Viagem Esgotada

Mistérios de Ladaque e Caxemira

Com Pepe Brix 02 a 22 set 2018

O Ladaque ou “Pequeno Tibete” é a região mais alta, mais inacessível e menos habitada de toda a Índia. Uma jóia escondida no isolamento das montanhas, onde habita o tesouro cultural do budismo tibetano. Caxemira é o seu contraste: um luxuriante vale onde predomina a cultura muçulmana.

Partimos de Amritsar, a capital do siquismo, onde a Índia nos invade os sentidos e se revela tal como a imaginamos. Depois do caos, a calma: na extremidade ocidental do planalto tibetano, descobrimos o Ladaque. Ali, guardam-se intocadas muitas das maravilhas dos antigos reinos da região. É um lugar misterioso de montanhas sagradas, vales esquecidos e mosteiros ancestrais, onde se vive e respira a riqueza milenar do budismo tibetano. Chegar a Leh é, já por si, uma aventura: no percurso épico da Manali-Leh Highway, uma das estradas mais altas do mundo, atravessamos passagens de montanha de cortar a respiração, contemplando vistas magníficas, picos nevados e planaltos desérticos. Enfim chegados a Caxemira, perdemo-nos nas ruas de Srinagar, uma cidade recortada pela água, e deslumbramo-nos com a paisagem exuberante do vale de Caxemira.

  • Impacto cultural
    Encontrará povos distintos entre si e com costumes bastante diferentes do que está habituado. Poderá sentir algumas dificuldades de adaptação, nomeadamente na gastronomia.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física, para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades. No entanto, a altitude em montanha irá exigir algum esforço extra.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples, mas asseados. Dormimos uma noite em acampamento pré-montado e 3 noites numa house boat. Os percursos de autocarro e carrinha são longos, alguns deles têm mais de 6 horas.

02 a 22 set 2018

1440 €21 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 700€

Outras datas disponíveis:

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Percurso

Dia 1Chegada a Amritsar

À chegada, o Pepe vai estar à sua espera no aeroporto de Amritsar para lhe dar as boas vindas à capital do siquismo. Segue depois para o hotel, para descansar dos voos e para se encontrar com os restantes viajantes.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Amritsar

Começamos o dia com um passeio pela “Velha Amritsar”: cruzamos as ruas por onde se estende o Bazar e respiramos o caos que caracteriza as grandes cidades indianas. Depois, seguimos em direção ao centro da cidade e visitamos o jardim Jallianwalla Bagh, construído em homenagem às centenas de vítimas que morreram no atentado de Abril de 1919. Para terminar a manhã em beleza, descobrimos o edifício mais visitado de toda a Índia: o Templo Dourado. Construído entre 1585 e 1604, o Templo Dourado é um símbolo de riqueza e o maior santuário dos Siques. Depois do almoço apanhamos um rickshaw até Wagah, na fronteira com o Paquistão, onde assistimos a uma cerimónia diária que reúne militares indianos e paquistaneses e recorda o sentimento separatista. Ladeados por milhares de civis, testemunhamos uma demonstração acesa de patriotismo e assistimos ao simbólico despique entre os militares dos dois países. Ao final do dia, regressamos a Amritsar para jantarmos e passarmos a noite.

Alimentação: Almoço e Jantar
Dormida: Hotel

Dia 3Amritsar e Mcleod Ganj (Dharamsala)

Esta manhã é livre para que possa passear tranquilamente pela cidade ou, se preferir, repousar, em preparação para as horas de estrada que se avizinham.

À tarde, partimos de autocarro para McLeod Ganj, numa viagem pitoresca que percorre o sopé dos Himalaias, ligando o estado do Punjab a Himachal Pradesh. McLeod Ganj ou Dhasa - como lhe chamam os tibetanos numa alusão à capital do Tibete - é, desde a invasão chinesa em 1959, o local da residência permanente do Dalai Lama, do governo tibetano em exílio e de uma grande comunidade tibetana.

Para nós, é o local de paragem para o merecido descanso, na primeira noite passada no sopé dos Himalaias.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 4McLeodGanj (Dharamsala)

Começamos o dia a passear descontraidamente pelas ruas, pelo bazar e redondezas de McLeod Ganj. Logo pela manhã, visitamos o templo Kalachakra, integrado no recinto da residência do Dalai Lama. Ali, participamos da cora, volta ritual efetuada por budistas tibetanos, que circunda o monte onde se encontra o templo. Nas redondezas, há ainda tempo para uma visita ao museu de cultura tibetana. Antes de nos sentarmos a experimentar a deliciosa comida tibetana, fazemos uma caminhada pela floresta e descemos até Dharamsala. Já almoçados, percorremos a livraria que guarda os manuscritos tibetanos ancestrais, que escaparam à fúria da ditadura chinesa. Antes de voltarmos a Mcleod Ganj, conhecemos o edifício do governo tibetano em exílio.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 5Manali

Fazemo-nos à estrada bem cedo, em direção a Manali. Viajamos de carrinha, num percurso que dura cerca de 10 horas. Pelo caminho, admiramos campos de chá e casas típicas com telhado de ardósia, envolvidos pela paisagem verdejante do Vale de Kangra. Após uma breve paragem na pequena cidade de Mandi, atravessamos o Vale de Kullu até chegar a Manali.

Encaixado entre as cordilheiras de Pir Panjal a norte e Parvati a oriente, o Vale de Kullu é uma das regiões mais férteis de Himachal Pradesh. Durante a prosperidade da rota da seda, aquele foi um importante corredor numa das rotas comerciais entre a Índia e a Ásia Central.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 6Manali

Acordamos com uma das melhores vistas para a pitoresca aldeia de Manali. Saímos cedo em direção ao templo, percorrendo as estreitas ruas da aldeia, por onde circulam pessoas e animais. Seguimos até ao rio e em direcção ao templo Mata Hadimba. À tarde, entramos no parque florestal que desliza ao longo do curso do rio. Por ali caminhamos, num cenário idílico que nos leva até à parte mais antiga da cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 7Sissu

Começamos hoje a verdadeira ascensão dos Himalaias. Num dos trajetos mais espetaculares de todo o percurso, iniciamos a subida de Pir Panjal a partir de Manali, numa estrada serpenteante que nos leva a Rothang-La, a 3980m - o primeiro colo de montanha desta viagem. Depois da passagem, descemos para a região sagrada de Lahaul e Spiti. Segundo as crenças do budismo tibetano, esta região é habitada por seres encantados, e a paisagem moldada por divindades que se manifestaram na forma das montanhas, dos seus vales, ou das deslumbrantes quedas de água. Seguimos ao longo do vale de Lahaul até Sissu, onde passamos a noite.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 8Sarchu

De manhã, antes de retomarmos a estrada, caminhamos pelo vale em direção à cascata. Observamos o quotidiano rural da vila, enquanto nos deixamos contagiar pela simpatia e a alegria dos trabalhadores que exploram as plantações de couve.

Voltamos à estrada e continuamos a subida, montanha acima. A paisagem começa agora a mudar, e torna-se gradualmente seca e árida. Passamos a cordilheira de Zanskar, atravessando Baralacha-La, a 4900m de altitude. Dali iniciamos a descida em direção ao deserto montanhoso de Ladaque. A estrada varia entre troços de asfalto e terra batida, ocasionalmente atravessados por ribeiros que correm fortes, provenientes do degelo nas encostas. Pernoitamos num acampamento pré-montado junto à estrada, em Sarchu. As tendas são grandes e confortáveis, com camas e casa de banho, mas as condições são elementares. A aproximação ao planalto de Ladaque está programada para que a subida seja gradual, distribuída por vários dias, de forma a que os nossos corpos se adaptem à altitude. Jantamos no acampamento, enquanto se intensifica a expectativa de chegar a Ladaque.

Alimentação: Jantar
Dormida: Acampamento

Dia 9Leh

Partimos em direção ao vale de Pang, passando o desfiladeiro mais impressionante de toda a região. Atravessamos a orla ocidental do planalto de Changtang, uma região de tribos nómadas, que a percorrem à procura de pastoreio, durante o verão e o inverno.

A passagem de Tanglang La, a 5328m de altitude, faz desta estrada a segunda mais alta do mundo. Ali experimentamos verdadeiramente a primeira sensação de ar rarefeito.

Aproximamo-nos de Leh ao final da tarde, passando aldeias ladaquis e os primeiros mosteiros ao longo do vale do Indo.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 10Leh

Despertamos em Leh pela primeira vez. Contemplando-a, percebermos porque é que a capital de Ladaque é das cidades mais características desta região. Esta manhã é livre para que possa desfrutar dela ao seu ritmo.

Leh foi uma cidade mercantil de grande importância na rota da seda e assim se manteve até ao fecho das fronteiras com a China, em 1950. Junto ao bazar, numa série de ruas labirínticas, vivem ainda descendentes dos antigos mercadores muçulmanos que dominavam as trocas comerciais.

Juntamo-nos ao almoço para subirmos ao Mosteiro de Leh e ao Namgyal Tselmo, e desfrutarmos de uma das vistas mais impressionantes sobre a cidade. Ao final do dia, Angmo e Angchok recebem-nos na guest house onde ficaremos hospedados e preparam-nos um jantar caseiro, tipicamente ladaqui, servido debaixo das macieiras e damasqueiros do seu cuidado jardim.

Alimentação: Jantar
Dormida: Guest House

Dia 11Turtuk (Vale de Nubra)

Percorremos a estrada mais alta do mundo até ao vale de Nubra, vencendo a passagem de Khardung La, a 5600m. Daí, descemos rumo ao vale, ladeados pela cordilheira de Karakorum de um lado e pela cadeia montanhosa de Ladaque, do outro.

Por aqui passaram caravanas da rota da seda, transportando xailes de pashmina, especiarias, ópio e açafrão. Seguiam em direção à Ásia Central, para as cidades de Yarkand e Kashgar. De regresso, traziam consigo pedras preciosas, tabaco e seda.

Continuamos o percurso ao longo do vale de Nubra até Turtuk, a aldeia mais remota de toda a viagem, onde chegamos ao fim do dia.

Alimentação: -
Dormida: Guest House

Dia 12Turtuk (Vale de Nubra)

Despertamos no silêncio de Turtuk, uma aldeia balti. O povo balti - etnia originária do Tibete com alguma mistura dárdica (Paquistão e Afeganistão) - habita o Baltistão, região que se estende daqui para Oeste, em território Paquistanês. São muçulmanos sufis, a corrente mística e contemplativa do Islão.

Depois do pequeno-almoço, aventuramo-nos numa caminhada que nos leva do centro de Youl - a parte nova da aldeia - até à montanha. Dali podemos contemplar o majestoso vale e a pacata aldeia. Como pano de fundo, mas já para lá da fronteira, as montanhas impõem-se na paisagem. Inundada de flores e damasqueiros, a aldeia convida-nos a regressar. De volta a Youl, procuramos perceber a dinâmica social e interagir com o seu reservado povo.

Seguimos então pelos caminhos estreitos da aldeia e atravessamos o rio. Paramos para visitar a mesquita e o museu de Farol, a parte mais antiga de Turtuk. Ali, conhecemos o último descendente da antiga dinastia e ficamos a conhecer um pouco da história do Baltistão. Regressamos a Youl para almoçar. A tarde é livre e convida a um passeio no labiríntico jardim de damasqueiros, perfeito para revitalizar corpo e mente.

Alimentação: Jantar
Dormida: Guest House

Dia 13Leh

Está na altura de deixar Turtuk e os seus habitantes, que nos acolheram nestas duas noites, para trás. Rumamos de volta a Leh. Pelo caminho, em Diskit, paramos para almoçar e visitar a estátua de Buda Maitreya (o Buda do futuro). Despedimo-nos do Vale de Nubra contemplando a magnífica vista que nos proporciona e finalmente, chegamos de novo a Leh, onde vamos passar duas noites.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guest House

Dia 14Mosteiros do Vale do Indo

Exploramos os mosteiros de Hemis e Thikse logo pela manhã. Começamos em Hemis, mosteiro pertencente à ordem de Drugpa, fundado no início do Séc. XVII pelo Rei de Ladaque, Senge Namgyal. Seguimos depois para Thikse, considerado o mosteiro mais impressionante, com a sua construção organizada em diferentes níveis, desde a base do monte até ao topo, onde se encontram os templos. Thikse alberga uma majestosa livraria e um templo de Buda Maitreya. Do topo do mosteiro admiramos a soberba paisagem do Vale do Indo.

Alimentação: -
Dormida: Guest House

Dia 15Lamayuru

Rumamos para Oeste, seguindo a estrada que liga Leh a Caxemira. Seguimos depois para Lamayuru. A lenda conta que este vale foi em tempos um grande lago, e que Naropa - importante asceta e iogui tibetano - esteve ali, em retiro numa gruta, à volta da qual foi erguido um mosteiro de Lamayuru. Construído no topo de um monte, o mosteiro é envolvido por uma paisagem desértica de encostas enrugadas, que confere a este lugar uma beleza indescritível.

Alimentação: Jantar
Dormida: Hotel

Dia 16Kargil

Antes de nos despedirmos de Lamayuru, subimos ao mosteiro e circulamos pelas ruas que o envolvem. Vemos a comunidade budista a fazer o seu caminho para o templo, para iniciar os rituais matinais. Embebidos na cultura e na envolvência solene, contemplamos Lamayuru a partir do mosteiro - um momento envolto em mística, dos mais especiais de toda a viagem. Fazemo-nos então ao caminho e atravessamos o colo de Fatu-La. A 4000m de altitude, esta é a passagem mais alta desta estrada. Continuamos para Oeste para pernoitarmos na vila muçulmana de Kargil.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Hotel

Dia 17Srinagar

O nosso destino é Srinagar, a capital de Caxemira. Pelo caminho, descobrimos a aldeia de Drass, um dos locais habitados mais frios do planeta durante o inverno, onde as temperaturas podem chegar aos -50ºC. A descida para o vale de Caxemira faz-se passando a portela de Zoji-La, a 3500m de altitude. Uma paisagem deslumbrante começa a revelar-se, à medida que descemos pela estrada mais desafiante de toda a viagem, que nos leva a Srinagar, onde chegamos ao final da tarde.

Depois de mais de uma década de isolamento, Caxemira acolhe de novo os seus visitantes. A região, disputada ainda hoje pelo Paquistão, foi predominantemente hindu, depois budista e agora muçulmana. A presença do império inglês em Caxemira é também visível, entre outras coisas, nos carismáticos “House Boats” que ocupam o Lago Dal. Nas três noites que iremos passar em Srinagar, estes barcos serão a nossa casa.

Caxemira marca o contraste cultural mais fascinante de toda esta viagem, fechando com deslumbre a nossa travessia pelos Himalaias indianos.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: House Boat

Dia 18Srinagar

Srinagar, situada a 1730m de altitude, caracteriza-se pela paisagem marcada pelos lagos e pela sensação de tranquilidade que ali se vive. Ao longo dos tempos, poetas, imperadores, mercadores e viajantes fizeram de Srinagar a sua casa e é também ali que vamos relaxar durante os últimos dias da viagem. A primeira manhã em Srinagar é livre. Depois do almoço, um passeio histórico leva-nos até aos jardins Mughal de Shalimar e Nishat Bagh. Apanhamos depois um rickshaw e exploramos a parte velha da cidade, visitando a sua principal mesquita

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: House Boat

Dia 19Srinagar

Todas as madrugadas, o lago Dal transforma-se num ponto de encontro onde são comercializados os mais frescos vegetais. Despertamos ainda antes do nascer do sol para nos juntarmos à azáfama do mercado flutuante de Srinagar. À tarde continuamos a navegar pelos canais, admirando os jardins flutuantes e desfrutando da tranquilidade. Para a despedida, espera-nos um jantar típico de Caxemira.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: House Boat

Dia 20Voo para Leh

Despedimo-nos da capital de Caxemira e logo pela manhã apanhamos um voo interno que nos leva de volta a Leh. Aproveitamos o nosso último dia em Leh para descontrair e deambular mais um pouco por esta imponente cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guest House

Dia 21Voo de regresso

Chegada a altura da despedida, levamo-lo ao aeroporto para o seu voo de regresso a casa. Poucas vezes nas nossas viagens nos entusiasmamos com os voos de regresso. Mas neste caso vale a pena, pois este é um voo épico. Aproveite a vista deslumbrante sobre a cordilheira de Pir Panjal e acene, por agora, um último adeus aos Himalaias.

Alimentação: -
Dormida: -

Inclui:

Alojamento durante todo o programa
Entrada nos templos e outros monumentos descritos no programa
8 pequenos-almoços
5 jantares
Transportes locais
Voo interno
Acompanhamento de líder Nomad
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)

Exclui:

Voos internacionais
Alimentação (cerca de 20€ a 25€ por dia)
Extras pessoais como bebidas, telefone, etc.
Visto
Seguro pessoal

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    A Índia passou a disponibilizar, desde Agosto de 2015, o e-Tourist Visa para viajantes com passaporte português. O processo ficou simplificado, deixando de ser necessário fazer o pedido de visto da Embaixada. A Nomad recomenda a Visateam (http://www.visateam.pt) para o apoio ao pedido do visto de que necessita para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para ajudá-lo em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone/mail, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto.

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Nesta viagem ficamos quase sempre em pequenos estabelecimentos, alguns de caráter familiar. São sobretudo alojamentos bem localizados, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa e vamos ser acolhidos por um staff muito amigável, sempre caloroso com os grupos de viagem da Nomad.

    Os quartos têm quase sempre duas camas e casa de banho privada. As casas de banho têm água quente, sanitários europeus, são abastecidas de papel higiénico, mas não deixam de ser asiáticas, pelo que (fora uma ou outra exceção) não têm banheira nem poliban - o chuveiro está montado na própria casa de banho.

    A noite antes de entrar na região de Ladaque é passada num acampamento pré-montado, próximo da estrada. Estes acampamentos existem ao longo da estrada para colmatar a ausência de hotéis. As tendas são grandes e confortáveis, têm camas e casas de banho privativas, mas as condições são elementares. Não são aquecidas, mas dispõem de muitos cobertores. Não há banho disponível nesta noite. Ficam duas pessoas por tenda.

    Os carismáticos House Boats são uma referência da presença do império inglês em Caxemira. Impossibilitados de adquirir um pedaço de terra para construir as suas casas, os ingleses foram obrigados a improvisar, ocupando o Lago Dal com barcos que podiam habitar. Durante a nossa estadia em Srinagar estaremos instalados num destes tradicionais alojamentos. À entrada, todos oferecem uma confortável esplanada com vista para o inspirador sossego do lago, uma sala de convívio, e logo de seguida uma sala de jantar onde nos podemos sentar juntos para as refeições. Os quartos, com duas camas individuais, são confortáveis e têm casa de banho privativa.

  • Terei problemas com a altitude nesta viagem?

    A altitude máxima a que estará exposto será 5600m. As subidas são progressivas e a aclimatação não costuma causar problemas. Caso tenha alguma doença crónica (problemas cardíacos, respiratórios) ou condição particular consulte o seu médico para aconselhamento.

    A adaptação do corpo à altitude depende da reação individual de cada organismo. Se não tiver problemas de saúde, é pouco provável que venha a ter problemas com a altitude. No entanto, é possível que sinta algum desconforto pontual, como dores de cabeça, cansaço e enjoos. Em viagem, precavenha-se bebendo muitos líquidos e, caso as possa tomar, aspirinas para as dores de cabeça que possa vir a ter.

  • Podemos ser impedidos de visitar Caxemira?

    Sim. Embora não seja provável que aconteça. Caxemira, onde passamos 5 dias da nossa viagem é uma região politicamente instável. Em casos extremos, as autoridades podem impedir a entrada de estrangeiros na região. A Nomad tem preparado um programa alternativo no Ladaque, caso nos vejamos impossibilitados de visitar Caxemira.

  • Se pretender chegar a Amritsar uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Leh no fim da viagem?

    Se pretender chegar a Amritsar um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos em Leh, no final da viagem.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Quer marque o voo por si ou através de nós, e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os seus detalhes de voo para que possamos passá-los ao Líder Nomad. Desta forma, ele estará à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina (https://www.consultadoviajante.com) como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

Índia

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Hotel - 9 noites, Guesthouse - 7 noites, Acampamento - 1 noite, House Boat - 3 noites

Transportes

Autocarro, Carrinha, Barco, Avião, Rickshaw

Reservas

Min: 5 | Max: 12

Voo não incluído

Valor indicativo: 700€