Indochina

Com Dânia Rodrigues 17 out a 05 nov 2021

A região da antiga Indochina é o Sudeste Asiático do teu imaginário. Próxima da China e da Índia, e com as marcas da presença europeia, revela-nos uma intensa fusão cultural vivida nas cidades de ritmo caótico e nos ambientes rurais dominados pelo temperamental clima tropical.

Aventura-te numa viagem que atravessa três países fascinantes. Perde-te no frenesim de ruas e mercados e atravessa os arrozais do Vietname de mota. Já no Cambodja, exploramos os inesquecíveis templos de Angkor e conhecemos o legado atroz do regime dos Khmers Vermelhos, antes de terminarmos na tranquilidade do Laos, nas margens do rio Mekong, entre templos, palácios e monges budistas.

  • Impacto cultural
    Encontras povos com rituais e crenças bastante diferentes aos que estás habituado, desde a enraizada religião budista ao bulício das cidades ou à gastronomia da região.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de conforto
    A maioria das noites ficamos alojados em quartos duplos com casa de banho privada.. Dormimos duas noites em cabines de comboio. Pernoitamos uma noite em cabanas básicas, onde dormimos em colchões no chão. Longas deslocações em transportes públicos.

17 out a 05 nov 2021

1770 €20 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 1150€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

1770€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Hanói

Ao aterrares na capital do Vietname, encontras a Dânia à tua espera no aeroporto. Depois de instalado no hotel, podes descansar do voo ou deambular pelo centro da cidade, conhecida pelos vietnamitas como Thang Long - "onde o dragão se ergue". Com 6,5 milhões de habitantes e 3,5 milhões de motas, Hanói é um permanente desafio aos sentidos. Primeira lição: como atravessar a rua.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Hanói

Bom dia, Vietname! Começamos o dia junto ao lago Hoan Kiem, coração da capital vietnamita e ponto de partida para um passeio a pé pelo Bairro Antigo, um fascinante labirinto de ruas onde se concentram os comerciantes da cidade, distribuídos de acordo com os seus ofícios. Há ruas onde só se vendem sapatos, noutras brinquedos, relógios, instrumentos musicais, acessórios para as motas - tudo o que se possa imaginar. Fazemos uma pausa a meio do passeio, altura certa para experimentares a Bia Hoi, uma cerveja artesanal que é também a mais barata do mundo. Mais tarde, almoçamos como os locais, sentados em bancos de plástico rentes ao chão, e vamos provar um prato tradicional de Hanói: o bun cha. 

Durante a tarde, seguimos de mota (com motorista) até ao Templo da Literatura, a mais antiga universidade do Vietname, ao mausoléu de Ho Chi Minh e ao pagode de Um Pilar. Já de noite, assistimos a um espetáculo único e surpreendente, adaptado de uma tradição antiga: os Fantoches na Água.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Ninh Binh e Comboio para Hué

Hoje madrugamos e assistimos a uma das mais interessantes facetas de Hanói: o despertar da cidade. Milhares de pessoas concentram-se à volta do lago Hoan Kiem e começam o dia a praticar yoga, tai chi, badminton e outros desportos. Apetece-te participar? Junta-te a um dos grupos - toda a gente é bem-vinda!

Depois do pequeno-almoço, deixamos Hanói, de autocarro, com destino a Ninh Binh. Aqui vamos encontrar uma paisagem muito diferente da capital: campos a perder de vista, salpicados de rochedos e aldeias. Uma paz feita de sorrisos e arroz, igrejas católicas, templos confucionistas e chapéus em cone. Vamos passear de barco a remos, atravessando grutas e uma paisagem bucólica - o bálsamo perfeito depois do caos citadino. À noite, seguimos de comboio para Hué, onde chegaremos na manhã seguinte.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Comboio

Dia 4Hué

Hué foi capital do Império Nguyen e ponto estratégico durante a guerra com os americanos. Hoje, é Património da Humanidade e uma das mais interessantes regiões do Vietname. 

De manhã, conhecemos o maior cemitério do mundo e dois mausoléus de imperadores. Os vietnamitas têm uma peculiar relação com a morte. Acreditam que os humanos, quando morrem, vão para outro reino onde mantêm uma vida bastante semelhante à terrestre. Acreditam que é possível comunicar com eles e o culto aos antepassados é-lhes muito importante, sobretudo queimando objetos - desde dinheiro e roupas, a televisões e telemóveis. E a felicidade dos antepassados ajuda os vivos a prosperar. Descobrimos ainda o templo onde está guardado o carro usado pelo monge que se imolou a si próprio, altura para ficarmos a saber mais sobre o período colonial e os tempos de guerra. 

Depois de um dia repleto de história e misticismo, a noite convida à diversão, com uma surpresa verdadeiramente fora da caixa - o famoso karaoke vietnamita. 

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 5Reunification Express para Saigão

Passamos o dia (e a noite) no Reunification Express. É uma viagem longa, mas fascinante, numa linha de comboio cheia de significado histórico. Construída pelos franceses, foi destruída durante a guerra e posta em funcionamento apenas 20 meses após o fim do conflito - um símbolo de um país reunificado depois de ter conseguido derrotar o invasor.

É fácil apaixonarmo-nos pela memorável paisagem entre Hué e Danang, desenhada junto à costa e revelando-nos praias, escarpas e falésias. A partir de Danang até ao cair da noite, a paisagem é mais bucólica, feita de montanhas, arrozais, camponeses com os tradicionais chapéus em bico, búfalos e até túmulos perdidos nas paisagens. 

Entre momentos para ler e descansar, partilhar histórias, experiências e petiscos, esta mítica viagem só termina na madrugada do dia seguinte, na maior cidade do país: Saigão.


Alimentação: -
Dormida: Comboio

Dia 6Ho Chi Minh City

Rebatizada de Ho Chi Minh City, a maior cidade do Vietname tem um ritmo frenético e é uma louca mistura de templos ancestrais e arranha-céus, mercados tradicionais e centros comerciais, galerias de arte e bancas de rua. 

Depois de recuperar energias da longa viagem de comboio, visitamos o famoso templo do Imperador de Jade. Uma das principais obras arquitetónicas e artísticas da cidade, o templo é dedicado aos vários deuses taoístas e budistas da China-Vietnamita. Ainda durante a manhã, testemunhamos um dos momentos mais dramáticos da história do país: a guerra com os Estados Unidos. A visita ao Museu dos Despojos da Guerra é uma experiência intensa, mas obrigatória. 

Passamos a tarde a explorar a estação dos correios, um mercado e um templo hindu para, à hora do jantar, termos mais uma experiência marcante. Hoje, jantamos num restaurante às escuras, onde nos recebem empregados cegos. Durante o dia, temos conhecimento das infelizes cicatrizes criadas pela guerra e agora presenciamos uma alternativa válida de integração para estas vítimas, muitas delas com cegueira congénita, devido ao uso de napalm durante os ataques. Um momento inesquecível marcado pela simpatia dos nossos anfitriões.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 7Phnom Penh

O dia em que completamos uma semana de viagem é aquele em que entramos no segundo país desta aventura: viajamos de autocarro para Phnom Penh, a capital do Cambodja, numa jornada que demora entre sete a nove horas. É neste trajeto que atravessamos o rio Mekong pela primeira vez. 

Outrora apelidada de ‘Pérola da Ásia’, o brilho de Phnom Penh foi ofuscado pela guerra e pela revolução. A cidade começou lentamente a renascer das cinzas e nos últimos anos foi palco de um autêntico boom de investimentos chineses. Uma cidade de grandes contrastes, onde arranha-céus e carros de luxo convivem lado a lado com os elementos mais pobres e mais tradicionais. No final do dia, passeamos pela boulevard, que ainda conserva algum do encanto dos tempos coloniais, e terminamos em beleza num dos restaurantes mais emblemáticos de Phnom Penh.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 8Phnom Penh

Começamos o dia num registo mais sombrio, mas incontornável. Descobrimos a horrível história do passado recente do país nos Campos da Morte e no museu Tuol Sleng – a antiga Prisão S-21, onde ficarás a conhecer de perto os horrores cometidos pelo regime liderado por Pol Pot, os Khmers Vermelhos. 

À tarde, aligeiramos o tom e conhecemos o Palácio Real e o Pagode de Prata - e, se quiseres, poderás assistir a um combate de boxe tradicional khmer. Segundo os locais, esta é a 'versão original' do muay thai. Se não fores adepto de emoções tão fortes, podes sempre ir dar uma volta a pé pela marginal, junto ao rio, onde centenas de pessoas dançam ao ritmo de hip-hop e monges budistas passeiam lado a lado com turistas, domingueiros e casais de namorados.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 9Siem Reap

Após um dia pesado, em que testemunhamos algumas das atrocidades que este país sofreu no seu passado recente, temos a oportunidade de assistir a um povo que se esforça por reerguer. Logo de manhã, visitamos um projeto social nos arredores da capital, onde jovens destituídos aprendem a arte tradicional da joalharia khmer, ao mesmo tempo que se forjam a eles próprios. 

Mais tarde, deixamos para trás a capital do Cambodja numa carrinha privada em direção a Siem Reap. No caminho, almoçamos no mercado de Skuon, famoso pelas suas estranhas iguarias - as aranhas fritas são a especialidade local. 

Porta de entrada para os Templos de Angkor, Siem Reap é hoje uma das cidades mais glamorosas do sudeste asiático. Chegamos a tempo de descobrir as contradições da arquitetura colonial, enquanto desfrutamos do cair da noite numa das esplanadas da cidade. 

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 10Templos de Angkor

Dedicamos os próximos dias a descobrir um dos mais importantes sítios arqueológicos do sudeste asiático. Perdido na densa selva cambodjana, Angkor estende-se por mais de 400 km², escondendo magníficas ruínas das diferentes capitais do Império Khmer dos séculos IX a XV. Coração e alma da nação, Angkor não deixa ninguém indiferente. 

Começamos a nossa descoberta no templo de Ta Prohm, onde raízes e pedras lutam por cada centímetro. Um dos mais emblemáticos e fotogénicos templos de Angkor, Ta Prohm permite imaginar como seriam os templos de Angkor Wat quando foram descobertos. Passamos o resto do dia a explorar outros templos e ruínas espalhadas pela floresta. Há caras esculpidas nas rochas e até um dinossauro, um terraço de elefantes, longuíssimos painéis com batalhas da mitologia hindu e portões monumentais. Um dia inteiro dedicado ao esplendor da misteriosa civilização khmer.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 11Templos de Angkor

O dia começa muito cedo. Assistimos ao nascer do sol em Angkor Wat, uma experiência única e inesquecível. O resto da manhã é dedicada a Angkor Wat, Mãe de Todos os Templos e Património Mundial da Humanidade. 

Mais tarde, os tuk-tuks levam-nos até Banteay Srei. Devido à cor rosada da pedra com que é feito, este lugar ganhou a alcunha de ‘Lady Temple’. É mais pequeno do que os que visitamos anteriormente, mas os pormenores dos baixos relevos são minuciosos e muito interessantes. No regresso a Siem Reap embarcamos num pequeno barco para subir o rio Tonlé Sap, passando por aldeias flutuantes, um templo budista e pescadores que nos acenam a desejar boa viagem.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 12Viagem para 4000 Ilhas

Bem cedo pela manhã, partimos de carrinha até à fronteira com o Laos. Reza a lenda que "no Vietname planta-se o arroz, no Cambodja vê-se o arroz crescer e, no Laos, ouve-se o arroz crescer". Assim, e de acordo com o provérbio, ao entrar no Laos abrandamos o ritmo e aprendemos a arte de contemplar. 

Chegamos já com o sol a pôr-se em Nakaseng, o que torna a nossa viagem de barco ainda mais bonita. Rumamos às 4000 Ilhas, mais concretamente a Don Det. Separadas pelas míticas águas do Mekong, estas ilhas paradisíacas apelam ao dolce fare niente, lugar ideal para a nossa primeira estadia no Laos após três dias intensos em Angkor e uma longa jornada na estrada.

Alimentação: -
Dormida: Guesthouse

Dia 13Planalto de Bolaven

Despertamos junto às margens do Mekong e, sem pressas, partimos para explorar o mítico Planalto de Bolaven, pontuado por vigorosas cascatas e curiosas aldeias étnicas. 

Ao chegarmos, aventuramo-nos nas águas das cascatas da região e, após um banho revigorante, dirigimo-nos para uma pequena aldeia animista da região. Praticamente intocado, este pequeno recanto do Laos é um oásis de tranquilidade no turbilhão que é a Indochina. Seremos acolhidos por famílias locais e dedicamos o resto do dia a descobrir o quotidiano tribal destas povoações, as suas plantações de café e a beleza natural da região. À noite, celebramos a nossa passagem pela aldeia com um banquete preparado pelos nossos anfitriões.

Alimentação: Jantar
Dormida: Cabana

Dia 14Viagem para Thakhek

Após uma noite diferente, passada em modestas cabanas ao estilo local, despedimo-nos dos nossos anfitriões e da região do Planalto de Bolaven para rumar a Thakhek, capital da província de Khammouane. Situada nas margens do Mekong, esta charmosa vila colonial repleta de edifícios históricos, jardins e largas avenidas foi durante a Guerra do Vietname uma espécie de Havana da Indochina, onde expatriados, foragidos e ex-soldados se divertiam nas boates e no casino da cidade. Chegamos a Thakhek ao final da tarde, após um dia na estrada com várias paragens pelo caminho.   

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 15Thakhek

Acordamos sem pressas para explorar grutas sagradas perdidas na selva e raramente visitadas. Começamos por descobrir remotas cavernas que albergam centenas de estátuas de Buddha e as enormes grutas que serviram de cenário a lendas de amor entre humanos e divindades. A bordo de simpáticos tuk-tuks, continuamos a explorar a região durante a tarde. Regressamos a Thakhek a tempo de apreciar um belo pôr do sol sentados numa esplanada junto ao rio, e de gozar o ritmo lento desta nostálgica vila colonial.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 16Ban Thabak e Vang Vieng

Acordamos cedo para um longo dia na estrada. O nosso destino é a pitoresca vila de Vang Vieng. Não sem antes explorar um dos lugares mais bizarros do Laos. Alguma vez imaginaste navegar a bordo de um antigo míssil de combate? Intensamente bombardeada durante a Guerra do Vietname pelo exército americano, a população de Ban Thabak decidiu aproveitar os despojos de guerra como barcos de pesca. Subimos a bordo destas curiosas embarcações para um descontraído passeio pelo rio. Após esta caricata experiência, rumamos a Vang Vieng onde chegamos ao cair da noite.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 17Vang Vieng

Vang Vieng é uma vila rodeada de florestas tropicais e grutas habitadas por espíritos. Num ritual mítico entre os viajantes que se aventuram no Sudoeste Asiático, descemos ‘de bóia’ as tranquilas águas do rio Canção - uma experiência inevitável. 

Aproximamo-nos a passos largos do final da nossa jornada. O final de tarde é livre para poderes absorver e desfrutar da idílica paisagem de Vang Vieng ao teu ritmo. Um passeio de bicicleta pelos arrozais, uma relaxante massagem, pôr a leitura em dia ou um voo de balão para os mais ousados...que bem se está no campo! 

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 18Luang Prabang

Hoje cumprimos a última viagem desta odisseia, numa estrada que serpenteia entre vales e montanhas, gado a pastar, aldeias de minorias étnicas. 

Ao fim de uma manhã na estrada, com direito a paragens ocasionais em aldeias, para apreciar paisagens e saborear petiscos locais, surpreendemo-nos com a chegada à cidade monástica de Luang Prabang, classificada pela UNESCO como Património da Humanidade.  Um lugar verdadeiramente mágico, que deixa sobressair o dourado dos templos budistas e que a arquitetura espelhe a fusão das tradições do Laos com a presença colonial europeia.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 19Luang Prabang

Na primeira manhã em Luang Prabang voltamos a madrugar, para testemunhar uma tradição milenar: logo de manhã, centenas de monges vestidos nos seus robes laranja caminham descalços pelas ruas de Luang Prabang, para receber as oferendas dos fiéis. É um evento tocante e muito colorido, e serve de 'aquecimento' para um dia muito tranquilo, passado entre templos, palácios e o rio Mekong, que vamos descer de barco, a caminho das cascatas de Kuang Si. Três níveis de quedas de água cristalina dão o mote para as horas passadas em piscinas naturais de um azul raro de encontrar, emolduradas pelo verde da reserva natural que as acolhe. 

De regresso à cidade, perde-te no Mercado Noturno. Desde a zona do Palácio Real, o mercado estende-se pela Sisavangvong Road todos os dias, entre o final da tarde o início da noite - uma enorme amostra de artesanato e têxteis do Laos. Juntamo-nos depois para um jantar, marcado pelo ambiente de festa e despedida, em celebração das muitas aventuras vividas ao longo das últimas semanas.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 20Luang Prabang e Voo de Regresso

Hoje é dia de despedidas. A Dânia vai deixar-te ao aeroporto de Luang Prabang, de onde partes para o teu regresso a casa, depois de 20 dias repletos de aventura no vibrante sudeste asiático.

Alimentação: -
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
4 pequenos-almoços e 1 jantar
Entrada Templos Angkor

Exclui:

Voos internacionais
Vistos
Alimentação (cerca de 20 por dia)
Entrada em monumentos (cerca de 75€)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Para fazer esta viagem deves solicitar online um visto pré-aprovado para o Vietname. Os vistos do Cambodja e Laos são tratados à entrada de cada um dos países, custando 35 USD e 40 USD, respetivamente. A Nomad recomenda a Visateam para o apoio ao pedido do visto de que necessitas para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação, tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para te ajudar em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone ou email, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto.

    Para a emissão do visto do Vietname, não te esqueças de levar o documento enviado pela agência onde fizeste o registo, duas fotografia tipo passe e dólares americanos no valor respetivo ao tipo de visto que pediste.

  • Podem reservar-me noites extra no início e fim da viagem?

    A Nomad pode reservar-te noites extra no início e/ou no fim da viagem. No entanto, está sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te toda a informação sobre preços e disponibilidade.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem.

    Nesta viagem, a qualidade dos alojamentos varia bastante. Na maioria das povoações, dormimos em hotéis ou guesthouses, em quartos normalmente de duas camas, mas em alguns casos o grupo poderá ter de se dividir em quartos triplos. Normalmente, a casa de banho é privativa, mas pode não estar assegurada em todos os locais. As casas de banho terão maioritariamente sanitários europeus mas, pontualmente, poderão ser de tipo asiático. Na noite passada na aldeia em Planalto de Bolaven, ficamos alojados em duas cabanas de famílias locais. Em cada uma, o grupo distribui-se por duas divisões, dormindo em colchões no chão, com cobertor e almofada. Não é preciso saco-cama mas, para maior conforto, sugerimos que leves o teu próprio lençol-cama. Há apenas uma casa de banho por cabana, ao estilo asiático e, noutra divisão, um recipiente cheio de água com um púcaro à nossa disposição para tomarmos banho (de água fria). Apesar das condições modestas, esta será uma experiência que marcará a nossa passagem pela Indochina.

    Os comboios vietnamitas têm cabine, com dois beliches e ar condicionado. Os revisores distribuem lençóis lavados e cada cama tem almofada e edredão. Todas as carruagens têm casa de banho e água quente para café, chá ou noodles.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    A Indochina tem uma tradição gastronómica extremamente rica, em particular o Vietnam. A líder Nomad está sempre presente para contextualizar a cultura gastronómica e te ajudar a escolher os melhores petiscos. A comida desta região tem a reputação de ser uma das mais saborosas e saudáveis do mundo, graças à generosa combinação entre vegetais e ervas frescas, misturadas com arroz, noodles, marisco, frango e porco. Temos uma grande variedade de experiências, desde provar o melhor da street food até experimentar restaurantes criteriosamente escolhidos. A comida é rica em condimentos, mas em geral pouco picante. No Laos, são utilizadas imensas ervas aromáticas frescas, uma herança da rica tradição tribal. Para os mais ousados, é possível provar insetos e outras iguarias locais exóticas aos nossos olhos. Existem opções vegetarianas ao longo de toda a viagem, mas a escolha é bastante mais limitada. Para beber, existe uma rica variedade de sumos frescos e smoothies, bem como a tão apreciada cerveja local.    

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    Nesta viagem usamos três moedas diferentes: dólares americanos (Cambodja), o dong (Vietname) e o kip (Laos). O mais prático é levares desde Portugal alguns euros ou dólares, para que possas cambiar à chegada. O acesso a máquinas de ATM é frequente. 

    Durante toda a viagem não estão incluídos os almoços e jantares, nem as entradas em muitos monumentos. Não estão ainda incluídas água e outras bebidas para durante o dia, nem algum snack que queiras fazer num local de paragem. Estimamos para as refeições não incluídas um valor de cerca de 20€ por dia. Algumas entradas em museus e monumentos também não estão incluídas. Reserva 75€ para este efeito. 

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. Entre as principais vantagens em termos financeiros contam-se as taxas inexistentes ou reduzidas e o facto de, alegadamente, usar taxas de câmbio mais favoráveis do que os bancos tradicionais. É uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares um fundo de emergência de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca num banco ou numa casa de câmbios.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Há wi-fi em quase todos os alojamentos da viagem, bem como na maioria dos cafés e restaurantes que frequentamos. No entanto, pode ser lenta em alguns locais. Temos acesso a eletricidade todos os dias e não é necessário levar adaptador de tomadas. Há rede de telemóvel ao longo de quase todo o itinerário, exceção feita a alguns lugares no Laos. Nas cidades, há uma boa cobertura de rede 3G.

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Recorremos a um leque muito alargado de meios de transporte, privilegiando sempre que possível os transportes públicos. Andamos de mota, comboio, autocarro, táxi, minivan, barco e tuk-tuks. As estradas no Vietname e Cambodja encontram-se, normalmente, em boas condições; as do Laos estão em condições bastante mais precárias, sobretudo no Norte do país.

  • Como é o clima durante a viagem?

    A Indochina, uma região que cobre uma vasta extensão de território, apresenta uma grande variação climática. No início e final da nossa viagem, em Hanoi e Luang Prabang, o clima é temperado, ainda que um pouco mais quente do que o nosso. À medida que nos deslocamos em direção a sul, a temperatura – e a humidade! - aumentam. No Sul da região, o clima é tropical, quente e húmido, com duas temporadas muito distintas: a estação das monções e a estação seca. A nossa viagem desenrola-se na estação seca.



    Durante o dia, espera temperaturas a rondar os 20ºC ou 30ºC, dependendo das regiões, e níveis de humidade elevados, sobretudo no sul da região. À noite, as temperaturas são amenas e agradáveis. Apesar de viajarmos na estação seca, ocasionalmente, pode chover.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Vietname, Cambodja e Laos

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Cabana: 1 noite, Comboio: 2 noites, Guesthouse: 1 noite, Hotel: 15 noites

Transportes

Autocarro, Barco, Comboio, Mototáxi, Tuk-tuk

Reservas

Min: 4 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 1150€

Testemunhos

Viajar pela Indochina ficará na memória pelas experiências vividas, o contacto com as populações locais, a gastronomia e a dedicação da Dânia na explicação de todos os lugares por onde passamos, carregados de simbolismo e história da região.
Cristina F.
Um vendaval de experiências fantásticas. Quando parecia que ‘agora já é só deslizar até à meta’, lá vinha outra experiência de deixar atordoado.
Jorge S.
Esta viagem foi única, com uma líder preocupada, interessante, culta, respeitadora dos viajantes e das populações locais, e ainda uma formidável contadora de histórias. Experiência cinco estrelas.
Teresa A.