Viagem Confirmada

Do Cabo a Zanzibar

Com Mateus Brandão 14 jun a 03 jul 2018

No século XIX, o Império Britânico idealizou uma linha de comboio que atravessaria África de norte a sul. O que resta desta linha liga grandes cidades a pequenas aldeias e atravessa paisagens naturais intocadas.

Recorrendo a troços desta linha de caminho de ferro, utilizada hoje pela população local nas suas deslocações quotidianas, viajamos por uma África profunda, encarando os seus contrastes. São estes os nossos companheiros de carruagem, enquanto atravessamos o interior do continente e nos impressionamos com a grandiosidade de lugares como as cataratas Victoria e o extenso vale do Rift. Completamos a experiência percorrendo de jipe e a pé a savana, em safaris que nos levam bem perto da fauna africana. São vinte dias numa odisseia desde a cosmopolita Cidade do Cabo até ao Índico, à ilha das especiarias, Zanzibar.

  • Impacto cultural
    Partilhará o comboio e muitos momentos desta viagem com famílias e personagens da região, com costumes diferentes daqueles a que está habituado.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples, mas asseados. 4 noites em comboio e 1 em autocarro. Deslocações longas em transportes públicos.

14 jun a 03 jul 2018

2330 €20 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 950€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

2330€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada à Cidade do Cabo

À chegada à Cidade do Cabo, o líder Nomad Mateus Brandão vai estar à sua espera no aeroporto para lhe dar as boas vindas ao continente africano. Caso chegue cedo aproveite o tempo livre para descontrair numa das muitas esplanadas da cidade até que o grupo esteja todo reunido para o primeiro jantar.



Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Cidade do Cabo

A história da África do Sul confunde-se facilmente com a figura de Nelson Mandela. Para dar início a esta odisseia africana, começamos com uma celebração. Vamos visitar o “símbolo do triunfo do espírito humano sobre a adversidade”: a ilha e prisão de Robben Island, onde Madiba - como Mandela era carinhosamente tratado - passou grande parte da sua vida encarcerado. Da parte da tarde, percorremos as ruas da cidade e subimos aos quase 1100 metros do seu maior ícone: a Table Mountain. A vista do topo é avassaladora!



Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 3Península do Cabo

Hoje sugerimos uma relaxante viagem de comboio à Península do Cabo, mais precisamente à vila de Simon’s Town. Tome lugar à esquerda e saboreie a brisa que entra pela janela quando nos últimos quilómetros o comboio serpentear as montanhas junto ao areal. Simon’s Town foi em tempos a mais importante base naval britânica do hemisfério sul. Mas não é para ver navios que aqui nos encontramos. O Cabo da Boa Esperança fica a poucos quilómetros e a magnífica colónia de pinguins africanos que habitam a praia Boulders são a nossa sugestão. E se o tempo assim o permitir, porque não dar um mergulho na companhia destes empáticos ‘senhores de fraque’ e juntarmo-nos aos locais para um picnic?

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 4Da Cidade do Cabo a Joanesburgo


É dia de deixar a Cidade do Cabo e rumar a Joanesburgo, a cidade do ouro. O comboio parte da estação por volta das dez da manhã e só chegará a Joanesburgo à hora do almoço do dia seguinte. Não deixe de contemplar a paisagem que se desenrola na sua janela - principalmente os primeiros quilómetros em território de vinhas e montanhas - e aproveite para pôr a leitura em dia ou simplesmente descontrair e deixar o tempo passar. Viajar no Shosholoza Meyl é uma experiência singular e para a tornar ainda mais especial, propomos-lhe o jantar a bordo da carruagem restaurante.



Alimentação: -
Dormida: Cabine de comboio

Dia 5 Joanesburgo


Em África diz-se: “os suíços têm os relógios, nós temos o tempo.” Quer isto dizer que o mais certo será chegarmos a Joanesburgo já a meio da tarde - não espere que os horários dos comboios sejam cumpridos por estas paragens. Depois de deixarmos a bagagem nos quartos do alojamento, com o tempo que nos restar, contamos dar ainda uma primeira volta por esta que é uma das mais verdes cidades do mundo.

Alimentação: -
Dormida: Guesthouse

Dia 6Joanesburgo

Aproveite bem o pequeno-almoço porque hoje o dia vai ser preenchido. Começamos pela visita ao Constitution Hill; um antigo presídio que ocupou o lugar de um forte da guerra dos Boers e que entretanto foi parcialmente convertido em Tribunal Constitucional. De seguida, espreitamos o Museu do Apartheid para mais uma lição de um dos períodos mais difíceis da história do país. E, porque a visita a Joanesburgo também se faz da história viva, o dia vai terminar com um passeio de bicicleta pelo Soweto, um dos mais infames lugares de Joanesburgo. Com uma população estimada em mais de 3 milhões de pessoas, o Soweto é uma das maiores conurbações do mundo. Pode até parecer voyeurismo considerar a visita a um lugar como este, mas a verdade é que só assim se compreende plenamente a realidade da cidade e do país. Para além disso, o que foi outrora um gueto, é hoje um complexo mosaico social, onde se incluem alguns dos movimentos artísticos mais emergentes da cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 7De Joanesburgo a Bulawayo (Zimbabué)


Apesar de existir uma via férrea entre Joanesburgo e Bulawayo, não há comboios de passageiros em funcionamento. Como tal, vamos de autocarro. Arrancamos ao início da tarde e será um longo percurso de cerca de 16 horas com chegada prevista para o início da manhã seguinte. O autocarro faz paragens para que possa esticar as pernas e descontrair um pouco e a fronteira será cruzada durante a noite. Aproveite as primeiras horas para contemplar a paisagem e depois descanse quando entrar em modo verdadeiramente noturno.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Autocarro noturno

Dia 8Parque Nacional Rhodes Matopos

Chegamos à povoação de Bulawayo pela manhã, a hora mais ou menos incerta, mas a tempo de um retemperador pequeno-almoço. O autocarro pode atrasar. Estamos em África. Seja paciente. Entre no espírito e nos ritmos deste continente. Na verdade, as paisagens do Zimbábue são o primeiro vislumbre do imaginário africano que nos remete para o coração do continente, já longe da cosmopolita Cidade do Cabo ou da metropolitana Joanesburgo. De seguida, prepare-se para a experiência de uma vida! Se trouxe o caqui e o chapéu à Henry Stanley, hoje é o dia para o usar. De jipe e a pé, na companhia do Ian, o guia local que se junta a nós nesta parte da viagem, partimos em busca do rinoceronte branco, um dos mais ameaçados mamíferos do planeta. Não se assuste estes pesos-pesados, vai ver que o Ian lhe conhece tão bem os hábitos como se da família se tratasse. Mas adiantamos-lhe que vai ter a oportunidade de se aproximar tanto deles que é difícil imaginar. Além destes rinocerontes, o PN Rhodes Matopos é berço da mais variada e maior densidade de aves do mundo! Cecil Rhodes, um dos personagens fulcrais do megalómano projeto britânico de construção de uma linha de caminho de ferro que iria atravessar todo o continente africano de norte a sul, ficou tão impressionado com estas paisagens que fez questão de ser sepultado neste lugar.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 9Bulawayo

Apesar de se tratar da segunda maior cidade do Zimbábue, Bulawayo é de uma tranquilidade fascinante. Lugar de gente simpática e afável, de mercados coloridos, de arquitetura colonial e da simplicidade de uma cidade africana. É nestas ruas que hoje vamos deambular ao longo do dia. Ao final da tarde, arrancamos a bordo das históricas carruagens britânicas da década de cinquenta (ainda com insígnias dos caminhos-de-ferro da antiga Rodésia) até às majestosas Cataratas Victoria, onde chegamos de manhã.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Cabine de comboio

Dia 10Cataratas Victoria (Zâmbia)


As Cataratas Victoria são sem dúvida um dos mais impressionantes postais de África. Dr. Livingstone terá mesmo dito serem a visão mais extraordinária que alguma vez teve de terras africanas. Ainda do lado do Zimbábue, vista o impermeável porque aqui vai molhar-se (o que até irá saber bem com o calor que certamente se fará sentir)! Do Zimbábue para a Zâmbia a fronteira cruza-se a pé, atravessando a incrível ponte rodo-ferroviária sobre o rio Zambeze; peça fundamental do plano de Cecil Rhodes para ligar a Cidade do Cabo ao Cairo.

Alimentação: -
Dormida: Guesthouse

Dia 11Livingstone

Em Livingstone sobram atividades à escolha e hoje é dia para desfrutar delas. Vá pescar junto às cataratas, nade numa das suas piscinas naturais ou sobrevoe-as de microleve; assista ao pôr-do-sol num cruzeiro pelo rio; faça bungee jumping; enfim… o que não falta é por onde escolher. Se quiser sentir a adrenalina, acompanhe o Mateus que o vai desafiar para uma intensa e divertida descida de rafting no rio Zambeze.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 12Lusaka


Por estes lados diz-se que todos os caminhos vão dar, não a Roma, mas a Lusaka. Apesar de não ser cidade de grandes superlativos, a capital da Zâmbia impressiona qualquer um pelos seus contrastes - a inesperada arquitetura soviética, os movimentados mercados e o ambiente cosmopolita, mas genuinamente africano da cidade.



Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dias 13 e 14Mukuba Express

Prepare-se para uma longa viagem entre estrada e carris. O caminho até ao Parque Nacional Mikumi é feito em três etapas: nestes dois dias começamos por deixar Lusaka com destino a Kapiri Mposhi, num percurso de cerca de três horas de autocarro, que nos levará até ao ponto de partida do último comboio da nossa aventura, e que terá uma duração de aproximadamente 40 horas. Mas não se deixe impressionar negativamente pela duração da jornada; esta é uma viagem deslumbrante pelo vale do Rift, por entre aldeias perdidas de palhotas e paisagens incríveis. Das janelas do comboio terá oportunidade de comprar fruta, chamuças e bebidas frescas aos muitos vendedores que surgem a cada paragem numa estação. Se preferir, esta é também uma boa oportunidade para pôr a leitura em dia, mas não deixe de visitar a carruagem restaurante e o bar para o convívio com os outros passageiros. Passamos duas noites a bordo, em compartimentos de 4 camas, num comboio novo.

Alimentação: Pequeno-almoço (dia 13)
Dormida: Cabine de comboio

Dia 15Parque Nacional de Mikumi

Dependendo do atraso do comboio, desembarcamos pela manhã na estação de Ifakara onde nos esperam dois jipes que nos vão levar ao Parque Nacional de Mikumi. Até lá conte com umas 3 ou 4 horas por estradões de terra, que podem tornar o percurso cansativo mas que proporcionam belas vistas sobre as montanhas. Chegamos ao parque ainda a tempo de contemplar a imagem cliché, mas bem reconfortante, do pôr-do-sol a cair sobre as acácias.

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Lodge

Dia 16Parque Nacional de Mikumi

Hoje o dia é inteiramente dedicado à observação de vida selvagem. Saímos bem cedo para este safari, ainda antes do nascer do sol, para encontramos os animais em atividade e regressamos para o pequeno-almoço. Depois, voltamos aos jipes para nova incursão pelas terras do parque. Embora pouco visitado, o PN Mikumi é um dos maiores parques nacionais da Tanzânia. Aqui contamos encontrar no seu habitat os famosos big five (leão, elefante, rinoceronte, búfalo e leopardo), bem como muitos outros animais que estão no nosso imaginário da fauna africana. Não faltam girafas, gnus, zebras, impalas, hipopótamos e mais de trezentas espécies de aves diferentes. Ao final da tarde seguimos para o local do nosso acampamento. Será tempo de montarmos as tendas que trazemos connosco nos jipes, enquanto o cozinheiro prepara o jantar que vamos desfrutar à volta da fogueira.



Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Acampamento

Dia 17Do PN Mikumi a Zanzibar

Depois de tomarmos o pequeno-almoço e desmontarmos o acampamento, deixamos o PN Mikumi com destino a Dar es Salaam onde apanhamos um ferry que nos leva à ilha de Zanzibar. Instalamo-nos em Stone Town e o resto do dia será para nos habituarmos ao ritmo próprio e vagaroso da ilha; como se diz por aqui: ‘polé-polé’ (devagarinho, devagarinho!). E para submergir de imediato na cultura local, vamos jantar nas bancas de rua dos Jardins Forodhani, com vista para o Índico, de onde as crianças se lançam em mergulhos acrobáticos para o mar.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 18Stone Town, Zanzibar


Stone Town é uma mescla de culturas que lhe conferem um ambiente único. Com fortes influências da Índia, do mundo árabe, e vestígios da presença portuguesa, britânica e até persa, esta cidade alberga gentes de todos os credos e ofícios. A cidade é património da Humanidade e são mais de um milhar os edifícios de valor arquitetónico construídos em pedra de coral e mais de duzentas as portas trabalhadas que dão entrada para lojas, ateliers e escolas num labirinto de ruas estreitas e intrincadas - como se estivéssemos numa medina árabe. Deixamo-nos perder nos seus becos, e vamos à procuras das mesquitas, templos hindus, igrejas, edifícios coloniais… e da casa onde nasceu Freddie Mercury! Para descansar, saboreamos o café local, enquanto descontraímos numa esplanada. Depois, exploramos o mercado, repleto de frutos tropicais e peixes de um tamanho como nunca viu. Deixe-se embalar pelo aroma a especiarias, pelo chamamento do muezzin para a oração e pela brisa do Índico

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 19Unguja Ukuu e Ilha Nianembe, Zanzibar

Zanzibar é sinónimo desta mescla de culturas, mas é também de praias paradisíacas, águas quentes e areia branca. Rumamos à vila piscatória de Unguja Ukuu, que se diz ter sido o primeiro povoado da ilha e que lhe deu o nome numa língua local. Aqui, embarcamos num dhow, os tradicionais barcos de Zanzibar, e velejamos ao sabor do vento em busca do nosso pedaço de paraíso. Dotados de máscara e tubo de snorkel, mergulhamos nas águas azul turquesa, onde exploramos corais e mangais. Se preferir ficar a bordo, pode pegar numa cana e lançar a linha para tentar a sua sorte e apanhar o peixe para o almoço. Regressamos a Stone Town ainda a tempo de beber uma cerveja ou fumar um nargille numa esplanada sobre o mar. Ao jantar, celebramos, já em jeito de despedida, esta odisseia que nos levou a atravessar uma grande parte do continente africano.



Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Hotel

Dia 20Stone Town e Voo de Regresso

Hoje já não temos planos para o dia. É tempo de deixar o continente. De acordo com o horário do seu voo, o Mateus vai levá-lo ao aeroporto para o seu regresso. Fim dos nossos serviços.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Alojamento durante todo o programa

13 pequenos-­almoços, 5 almoços e 2 jantares
Transportes locais durante todo o programa
Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem

Entradas nos Parques Nacionais descritos no programa
Safari no PN Rhodes Matopos (Zimbabué)

Safari no PN Mikumi (Tanzânia)

Visita guiada ao Soweto
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)

Exclui:

Voos internacionais
Alimentação não especificada (cerca de 20€/dia)
Atividades extra

Entradas em museus e monumentos

Extras pessoais como bebidas, telefone, etc
Vistos

Seguro pessoal

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Para esta viagem não necessita de obter nenhum dos vistos com antecedência. Os cidadãos portugueses encontram-se isentos de visto para a África do Sul e em todos os outros países por onde a nossa viagem decorre, os vistos podem ser obtidos à entrada. O visto do Zimbábue tem um custo de 30 dólares, o da Zâmbia e da Tanzânia 50 dólares cada.
     

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Nas noites passadas em comboio, o grupo ficará dividido em compartimentos de 4 camas. Na África do Sul, o Shosholoza Meyl, onde dormimos uma noite, é um comboio confortável, limpo e seguro. Pode contar com compartimentos com um pequeno lavatório no interior e tomadas na carruagem restaurante. Cada carruagem dispõe de duas instalações sanitárias e um chuveiro. No comboio que nos leva de Bulawayo às Cataratas Vitoria (1 noite) e no TAZARA, que vai de Kapiri Mposhi a Ifakara (2 noites), a tipologia das carruagens é semelhante mas consideravelmente mais básica e sem chuveiro. A grande vantagem é poder viajar de janela aberta. Lembre-se que se tratam de composições antigas da década de 50 e 60 respectivamente, com pouca manutenção. No entanto, respiram nostalgia e romantismo e personificam toda a história que os atravessa. É aconselhável trazer um lençol-cama ou saco-cama. 
Nas cidades onde dormimos em hotel, os quartos serão de duas ou três pessoas, com casa de banho privativa. Temos ainda uma noite em lodge que, pela sua localização, nos oferece uma experiência mais compensadora que um hotel. Neste caso, poderá ter de partilhar as casas de banho. 
Na noite em acampamento no PN Mikumi, as tendas e os colchões são fornecidos. As tendas têm o espaço suficiente para albergar 2 pessoas e a sua bagagem, mas não conseguirá estar de pé na tenda.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir.

  • Se pretender chegar à Cidade do Cabo uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Stone Town no fim da viagem?

    Se pretender chegar à Cidade do Cabo um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos em Stone Town, no final da viagem.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Quer marque o voo por si ou através de nós, e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os seus detalhes de voo para que possamos passá-los ao Líder Nomad. Desta forma, ele estará à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados especiais?

    A Tanzânia pode obrigar à apresentação do Certificado Internacional de Vacinas, onde deve constar a vacina contra a Febre Amarela. Por favor informe-se junto da Consulta do Viajante. A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina (https://www.consultadoviajante.com) como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. Para usufruír de uma redução de 20% no valor da consulta, deverá usar o código “consultanomad” aquando da marcação. A consulta deverá ser feita a cerca de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

África do Sul, Zimbabué, Zâmbia, Tanzânia

Atividades

Descoberta cultural, Safari, Navegação

Dormida

Hotel - 7 noites, Cabine de comboio - 4 noites, Guesthouse - 6 noites, Lodge -1 noite, Acampamento -1 noite

Transportes

Comboio, Autocarro, Carrinha, Jipe, Ferryboat, Dhow (barco)

Reservas

Min: 5 | Max: 12

Voo não incluído

Valor indicativo: 950€

Testemunhos

Senti-me maravilhada ao longo de toda a viagem por poder disfrutar duma experiência tão rica.
Isabel E.
O momento mais marcante foi sem dúvida a viagem no comboio histórico RR de Bulawayo às Victoria Falls
José C.
A viagem que desperta o fascínio por África e pelas gentes de África.
Ana S.