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Descoberta do Cáucaso

Com Carlos Carneiro 11 a 21 jun 2020

Paisagens verdejantes, tradições antigas e povos patriotas. Isto é o Cáucaso! Das glórias da Rota da Seda ao domínio soviético, atravessamos três países do Leste da Europa, onde habitam povos guerreiros, mestres na arte de bem receber.

É da Arménia que partimos à descoberta do Cáucaso, casa do Lago Sevan e da floresta de Dilijan. Da primeira nação cristã do mundo, vamos até Nagorno-Karabakh, país oficialmente inexistente marcado pela guerra. Por último, a Geórgia das grandes montanhas e do povo festivo. Alternamos os dias entre ruas citadinas, pequenas aldeias e intocados ambientes naturais. Comemos com os habitantes locais, nos alpendres das suas casas. Visitamos mosteiros perdidos no tempo, edifícios brutalistas soviéticos e espaços modernos de um novo Cáucaso, jovem e vibrante. 

  • Impacto cultural
    A cultura soviética continua presente nos países por onde passamos e faz parte do quotidiano da viagem. És acolhido por um povo hospitaleiro.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de conforto
    A maioria dos alojamentos são casas familiares. Embora confortáveis, as tipologias dos quartos são muito diversas. Fora das cidades, deslocamo-nos em carrinha privada.

11 a 21 jun 2020

1060 €11 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 700€

Outras datas disponíveis:

Viagem Esgotada

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Percurso

Dia 1Chegada a Yerevan

Bem-vindo à Arménia e bem-vindo ao Cáucaso! À chegada a Yerevan, o Carlos vai estar à tua espera no aeroporto de Zvartnots para te levar ao alojamento. Se o teu voo chegar cedo, aproveita o tempo livre para um primeiro contacto com a capital arménia, que é pequena, mas tem uma vasta oferta museológica e cultural.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Yerevan

Começamos o dia no museu de Parajanov, o controverso cineasta arménio, preso e perseguido pelo regime soviético. Percorremos depois as ruas da cidade e espreitamos um mercado, onde temos o primeiro contacto com as bancas e os produtos locais, para irmos depois ao Vernissage, uma feira com artesanato arménio e algumas relíquias soviéticas. Depois do almoço, visitamos o Memorial do Genocídio que nos explica, e mantém a memória, do genocídio turco ao povo arménio do século passado. No resto da tarde, tens ainda tempo para deambular um pouco mais pela cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Sul da Arménia

Arrancamos cedo para uma travessia pelo sul da Arménia, a caminho de Nagorno-Karabakh, onde passaremos a noite. Começamos pelo mosteiro Khor Virap, com o Monte Ararat ao fundo. Este monte é o grande símbolo da Arménia, onde alegadamente foi repousar a arca de Noé, entretanto perdido para a Turquia. Continuamos para sul até chegarmos à bela paisagem do desfiladeiro do rio Vorotian. Prepara-te para a sobrevoar a bordo do teleférico mais longo do mundo: 5,7 quilómetros rumo ao mosteiro de Tatev. É nesta paisagem verdejante que vamos desfrutar de um piquenique. Dormimos esta noite em Stepanakert, a capital de Artsakh, mais conhecida como Nagorno-Karabakh.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Casa familiar

Dia 4Nagorno-Karabakh

Nagorno-Karabakh é um país que oficialmente não existe. Apesar de não ser reconhecido por nenhum outro país do mundo, tem parlamento, eleições independentes e um Ministério de Negócios Estrangeiros que nos cola um visto no passaporte. Este território nasceu no início dos anos 90, depois da desintegração da União Soviética e de uma guerra que opôs a Arménia ao Azerbaijão. Nos dias de hoje, é um território seguro (tirando as zonas fronteiriças), mas ainda pouco visitado por estrangeiros. 

Começamos a manhã em Stepanakert, onde passamos no mercado local antes de conhecer o museu alusivo aos soldados que perderam a vida no conflito com o Azerbaijão. Almoçamos os famosos zhingalov khats, um pão que pode levar até 20 ervas diferentes. E pela tarde fazemos um passeio no Desfiladeiro Hunot - uma paisagem deslumbrante com as famosas quedas de água em ‘guarda-chuva’ que atraem os locais ao fim de semana.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Casa familiar

Dia 5Nagorno-Karabakh

Hoje madrugamos para atravessar o norte do Nagorno-Karabakh, por uma estrada isolada entre desfiladeiros e paisagens de montanha. Visitamos o mosteiro de Dadivank e tomamos banho nas fontes termais de Zuar com água a 45 graus, para depois regressarmos à Arménia, onde começamos a tarde com um barbecue de peixe em frente ao lago Sevan, o maior do Cáucaso. O resto do dia é para mergulhos, passeios a pé e descanso.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Lago Sevan e Aspindza

Arrancamos de manhã para uma pequena caminhada na floresta de Dilijan e seguimos para a Geórgia, onde pernoitamos em Aspindza. Estamos num vale dominado pelo rio Mtkvari, envolvidos por uma paisagem de cortar a respiração, num ambiente rural onde vamos provar a deliciosa gastronomia local, confecionada com os alimentos dos campos de cultivo dos nossos anfitriões.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Casa familiar

Dia 7Vardzia e Aspindza

Vardzia é uma cidade inteiramente escavada na rocha, tão viva e imponente que quando começaram a sua construção foi pensada para albergar 50 000 habitantes. Um terramoto veio a destruir a parte da frente da encosta. O espaço diminuiu, as pessoas foram saindo e, nos dias de hoje, é apenas habitada por um pequeno grupo de monges. Durante a manhã, vamos percorrer os seus túneis, passagens e diversos espaços para percebermos como se organizava toda uma cidade com estas características. 

À tarde, depois de um almoço no alpendre com vista para o rio, saltamos para a caixa de um antigo camião do exército soviético e subimos a montanha até ao forte Tmogvi. Continuamos a subida e, no topo, para além de uma paisagem soberba, conhecemos a pitoresca aldeia abandonada onde viviam os antepassados dos nossos anfitriões. Lá, quem quiser, pode dar um passeio a cavalo (uma atividade não incluída no programa). Se as energias e o clima ajudarem, regressamos a pé até ao rio.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Casa familiar

Dia 8Gori e Tbilisi

Hoje atravessamos a Geórgia e cruzamo-nos com o seu recente passado comunista. Antes, paramos em Borjormi, um parque natural famoso pelas suas águas termais (e milagrosas), onde o Czar vinha recuperar das suas maleitas.

Seguimos depois para Gori, a cidade que viu nascer Estaline. Filho de uma costureira e de um sapateiro, tornou-se o georgiano mais conhecido, amado e odiado do planeta. Visitamos a casa de madeira onde nasceu, o museu com os seus objetos pessoais e o famoso vagão blindado onde se deslocava. Tentamos perceber um pouco esta personagem tão marcante do século XX. Mais tarde, chegamos à capital da Geórgia e apanhamos o funicular da cidade para um jantar com vista sobre Tbilisi.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Casa familiar

Dia 9Kazbegui

Cedo pela manhã, partimos rumo ao Grande Cáucaso, percorrendo a estrada militar da Geórgia que une o país à Rússia. De caminho, paramos no forte Ananuri, virado para a barragem azul turquesa Zhinvali. O nosso destino final é Gergeti, uma cidade de montanha famosa pela Igreja da Santa Trindade. A sua silhueta, no topo da colina, desenhada contra os picos cobertos de neve do monte Kazbegui, oferece-nos o postal ilustrado perfeito do país. 

Vamos fazer uma caminhada descontraída por esta paisagem deslumbrante e regressamos no mesmo dia a Tbilisi. Antes de chegarmos à capital, paramos em Mtskheta, a primeira capital da Geórgia, e desde sempre capital espiritual, onde visitamos a imponente catedral de Svetitskhoveli.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Casa familiar

Dia 10Tbilisi

Depois de duas noites a dormir em Tbilisi, vamos finalmente dedicar-lhe um dia inteiro. Estamos numa cidade com 1500 anos de história. A sua paisagem urbana espelha essa antiguidade, entrelaçada com várias camadas de história. Visitamos o Museu Nacional da Geórgia para conhecer os tesouros do país, que incluem uma notável coleção de jóias de ouro e uma exposição onde nos descrevem uma versão de Estaline menos emocional da que a que conhecemos em Gori, a sua terra natal.

Passeamos pelo centro histórico e subimos de teleférico até ao forte Narikala. A partir daqui, vais ter tempo livre para deambular pela cidade até ao final do dia, momento em que nos voltamos a reunir para os famosos banhos sulfurosos que emergem de uma piscina de água quente com aroma de enxofre, e que faz milagres à saúde - assim o dizem. Quem quiser a experiência completa, pode arriscar numa esfregadela extra, deitado numa mesa de mármore. O jantar é de festa e despedida, em celebração das aventuras vividas por terras do Cáucaso.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Casa familiar

Dia 11Tbilisi e Voo de Regresso

Chegou a hora de te despedires do Cáucaso. O Carlos vai levar-te ao aeroporto internacional de Tbilisi de acordo com o horário do teu voo de regresso. Para trás, ficam as memórias de uma região única no Extremo Leste da Europa.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa


Transportes durante todo o programa
10 pequenos-almoços
Atividades e visitas descritas no programa

Exclui:

Voos internacionais

Visto do Nagorno-Karabakh
 (8€)

Alimentação não especificada (cerca de 15€ por dia)
Seguro pessoal

Atividades 
não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Os portugueses não precisam de visto nem para a Arménia nem para a Geórgia. Apenas terás que apresentar o teu passaporte, com validade mínima de seis meses após a data de fim da viagem. O visto para o Nagorno-Karabakh é obtido em viagem e será tratado para o grupo pelo líder Nomad, tendo um custo de 8€ por pessoa, que deverás pagar no momento. Não é necessário fotografia ou qualquer documento adicional para além do passaporte.

  • Se quiser chegar a Yerevan uns dias mais cedo, posso reservar convosco o alojamento? E se quiser ficar mais dias em Tbilisi no fim da viagem?

    Se quiseres chegar a Yerevan um ou mais dias antes da data de início da viagem, podemos reservar-te noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar-te noites extra no mesmo alojamento que usamos em Tbilisi, no final da viagem.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem.  

    No Nagorno-Karabakh e na Geórgia, ficamos alojados em casas particulares, habitadas pelos proprietários, que também alugam quartos a hóspedes. O grupo estará sempre junto na mesma casa, salvo algum imponderável. A tipologia de alojamento será muito variada, desde quartos duplos ou triplos, com casa de banho privativa, até um conjunto de quartos todos diferentes, do single ao quíntuplo, com duas casas de banho para serem partilhadas pelo grupo todo.

    Ficarmos nestas casas familiares dá-nos a possibilidade de conviver diretamente com os nossos anfitriões, saborear comida caseira, e por vezes partilhar uma refeição em conjunto nas suas salas ou alpendres. 
É uma escolha ponderada, que vai exigir alguma capacidade de adaptação e tolerância da tua parte. No entanto, permite-nos interagir de forma natural com a cultura dos povos do Cáucaso, aviva a nossa experiência em viagem e oferece-nos uma vaga adicional de calor humano e hospitalidade - para nós, o conforto em viagem é isto.

    Em Yerevan e no lago Seven recorremos a hotéis simples. Os quartos serão divididos por dois ou três viajantes do mesmo sexo, com casa de banho privativa para o quarto.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    No Cáucaso, a comida é saborosa, rica e variada. Se a carne, mais propriamente ao estilo barbecue, é o prato mais popular, há também abundância de legumes, saladas e frutas. Um vegetariano não terá grandes problemas nesta parte do globo. Para os caucasianos, a refeição é algo muito importante e nas festas de família podem passar eternas horas à mesa. Na nossa viagem, passamos quatro dias em casas familiares onde os proprietários cozinham para nós, tendo assim o privilégio de provar a deliciosa comida caseira de cada região.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda da Arménia e de Nagorno Karabakh é o dram. A da Geórgia é o iari. Podes optar por levar todo o dinheiro que vais precisar em euros, para trocar pelas moedas locais, e levar o cartão de crédito para qualquer eventualidade, ou usar apenas o cartão de crédito. É fácil encontrar máquinas ATM nas cidades grandes. Os cartões de crédito Visa têm aceitação nos hotéis e restaurantes, embora mais naqueles orientados para o turismo de luxo.

    Durante o programa, não está incluída muita da alimentação da viagem. Não estão também incluídas água e outras bebidas, nem algum snack que queiras fazer num local de paragem. Estimamos para a alimentação não incluída um valor de cerca de 15€ por dia. Conta ainda com 8€ para o visto do Nagorno Krabakh e com mais algum dinheiro, para visitas ou atividades extra que possas querer fazer. 

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. Entre as principais vantagens em termos financeiros contam-se as taxas inexistentes ou reduzidas e o facto de, alegadamente, usar taxas de câmbio mais favoráveis do que os bancos tradicionais. É uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares contigo um fundo de emergência de cerca de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Grande parte da viagem será feita na mesma carrinha que nos leva de Yerevan até Tbilisi. É uma carrinha privada, que alugamos só para o nosso grupo, grande e normalmente com 20 lugares. Dá-nos conforto para a viagem em grupo e permite-nos reservar a última fila para as nossas mochilas e pertences.

    Na generalidade, a viagem é confortável (embora com curvas nas partes de montanha), pois as estradas estão em boas condições, exceto no troço entre a fronteira dos dois países, em que o piso está em mau estado. Regra geral, alternamos dias longos de viagem com dias mais fixos num local. Existem assim cinco dias em que viajamos na carrinha de manhã e regressamos ao final do dia, mas com inúmeras atividades e paragens em pontos de interesse – cascatas, águas termais, mosteiros, lagos, etc. No total da viagem, fazemos cerca de 1900 quilómetros.

    Na Geórgia, fazemos um trajeto de camião militar para acesso a um forte na montanha. Recorremos ainda a vários teleféricos e nas cidades andamos a pé, metro, táxi e funicular.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Ao longo da viagem, temos acesso à internet em todos os alojamentos, embora nos alojamentos familiares fora das capitais o sinal possa ser fraco. A eletricidade é igual a Portugal (220V e tomada com dois pinos) e de fácil acesso nos quartos, durante toda a viagem. Caso tragas muitos equipamentos eletrónicos que precises de carregar à noite, aconselhamos-te a trazer uma ficha tripla. 

    Para teres rede de telemóvel no Cáucaso, tens que ter roaming ativado. No Nagorno-Karabakh, por razões políticas, as operadoras de telefone desativam o roaming. Caso necessites de estar contactável, tens de comprar um cartão SIM local. Nas cidades, há uma boa cobertura de rede 3G.

  • Como é o clima durante a viagem?

    A região do Cáucaso caracteriza-se pelo seu clima continental árido. Na maioria dos dias, as temperaturas são amenas, entre os 15ºC e os 30ºC. No entanto, nas zonas de montanha as temperaturas podem atingir os 0ºC nas noites mais frias. Conta com grandes amplitudes térmicas e prepara-te para a possibilidade de alguma chuva. 

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Arménia, Nagorno-Karabakh, Geórgia

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Casa familiar: 7 noites, Hotel: 3 noites

Transportes

Camião, Carrinha, Teleférico

Reservas

Min: 6 | Max: 11

Voo não incluído

Valor indicativo: 700€

Testemunhos

Superou as minhas expectativas. Aprendi e diverti-me imenso. Culturalmente, a região é muito rica, a natureza é magnífica e as pessoas são dadas.
M. Trindade
Uma viagem recheada de experiências, aventura e boa disposição. Itinerário muito completo e diversificado, com história, caminhadas, contacto com as famílias locais e gastronomia.
Patrícia B.
Viagem com os ingredientes certos: países incríveis, um grupo de viagem muito coeso e um líder a orquestrar com mestria. Experiência inesquecível.
Rosário A.