Deli a Kathmandu

Com Filipa Chatillon 18 mar a 04 abr 2021

A relação entre a Índia e o Nepal remonta a vários séculos. A fronteira entre ambos tem variado ao longo do tempo e, onde quase não existem barreiras naturais ou artificiais, os indianos e os nepaleses têm intercambiado religião e costumes, desafiando mutuamente a sua identidade.

Percorremos dois países, de Deli até Kathmandu, atentos às singularidades e semelhanças de cada um. Entre capitais, encontramos lugares inesquecíveis para budistas e hindus. Varanasi, uma das cidades habitadas mais antigas do mundo, banhada pelo Ganges, por onde corre a essência sagrada de Shiva; Bodhgaya, onde o príncipe nepalês Sidharta se tornou Buda; Janakpur, local da união de Sita com Rama, o herói do poema épico Hindu, Ramayana. Em Darjeeling, território perdido pelo Nepal para a Índia em 1814, somos vigiados pelos Himalaias e rodeados por remanescentes coloniais da cultura britânica do chá. Descobrimos ainda a vibrante e contraditória Calcutá, considerada a capital artística e intelectual da Índia, e visitamos o majestoso Taj Mahal, em Agra.

  • Impacto cultural
    As tradições e costumes são bastante diferentes do que estás habituado. Podes sentir algumas dificuldades de adaptação, nomeadamente na gastronomia.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física intensa. No entanto, realizamos longas caminhadas nas cidades, onde o calor e o caos acrescentam ao cansaço.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples, mas com as condições de higiene mínimas asseguradas. Três noites em comboio. Deslocações longas em transportes públicos.

18 mar a 04 abr 2021

1530 €18 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 800€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

1530€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Deli

A líder Nomad Filipa Chatillon estará à tua espera no aeroporto, para te dar as boas-vindas a Deli. Capital da Índia há apenas um século, mas habitada desde tempos imemoriais, Deli é uma cidade de camadas e contradições. Diz-se que, no lugar que hoje ocupa e à sua volta, existiram várias cidades ao longo dos séculos. Numa sucessão de impérios e sua destruição - os mais proeminentes dos quais Tughlaqs, Khiljis e Mughals -, mais de oito cidades foram já erguidas e ruíram, outras tantas acrescentaram novos edifícios. Deli já foi várias ‘Delis’, e espalhados pela cidade estão os remanescentes dessa história, contrastando com a arquitetura trazida pelos Ingleses e os arranha-céus que vão surgindo.

Ficamos a dormir em Paharganj, um dos seus principais bazares e um exemplo da tradição mercantil milenar, que nos transmite o ritmo frenético e a cor da cidade. Dependendo da tua hora de chegada, podes relaxar do voo no hotel ou começar já a explorar as ruelas livremente.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Deli

Começamos o dia a visitar o maior templo Hindu da Ásia, Akshardham. Continuamos a desvendar as várias camadas da história, percorrendo Old Delhi e os seus bazares. Depois de almoço, conhecemos a mesquita Jama Masjid, uma das maiores da Índia; visitamos o Jantar Mantar, um conjunto de edifícios do século XVIII que constituíam um observatório astronómico. Mais tarde, passando por Birla Mandir e pelo poço de Agrasan Ki Baoli, seguimos para o Rajpath e India Gate - símbolos da colonização britânica -, observando a monumentalidade da arquitetura de Lutyens. Terminamos o dia no templo Sikh Gurudwara Bangla Sahib onde assistimos a uma kirtan, uma cerimónia em que músicos tocam e cantam ao vivo.

Alimentação: None
Dormida: Hotel

Dia 3Agra

Deixamos Deli ao final da manhã e apanhamos o primeiro comboio da viagem, rumo a Agra, numa jornada de cerca de quatro horas. Seguramente na companhia de muitos indianos, vemos a paisagem mudar pela janela, enquanto os vendedores de chai e tudo o que possamos imaginar percorrem as carruagens com os seu pregões. Depois de nos instalarmos no nosso hotel, terminamos o dia com um pôr do sol inesquecível, com vista para o Taj Mahal.

Alimentação: None
Dormida: Hotel

Dia 4Agra e Comboio Noturno para Varanasi

De manhã bem cedo visitamos um dos ícones da Índia - o Taj Mahal. Construído pelo Imperador Shah Jahan, o Taj é um memorial para a sua mulher Mumtaz. Um sonho em mármore branco nas margens do rio sagrado. O resto do dia é passado a conhecer o espantoso Forte Vermelho, Património Mundial da Humanidade da UNESCO, construído pelo Imperador Akbar no século XVI, e Itimad-ud-Daulah, o mausoléu do avô de Mumtaz, predecessor do Taj Mahal e, ainda que menos imponente, mais rico em pormenores. Para complementar a nossa visita a Agra, visitamos também os artesãos do mármore para percebermos como foi possível construir uma obra desta magnitude.

Ao final da tarde, sentamo-nos na margens do Rio Yamuna, escutando os cânticos do templo vizinho ao Taj Mahal e vendo o sol desaparecer, iluminando-o de dourado. Depois de jantar, embarcamos na primeira viagem de comboio noturna, rumo a Varanasi.

Alimentação: -
Dormida: Comboio

Dia 5Varanasi

Chegamos de comboio ao fim da manhã. Depois de nos instalarmos, deambulamos pelas ruelas e ghats de Varanasi. Cidade milenar, sagrada e intemporal, Varanasi revela-se a um ritmo tanto frenético quanto tranquilo. Aqui tudo acontece simultaneamente. Vida e morte, alegria e tristeza, paz e caos. Damo-nos tempo para a ir assimilando com a calma que merece. Ao cair da tarde, observamos a Ganga Aarti do Assi Ghat, a puja de agradecimento ao Rio Ganges - a sagrada mãe Ganga, onde corre a essência de Shiva, na tradição Hindu.

Alimentação: -
Dormida: Guesthouse

Dia 6Varanasi

Poucos lugares do mundo têm um nascer do sol tão especial como Varanasi. Acordamos antes que ele saia e vemo-lo a nascer desde o Ganges, num passeio de barco. Vemo-lo pintar o ar e o rio de dourado e azul névoa, enquanto a vida nos ghat começa também. Desta posição privilegiada, de frente para a cidade, observamos as abluções, os lavadores de roupa, os saris estendidos nos degraus, os barcos que deslizam, as vacas, as cabras, os cães, os macacos. Depois, já no meio da ação, caminhamos de novo nos ghat e paramos para uns chai a escaldar, envoltos na atmosfera mágica da manhã. 

Depois de um pequeno almoço reforçado, temos o resto do dia livre para que possas descansar do despertar madrugador, ou explorar as ruelas, lojas e pequenos templos ao teu ritmo. Ao pôr do sol, dirigimo-nos ao Dashashwamed Ghat, onde decorre a maior Ganga Aarti, um ritual espiritual nas margens do rio Ganges.

Alimentação: -
Dormida: Guesthouse

Dia 7Bodhgaya

Partimos ao final da manhã para Bodhgaya, numa carrinha privada. Experimentamos pela primeira vez o caos das estradas indianas, a caminho de uma das cidades mais importantes para o budismo: o local onde Buda atingiu a iluminação, debaixo da figueira - a árvore de Bodhi. Hoje propomos-te um jantar diferente: uma refeição caseira preparada pela nossa anfitriã, que nos dá a provar os sabores mais autênticos da gastronomia indiana.

Alimentação: -
Dormida: Guesthouse

Dia 8Bodhgaya

Hoje, podes começar o dia de duas formas diferentes. Se quiseres, logo bem cedo, às 6h30, acompanha a Filipa numa meditação guiada no instituto budista vizinho ao alojamento onde pernoitamos. Se preferires, aproveita para descansar e, ao pequeno-almoço, reunimos de novo todo o grupo para sairmos em direção ao Mahabodhi Temple. Este templo impressionante está localizado no sítio onde se encontrava a árvore de Bodhi original, mãe da que agora se vê), e é um local de peregrinação para monges e budistas de todo o mundo. Pelo caminho, visitamos os vários mosteiros e templos representativos de todos os diferentes tipos de budismo existentes no mundo, que se espalham pela cidade. Depois de jantar, partimos para mais uma viagem de comboio noturna, desta vez em direção a Calcutá.

Alimentação: -
Dormida: Comboio

Dia 9Calcutá

Chegamos a Calcutá a meio da manhã, embalados pelo oscilar do comboio. Depois de almoço, podes optar por descansar da viagem noturna ou acompanhar a Filipa num passeio pelas redondezas do bairro, uma zona comercial movimentada. Ao fim da tarde, seguimos para o Princep Ghat, onde acompanhamos os calcutanos num passeio pelo paredão que ladeia a margem do rio Hoogly, enquanto bebemos um chai, o sol se põe e tudo se ilumina de centenas de luzes azuis e lilases.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 10Calcutá

Começamos o dia no caótico e colorido mercado das flores de Malik Ghat. Percorremos parte da ponte Howrah a pé, juntando-nos aos transeuntes e comerciantes e seguimos para a zona norte da cidade, onde se situam os seus bairros mais antigos. Caracterizados por ruelas estreitas, edifícios que já foram imponentes e que são agora relíquias decadentes, uma atividade comercial frenética, ateliers de estátuas de mármore e todo o tipo de pessoas, são um exemplo marcante das contradições da cidade. Percorremos as suas ruas e visitamos Joransako, o museu situado na antiga casa de família do poeta e pensador Rabindranath Tagore.

Almoçamos na Park Street, atualmente meca das lojas, restaurantes e cafés mais modernos, e, nos anos 70 e 80, local habitual de músicos e boémios. A tarde é livre para quem queira visitar o Indian Museum, explorar o New Market, visitar algumas das muitas pequenas galerias de arte ou simplesmente descansar.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 11Calcutá e Comboio Noturno para Siliguri

Tendo em conta que nos espera uma longa viagem noturna de comboio, começamos a manhã tranquilamente, com tempo para dormir até mais tarde. Depois do almoço, mergulhamos no caldeirão de história, cultura e arquitetura que caracteriza esta cidade. Passamos por uma exposição de arte contemporânea na Academy of Fine Arts, visitamos a Catedral de São Paulo e exploramos o monumental Victoria Memorial, expoente máximo da arquitetura monumental do Raj Britânico.

Jantamos no hotel, antes de partirmos em mais uma viagem de comboio, desta vez rumo a Siliguri.

Alimentação: -
Dormida: Comboio

Dia 12Darjeeling

Chegamos a Siliguri ao início da manhã e subimos a bordo de jipes que fazem a ligação às cidades espalhadas pelas montanhas. São cerca de quatro horas de curvas e a subir, mas também de paisagens impressionantes, cada vez mais diferentes do que temos visto até agora, até que chegamos, por fim, a Darjeeling. 

A tarde é passada  a conhecer as ruas da cidade. Subimos à Observatory Hill, local curioso que mistura referências budistas e hindus, e contornamos os vários miradouros que, dependendo do tempo, nos presenteiam com vistas magníficas para vários picos dos Himalaias. Quem se sentir com pernas e pulmões para tal, pode acompanhar a Filipa ao Mosteiro Budista Bhutia Busty, passando por um caminho que tem tanto de empinado como de pitoresco. Se preferires algo menos extenuante, podes visitar os mercados que circundam Chowrasta, a praça principal de Darjeeling, ou sentar-te num dos banquinhos e ver a interessante mistura de pessoas que por aqui circulam na sua vida do dia a dia. Ao pôr do sol, descontraímos numa casa de chá, saboreando a famosa especialidade local. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 13Darjeeling

Passamos a manhã a conhecer as paisagens de montanha em redor de Darjeeling. Em Tiger Hill, temos vistas privilegiadas para várias cadeias montanhosas dos Himalaias. Daqui, dependendo do tempo, podemos avistar os picos do Kangchenjunga, do Everest e do Makalu. Visitamos o Mosteiro Budista Tibetano de Ghum, o mais antigo da região. Visitamos também a estação de comboios, onde os famosos Toy Train, pequenas locomotivas a carvão, ainda soam os seus apitos e circulam numa nuvem de fumo a fazer lembrar épocas passadas. Estes comboios e a respetiva linha, maravilhas da engenharia, foram essenciais no desenvolvimento da região no século XIX e estão classificados como Património Mundial pela UNESCO. Passamos pelo Batasia Loop, onde a linha de comboio faz uma espiral sobre si mesma, de modo a conseguir vencer a inclinação da encosta.

Depois do almoço, caminhamos cerca de uma hora até uma plantação e fábrica de chá orgânico, onde aprendemos todo o processo de cultivo e produção. Regressamos ao centro também a pé, de forma a apreciar o ritmo da cidade e todas a vistas que a rodeiam. O resto da tarde é livre. Se quiseres andar no Toy Train, este é o momento ideal para o fazeres.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 14Janakpur

Hoje é o dia em que pisamos o país dos Himalaias. Partimos bem cedo em direção à fronteira que nos separa do Nepal. Depois das formalidades e obtenção dos vistos, trocamos de transporte e seguimos viagem, já em solo nepalês. A estrada que percorremos é preenchida por diversas paisagens, que nos fazem companhia até chegarmos a Janakpur, já ao final da tarde. 

Esta cidade do planalto do Terai é um óptimo exemplo das semelhanças entre a Índia e o Nepal. Cidade de peregrinação para hindus de ambos os lados da fronteira, por causa do Templo de Sita, aqui sentimo-nos como se ainda continuássemos na Índia. A mesma fisionomia, os mesmos costumes, a mesma paisagem. Depois de deixarmos as bagagens, saímos para jantar e esticar as pernas da longa viagem.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 15Janakpur e Viagem para Kathmandu

Berço da deusa Sita e local da união desta com Rama - o herói do poema épico Hindu, Ramayana -, Janakpur tem ainda vários lagos considerados sagrados, que refletem os pequenos templos que os rodeiam, numa paisagem bucólica que contrasta com o caos dos mercados ao redor. De manhã cedo, antes de seguirmos viagem, visitamos o templo de Sita e estes lagos. 

Seguimos depois em direcção a Kathmandu, numa carrinha privada. É uma viagem longa e relativamente dura, devido às condições da estrada, mas rica em vistas espetaculares. Chegamos à capital do Nepal ao final da tarde. Depois de nos instalarmos e recuperarmos da viagem, deliciamo-nos com um merecido jantar num dos muitos restaurantes internacionais que caracterizam esta zona.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 16Kathmandu

De manhã, passeamos tranquilamente pelos bairros de Thamel e Asan Chowk, plenos de atividade e comércio, explorando as stupas que se escondem nas ruelas estreitas, até chegarmos à Durbar Square, antiga praça real de um dos reinos do Vale de Kathmandu.Temos tempo para explorar livremente este intricado de ruas, praças e fontes, considerado Património Mundial pela UNESCO.

Depois de almoço, visitamos o centro de outro antigo reino do Vale de Kathmandu, Pattan. Com vários museus riquíssimos em história e tradições nepalesas, esta zona é também muito conhecida pelos artesãos e lojas de objetos em metal e madeira. Passamos a tarde a deambular pelas ruas e a visitar os museus.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 17Kathmandu

Dedicamos toda a manhã a Bakhtapur. Antes da reunificação do Nepal, este era um outro reino do Vale de Kathmandu e o seu centro histórico é um dos mais ricos dos três que o constituíam. Devido à sua localização isolada do centro urbano, esta zona conserva ainda um ambiente mais rural, com muitos mercados e artesãos tradicionais. Regressamos a Kathmandu e ficamos a conhecer a stupa de Boudhanat, a maior do Nepal, e o mais sagrado local de culto tibetano fora do Tibete. Almoçamos por aqui e exploramos também todo o bairro ao seu redor, recheado de mosteiro budistas.

Terminamos o dia do alto de Swayambhunat. Diz a lenda que foi aqui que Kathmandu se fundou. Este complexo de stupas, templos e mosteiros permite-nos também uma vista panorâmica de toda a cidade e das montanhas que rodeiam o vale, e é a melhor maneira de encerrar a nossa visita. De volta a Thamel, jantamos e brindamos, celebrando esta longa viagem que nos trouxe de Deli a Kathmandu.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 18Kathmandu e Voo de Regresso

De acordo com o horário do teu voo, a Filipa vai levar-te ao aeroporto para o voo de regresso. Na memória, levas estas duas semanas passadas entre a Índia e o Nepal.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
5 pequenos-almoços
Atividades e visitas descritas no programa (exceto as indicadas em Exclui)

Exclui:

Voos internacionais
Vistos
Alimentação não especificada (cerca de 15€ por dia)
Entradas e/ou guias locais em Durbar Square, Victoria Memorial, Indian Museum (cerca de 15€)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de vistos?

    Desde 2015 que a Índia disponibiliza o e-Tourist Visa para viajantes com passaporte português. O processo ficou simplificado, deixando de ser necessário fazer o pedido de visto da Embaixada. A Nomad recomenda a Visateam para o apoio ao pedido do visto que precisas para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação, tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para te ajudar em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone ou email, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto. 

    Para o Nepal, o visto é obtido à chegada e tem um custo de 25USD. O pagamento tem obrigatoriamente de ser feito em dólares, pelo que recomendamos que os leves já de Portugal.
    Precisas ainda de levar o passaporte, com pelo menos seis meses de validade após o fim da viagem, duas fotografias tipo passe, duas cópias do passaporte e uma cópia do visto indiano.

  • Podem reservar-me noites extra no início e fim da viagem?

    A Nomad pode reservar-te noites extra no início e/ou no fim da viagem. No entanto, está sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te toda a informação sobre preços e disponibilidade.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem.

    Nesta viagem, ficamos quase sempre em pequenos estabelecimentos, alguns de caráter familiar. Na sua maioria, os quartos são duplos, sempre com camas individuais e ventoinha. As casas de banho têm água quente (por vezes, apenas de manhã), sanitários europeus e são abastecidas de papel higiénico, mas não deixam de ser asiáticas, pelo que, fora uma ou outra exceção, não têm banheira nem polibã - o chuveiro está montado na própria casa de banho. Em Varanasi, alguns quartos não têm casa de banho privada. No entanto, a casa de banho é partilhada apenas com outro quarto e está mesmo ao lado dos mesmos. Em Bodghaya, Calcutá e Janakpur alguns quartos são triplos.

    As viagens de comboio são feitas em Sleeper Class, com beliches onde dormimos completamente deitados. Em todo o caso, temos de nos lembrar que estamos na Índia e as condições dos comboios não são exatamente iguais aos padrões europeus ou de outros países asiáticos. Mesmo assim, tendo em conta a nossa experiência, é possível descansar e dormir durante as viagens de comboio.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    A comida indiana é, por si só, uma experiência de viagem. Damos preferência a restaurantes locais, onde os verdadeiros sabores da gastronomia indiana ainda persistem. Pratos menos picantes ou sem qualquer picante fazem parte da ementa, pelo que nunca serão um problema. A Índia é um país amigável para vegetarianos. viagem. Na verdade, a maioria dos indianos não come carne, por motivos religiosos. Portanto conta com muitos pratos vegetarianos, embora também haja pratos de carne em quase todos os locais. No Nepal também encontramos uma diversidade gastronómica, mas com mais limitações.

    Durante a nossa aventura, visitamos mercados, viajamos de comboio, percorremos ruas e avenidas movimentadas - tudo momentos propícios a provar as iguarias indianas e nepalesas, comercializadas por vendedores ambulantes. A líder Nomad estará sempre presente para te explicar e te ajudar a escolher os melhores petiscos.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda usada na Índia é a rupia indiana e a do Nepal é a rupia nepalesa. São estas as moedas que vais usar durante a viagem. Pagamentos em moeda estrangeira não são habituais na Índia e no Nepal são pouco práticos para o pagamento de pequenas despesas.

    Os cartões de crédito Visa têm aceitação em muitos estabelecimentos, mas em alguns dos restaurantes e mercados onde passamos só é possível pagar em dinheiro. Outros cartões de crédito podem não ter uma aceitação muito generalizada. As máquinas ATM estão disponíveis em todas as cidades por onde passamos.

    O programa não inclui grande parte da alimentação. Também não estão incluídas água e outras bebidas, nem algum snack que queiras fazer num local de paragem. Estimamos um valor de cerca de 15€ por dia para este efeito.

    A maioria das entradas e atividades descritas no programa estão incluídas, salvo as exceções referidas nos quadros Inclui/Exclui abaixo. Conta ainda com cerca de 15€ extra, para entradas e visitas opcionais que queiras fazer durante o teu tempo livre ao longo da viagem.

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares um fundo de emergência de cerca de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Há wi-fi na maioria dos alojamentos onde ficamos, bem como em cafés e restaurantes. No entanto, a internet pode ser lenta em alguns locais. Há rede de telemóvel em praticamente todos os locais da viagem e, nas cidades, há uma boa cobertura de rede 3G. Na Índia, podes comprar facilmente um cartão de telemóvel local, se quiseres. 

    Há eletricidade em todos os alojamentos da viagem. No Nepal, pode haver cortes de eletricidade durante algumas horas do dia.

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Recorremos a um leque muito alargado de meios de transporte, privilegiando sempre que possível os transportes públicos. Usamos carrinhas coletivas, autocarros, táxis e rickshaws nos trajetos mais curtos nas cidades, bem como jipes e carrinhas privadas para algumas deslocações. 

    As viagens de comboio são feitas em Sleeper Class, com beliches onde dormimos completamente deitados. Em todo o caso, temos de nos lembrar que estamos na Índia e as condições dos comboios, nomeadamente higiénicas, não são exatamente iguais aos padrões europeus ou de outros países asiáticos. Ainda assim, tendo em conta a nossa experiência, é possível descansar e dormir durante as viagens de comboio. Uma das experiências mais marcantes numa ida à Índia é, sem dúvida, viajar de comboio. Prepara-te para viver aventuras na companhia de muitos locais, que elegem este meio de transporte devido à vasta rede ferroviária do país. 

  • Como é o clima durante a viagem?

    Na região onde decorre a viagem, o clima varia entre a época das monções e a época seca. A nossa viagem acontece na altura seca, em que as temperaturas podem ir até aos 35ºC, mas normalmente rondam os 25ºC ou 30ºC. As noites nos primeiros dias de viagem são amenas, porém, à medida que avançamos em direção às montanhas, as temperaturas podem chegar aos 0ºC de mínima. Há a probabilidade de chover, principalmente na região de Darjeeling. Conta com grandes amplitudes térmicas.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Índia, Nepal

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Comboio: 3 noites, Guesthouse: 5 noites, Hotel: 9 noites

Transportes

Autocarro, Carrinha, Comboio, Metro, Rickshaw, Táxi

Reservas

Min: 4 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 800€

Testemunhos

Foi a viagem mais intensa que fiz em toda a minha vida e, à medida que o tempo passa, vou-me apercebendo que me deixou marcas que não esperava - aquela sensação de olhar para trás e sorrir por dentro.
Marlene M.
A Índia e o Nepal são países apaixonantes, repletos de cor e surpresas a cada esquina. Uma viagem que nos leva a olhar o mundo lá fora e a repensar o de dentro. Obrigada à Nomad, e em especial à Filipa, por nos fazer viajar em culturas tão distintas.
Catarina V.
Vivi três semanas de uma vida que pensava já não existir. A Filipa leva-nos através duma cultura que é não mais do que a vida no estado puro. É voltar às origens, ver como ainda se pode viver em comunidade e, apesar das condições, ser-se feliz e sereno.
Gisela B.