Exploração da Mongólia

Com Bernardo Conde 08 a 25 jun 2018

Parta para o coração da Ásia Central e descubra um país de nómadas incrivelmente hospitaleiros e paisagens intocadas.

Do deserto de Gobi à estepe mongol, levamo-lo a remotos mosteiros budistas, densas florestas, imponentes montanhas, cidades austeras, enormes lagos e dunas gigantes. Dividimos as noites entre hotéis, uma cabine de comboio e os tradicionais gers, onde trocamos experiências com os nossos anfitriões e tomamos contacto com as suas tradições ancestrais. Observamos o legado da presença soviética e conversamos com descendentes de Gengis Khan. É uma viagem intensa e de profunda descoberta cultural.

  • Impacto cultural
    Partilhará várias noites com famílias nómadas, com costumes diferentes dos a que está habituado.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade fisica para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de conforto
    Alojamentos muito simples. As condições de higiene não são um problema, mas dormimos 11 noites em gers de famílias locais (sem acesso a duche). Deslocações longas por estradas más em transportes privados.

08 a 25 jun 2018

1380 €18 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 1000€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

1380€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Ulan-Bator

À chegada, o líder Nomad Bernardo Conde dá-lhe as boas vindas à Mongólia. Em Ulan-Bator, as tradições ancestrais e o culto budista contrastam com a arquitetura estalinista herdada do período de influência soviética e com os traços de modernidade que hoje invadem esta cidade isolada no coração da Ásia Central. Não estranhe se vir um habitante local no seu dia a dia envergando orgulhosamente o seu del (traje tradicional), enquanto passa em frente do Parlamento ou da Bolsa de Valores da cidade.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Gobi: Baga Gazrin Chuluu

Pela manhã, despedimo-nos dos últimos confortos do mundo moderno e deixamos Ulan-Bator. Com provisões para vários dias carregadas, lançamo-nos rumo ao deserto de Gobi, onde os seus habitantes continuam a viver segundo as tradições nómadas. Passamos pela montanha sagrada de Zorgol Khairkhan e seguimos para região remota de Baga Gazrin Chuluu, uma formação granítica que emerge na extensa planície e onde podemos encontrar as ruínas de um antigo mosteiro budista. Pouco depois, chegamos ao local onde estarão os nossos anfitriões, uma acolhedora família do Gobi superior que nos vai receber na primeira noite da viagem que passamos em gers.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Ger

Dia 3Gobi: Tsagaan Suvarga

Continuamos para o interior do deserto de Gobi, cuja paisagem não pára de surpreender. Os grandes camelos asiáticos fazem hoje as suas primeiras aparições. É o seu terreno natural. Para além destes, numerosos rebanhos de cabras e ovelhas pastam por todo o lado. É destas cabras que é retirada a fina lã para as roupas de caxemira. Mais tarde, chegamos a Tsagaan Suvarga, onde encontramos um cenário geológico de chaminés de fada. Nos vales que circundam o local, já existiu em tempos um mar interior, que nos é testemunhado por alguns fósseis que poderemos encontrar. Passeamos a pé pela zona e, de seguida, juntamo-nos a uma família nómada que vive da pastorícia em pleno deserto.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Ger

Dia 4Gobi: Dalanzadgad e Bayanzag

Despedimo-nos dos nossos anfitriões após o pequeno-almoço e seguimos viagem. Aqui e ali, polvilhando a paisagem, encontramos camelos e conjuntos de gers, que alojam famílias que mantêm este modo de vida nómada que tanto caracteriza os mongóis. Parecem incrivelmente isolados de tudo e de todos, no meio de uma região desértica, no interior de um país que se encontra, ele próprio, muito isolado do mundo. Atingimos o ponto mais a sul da viagem, Dalanzadgad - a capital desta província do Gobi e simbolicamente a capital do deserto. É uma pequena cidade, ventosa e isolada, mas com um carisma muito próprio. Depois do almoço, despedimo-nos da capital do deserto e fazemos um curto percurso até Bayanzag, onde ficamos a dormir. Foi aqui que, durante o século XX, foram encontrados muitos ovos e esqueletos de dinossauros, que hoje podem ser encontrados no Museu de História Natural de Ulan-Bator ou noutros museus espalhados pelo mundo. O cenário é surrealista, de areia e rocha vermelha, que nos demonstra a diversidade das paisagens do Gobi.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Ger

Dia 5Gobi: Dunas gigantes de Khongoryn

Deixamos a terra dos dinossauros e chegamos às gigantescas dunas de areia de Khongoryn. As dunas estendem-se por mais do que a nossa vista alcança, ao longo de cerca de 180 quilómetros de cumprimento e várias centenas de metros de altura. E nós temos um desafio para si. Que tal subir ao topo de uma destas dunas? Atreva-se ao esforço de as subir na companhia do Bernardo e garantimos-lhe uma visão avassaladora! Se a aventura não lhe parecer tentadora pode ficar junto ao ger a ler um livro ou, simplesmente, a descontrair enquanto contempla a paisagem.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Ger

Dia 6Arvaikheer

Hoje abandonamos o deserto de Gobi. É um dia longo em viagem, em que mudamos o nosso rumo e apontamos para norte, atravessamos as montanhas Arts Bogdyn e entramos na paisagem da estepe. À medida que vamos deixando o Gobi, a paisagem torna-se menos austera dando lugar a pastos mais viçosos. A água começa a fazer também o seu inevitável aparecimento em rios e ribeiros que nos surgem como cenário de viagem. Chegamos por fim à cidade de Arvaikheer, onde passamos a noite, desta vez num hotel local para nos permitir alguns confortos que não foram possíveis nos últimos dias.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Hotel

Dias 7 e 8Vale de Orkhon

Entramos no majestoso vale de Orkhon, classificado pela UNESCO como paisagem cultural. O vale é muito fértil e, desde sempre, atraiu vários povos que aqui se foram fixando. Ficamos a dormir em gers nas duas noites que aqui passamos, mesmo junto à sua emblemática queda de água, um lugar idílico e perfeito para descontrair. O Bernardo vai certamente desafiá-lo para um descontraído passeio a cavalo ao longo do vale, num puro sangue descendente das montadas de Gengis Khan. Aproveite ainda o tempo livre para dar um passeio junto ao rio ou, porque não, dar um mergulho nas suas águas que vão desaguar, muitos quilómetros depois, no lago Baical, na Rússia.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar

Dormida: Ger

Dia 9Templo de Tovkhon e Karakorum

O dia de hoje leva-nos a descer calmamente o vale. Algum tempo depois de nos despedirmos dos nossos anfiriões, paramos para visitar o templo de Tovkhon, lugar que serviu de retiro para o aclamado artista e líder espiritual Zanabazar. Seguimos depois até Karakorum, a antiga capital da Mongólia. No séc. XIII, Gengis Khan decidiu mudar a capital do seu império para este local, embora as construções só se tenham iniciado após a sua morte. Karakorum foi a capital do Império Mongol apenas por 40 anos, pois foi pouco depois mudada para onde é atualmente Pequim. Ficamos a dormir na encosta virada para o mosteiro Erdene Zuu, o mais antigo mosteiro budista da Mongólia e que vamos visitar na manhã seguinte.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar

Dormida: Ger

Dia 10Mosteiro Erdene Zuu e PN Khustai

Após o pequeno-almoço, entramos no Mosteiro Erdene Zuu. É o mais antigo mosteiro budista da Mongólia e, apesar de ter sofrido uma severa destruição durante as purgas soviéticas, alguns dos seus mais importantes templos foram poupados e podem hoje ser visitados. É um dos raros locais na Mongólia onde podemos ainda encontrar exemplares originais de máscaras da dança budista. Depois de deixarmos o mosteiro seguimos para o PN Khustai. Nesta área de reserva natural vive a única raça de cavalo selvagem do mundo: o Przewalski ou takhi, como é chamado na Mongólia.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Ger

Dia 11PN Khustai e Ulan-Bator

Bem cedo pela manhã, quando os animais estão mais ativos, saímos para um passeio pelo parque em busca do cavalo takhi e das muitas outras espécies que aqui habitam, como veados, gazelas e marmotas. Regressamos para o pequeno-almoço e partimos rumo a Ulan-Bator, onde passamos a tarde e a noite.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 12Voo para Moron e Lago Khovsgol

Deixamos mais uma vez a capital mongol, desta vez de avião. Neste voo de baixa altitude vai poder observar a imensidão da estepe mongol até aterrarmos em Moron, no norte do país. Daqui seguimos para o lago Khovsgol, uma gigante massa de água que contém cerca de 70% das reservas de água doce da Mongólia. Estamos já muito perto da fronteira com a Rússia e as aproximações culturais são tão notórias quanto as suas diferenças. É um local de contrastes. Encontramos muitas casas de madeira e menos gers do que no sul da Mongólia, menos nómadas e mais xamãs. Mas os cavalos, a pastorícia e o herói Gengis Khan são omnipresentes. As chuvas mais abundantes proporcionam a estes vales mais floresta e pastos regulares durante todo o ano, permitindo às populações fixar-se com mais facilidade. Estamos em plena paisagem de taiga e as encostas encontram-se forradas a floresta de coníferas.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Ger

Dia 13Lago Khovsgol

Acordamos num ger na margem do lago. Os mais afoitos vão sentir-se tentados a mergulhar nas suas águas cristalinas... e frias. Hoje não temos atividades programadas para que possa levar o dia ao seu ritmo, enquadrado por esta paisagem imponente. É um bom dia para descansar, passear pela margem do lago, andar a cavalo e fazer como os mongóis - deixar o tempo passar.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Ger

Dia 14Khutag Ondor

Temos pela frente um longo dia. Acordamos cedo e atiramo-nos à estrada para chegar a uma povoação próxima das montanhas de Khutag Ondor. Apesar de extenso, o dia vai presentear-nos com belas paisagens que vão ajudar a suavizar a jornada.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Ger

Dia 15Mosteiro Amarbayasgalant

Este mosteiro situa-se num belo vale, próximo do rio Selenge, o maior da Mongólia. Não há estradas nem povoações à sua volta. É paradisíaco e foi escolhido para ser um refúgio de tranquilidade, num local idílico que apela à meditação. Vamos conhecer o seu interior e ver o dia a dia dos monges que aqui habitam todo o ano. Somos acolhidos em gers bem próximos por uma família que aqui vive durante todo o verão.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Ger

Dia 16Erdenet e Linha do Comboio Transiberiano

Erdenet é a segunda maior cidade da Mongólia. Cresceu com a primeira era industrial do país, dependente da exploração de minério de ferro, cobre e carvão. Uma grande parte da sua população é russa, o que é bem notório nas ruas. É tão comum ouvir falar mongol como russo por aqui.
À noite, apanhamos o comboio que nos leva numa viagem noturna até Ulan-Bator. Entramos na linha do transiberiano transmongol, a vertente do transiberiano que atravessa a Mongólia rumo a Pequim. O comboio que apanhamos é local, não vem da Rússia, uma vez que só os passageiros que partem do interior da Rússia podem apanhar o comboio internacional. Isso significa que vamos viajar na companhia dos locais, os mongóis que se deslocam entre cidades. O comboio é antigo, mas confortável e dispõe de camas e casas de banho na classe onde viajamos.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Cabine de comboio

Dia 17Ulan-Bator

Chegamos a Ulan-Bator bem cedo pela manhã. Este dia é dedicado à visita à capital mongol. Agora que conhecemos o país rural e a realidade da vida nómada, a cidade aparenta ser uma metrópole cosmopolita onde já nada parece faltar. Visitamos o mosteiro Gandam, o maior mosteiro budista do país, deambulamos pelas largas avenidas e exploramos a praça central, onde as famílias se juntam para desfrutar o final da tarde, sob a imponente presença do parlamento nacional e de lojas internacionais como a Louis Vuitton.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 18Ulan-Bator e Voo de Regresso

Chegou a altura de deixar a Mongólia e de se despedir do Bernardo, que o vai levar ao aeroporto para o voo de regresso de acordo com o seu horário. Fim do programa.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Alojamento durante todo o programa

16 pequenos-almoços, 11 almoços e 6 jantares

Transportes locais (carrinha, avião e comboio)

Acompanhamento de líder Nomad

Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)

Exclui:

Voos internacionais

Alimentação não especificada (cerca de 100€ para o total das refeições não incluídas)

Entradas em monumentos

Visitas não especificadas

Atividades extra

Extras pessoais como bebidas, telefone, etc
Visto

Seguro pessoal

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Desde 1 de Janeiro de 2016, o visto voltou a ser obrigatório para viajantes portadores de passaporte português. Como a Mongólia não tem representação diplomática em Portugal, o seu visto terá que ser pedido na Embaixada da Mongólia, em Paris. A Nomad recomenda a Visateam (http://www.visateam.pt) para o tratamento do visto de que necessita para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para ajudá-lo em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone/mail, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto.

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Nalgumas cidades onde esta viagem passa usamos hotéis. Nas restantes noites dormimos em gers. Os gers são as yurts mongóis, usadas também noutros países da Ásia Central. São grandes tendas tradicionais que o povo mongol ainda hoje usa. São altas e confortáveis, aquecidas por um característico fogão de sala e bem isoladas para fazer face ao frio do rigoroso inverno que atinge a Mongólia.
    Na nossa viagem, em cada ger dormem normalmente cinco pessoas. Na maior parte não há banho disponível e as casas de banho são rústicas latrinas de fossa nas imediações. As instalações são básicas, mas os mongóis são muito cuidadosos com a limpeza, pelo que pode esperar boas condições de higiene. E são pessoas muito hospitaleiras, pelo que, dentro das suas possibilidades, vão certificar-se de que nada lhe faltará. Normalmente não ficará sem acesso a duche mais de 3 dias seguidos.
    Na noite passada em comboio, cada cabine tem 4 camas e em cada carruagem terá duas casas de banho ao seu dispor, mas sem duche. Há sempre água quente para fazer chá ou café e refeições instantâneas, que podem ser compradas na estação antes de embarcar ou no próprio comboio.
    Em Ulan-Bator usamos um hotel de 3 estrelas bem localizado com boas condições de acordo com os padrões europeus. Tem casas de banho nos quartos e internet wireless. Os restantes hotéis da viagem são mais básicos, pois a oferta é muito limitada nas outras cidades do país. Nos hotéis ficam duas pessoas por quarto ou, pontualmente, três pessoas. Nesses locais terá acesso a internet através de cybercafes.

  • Como é a comida durante a viagem? Há opções vegetarianas?

    Fora das cidades, a alimentação baseia-se essencialmente em carne de carneiro, cabra, camelo, yak, vaca e por vezes cavalo, acompanhada de arroz ou massa. Há poucos alimentos frescos, com a exceção do tomate e pepino. Embora não seja abundante, conseguimos ter fruta diariamente. Nas cidades, a comida é mais diversificada mas as opções de peixe são quase nulas. É possível fazer uma alimentação sem carne ao longo de toda a viagem mas, para isso, terá que recorrer a enlatados.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir.

  • Se pretender chegar a Ulan-Bator uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Ulan-Bator no fim da viagem?

    Se pretender chegar a Ulan-Bator um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra neste mesmo alojamento em Ulan-Bator, no final da viagem.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Quer marque o voo por si ou através de nós, e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os seus detalhes de voo para que possamos passá-los ao Líder Nomad. Desta forma, ele estará à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina (https://www.consultadoviajante.com) como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

Mongólia

Atividades

Descoberta cultural, Observação de vida selvagem

Dormida

Ger - 11 noites, Hotel - 5 noites, Cabine de comboio - 1 noite

Transportes

Carrinha, Avião e Comboio

Reservas

Min: 5 | Max: 11

Voo não incluído

Valor indicativo: 1000€

Testemunhos

A Mongólia era o meu destino/viagem de eleição há mais de 15 anos. A Nomad proporcionou-me a sua concretização de forma esplendorosa em virtude do país e das pessoas com quem tive o privilégio de viajar.
Alcino C.
Esta viagem foi muito mais do que eu poderia esperar! Vimos a Mongolia da forma pura que é, com tudo o que tem de bom e tudo o que tem de crescer enquanto país. Esta será para sempre uma das viagens da minha vida! Por mais voltas que dê ao mundo... a Mongólia ficará para sempre na minha memória. Aconselho, aconselho vivamente a todos os que adoram a simplicidade e o genuíno.
Leonor F.
A Mongólia é exactamente como eu esperava - um país colossal que parece parado no tempo, onde os dias parecem imensos rendidos às rotinas de sempre, onde a vida corre como há séculos corria, onde a enormidade da natureza se sobrepõe ao resto tornando o país arrebatador. É uma viagem extraordinária.
Susana C.