Montanhas Malditas

Com Diogo Tavares 15 a 24 jul 2021

Em plenos Balcãs, as Montanhas Malditas estendem-se do norte da Albânia, até ao sudoeste do Kosovo, passando pelo Este montenegrino. A paisagem intocada, de profundos lagos glaciares, densas florestas alpinas e dramáticos picos rochosos faz jus à reputação desta cordilheira, também conhecida como Alpes Albaneses.

Poucos nomes são tão sugestivos como as Montanhas Malditas. Embrenhados num cenário alpino, percorremos os seus trilhos ao longo de uma jornada de trekking em semi-autonomia, onde cruzamos vales prístinos, atravessamos bosques de coníferas e descobrimos aldeias perdidas no tempo, partilhando refúgio com hospitaleiros pastores nómadas. Empenhamos esforço para conquistar desafiantes colos acima dos 1700 metros de altitude e somos brindados com vistas épicas, para impressionantes vales glaciares e magníficos cumes de pedra cinza-gelo que recortam o horizonte.

  • Impacto cultural
    Viagem focada na natureza. No entanto, serás acolhido por pequenas e hospitaleiras comunidades rurais desta região.
  • Esforço físico
    Em média, caminhamos 7 a 8 horas por dia, em ambiente de montanha com a mochila às costas (máximo de 10 kg). É um trekking em semi-autonomia, que exige boa condição física.
  • Nível de conforto
    Recorremos a uma rede de guesthouses de montanha, outrora abrigos de pastores. As condições são básicas. Pernoitamos cinco noites, maioritariamente, em camaratas mistas, com casas de banho partilhadas e duche de água quente. O hotel em Tirana é confortável.

15 a 24 jul 2021

950 €10 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 350€

Número de viajantes

950€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Tirana

Bem-vindo à Albânia. Quando chegares ao aeroporto, o Diogo, o líder Nomad desta viagem, vai estar à tua espera para te acompanhar ao nosso hotel, no centro da cidade. Mediante a tua hora de chegada, podes aproveitar o tempo para conhecer as coloridas avenidas e praças de Tirana, tendo o primeiro contacto com a população e a cultura locais.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Lago Koman e Valbonë

Deixamos para trás o buliço de Tirana e rumamos a norte, em direção à cadeia montanhosa dos Alpes Albaneses, também conhecida como Montanhas Malditas. Pelo caminho, navegamos no cénico lago Koman que segue por um profundo desfiladeiro. Cercados por colinas arborizadas e escarpas vertiginosas, cruzamos as águas cristalinas de um dos lagos mais belos dos Balcãs. 

A meio do dia, alcançamos a povoação de Valbonë e vislumbramos os pontiagudos maciços de calcário tão característicos da região. Aproveitamos a tarde para, descontraidamente, absorver os encantos desta pacata vila, antes de prepararmos a mochila para o trekking dos próximos dias.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 3Trekking Çerem

Erigida por camponeses no sopé das Montanhas Malditas, Valbonë é hoje conhecida como um dos pontos de acesso aos trilhos da região. Envolvidos no espírito de aventura, calçamos as botas e partimos rumo à montanha. 

O dia começa com o primeiro grande desafio deste trekking: alcançar o colo de Prosllopit (2030m). Seguimos por trilhos centenários, criados por pastores locais, que trespassam bosques alpinos e pradarias verdejantes. Ao subir o vale, alcançamos um singular abrigo de pastores onde nos detemos para apreciar as vistas sobre o pico Zla Kolata (2534m) - um dos mais emblemáticos picos dos Alpes Albaneses - e o Maja Roshit (2525m). A partir deste ponto, a floresta começa a rarear e, à medida que ganhamos altitude, a paisagem torna-se árida e rochosa. 

Enfrentamos um terreno intimidante e inclinado. Sem pressas, com o apoio dos bastões e empenhando alguma dose de perseverança, chegamos ao topo assinalado com um marco de fronteira. A compensação do esforço vem sob a forma de vistas avassaladoras sobre o canhão de Skirpa e os cumes montanhosos de Montenegro.

Revigorados pela paisagem, encaramos a longa descida até à pacata aldeia de Çerem. No caminho, voltamos a cruzar a linha imaginária que separa Montenegro da Albânia. À chegada, partilhamos dois dedos de conversa à volta do fogo e uma deliciosa refeição, preparada pela família que nos acolhe durante a noite . 

Distância: 13 km (7 a 8 horas)
Desnível: 1159 m positivo + 901 m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Guesthouse

Dia 4Trekking Dobërdol

Deixamos para trás a serenidade de Çerem para enfrentar mais uma grande jornada, predominantemente a subir. Bosque adentro, tomamos um trilho de mulas onde, outrora, comerciantes de gado, contrabandistas de tabaco e foragidos se cruzavam. Continuamos a subir a montanha até desembocar num idílico prado com soberbas vistas sobre o vale de Çerem. Já em território montenegrino, alcançamos o vilarejo de Balquin, uma pequena povoação com meia dúzia de casebres de madeira, que parece pertencer a outro tempo. 

Após pausa para almoço, continuamos a nossa travessia. Seguindo os cursos de água que se precipitam montanha abaixo, descemos o majestoso vale de Gashi, património nacional de Montenegro, numa caminhada tranquila que nos presenteia com vistas sobre o inconfundível planalto de Dobërdol.      

Aninhada num imenso vale glaciar, e habitada somente no verão por pastores semi-nómadas, a pitoresca aldeia de Dobërdol é uma das mais isoladas da região. Como manda a tradição, somos recebido com o típico queijo kajmak e rakia - a aclamada aguardente dos Balcãs.

Distância: 16 km (6 horas)
Desnível: 1038 m positivo + 464 m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Guesthouse

Dia 5Trekking Lago Hridsko

Espera-nos um dia exigente, mas a recompensa é proporcional ao esforço. Hoje, conquistamos o cume do Tromenda (2365m), a barreira natural que separa Albânia, Kosovo e Montenegro. 

O dia começa sereno. Seguimos por um trilho bem marcado que cruza o feroz rio de Dobërdol. Pelo caminho, encontramos pastores e avistamos os rebanhos que pontuam os verdes prados alpinos. À medida que nos afastamos da povoação, os terrenos planos dão lugar a íngremes encostas. Sem pressa, avançamos em direção à cumeada. 

Após uma última paragem para contemplar as vistas sobre o planalto de Dobërdol, atacamos o cume do Tromenda, também conhecido por The Three Borders (2366m). No topo, somos brindados com uma paisagem incrível: no horizonte, desenham-se os vales glaciares albaneses, as florestas alpinas de Montenegro e a majestosa Maja Ropës (2501m), uma das mais altas montanhas do Kosovo. 

Daqui para a frente o dia é predominantemente a descer. Apontamos a bússola para nordeste, em direção ao lago Hridsko. Escondido numa imensa floresta de coníferas e rodeado por rugosas formações rochosas, o Hridsko é um dos mais altos e belos lagos glaciares de Montenegro. Reza a lenda que a pureza do lago é tal que as fadas da montanha se banham regularmente nestas águas. 

Revigorados, tomamos um longo trilho, que desce floresta fora, para culminar num encantador albergue, localizado no coração da floresta de Babino Polje.  

Distância: 16 km (6 a 7 horas)
Desnível: 802 m positivo + 1072 m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Albergue

Dia 6Trekking Monte Bora

Após o pequeno-almoço, partimos para um curto trajeto jipe até à entrada do Parque Nacional Prokletije, onde iniciamos mais um dia de trekking. 

Imersos numa densa floresta de abetos e faias, percorremos, tranquilamente, aquele que é considerado um dos mais bem preservados bosques alpinos do país. À medida que vamos subindo, podemos apreciar a paisagem a rarear e vislumbrar vários arbustos e frutos autóctones, como o morango selvagem ou o mirtilo silvestre. Quando finalmente alcançamos o topo do monte Bor (2106m) somos surpreendidos pelas soberbas vistas sobre o maciço do Zla Kolata. Resguardados dos humores da montanha, descansamos junto a um afloramento rochoso, enquanto almoçamos e contemplamos o imponente canhão de Skirpa, que descemos pé ante pé no início da nossa aventura.

Após uma merecida pausa para almoço, voltamos a colocar a mochila às costas. Durante a tarde, caminhamos ao longo do vale de Zarunica. À medida que avançamos, observamos a transformação na paisagem: a vegetação rasteira começa a surgir, dando depois lugar à floresta que se adensa cada vez mais. Nas pradarias, vamos encontrando vacas, cabras e ovelhas que ali encontram pasto. Chegamos à pacata vila de Vusanje a tempo de desfrutar de uma cerveja enquanto o sol se esconde no horizonte.

Distância: 12 km (7 horas)
Desnível: 581 m positivo + 1136 m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Albergue

Dia 7Trekking Colo de Pejёs

Preparamo-nos para mais um grande desafio: conquistar o colo de Pejёs (1707m). Começamos o dia a bordo de um jipe que nos leva, através de um estradão, até ao vale de Ropojona. Daqui para a frente só se avança a pé. 

Após uma suave subida, alcançamos o lago Lićeni Gšfars. A paisagem é verdadeiramente impactante. À nossa frente, estende-se o glorioso vale glaciar de Runices, abraçado por íngremes maciços de rocha calcária. Esmagados pela força da paisagem, seguimos em direcção a sudoeste, onde um marco recorda que estamos a entrar em território albanês. O terreno, inclinado e, por vezes, traiçoeiro, convida a abrandar o ritmo e a desfrutar das vistas para as grandes montanhas de Kolajet (2498m) e Langojve (2502m). Antes de almoço, cruzamo-nos com um antigo bunker, herança da época comunista na região.

É tempo de dar tréguas às pernas e desfrutar de um revigorante almoço, com vistas privilegiadas para o icónico pico triangular Arapit (2217m). De energias renovadas, subimos os últimos metros até ao colo de Pejёs, onde somos recompensados com uma vista impressionante sobre o desfiladeiro de Theth, revelando-nos toda a sua escala e imponência. Atentos, seguimos caminho, agora a descer. O trilho é rochoso e estreito, o que nos obriga a avançar devagar. Serpenteando montanha abaixo, chegamos à carismática aldeia de Theth, onde uma família local nos aguarda para um jantar tradicional. 

Distância: 16 km (7 a 8 horas)
Desnível: 820m positivo + 1258m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço, jantar
Dormida: Guesthouse

Dia 8Trekking Colo de Valbonë

Despertamos cedo para o derradeiro dia da nossa aventura nas Montanhas Malditas. A partir de Theth, um caminho íngreme conduz-nos até uma idílica floresta de coníferas. Penetrando na floresta, continuamos a subir em ziguezague até ao famoso passo de Valbonë, onde somos brindados com vistas grandiosas. No horizonte, desenham-se o vale de Valbonë, o cume rugoso do Popluqes (2569 m) e o majestoso Maja Jezercës (2694m), a mais alta montanha dos Alpes Albaneses. A paisagem é soberba e dá-nos alento para o resto do caminho, que, a partir deste ponto, é sempre a descer. Serpenteando a montanha, descemos o longo trilho em direção à povoação de Valbonë, onde celebramos o final desta grande experiência.

Distância: 13 km (7 a 8 horas)
Desnível: 1100m positivo + 825 negativo

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 9Tirana

Pela manhã, após o pequeno-almoço, a carrinha que nos trouxe para a montanha vai agora levar-nos de volta a Tirana pelas estradas que descem os imponentes vales dos Alpes Albaneses. 

Passamos a tarde a percorrer as principais ruas e praças da capital da Albânia. O passado comunista é evidente na estrutura da cidade - toda a escala é imensa, com grandes quarteirões, bunkers labirínticos e praças colossais. O dia culmina com um jantar especial, onde nos é dada a conhecer a origem e riqueza da gastronomia local.   

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 10Tirana e Voo de Regresso

Chegou a hora de te despedires da Albânia. O Diogo vai levar-te ao aeroporto de Tirana de acordo com o horário do teu voo de regresso. Na bagagem, levas as memórias das montanhas alpinas e da extraordinária beleza natural desta região.

Alimentação: -
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
8 pequenos-almoços, 6 almoços e 5 jantares
Atividades e visitas descritas no programa
Entrada e autorizações de trekking nos Parque Naturais

Exclui:

Voos internacionais
Alimentação não especificada (cerca de 100€)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Na Albânia, em Montenegro e no Kosovo, os viajantes portugueses não precisam de visto. Basta apresentares o passaporte ou cartão de cidadão, com validade mínima de seis meses após a data de regresso.

  • Podem reservar-me noites extra no início e fim da viagem?

    A Nomad pode reservar-te noites extra no início e/ou no fim da viagem. No entanto, está sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te toda a informação sobre preços e disponibilidade.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem. Para este trekking, recorremos a uma rede de guesthouses de montanha, outrora abrigos de pastores. As condições são básicas, mas compensadas pela hospitalidade das famílias que nos acolhem. A maioria das noites serão passadas em camaratas mistas, com casas de banho partilhadas. As únicas exceções são as noites em Valbonë, Vusanje e Theth, onde pernoitamos em quartos duplos, triplos ou quádruplos, com casas de banho partilhadas. Todos os alojamentos dispõem de duche quente e providenciam lençóis e cobertores, pelo que não terás de levar saco-cama. Em Tirana, hospedamo-nos num hotel junto à principal praça da capital albanesa. Os quartos duplos têm casa de banho privativa com duche de água quente.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    Em Tirana, há restaurantes de vários tipos de cozinha. No entanto, damos-te a experimentar a gastronomia albanesa e a cozinha dos Balcãs, que está difundida pelos vários países da região. Na montanha, os almoços são fornecidos ao início de cada dia de trekking e são um conjunto de snacks tipo piquenique, para que possas ir comendo nas paragens que vamos fazendo ao longo do dia. Conta com pão, ovos cozidos, vegetais (geralmente, pepino e tomate, queijo feta e, pontualmente, salsichas. Podem ainda incluir alguma fruta. Os jantares e pequenos-almoços são refeições quentes e substanciais, confecionadas pelas famílias que gerem o alojamento onde pernoitamos. Tem em conta que nestes locais isolados a variedade é mínima, pelo que vegans, vegetarianos, celíacos ou pessoas com outras restrições alimentares terão de se precaver e levar a sua própria comida. Durante os trekkings, deves também levar snacks, como frutos secos ou barras, para comer entre refeições. Podem ser comprados facilmente na Albânia.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    As moedas usadas na Albânia e em Montenegro são, respetivamente, o lek e o euro. Podes trocar dinheiro em casas de câmbio ou levantar em máquinas ATM (as taxas são elevadas neste caso), em Tirana. A partir do segundo dia de viagem é impossível levantar ou trocar dinheiro, até regressarmos a Tirana.

    Só vais precisar de dinheiro para as refeições não incluídas e pequenas despesas em cafés em Tirana, bem como para a compra de snacks para levares para o trekking. Estimamos cerca de 60€ para refeições não incluídas.

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares contigo um fundo de emergência de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. 

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    O hotel em Tirana oferece serviço de wi-fi, bem como a maioria dos cafés e restaurantes. As tomadas elétricas são compatíveis com as portuguesas, pelo que não precisarás de levar nenhum adaptador. Sugerimos que leves uma ficha tripla, se quiseres carregar vários aparelhos ou baterias antes do início do trekking. Durante os dias de trekking nas Montanhas Malditas o acesso a eletricidade, através de geradores ou painéis solares instalados nas guesthouses, é muito limitado. Não há qualquer acesso a internet ou rede de telemóvel, pelo que sugerimos que leves uma power bank para carregar os teus dispositivos. 

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Deslocamo-nos de Tirana para Valbonë numa viagem de dois momentos: primeiro, de carrinha privada para o nosso grupo e, para a travessia do lago Koman, recorremos a um barco público. No regresso a Tirana, o percurso será integralmente realizado em carrinha privada. Cada trajeto tem a duração de seis horas. Esta viagem é um trekking de vários dias, em contínuo, de alojamento em alojamento. No entanto, para iniciar o percurso no sexto e sétimo dia do programa, fazemos uma viagem de jipe, num percurso que dura cerca de uma hora respetivamente, que nos permite ganhar altitude e arrancar já num ambiente de montanha.  

  • Como é o clima durante a viagem?

    A cadeia montanhosa dos Alpes Albaneses é uma das regiões mais húmidas dos Balcãs. No entanto, a amplitude térmica poderá ser muito grande. Durante o dia, as temperaturas podem aproximar-se dos 30ºC e nas regiões montanhosas mais elevadas podem rondar os 0ºC, nas noites mais frias. A meteorologia em montanha é imprevisível, e mesmo no verão a possibilidade de chuva e baixas temperaturas é real, pelo que ter calçado e vestuário de montanha efetivamente impermeável e de boa qualidade é fundamental.

  • Esta viagem é fisicamente exigente?

    Esta viagem está ao alcance de todos os que gostem de caminhar em ambiente de montanha durante vários dias. Nos dias de trekking, conta com seis a oito horas de caminhada por dia, a um ritmo lento e passo tranquilo. Os trilhos não requerem conhecimento técnico mas, para quem não tenha um estilo de vida ativo, esta poderá ser uma viagem fisicamente exigente.

  • Não tenho experiência de trekking. Esta viagem é para mim?

    Este trekking está ao alcance de todos os que gostem de caminhar e estejam motivados para passar seis dias a percorrer uma paisagem natural a pé, dormindo em albergues e guesthouses de montanha todas as noites. Em alguns momentos, terás de empenhar alguma perseverança, mas os dias são descontraídos e tranquilos. 

  • Quantos quilómetros caminhamos por dia?

    Em montanha, as distâncias não são medidas em quilómetros, mas sim em horas. Isto porque devido ao tipo de terreno e desnível, podemos demorar horas a percorrer poucos quilómetros.

  • O ritmo de caminhada é muito elevado?

    Não. O ritmo é ajustado às necessidades do grupo, com muitas paragens ao longo do dia. A distância dos itinerários escolhidos para cada dia dão-nos a possibilidade de os realizarmos com calma, para podermos aproveitar ao máximo a paisagem envolvente. 

  • Como calculamos o tempo de caminhada?

    As viagens de trekking da Nomad são desenhadas para o viajante que procura desfrutar do meio natural. O tempo de caminhada referido no programa é calculado tendo em conta um ritmo tranquilo, incluindo paragem para refeições ou simplesmente para desfrutar da paisagem.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Albânia, Kosovo, Montenegro

Atividades

Trekking

Dormida

Albergue: 1 noite, Guesthouse: 6 noites, Hotel: 2 noites

Transportes

Barco, Carrinha, Jipe

Reservas

Min: 4 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 350€