda a variedade de vegetais, leguminosas e frutos - e normalmente são bastante picantes! Ainda que a ilha não seja grande, há no entanto bastante variedade, sendo que as especiarias fazem o ponto de ligação entre todos. A líder Nomad estará sempre presente para te contextualizar e ajudar a escolher os melhores petiscos. 

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda local é a rupia cingalesa (LKR). O mais prático é levares de Portugal dinheiro em euros e fazeres a troca para a moeda local à chegada ao aeroporto.

    O acesso a máquinas ATM é frequente, bem como a bancos onde poderás trocar dinheiro. Os cartões de crédito para efetuar pagamentos podem não ter uma aceitação generalizada. 

    Conta com 15€ a 25€ por dia para refeições não incluídas e com 115€ para visitas e entradas em monumentos. Conta ainda com mais algum dinheiro para atividades opcionais e para os teus extras pessoais. 

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares um fundo de emergência de cerca de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Há wi-fi em todos os alojamentos da viagem, mas por vezes o sinal é fraco. Também tens acesso a wi-fi em cafés e restaurantes. Há rede de telemóvel em todo o país e, nas cidades, há uma boa cobertura de rede 3G.

    Há acesso a eletricidade em todos os dias da viagem. Em alguns locais, precisas de um adaptador tipo D, mas podes comprar à chegada, se não tiveres. 

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Nesta viagem recorremos a vários transportes locais. Para viagens curtas, contamos com autocarros e tuk-tuks. Há uma viagem de cerca de três horas de comboio e um momento em que podemos passear de bicicleta (opcional). No entanto, a maioria das deslocações mais longas são feitas numa carrinha privada e com um condutor local que nos acompanha durante quase toda a viagem.

  • Como é o clima durante a viagem?

    O clima do Sri Lanka é tropical com duas estações distintas: uma estação seca e uma estação chuvosa. A nossa viagem decorre durante a estação seca (nas áreas visitadas). Contudo, dado o clima tropical, pode ocorrer chuva durante esta altura. As temperaturas máximas estão normalmente entre os 28ºC e os 34ºC, e as mínimas variam entre os 22ºC e os 26ºC. Em Nuwara Eliya, situada a 1990 metros de altitude, as temperaturas máximas rondam os 22ºC e as mínimas podem rondar os 10ºC. Na nossa subida ao Sri Pada (2243 m), ainda de madrugada, as temperaturas podem descer até abaixo dos 10ºC e, devido ao vento, pode ficar muito desagradável, pelo que convém ires preparado com um agasalho. 

  • A subida ao Sri Prada é muito difícil?

    Para muitos dos nossos viajantes, a subida ao Sri Prada, também conhecido por Adam’s Peak, é um dos momentos mais marcantes de toda a viagem. No entanto, a caminhada – como qualquer peregrinação – é dura. A subida de 5000 degraus em cerca de três horas separa-nos do templo construído no topo da montanha. Seguindo o exemplo dos restantes peregrinos, iniciamos a subida ainda de noite com o objetivo de alcançar o cume ao nascer do sol. Após a primeira hora de caminhada, chegaremos ao primeiro templo, pretexto ideal para o grupo se separar. Assim, a partir deste momento, cada um pode continuar ao seu ritmo, sendo o ponto de encontro o topo da montanha. Depois de assistirmos ao nascer do sol e às cerimónias no templo principal, começamos a descida, de cerca de duas horas, até ao hotel, onde um generoso pequeno-almoço estará à nossa espera.

    Se estiveres com dúvidas sobre a tua capacidade de chegar ao topo, não te preocupes. Podes sempre, em qualquer momento da subida, parar num lugar agradável e aguardar pela descida do resto do grupo, ou simplesmente regressar ao alojamento mais cedo - fica mesmo na base da subida -, sabendo que assististe a uma das peregrinações mais emblemáticas do continente asiático.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Sri Lanka

Atividades

Caminhada, Descoberta cultural

Dormida

Guesthouse: 11 noites, Hotel: 4 noites

Transportes

Autocarro, Carrinha, Comboio, Tuk-tuk

Reservas

Min: 4 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 800€

Testemunhos

O Sri Lanka foi uma revelação de beleza e exotismo. Desde a exuberância das paisagens, dominadas pelo verde, à simpatia dos habitantes, sempre dispostos a ajudar, tudo no Sri Lanka nos conquista.
Maria S.
Uma inebriante viagem à volta dos sentidos, durante a qual somos convidados a desafiarmos alguns dos nossos limites!
João C.
Sigiriya é um sitio mágico. O Milton, dono da casa familiar onde ficamos, tem um conhecimento brutal de história, plantas e animais. A família cozinha muito bem e são extremamente simpáticos.
Rute R.