Viagem Esgotada

Malásia Express

Com Mateus Brandão 11 a 26 abr 2020

Inspirados pela rota do mítico Eastern & Oriental Express, criamos uma jornada que percorre toda a Península de Malaca, desde a cosmopolita Singapura à colorida Banguecoque.

Os ambientes urbanos expressam-se com uma enorme latitude cultural, ancestrais mercados de rua convivem com sofisticados restaurantes, templos e mesquitas ladeiam com enormes arranha-céus. Pelo meio, levamo-lo às Terras Altas, onde as plantações de chá se fundem com a ameaçada floresta tropical e onde ainda podemos encontrar o povo original deste território. É uma viagem de contrastes e de encontro de culturas. De selva e cidades de neons. De história e futuro. Uma viagem a um outro sudeste asiático.

  • Impacto cultural
    Nas ruas e mercados vai estar exposto a costumes diferentes daqueles a que está habituado.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade fisica para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades e nas plantações de chá.
  • Nível de conforto
    Viajamos sobretudo de transportes públicos. 1 noite é passada em cama de comboio e o alojamento é rudimentar nas montanhas e no rio Kwai.

11 a 26 abr 2020

1680 €16 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 800€

Viagem Esgotada

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Percurso

Dia 1Chegada a Singapura

À chegada a Singapura, o líder Nomad Mateus Brandão vai estar à sua espera para o receber e lhe dar as boas-vindas à cidade. Depois de se instalar no hotel, no coração da Chinatown, e se a hora de chegada o permitir, poderá dar os primeiros passos por estas ruas vibrantes, de prédios altos e recantos fascinantes. Deixe-se contaminar pelos odores dos frutos e especiarias que emanam das bancas de comida de rua; pelo contraste de escalas e estilos arquitectónicos que marcam a cronologia da cidade.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dias 2 e 3Singapura

Damos inicio à nossa viagem com dois dias relaxados a explorar aquela que foi inicialmente apelidada como “cidade do mar”. Partimos em busca dos seus vestígios coloniais por entre moderníssimos arranha-céus; deambulamos pelos inúmeros jardins e parques verdes; esquadrinhamos os recantos da Chinatown ou da Little India; deixamo-nos perder em museus que contam a história do país e degustamos toda esta mistura numa bela refeição. Sinta o pulsar desta metrópole multicultural em constante progresso, numa cidade onde se juntam ares da Índia, da China ou das Arábias islâmicas.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Singapura e Kuala Lumpur

Deixamos Singapura pela manhã, rumo a norte. Um pequeno percurso de metro irá deixar-nos praticamente na fronteira de onde seguimos de autocarro para o lado malaio. Soa a complicado, mas é mais fácil do que parece. Daqui, seguem-se mais dois comboios num trajeto global de cerca de 9 horas até Kuala Lumpur.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 5Kuala Lumpur

O nosso dia começará com a obrigatória visita à colorida gruta de Batu, situada a cerca de meia hora do centro da cidade. Acredita-se que estas grutas de pedra calcária possam ter cerca de 400 milhões de anos e são atualmente um dos mais importantes santuários hindus fora da Índia. Às suas portas, ergue-se uma gigantesca estátua de Muragan, com mais de 40 metros de altura.

Regressamos a Kuala Lumpur a tempo do almoço. A cidade é abrigo de inúmeros arranha-céus, mas para além deles — ou à sua sombra — muito há para descobrir na velha cidade. Percorremos as ruas do bairro chinês e deambulamos pela praça Merdeka, onde a independência do país foi proclamada. Muitos são os edifícios históricos que a circundam, onde, por entre templos e mesquitas, coabitam hoje bancas de rua e cafés cosmopolitas, que fazem de Kuala Lumpur uma das cidades mais multiculturais e religiosamente tolerantes do mundo. E como não podia deixar de ser, terminamos o dia ao pôr do sol, com uma fabulosa vista sobre as icónicas Torres Petrona.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Kuala Lumpur e Cameron Highlands

Deixaremos Kuala Lumpur bem cedo, rumo às Terra Altas, onde se encontram as vastas plantações de chá e a já escassa floresta tropical, lar da tribo Orang Asli. A viagem de autocarro até Tanah Rata é um misto de emoções. Se por um lado a paisagem é por vezes fabulosa - com enormes maciços rochosos e floresta verdejante - por outro é reveladora das nefastas transformações que sofre a região e o país, com a destruição da floresta para a plantação de palma e a construção de um sem fim de estufas. Ainda assim, lá bem em cima, a vista sobre as plantações de chá é avassaladora. Esta é também a casa da tribo Orang Asli, nativos da Malásia. Os bungalows onde dormimos são construção sua e refletem, na medida do possível, as suas tradições e costumes no que respeita à habitação. Aproveite o que resta do dia para relaxar, caminhar pela floresta contígua aos huts onde ficamos e trocar algumas impressões com os Orang Asli.

Deixaremos Kuala Lumpur bem cedo, rumo às Terra Altas, onde se encontram as vastas plantações de chá e a já escassa floresta tropical, lar da tribo Orang Asli. A viagem de autocarro entre Kuala Lumpur e Tanah Rata é um misto de emoções. Se por um lado a paisagem é por vezes fabulosa — com enormes maciços rochosos e floresta verdejante — por outro é reveladora das nefastas transformações que sofre a região e o país, com a destruição da floresta para a plantação de palma e a construção de um sem fim de estufas. Ainda assim, lá bem em cima, as vistas sobre as plantações de chá ou no cimo do monte Gunung Brinchangé (o segundo ponto mais alto da região) são avassaladoras. Esta é também a casa da tribo Orang Asli, nativos da Malásia. Os bungalows onde dormimos são básico e refletem, na medida do possível, as tradições e costumes da região no que respeita à habitação. Aproveite o que resta do dia para relaxar, caminhar pela floresta ou banhar-se no rio que corre à porta do seu bungalow.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Bungalow

Dia 7Cameron Highlands

Hoje acordamos no meio da selva, em contraste com os despertares agitados de Singapura e Kuala Lumpur. Aqui a vida tem outro ritmo e nós ajustamo-nos a ele. Tranquilamente, partimos para explorar as plantações de chá e ficar a conhecer mais sobre a cultura desta planta e do povo que a pratica. Depois, sob o som da fauna que nos observa à nossa passagem, penetramos por trilhos de floresta tropical, montanha acima, até ao segundo ponto mais alto da região, o monte Gunung Brinchang. Deixe-se encantar pelas borboletas que povoam a floresta, pelo som dos pássaros sobre as nossas cabeças e pelas vistas indescritíveis.

Acordamos no meio da selva, em contraste com os despertares agitados de Singapura e Kuala Lumpur. Aqui a vida tem outro ritmo e nós ajustamo-nos a ele. O dia é dedicado a descobri a cultura da comunidade Orang Asli. Na companhia dos nossos anfitriões, aprendemos a arte do tiro com zarabatana e outras formas artesanais de caça. Depois, sob som da fauna que nos observa à nossa passagem, penetramos por trilhos de floresta tropical até uma das aldeias da tribo. Deixe-se encantar pelas beleza da floresta, pelo som dos pássaros sobre as nossas cabeças e pelas vistas indescritíveis. No regresso, teremos ainda oportunidade de perceber (e porque não até, participar) como é confeccionada uma refeição tradicional, recorrendo sobretudo ao uso do bambu e de outras plantas. Será esse o nosso jantar.  

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Bungalow

Dia 8Cameron Highlands e Penang

Pela manhã, partimos para Ipoh onde retomamos o comboio até Penang. Chegamos a George Town já a meio da tarde. Depois da viagem, o melhor será mesmo instalarmo-nos e relaxar um pouco. Penang apresenta uma enorme diversidade de culturas. Talvez por isso não seja de estranhar que indianos, chineses e malaios, façam desta ilha um dos maiores paraísos gastronómicos do país. Ao jantar, com as escolhas do Mateus, vai poder comprovar a fama e dar os primeiros passos nesta pequena cidade repleta de misturas, arte de rua, arquitetura colonial e uma agradável atmosfera que nos faz querer ficar por mais tempo.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 9Penang

Apesar dos desmesurados blocos de escritórios e apartamentos, possíveis de avistar do ferry que ontem nos trouxe de Butterworth a Penang, George Town, património da UNESCO, é de uma descontraída e agradável escala. O seu centro histórico transmite-nos a sensação de uma vila onde apetece deambular e descobrir cada recanto; ir em busca dos becos onde se esconde uma elaborada arte de rua; entrar em templos hindus, budistas, de crenças chinesas e mesquitas; almoçar chapatti e jantar dumplings. E entre tudo isto, ter ainda a oportunidade de visitar o Kek Lok Si, o maior templo budista da Malásia.

Começamos o dia com a imperdível visita ao Kek Lok Si, maior templo budista da Malásia, com os seus vários pavilhões, pagodes e incontáveis candeeiros chineses, que visitaremos (com sorte) ao som dos mantras em hora de oração. 
Apesar dos desmesurados blocos de escritórios e apartamentos — possíveis de avistar do ferry que ontem nos trouxe de Butterworth a Penang —, George Town, património da UNESCO, é de uma descontraída e agradável escala. O seu centro histórico transmite-nos a sensação de uma vila onde apetece deambular e descobrir cada recanto; ir em busca dos becos onde se esconde arte de rua; entrar em templos hindus, budistas, de crenças chinesas e mesquitas; nos cafés e galerias; beber água de coco, almoçar chapatti e jantar dumplings.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 10Penang e Comboio Noturno para Kanchanaburi

O comboio que nos leva em direção à Tailândia parte ao início da tarde. Aproveite a manhã para um último passeio por George Town, para voltar àquela loja ou café em que ‘ficou de olho’, ou simplesmente para descansar antes de mudar de país. A viagem vai tomar-nos toda a tarde e noite até Kanchanaburi, já bem próximo de Banguecoque. Uma viagem tranquila para apreciar a paisagem que se desenrola da janela da sua cama, saborear a vida a bordo ou pôr a leitura em dia.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Cama em comboio

Dia 11Kanchanaburi

Lembra-se do filme de 1958 de David Lean; “A Ponte do Rio Kwai”?... Pois é por aí que vamos andar nos próximos dois dias. Uma viagem pela Death Railway às memórias da guerra e da invasão Japonesa, mas também a um cenário de montanha e floresta tropical. Aproveite a paisagem, a brisa que entra pelas janelas e a vida a bordo do comboio. Chegamos a Kanchanaburi por volta da hora de almoço. À tarde, propomos uma visita ao Museu do Caminho-de-Ferro Tailândia-Birmânia. O Mateus é a pessoa certa para o ajudar a conhecer um pouco mais sobre este tema. À saída, mesmo em frente ao museu, deparamo-nos com o cemitério de guerra onde cerca de 7 mil prisioneiros australianos, britânicos e holandeses se encontram sepultados. Terminaremos o dia sobre a ponte, contemplando o magnifico pôr-do-sol que cai sobre o rio.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 12Kanchanaburi

A manhã de hoje é dedicada ao infame Hellfire Pass. Visitamos o espaço museológico, o memorial em honra dos cerca de 13 mil soldados aliados e mais de 100 mil trabalhadores locais que ali tombaram, e o que resta da linha; caminhando sobre este pedaço de história, num inevitável exercício de imaginação sobre como terá sido construir uma linha de caminho-de-ferro em tais condições. Após o almoço, voltamos ao comboio em Nam Tok para atravessar alguns dos pontos mais míticos desse percurso, que tem no viaduto de Wampo e na espectacular paisagem ao longo do rio, o seu expoente máximo. Ao final da tarde, regressamos à povoação de Kanchanaburi, de onde seguimos para uma casa sobre as tranquilas águas do Rio Kwai - uma raft house, construção de madeira que flutua sobre o rio e que nos embala a noite. É aqui que vamos dormir.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Raft house

Dia 13Kanchanaburi e Banguecoque

Despertamos tranquilamente sobre o rio e durante a manhã ficamos a bordo da nossa ‘casa-jangada’, num momento dedicado apenas à descontração e contemplação. Aprecie o nascer do sol refletido nas águas do rio, dê um mergulho se assim lhe apetecer, relaxe. A nossa jangada fará ainda paragem em alguns dos mais emblemáticos pontos de Kanchanaburi, como os templos do Tigre e do Dragão. Voltamos ao comboio rumo a Banguecoque ao inicio da tarde.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Hotel

Dias 14 e 15Banguecoque

Banguecoque é um inebriante apelo aos sentidos, uma das mais vibrantes capitais do mundo, lugar que não deixa ninguém indiferente. Mas mais do que levá-lo a conhecer Banguecoque, queremos levá-lo a experienciá-la. Nestes dois dias, exploramos os inevitáveis templos do Buda Esmeralda e do Buda Reclinado, o Grande Palácio e o Monte Dourado; paramos para uma massagem e para saborear a deliciosa gastronomia tailandesa; mas queremos ir mais fundo! Queremos levá-lo a sentir o buliço e os odores dos mercados pela manhã, a desfrutar de um café entre locais, a navegar pelos canais como quem regressa a casa depois de um dia de trabalho, a assistir a um tradicional teatro de marionetas. a comer nas inúmeras bancas de rua, algumas das quais distingidas com estrelas Michelin. Em suma, queremos levá-lo a apaixonar-se pela cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 16Banguecoque e Voo de Regresso

Infelizmente, tudo o que é bom acaba depressa e hoje é dia de regressar a casa. O Mateus vai levá-lo ao aeroporto de acordo com o horário do seu voo. Com mais uma coleção de boas estórias e grandes momentos para partilhar de volta, despeça-se dele e deste ‘outro sudeste asiático.”

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Alojamento durante todo o programa
13 Pequenos-almoços, 2 almoço e 3 jantares

Transportes locais
Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem

Passeio de barco em Singapura

Visita guiada pelas Cameron Highlands (Malásia)
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)

Exclui:

Voos internacionais

Alimentação não especificada (cerca de 25€/dia)
Actividades extra
Entradas em museus e monumentos (cerca de 50€)

Extras pessoais como bebidas, telefone, etc
Vistos
Seguro pessoal

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Os cidadãos portugueses encontram-se isentos de visto para estadias até 30 dias na Tailândia e até 90 na Malásia e em Singapura. Deverá, no entanto, ter passaporte válido por 6 meses após o final da viagem.

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Durante toda a viagem poderá contar com hotéis bem localizados no centro das cidades e perto dos principais monumentos, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São hotéis que respiram a atmosfera das cidades visitadas, caracterizados pelas marcas culturais de cada povo, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo desta viagem. A noite passada em comboio será numa carruagem de segunda classe, aberta, com dois níveis de camas de cada lado e no sentido do corredor, que se fecham com uma cortina. Estas composições são muito características das viagens de comboio na Tailândia e suficientemente confortáveis para uma noite.
    Em Kanchanaburi, nas margens do rio Kwai, ficaremos alojados numa raft-house: uma casa-jangada que nos proporcionará uma noite diferente e um amanhecer fabuloso sobre as águas calmas do rio. Nessa noite, todo o grupo partilhará o mesmo espaço, sendo disponibilizados colchões e redes mosquiteiras. Não é necessário, mas se preferir traga um lençol-saco para maior conforto. Saco cama é totalmente desnecessário. Nas Cameron Highlands ficaremos em bungalows construídos pela tribo Orang Asli, de paredes de bambu e telhado de zinco, com uma cama suficientemente confortável que no entanto terá eventualmente que partilhar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir. 

    Se pretender comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorra aos nossos parceiros, Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso, poderá também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consulte motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que lhe apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deve comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidir inscrever-se na viagem, receberá um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já pode proceder à reserva dos voos.

  • Se pretender chegar a Singapura uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Banguecoque no fim da viagem?

    Se pretender chegar a Singapura um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos em Banguecoque, no final da viagem.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos solicitar-lhe os detalhes da sua reserva e horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

Singapura, Malásia, Tailândia

Atividades

Descoberta cultural, Caminhada na selva

Dormida

Hotel - 11 noites, Bungalow - 2 noites, Comboio -1 noite, Raft house -1 noite

Transportes

Metro, Comboio, Autocarro, Carrinha, Barco, Jipe, Ferryboat e Raft house

Reservas

Min: 4 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 800€

Testemunhos

Fantástico contraste entre a modernidade das cidades e o contacto com a natureza e modo de vida local. O percurso, o charme dos comboios tailandeses, a cultura e a gastronomia foram pontos de destaque.
Liliana E.
Esta viagem proporciona momentos calmos e relaxantes em locais diversificados, bem como contrastes culturais tão diferentes que vão da cosmopolita Singapura à floresta tropical da Malásia, ou da colonial Georgetown às negras recordações do Dead Railway em Hellfire Pass, terminando em Bangkok , cidade dos anjos, das delícias gastronómicas de rua e dos numerosos canais ladeados de casas suspensas e templos de cúpulas douradas e inúmeros budas.
Isabel C.