Malásia Express

Com Mateus Brandão 03 a 18 mar 2018

Inspirados pela rota do mítico Eastern & Oriental Express, criamos uma jornada que percorre toda a Península de Malaca, desde a cosmopolita Singapura à colorida Banguecoque.

Os ambientes urbanos expressam-se com uma enorme latitude cultural, ancestrais mercados de rua convivem com sofisticados restaurantes, templos e mesquitas ladeiam com enormes arranha-céus. Pelo meio, levamo-lo às Terras Altas, onde as plantações de chá se fundem com a ameaçada floresta tropical e onde ainda podemos encontrar o povo original deste território. É uma viagem de contrastes e de encontro de culturas. De selva e cidades de neons. De história e futuro. Uma viagem a um outro sudeste asiático.

  • Impacto cultural
    Nas ruas e mercados vai estar exposto a costumes diferentes daqueles a que está habituado.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade fisica para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades e nas plantações de chá.
  • Nível de conforto
    Viajamos sobretudo de transportes públicos. 1 noite é passada em cama de comboio e o alojamento é rudimentar nas montanhas e no rio Kwai.

03 a 18 mar 2018

1620 €16 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 800€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

1620€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Singapura

À chegada a Singapura, o líder Nomad Mateus Brandão vai estar à sua espera para o receber e lhe dar as boas-vindas à cidade. Depois de se instalar no hotel, se a hora de chegada o permitir, pode dar os primeiros passos por estas ruas vibrantes, de prédios altos e recantos fascinantes.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dias 2 e 3Singapura

Damos inicio à nossa viagem com dois dias relaxados a explorar aquela que foi inicialmente apelidada como “cidade do mar”. Partimos em busca dos seus vestígios coloniais por entre moderníssimos arranha-céus; deambulamos pelos inúmeros jardins e parques verdes; esquadrinhamos os recantos da Chinatown ou da Little India; deixamo-nos perder em museus que contam a história do país e degustamos toda esta mistura numa bela refeição. Sinta o pulsar desta metrópole multicultural em constante progresso, numa cidade onde se juntam ares da Índia, da China ou das Arábias islâmicas.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Singapura e Kuala Lumpur

Deixamos Singapura pela manhã, rumo a norte. Um pequeno percurso de metro irá deixar-nos praticamente na fronteira de onde seguimos de autocarro para o lado malaio. Soa a complicado, mas é mais fácil do que parece. Daqui, seguem-se mais dois comboios num trajeto global de cerca de 7 horas até Kuala Lumpur. Depois de pararmos no hotel para deixar a bagagem, atiramo-nos às ruas e contemplamos o inevitável ícone da cidade: as Torres Petrona. Deambulamos pelos seus arredores e jantamos numa banca de rua da zona de Bukit Bintang, onde as influências gastronómicas são tão variadas que chegam inclusive à cozinha portuguesa.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 5Kuala Lumpur

Kuala Lumpur é cidade de inúmeros arranha-céus, mas para além deles - ou à sua sombra - muito há para descobrir na velha cidade. Percorremos as ruas do bairro chinês e deambulamos pela praça Merdeka onde a independência do país foi proclamada. Muitos são os edifícios históricos que a circundam, onde, por entre templos e mesquitas, coabitam hoje bancas de rua e cafés cosmopolitas, que fazem de Kuala Lumpur uma das cidades mais multiculturais do mundo.
E como não podia deixar de ser, encontraremos ainda tempo para a obrigatória visita às grutas de Batu, situadas nos arredores da cidade. Acredita-se que estas grutas de pedra calcária possam ter cerca de 400 milhões de anos e são atualmente um dos mais importantes santuários hindus fora da Índia. Às suas portas, ergue-se uma gigantesca estátua de mais de 40 metros de altura.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Kuala Lumpur e Cameron Highlands

Deixaremos Kuala Lumpur bem cedo, rumo às Terra Altas, onde se encontram as vastas plantações de chá e a já escassa floresta tropical, lar da tribo Orang Asli. A viagem de autocarro entre Ipoh (onde deixamos o comboio) e Tanah Rata é um misto de emoções. Se por um lado a paisagem é por vezes fabulosa - com enormes maciços rochosos e floresta verdejante - por outro é reveladora das nefastas transformações que sofre a região e o país, com a destruição da floresta para a plantação de palma e a construção de um sem fim de estufas. Ainda assim, lá bem em cima, a vista sobre as plantações de chá é avassaladora. Esta é também a casa da tribo Orang Asli, nativos da Malásia. Os bungalows onde dormimos são construção sua e refletem, na medida do possível, as suas tradições e costumes no que respeita à habitação. Aproveite o que resta do dia para relaxar, caminhar pela floresta contígua aos huts onde ficamos e trocar algumas impressões com os Orang Asli.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Bungalow

Dia 7Cameron Highlands

Hoje acordamos no meio da selva, em contraste com os despertares agitados de Singapura e Kuala Lumpur. Aqui a vida tem outro ritmo e nós ajustamo-nos a ele. Tranquilamente, partimos para explorar as plantações de chá e ficar a conhecer mais sobre a cultura desta planta e do povo que a pratica. Depois, sob o som da fauna que nos observa à nossa passagem, penetramos por trilhos de floresta tropical, montanha acima, até ao segundo ponto mais alto da região, o monte Gunung Brinchang. Deixe-se encantar pelas borboletas que povoam a floresta, pelo som dos pássaros sobre as nossas cabeças e pelas vistas indescritíveis.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Bungalow

Dia 8Cameron Highlands e Penang

Voltamos bem cedo a Ipoh onde retomamos o comboio para Penang. Chegamos a George Town já a meio da tarde. Depois da viagem, o melhor será mesmo instalarmo-nos e relaxar um pouco. Penang apresenta uma enorme diversidade de culturas. Talvez por isso não seja de estranhar que indianos, chineses e malaios, façam desta ilha um dos maiores paraísos gastronómicos do país. Ao jantar, com as escolhas do Mateus, vai poder comprovar a fama e dar os primeiros passos nesta pequena cidade repleta de misturas, arte de rua, arquitetura colonial e uma agradável atmosfera que nos faz querer ficar por mais tempo.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 9Penang

Apesar dos desmesurados blocos de escritórios e apartamentos, possíveis de avistar do ferry que ontem nos trouxe de Butterworth a Penang, George Town, património da UNESCO, é de uma descontraída e agradável escala. O seu centro histórico transmite-nos a sensação de uma vila onde apetece deambular e descobrir cada recanto; ir em busca dos becos onde se esconde uma elaborada arte de rua; entrar em templos hindus, budistas, de crenças chinesas e mesquitas; almoçar chapatti e jantar dumplings. E entre tudo isto, ter ainda a oportunidade de visitar o maior templo budista da Malásia, ao final do dia, quando se ilumina por completo num espectáculo inesquecível de cor e luz.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 10Penang e Comboio Noturno para Kanchanaburi

O comboio que nos leva em direção à Tailândia parte ao início da tarde. Aproveite a manhã para um último passeio por George Town, para voltar àquela loja ou café em que ‘ficou de olho’, ou simplesmente para descansar antes de mudar de país. A viagem vai tomar-nos toda a tarde e noite até Kanchanaburi, já bem próximo de Banguecoque. Uma viagem tranquila para apreciar a paisagem que se desenrola da janela da sua cama, saborear a vida a bordo ou pôr a leitura em dia.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Cama em comboio

Dia 11Rio Kwai

Lembra-se do filme de 1958 de David Lean; “A Ponte do Rio Kwai”?.. Pois é por aí que vamos andar nos próximos dois dias. Uma viagem pela Death Railway às memórias da guerra e da invasão Japonesa, mas também a um cenário de montanha e floresta tropical. Aproveite a paisagem, a brisa que entra pelas janelas e a vida a bordo do comboio. Chegamos a Kanchanaburi por volta da hora de almoço. À tarde, propomos uma visita ao Museu do Caminho-de-Ferro Tailândia-Birmânia. O Mateus é a pessoa certa para o ajudar a conhecer um pouco mais sobre este tema. À saída, mesmo em frente ao museu, deparamo-nos com o cemitério de guerra onde cerca de 7 mil prisioneiros australianos, britânicos e holandeses se encontram sepultados.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 12Rio Kwai

Pela manhã, após o pequeno-almoço, voltamos ao comboio para atravessar a mítica ponte imortalizada no filme de David Lean e seguir para Nam Tok, através do viaduto de Wampo e da espectacular paisagem ao longo do rio. Visitamos o memorial de Hellfire Pass – em honra dos cerca de 13 mil soldados aliados e mais de 100 mil trabalhadores que tombaram durante a sua construção – o espaço museológico e o que resta da infame linha, caminhando sobre este pedaço de história, num inevitável exercício de imaginação sobre como terá sido construir uma linha de caminho-de-ferro em tais condições. A meio da tarde regressamos de autocarro a Kanchanaburi, de onde seguimos para uma casa sobre as tranquilas águas do Rio Kwai - uma raft house, construção de madeira que flutua sobre o rio e que nos embala a noite. É aqui que vamos dormir.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Raft house

Dia 13Rio Kwai e Banguecoque

Despertamos tranquilamente sobre o rio e durante a manhã ficamos a bordo da nossa ‘casa-jangada’, num momento dedicado apenas à descontração e contemplação. Aprecie o nascer do sol refletido nas águas do rio, dê um mergulho se assim lhe apetecer, relaxe. A nossa jangada fará ainda paragem em alguns dos mais emblemáticos pontos de Kanchanaburi, como os templos Thawonwaram ou Thewa Sangkharam. Voltamos ao comboio rumo a Banguecoque ao inicio da tarde.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Hotel

Dias 14 e 15Banguecoque

Banguecoque é um inebriante apelo aos sentidos, uma das mais vibrantes capitais do mundo, lugar que não deixa ninguém indiferente. Mas mais do que levá-lo a conhecer Banguecoque, queremos levá-lo a experienciá-la. Nestes dois dias, exploramos os inevitáveis templos do Buda Esmeralda e do Buda Reclinado, o Grande Palácio e o Monte Dourado; paramos para uma massagem e para saborear a deliciosa gastronomia tailandesa; mas queremos ir mais fundo! Queremos levá-lo a sentir o buliço e os odores dos mercados pela manhã, a desfrutar de um café entre locais, a navegar pelos canais como quem regressa a casa depois de um dia de trabalho, a assistir a um tradicional teatro de marionetas. Em suma, queremos levá-lo a apaixonar-se pela cidade tal como o Mateus se apaixonou.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 16Banguecoque e Voo de Regresso

Infelizmente, tudo o que é bom acaba depressa e hoje é dia de regressar a casa. O Mateus vai levá-lo ao aeroporto de acordo com o horário do seu voo. Com mais uma coleção de boas estórias e grandes momentos para partilhar de volta, despeça-se dele e deste ‘outro sudeste asiático.”

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Alojamento durante todo o programa
14 Pequenos-almoços, 1 almoço e 3 jantares

Transportes locais
Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem

Passeio de barco em Singapura

Visita guiada de meio dia pelas Cameron Highlands (Malásia)
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)

Exclui:

Voos internacionais

Alimentação não especificada (cerca de 20€/dia)
Actividades extra
Entradas em museus e monumentos (cerca de 50€)

Extras pessoais como bebidas, telefone, etc
Vistos
Seguro pessoal

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Os cidadãos portugueses encontram-se isentos de visto para estadias até 30 dias na Tailândia e até 90 na Malásia e em Singapura. Deverá, no entanto, ter passaporte válido por 6 meses após o final da viagem.

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Durante toda a viagem poderá contar com hotéis bem localizados no centro das cidades e perto dos principais monumentos, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São hotéis que respiram a atmosfera das cidades visitadas, caracterizados pelas marcas culturais de cada povo, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo desta viagem. A noite passada em comboio será numa carruagem de segunda classe, aberta, com dois níveis de camas de cada lado e no sentido do corredor, que se fecham com uma cortina. Estas composições são muito características das viagens de comboio na Tailândia e suficientemente confortáveis para uma noite.
    Em Kanchanaburi, nas margens do rio Kwai, ficaremos alojados numa raft-house: uma casa-jangada que nos proporcionará uma noite diferente e um amanhecer fabuloso sobre as águas calmas do rio. Nessa noite, todo o grupo partilhará o mesmo espaço, sendo disponibilizados colchões e redes mosquiteiras. Traga um lençol ou saco-cama para maior conforto. Nas Cameron Highlands ficaremos em bungalows construídos pela tribo Orang Asli, de paredes de bambu e telhado de zinco, com uma cama suficientemente confortável que no entanto terá eventualmente que partilhar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir.

  • Se pretender chegar a Singapura uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Banguecoque no fim da viagem?

    Se pretender chegar a Singapura um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos em Banguecoque, no final da viagem.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Quer marque o voo por si ou através de nós, e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os seus detalhes de voo para que possamos passá-los ao Líder Nomad. Desta forma, ele estará à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina (https://www.consultadoviajante.com) como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

Singapura, Malásia, Tailândia

Atividades

Descoberta cultural, Caminhada na selva

Dormida

Hotel - 11 noites, Bungalow - 2 noites, Comboio -1 noite, Raft house -1 noite

Transportes

Metro, Comboio, Autocarro, Carrinha, Barco, Jipe, Ferryboat e Raft house

Reservas

Min: 4 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 800€