Viagem Esgotada

Deli a Kathmandu

Com Filipa Chatillon 09 a 26 out 2017

A relação entre a Índia e o Nepal remonta a vários séculos. A fronteira entre eles tem variado ao longo do tempo e onde quase não existem barreiras naturais ou artificiais, os indianos e os nepaleses têm intercambiado religião e costumes desafiando mutuamente a sua identidade.

Percorremos os dois países, partindo de Deli em direcção a Kathmandu, atentos às singularidades e às semelhanças de cada um. Entre as duas capitais encontramos lugares inesquecíveis e importantes para budistas e hindus. Varanasi “onde a luz suprema brilha”, uma das cidades habitadas mais antigas do mundo, banhada pelo Ganges, por onde corre a essência sagrada de Shiva. Bodhgaya, onde o príncipe nepalês Sidharta atingiu a iluminação e se tornou Buda; Janakpur, berço de Sita e local da união desta com Rama, o herói do poema épico Hindu, Ramayana. Em Darjeeling, território que o Nepal perdeu para Índia em 1814 apreciamos a beleza da paisagem montanhosa, vigiados pelos Himalaias e rodeados por remanescentes coloniais da cultura britânica do chá. Descobrimos ainda a vibrante e contraditória Calcutá, considerada a capital artística e intelectual da Índia, e visitamos o majestoso e incontornável Taj Mahal, em Agra.

  • Impacto cultural
    As tradições e costumes são bastante diferentes do que está habituado. Poderá sentir algumas dificuldades de adaptação, nomeadamente na gastronomia.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade fisica para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples, mas com as condições de higiene mínimas asseguradas. 3 noites em comboio. Deslocações longas em transportes públicos.

09 a 26 out 2017

1380 €18 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 800€

Viagem Esgotada

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Percurso

Dia 1Chegada a Deli

A líder Nomad Filipa Chatillon estará à sua espera no aeroporto, para lhe dar as boas vindas a Deli. Capital da Índia há apenas um século, mas habitada desde tempos imemoriais, Deli é uma cidade de camadas e contradições. Diz-se que, no lugar que hoje ocupa e à sua volta, existiram várias cidades ao longo dos séculos. Numa sucessão de impérios e sua destruição - os mais proeminentes dos quais Tughlaqs, Khiljis e Mughals - mais de oito cidades foram já erguidas e ruíram, outras tantas acrescentaram novos edifícios. Deli já foi várias “Delis”, e espalhados pela cidade estão os remanescentes dessa história, contrastando com a arquitetura trazida pelos Ingleses e os arranha céus que vão surgindo.
Ficamos a dormir em Paharganj, um dos seus principais bazares e um exemplo da tradição mercantil milenar, que nos transmite o ritmo frenético e a cor da cidade. Dependendo da sua hora de chegada, poderá relaxar do voo no hotel ou começar já a explorar as suas ruelas livremente.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Deli

Começamos o dia a visitar o maior templo Hindu da Ásia, Ashkardam. Seguimos depois para Feroz Sha Kotla, as ruínas da fortaleza erguida em 1354 pelo sultão Feroz Sha Tughlak para proteger Ferozabad, o nome de Deli na sua época. Continuamos a desvendar as várias camadas da história, percorrendo Old Delhi e os seus bazares, caminhando em torno do Red Fort, e visitando a mesquita Jama Masjid, uma das maiores da Índia. Pelo meio, paramos aqui e ali para provar as iguarias gastronómicas que os vendedores de rua nos proporcionam. Visitamos depois Jantar Mantar, o conjunto de edifícios do século XVIII que constituíam um observatório astronómico. Passando por Birla Mandir e pelo poço de Agrasan Ki Baoli, seguimos para o Rajpath e India Gate - símbolos da colonização britânica - observando a monumentalidade da arquitetura de Lutyens. Terminamos o dia no Túmulo de Humayun, o mais antigo mausoléu Mughal da India, que se diz ter servido de inspiração para a construção do Taj Mahal.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Agra

Deixamos Deli ao final da manhã e apanhamos o primeiro comboio da viagem, rumo a Agra. A viagem dura cerca de 4 horas. Seguramente na companhia de muitos indianos, vemos a paisagem mudar pela janela, enquanto os vendedores de chai e tudo o que possamos imaginar percorrem as carruagens com os seu pregões.
Depois de nos instalarmos no nosso hotel, terminamos o dia com um pôr-do-sol inesquecível, com vista para o Taj Mahal.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Agra e Comboio Noturno para Varanasi

De manhã bem cedo visitamos um dos ícones da Índia - o Taj Mahal. Construído pelo Imperador Shah Jahan, o Taj, é um memorial para a sua mulher Mumtaz. Um sonho em mármore branco nas margens do rio sagrado. O resto do dia é passado a conhecer o espantoso Forte Vermelho – Património Mundial da Humanidade da UNESCO – construído pelo Imperador Akbar no século XVI e Itimad-ud-Daulah, o mausoléu do avô de Mumtaz, predecessor do Taj Mahal e ainda que menos imponente, mais rico em pormenores. Para complementar a nossa visita a Agra visitamos também os artesãos do mármore para percebermos como foi possível construir uma obra desta magnitude.
Ao final da tarde, sentamo-nos na margens do Rio Yamuna, escutando os cânticos do templo vizinho ao Taj Mahal e vendo o sol desaparecer, iluminando-o de dourado. Depois de jantar, embarcamos na primeira viagem noturna, rumo a Varanasi.

Alimentação: -
Dormida: Cama em comboio

Dia 5Varanasi

Chegamos de comboio a meio da manhã. Depois de nos instalarmos, deambulamos pelas ruelas e ghats de Varanasi. Cidade milenar, sagrada, intemporal, Varanasi revela-se a um ritmo ao mesmo tempo frenético e tranquilo. Aqui tudo acontece simultaneamente. Vida e morte, alegria e tristeza, paz e caos. Damo-nos tempo para a ir descobrindo com a calma que merece. Ao cair da tarde, observamos a Ganga Aarti do Assi Ghat, a puja de agradecimento ao Rio Ganges - a sagrada mãe Ganga, onde corre a essência de Shiva, na tradição Hindu.

Alimentação: -
Dormida: Guesthouse

Dia 6Varanasi

Poucos lugares do mundo têm um nascer do sol tão especial como Varanasi. Acordamos antes que ele saia. Vêmo-lo pintar o ar e o rio de dourado e azul névoa, enquanto a vida nos ghat começa também. Percorrêmo-los de novo, observando as abluções, os lavadores de roupa, os saris estendidos nos degraus, os barcos que deslizam, as vacas, as cabras, os cães, os macacos. Paramos para uns chai a escaldar e deixamo-nos envolver por toda a atmosfera mágica da manhã. Depois de um pequeno almoço reforçado, visitamos o Templo Dourado, um dos mais famosos templos dedicado a Shiva, na Índia.
O início de tarde é livre para que possa descansar do despertar madrugador, ou explorar as ruelas, lojas e pequenos templos ao seu ritmo.
Ao final da tarde, embarcamos para um passeio de barco no Ganges, que se estende até ao pôr do sol, permitindo-nos observar a vida nos ghat de uma outra perspetiva. Terminamos o passeio já de noite, no Dashashwamed Ghat, onde decorre a maior Ganga Aarti.

Alimentação: -
Dormida: Guesthouse

Dia 7Bodhgaya

Partimos ao final da manhã para Bodhgaya, numa carrinha privada. Experimentamos pela primeira vez o caos das estradas indianas, a caminho de uma das cidades mais importantes para o budismo: o local onde Buda atingiu a iluminação, debaixo da figueira (árvore de Bodhi). Hoje propomos-lhe um jantar diferente, uma refeição caseira preparada pela nossa anfitriã.

Alimentação: -
Dormida: Guesthouse

Dia 8Bodgaya

Este dia tem dois inícios diferentes pensados para si. Se quiser, pode acompanhar a Filipa logo bem cedo pela manhã, às 6h30, numa meditação guiada no instituto budista vizinho ao alojamento onde estamos. Depois, será altura de regressar para o pequeno-almoço e de reunirmos de novo todo o grupo para sairmos em direcção ao Mahabodhi Temple. Este templo impressionante está localizado no sítio onde se encontrava a árvore de Bodhi original (mãe da que agora se vê) e é um local de peregrinação para monges e budistas de todo o mundo. Pelo caminho, visitamos os vários mosteiros e templos representativos de todos os diferentes tipos de budismo existentes no mundo, que se espalham pela cidade. Depois de jantar, partimos para mais uma viagem de comboio noturna, desta vez em direção a Calcutá.

Alimentação: -
Dormida: Cama em comboio

Dia 9Calcutá

Chegamos a Calcutá pela manhã, embalados pelo oscilar do comboio. Depois de nos instalarmos, vamos ter o nosso primeiro almoço Bengali. Mergulhamos de seguida no caldeirão de história, cultura e arquitetura que caracteriza esta cidade. Passamos por uma exposição de arte contemporânea na Academy of Fine Arts, atravessamos o moderno Nandam West Bengal Film Center, com vista para a Catedral de São Paulo e exploramos o monumental Victoria Memorial, expoente máximo da arquitetura monumental do Raj Britânico.
Seguimos para o Princep Ghat, onde acompanhamos os calcutanos num passeio pelo paredão que bordeia a margem do rio Hoogly, enquanto bebemos um chai, o sol se põe e tudo se ilumina de centenas de luzes azul e lilás.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 10Calcutá

Começamos o dia no caótico e colorido mercado das flores de Malik Ghat. Atravessamos a ponte Howrah a pé, juntando-nos aos transeuntes e comerciantes e seguimos para a zona norte da cidade, onde se situam os seus bairros mais antigos. Caracterizados por ruelas estreitas, edifícios que já foram imponentes e que são agora relíquias decadentes, uma atividade comercial frenética, ateliers de estátuas de mármore e todo o tipo de pessoas, são um exemplo marcante das contradições da cidade. Percorremos as suas ruas e visitamos o Marble Palace e Joransako, o museu situado na antiga casa de família no poeta e pensador Rabindranath Tagore.
De volta à zona do nosso hotel, o início da tarde é livre para quem queira visitar o Indian Museum, explorar o New Market, visitar algumas das muitas pequenas galerias de arte ou simplesmente descansar. Perto do pôr-do-sol, apanhamos o metro para Kalighat, para acompanhar os devotos a Kali no templo dedicado à deusa da destruição. Esta zona, uma das mais antigas da cidade e de onde se pensa ter derivado o nome Calcutá, está rodeada por mercados dedicados às oferendas, e fervilha de atividade ao final da tarde.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 11Calcutá e Comboio Noturno para Siliguri

Tendo em conta que nos espera uma longa viagem noturna de comboio, começamos a manhã tranquilamente, com tempo para dormir até mais tarde. Depois do pequeno almoço, deixamos o hotel e os nossos simpáticos anfitriões e seguimos até à zona de BBD Bagh. Era o antigo coração do posto de comércio da British East India Company e é onde se situam a maioria dos edifícios dessa altura, demonstrativos da arquitetura do Raj. Na altura em que Calcutá era a capital indiana, era daqui que ela era governada. Atualmente, estes mesmos edifícios continuam a ser um centro de negócio e governação, sendo a sede de várias empresas e ministérios.
Da parte da tarde passeamos por Park Street, atualmente meca das lojas, restaurantes e cafés mais modernos, e, nos anos 70 e 80, local habitual de músicos e boémios. Jantamos por aqui, para nos despedirmos da inesquecível gastronomia que Calcutá oferece, antes de partirmos no comboio para Siliguri.

Alimentação: -
Dormida: Cama em comboio

Dia 12Darjeeling

Chegamos a Siliguri ao início da manhã e, de seguida, subimos a bordo de jipes que fazem a ligação às cidades que se espalham pelas montanhas. São cerca de 4 horas de curvas a subir, mas também de vistas impressionantes, cada vez mais diferentes do que temos visto até agora, até que chegamos a Darjeeling.
A tarde é passada a conhecer as ruas da cidade. Visitamos a estação de comboios, onde os famosos Toy Train, pequenas locomotivas a carvão, ainda soam os seus apitos e circulam numa nuvem de fumo a fazer lembrar épocas passadas. Estes comboios e a respectiva linha, maravilhas da engenharia, foram essenciais no desenvolvimento da região no século XIX e estão classificados como Património Mundial, pela Unesco. Subimos à Observatory Hill, local de um curioso templo que mistura referências budistas e hindus e contornamos os vários miradouros que, dependendo do tempo, nos presenteiam com vistas magníficas para vários picos dos Himalaias. Quem se sentir com pernas e pulmões, poderá acompanhar a Filipa ao Mosteiro Budista Bhutia Busty, passando por um caminho que tem tanto de empinado como de pitoresco. Se preferir algo menos extenuante, poderá visitar os mercados que ladeiam Chowrasta, a praça principal de Darjeeling, ou sentar-se num dos banquinhos e ver a interessante mistura de pessoas que por aqui circulam na sua vida do dia-a-dia. Ao pôr-do-sol, descontraímos numa casa de chá, saboreando a famosa especialidade local.

Alimentação: -
Dormida: Cama em comboio

Dia 13Darjeeling

Passamos a manhã a conhecer as paisagens de montanha em redor de Darjeeling. Em Tiger Hill temos vistas privilegiadas para várias cadeias montanhosas dos Himalaias. Daqui, dependendo do tempo, podemos avistar os picos do Kangchenjunga, do Everest e do Makalu. Visitamos o Mosteiro Budista Tibetano de Ghum, o mais antigo mosteiro da região, e passamos pelo Batasia Loop, onde a linha de comboio faz uma espiral sobre si mesma, de modo a conseguir vencer a inclinação da encosta.
Depois do almoço, caminhamos cerca de uma hora até ao Instituto de Montanhismo dos Himalaias, para ficar a conhecer mais sobre as várias culturas presentes nestas montanhas e várias histórias míticas de ascensões ao Everest. Daí, continuamos a pé de forma a apreciar todas a vistas em torno da cidade e visitamos uma plantação e fábrica de chá orgânico onde aprendemos todo o processo de cultivo e produção.
O resto da tarde é livre. Se desejar andar no toy train este é o momento para o fazer.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Guesthouse

Dia 14Entrada no Nepal: Janakpur

Partimos cedo, pela manhã, em direcção à fronteira. Depois das formalidades e obtenção dos vistos, trocamos de transporte e seguimos viagem, já em solo nepalês. A estrada que fazemos proporciona-nos paisagens variadas até que chegamos a Janakpur ao início da tarde. Esta cidade do planalto do Terai é um óptimo exemplo das semelhanças entre a Índia e o Nepal. Cidade de peregrinação para hindus de ambos os lados da fronteira por causa do Templo de Sita, aqui sentimo-nos como se ainda continuássemos na Índia. A mesma fisionomia, os mesmos costumes, a mesma paisagem.
Berço da deusa Sita e local da união desta com Rama - o herói do poema épico Hindu, Ramayana - Janakpur tem ainda vários lagos considerados sagrados, que reflectem os pequenos templos que os rodeiam, numa paisagem bucólica que contrasta com os mercados ao redor. Depois de deixarmos a bagagem no hotel, percorremos a cidade, visitando o templo e ladeando calmamente os lagos

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 15Kathmandu

Atravessamos as montanhas nas carrinhas coletivas que fazem a ligação entre Janakpur e Kathmandu. É uma viagem relativamente dura, devido às condições da estrada, mas rica em vistas espetaculares. Chegamos à capital do Nepal ao início da tarde. Depois de nos instalarmos, percorremos os bairros de Thamel e Asan Chowk, plenos de atividade e comércio, explorando as stupas que se escondem nas ruelas estreitas. Já ao final da tarde chegamos à Durbar Square, antiga praça real do Reino de Kathmandu e património da Unesco, com tempo para a explorar livremente.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 16Kathmandu

Dedicamos toda a manhã a Bakhtapur. Antes da reunificação do Nepal, este era um outro reino do Vale de Kathmandu e o seu centro histórico é um dos mais ricos dos três que o constituíam. Devido à sua localização isolada do centro urbano, esta zona conserva ainda um ambiente mais rural, com muitos mercados e artesãos tradicionais. Depois de almoço regressamos a Kathmandu e ficamos a conhecer a stupa de Boudhanat, a maior do Nepal e o mais sagrado local de culto tibetano, fora do Tibete. Exploramos também todo o bairro ao seu redor, recheado de mosteiro budistas.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 17Kathmandu

Começamos a manhã do alto de Swayambhunat. Este complexo de stupas, templos e mosteiros permite-nos também ter uma vista panorâmica de toda a cidade e das montanhas que rodeiam o vale. Depois de almoço, visitamos o centro do terceiro antigo reino do Vale de Kathmandu, Pattan. Um dos mais bem conservados, e com vários museus riquíssimos em história e tradições nepalesas. Esta zona é também muito conhecida pelos artesãos e lojas de objetos em metal e madeira. Passamos a tarde a deambular pelas ruas e a visitar livremente os museus. Terminamos o dia a jantar por aqui, celebrando esta longa viagem que nos trouxe de Deli a Kathmandu.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 18Kathmandu e Voo de Regresso

De acordo com o horário do seu voo, a Filipa vai levá-lo ao aeroporto para o voo de regresso. Fim dos nossos serviços.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Alojamento durante todo o programa
7 pequenos-almoços
Transportes locais
Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem
Entradas nos monumentos mencionados no programa (à exceção de Durbar Square, Victoria Memorial, Indian Museum)
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)

Exclui:

Voos internacionais
Alimentação não especificada (cerca de 15€/dia)
Atividades extra
Extras pessoais como bebidas, telefone, etc
Entradas e/ou guias locais em Durbar Square, Victoria Memorial, Indian Museum (total: 15€)
Vistos
Seguro pessoal

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    A Índia passou a disponibilizar, desde Agosto de 2015, o e-Tourist Visa para viajantes com passaporte português. O processo ficou simplificado, deixando de ser necessário fazer o pedido de visto da Embaixada. A Nomad recomenda a Visateam (http://www.visateam.pt) para o apoio ao pedido do visto de que necessita para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para ajudá-lo em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone/mail, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto. Para o Nepal, o visto é obtido à chegada e tem um custo de 35€. Precisa levar consigo o passaporte (com pelo menos 6 meses de validade após o fim da viagem) e duas fotografias tipo passe.

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    O tipo de oferta nesta viagem é quase sempre em pequenos estabelecimentos, alguns de carácter familiar. Os quartos são, na maioria, duplos, têm sempre camas individuais e estão equipados com ventoinha. As casas-de-banho têm água quente (mas por vezes apenas de manhã), sanitários europeus, são abastecidas de papel higiénico, mas não deixam de ser asiáticas, pelo que (fora uma ou outra exceção) não têm banheira nem poliban - o chuveiro está montado na própria casa-de-banho.
    São, sobretudo, hotéis centrais ou muito bem localizados, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa, e vamos ser acolhidos por um staff muito amigável, já muito acostumado e sempre caloroso com os grupos de viagem Nomad.
    Em Varanasi, alguns quartos não têm casa de banho privada. No entanto, a casa de banho é partilhada apenas com outro quarto, e está mesmo ao lado dos mesmos.
    Em Bodghaya, Calcutá e Janakpur alguns quartos serão triplos.
    As viagens de comboio são feitas em Sleeper Class, que dispõe de beliches e onde dormimos completamente deitados. Em todo o caso, temos de nos lembrar que estamos na Índia e as condições dos comboios não são exactamente iguais aos standards europeus ou de outros países asiáticos. Tendo em conta a nossa experiência, é possível descansar e dormir durante as viagens de comboio.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir.

  • Se pretender chegar a Deli uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Kathmandu no fim da viagem?

    Se pretender chegar a Deli um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos em Kathmandu, no final da viagem.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Quer marque o voo por si ou através de nós, e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os seus detalhes de voo para que possamos passá-los ao Líder Nomad. Desta forma, ele estará à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina (https://www.consultadoviajante.com) como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

Índia, Nepal

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Hotel - 9 noites, Guesthouse - 4 noites, Cama em comboio - 3 noites

Transportes

Comboio, Carrinha, Metro, Rickshaw, Autocarro, Táxi

Reservas

Min: 4 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 800€