Nova Viagem

Da Encumeada ao Atlântico

Com Diogo Tavares 13 a 20 fev 2021

CONHECIDA COMO O JARDIM DO ATLÂNTICO, A ILHA DA MADEIRA REVELA UM CENÁRIO MAJESTOSO E SURPREENDENTE, QUE APELA À EXPLORAÇÃO. DO TEMPERAMENTAL OCEANO ÀS PRISTINAS FLORESTAS, DOS VERTIGINOSOS CUMES DO MACIÇO CENTRAL ÀS DESAFIANTES CASCATAS, UMA JORNADA PARA OS AMANTES DO OUTDOOR REPLETA DE EMOÇÕES FORTES E AVENTURA.

Trekking, canyoning e BTT - assim exploramos os desafios escondidos nas luxuriantes  florestas  laurissilva, intrincados trilhos serranos e rios gélidos de águas cristalinas. Num trekking em semi-autonomia, partimos do nível do mar à conquista de uma das mais icónicas montanhas da ilha - o Pico Ruivo - terminando num dos mais belos trilhos costeiros do Atlântico. Vencemos obstáculos criados pela geologia vulcânica em canhões como a Ribeira das Cales ou o Ribeiro Frio e aventuramo-nos em magníficos trilhos de BTT, que nos conduzem do emblemático Pico do Areeiro às tranquilas praias de areia negra.  

  • Impacto cultural
    Viagem por regiões com culturas e costumes muito semelhantes aos que estás habituado.
  • Esforço físico
    Os dias de canyoning e BTT são intensos e realizam-se em ambientes de desconforto que potenciam o desgaste físico. Dedicamos três dias ao trekking, onde caminhamos cerca de sete horas por dia e com a mochila às costas (8 kg no máximo).
  • Nível de conforto
    Dormimos uma noite em refúgio de montanha, em regime de camaratas mistas com casa de banho partilhada. As restantes noites serão em hotel, com quartos duplos e casa de banho privada. Todos os alojamentos dispõem de duche quente.

13 a 20 fev 2021

900 €8 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 80€

Número de viajantes

900€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada à Ilha da Madeira

Bem-vindo ao Jardim do Atlântico. Quando chegares ao aeroporto internacional da Madeira, o Diogo, o líder Nomad desta viagem, vai estar à tua espera para te acompanhar ao nosso alojamento, na povoação de São Jorge. Mediante a tua hora de chegada, podes aproveitar o tempo para conhecer melhor as tradições do norte da ilha e para os primeiros mergulhos no mar. 

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Trekking de Santana à Achada do Teixeira

A manhã assinala o início de três dias de trekking em semi-autonomia por algumas das paisagens mais selvagens da Madeira. Partimos do nível do mar em direção às cumeadas mais elevadas da ilha, passando pelas incontornáveis levadas e terminando num dos mais belos trilhos costeiros do Atlântico. 

Envolvidos no espírito de aventura, calçamos as botas e partimos rumo à serra de Santana. O trekking de hoje leva-nos até ao pico da Achada do Teixeira, a cerca de 1700 metros de altitude. Com o atlântico nas costas, seguimos um trilho que nos conduz à levada da Silveira. Embrenhados na verdejante floresta madeirense, continuamos a conquistar quilómetros e altura, cruzamos rios e várias levadas - entre elas a famosa levada do Caldeirão Verde. 

Mais à frente, o terreno transforma-se: o verde luxuriante dá lugar a tonalidades ocre típicas dos ambientes montanhosos. Deslumbrados com as vistas, agora desafogadas, alcançamos o pico da Achada da Teixeira, um dos momentos mais épicos da nossa jornada. Do topo, a magnífica vista sobre as cumeadas da ilha, a luxuriante floresta e o oceano atlântico é a recompensa de um dia repleto de desafios superados. Seguimos rumo ao nosso refúgio, onde espera-nos o primeiro jantar em montanha, preparado no refúgio Achada do Teixeira. A refeição ajuda-nos a retemperar forças para o próximo dia.


Distância: 10 km (cerca de 7 horas)
Desnível:  1650m positivos + 510m negativos

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Refúgio

Dia 3Trekking do Pico Ruivo a Boaventura

As primeiras horas da manhã revelam-nos, mais uma vez, um quadro de rara beleza. Inspirados, partimos em direção ao ponto mais alto do arquipélago: o Pico Ruivo, a 1861 metros de altitude. Considerado por muitos como o mais belo de toda a ilha, o trilho que nos leva do refúgio ao topo do Pico Ruivo sobe ao longo de uma cumeada, que separa a serra de Santana das encostas do Faial. Ao longo de todo o caminho as vistas são soberbas. De um lado as magníficas paisagens rochosas sobre o vale da Ribeira Seca, o Pico das Torres, e ao fundo o emblemático Pico do Areeiro. Do outro lado do trilho, avistam-se as luxuriantes paisagens do Parque Florestal das Queimadas, o Caldeirão Verde e o Caldeirão do Inferno. E, em dias de boa visibilidade, para este pode-se observar a formação rochosa da Penha D´Águia, a serra das Funduras e a ponta de São Lourenço, no extremo oposto da ilha. Detemo-nos, por momentos, no cume do Pico Ruivo para usufruir da paisagem. Um momento inesquecível, que marcará a nossa passagem pela Madeira. 
Ainda extasiados, avançamos montanha abaixo em direção ao Pico do Canário. A 1159 metros de altitude, este miradouro natural proporciona-nos vistas de cortar a respiração.   
Daqui para a frente, o trilho é maioritariamente a descer, numa caminhada tranquila que nos vai proporcionando vistas desafogadas. À medida que perdemos altitude, a vegetação agiganta-se até penetrarmos numa densa floresta de laurissilvas. Alcançamos o oceano e a povoação de Boaventura a tempo de celebrarmos mais um dia de emoções fortes e paisagens deslumbrantes.  


Distância: 17 km (cerca de 7 horas)
Desnível: 1130m positivos + 2450m negativos

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Trekking do Caminho Real a São Jorge

Despertamos no norte da ilha, num cenário idílico onde o azul do atlântico contrasta com as verdejantes encostas madeirenses. De pequeno-almoço tomado e mochila às costas, deixamos para trás a povoação de Boaventura para mais um intenso, mas recompensador dia de caminhada. A manhã começa serena no miradouro de São Cristóvão, um dos mais fotogénicos da região. Seguimos um surpreendente trilho costeiro, conhecido como Caminho Real, que nos conduz pelas negras falésias do norte até à pitoresca aldeia de Arco de São Jorge. Após uma pausa para almoço, fazemo-nos ao caminho, ao longo da costa, em direção ao Calhau de São Jorge. A paisagem é marcada pelo contraste entre as vertiginosas escarpas, que se precipitam no oceano atlântico e os socalcos desenhados século após século pelos camponeses locais. Absorvemos a beleza do cenário antes de alcançarmos as piscinas naturais da praia do Calhau de São Jorge. Após um merecido mergulho, partimos numa carrinha até à região da Camacha, onde ficaremos alojados nos próximos dias da nossa aventura madeirense. 


Distância: 12 km (cerca de 7 horas)
Desnível: 1340 m positivos + 1520m negativos

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 5Canyoning Ribeira das Cales

Hoje, deixamos os acidentados trilhos madeirenses para explorarmos os canhões e rios do Jardim do Atlântico. A diversidade de cenários, a variedade de rios e obstáculos a ultrapassar fazem da Madeira uma das mecas do canyoning europeu. 

É em pleno Parque Ecológico do Funchal, um dos mais bem preservados da Madeira, que vestimos os fatos de neoprene e aventuramo-nos nas águas da Ribeira das Cales. Com o apoio de cordas e a preciosa ajuda de uma equipa local, progredimos pelo curso irregular do canhão da Ribeira das Cales. À medida que caminhamos ou nadamos rio abaixo, os obstáculo sucedem-se obrigando-nos a rapelar cascatas de água cristalina e até a saltos para piscinas naturais. Terminamos com um pequeno tobogã, que abre o apetite para o dia de amanhã. 

Com as emoções à flor da pele, despedimo-nos do Parque Ecológico do Funchal e regressamos ao nosso alojamento a tempo de desfrutar de uma cerveja enquanto o sol se esconde no horizonte. 


Canyoning: Nível I (1,5 km, cerca de 4 horas)

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Canyoning Ribeiro Frio

Pela manhã, regressamos aos rios da Madeira, desta vez para explorar o canhão do Ribeiro Frio. Mais desafiante, o percurso de hoje é também mais dinâmico. A paisagem é arrebatadora, não estivéssemos nós num dos locais mais emblemáticos do canyoning na Europa. Ao descer o rio, deparamo-nos com diversos obstáculos entre eles desafiantes rápeis - o mais alto deste percurso tem cerca de 20 metros - e saltos, que farão as delícias dos mais audazes. Se não for o teu caso, não te preocupes, os rápeis - como outros obstáculos ao longo do percurso - são contornáveis. 

Após um merecido almoço, viajamos até à Camacha. O resto da tarde será livre. Aproveita para, na companhia do Diogo, explorar a povoação de Camacha ou simplesmente para recuperares energias para o dia de amanhã.


Canyoning: Nível II (2 km, cerca de 4 horas)

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 7BTT do Pico do Areeiro ao Machico

Despertamos para o derradeiro dia da nossa aventura na Madeira. Hoje, deixamos os ambientes aquáticos e desafiamo-nos em duas rodas num percurso épico que nos levará dos picos mais altos da ilha ao nível do mar. Montados em bicicletas de BTT e equipados com capacete, começamos a nossa jornada no emblemático Pico do Areeiro. Descemos por trilhos de montanha únicos, com vistas soberbas sobre o sul da ilha da Madeira. Mais à frente, cruzamos florestas pristinas até entrarmos num longo e magnífico canal de levadas que nos levará até ao oceano. 

Cansados, mas revigorados pelas emoções fortes do dia e pela beleza ímpar do Jardim do Atlântico, chegamos à povoação de Machico a meio da tarde. O resto do dia será tranquilo, para saboreares a atmosfera madeirense e para últimos mergulhos no mar. Juntamo-nos depois para um jantar, marcado pelo ambiente de festa e despedida, em celebração das muitas aventuras vividas ao longo da última semana.


Distância: 35 km (cerca de 5 horas)
Desnível: 300m positivos + 1800m negativos

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 8Machico e Voo de Regresso

Chegou a hora de te despedires da Madeira. O Diogo vai levar-te ao aeroporto de acordo com o horário do teu voo de regresso. Na bagagem, levas as memórias de uma semana repleta de desafios superados e da extraordinária beleza natural desta ilha.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
7 pequenos-almoços
Atividades descritas no programa
Equipamento de canyoning e BTT
Guia complementar durante o canyoning e BTT

Exclui:

Voos
Alimentação não especificada (cerca de 25€ por dia)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    A localização dos alojamentos foi particularmente tida em conta, seja em locais centrais nas povoações, ou noutros particularmente cénicos e interessantes, mas privilegiando sempre que possível alojamentos de pequena dimensão, de arquitetura tradicional e gestão familiar. 
    Na Achada do Teixeira, o local mais remoto onde pernoitamos, ficamos alojados num refúgio de montanha, em regime de camaratas mistas ocupadas exclusivamente pelo grupo Nomad. Neste alojamento, existe uma casa de banho partilhada e duche de água quente. Todos os outros alojamentos onde dormimos têm casas de banho privativas, numa tipologia de quartos duplos, com duas camas. 

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    A alimentação na Madeira é muito semelhante à do continente, com algumas particularidades gastronómicas, que iremos certamente saborear. As horas de jantar são livres, mas habitualmente comemos em grupo em restaurantes escolhidos pela localização e boa relação entre qualidade e preço. 
    Durante os dias de atividade, fazemos piqueniques ao almoço. A maioria destas refeições não são fornecidas, pelo que deves levar contigo a alimentação desde casa. Também existem pequenos supermercados ou mercearias ao longa da viagem onde te podes abastecer de alguns alimentos. É habitual haver disponíveis opções vegetarianas, mas tem atenção que, pontualmente, em alguns restaurantes, a variedade de oferta é limitada, pelo que vegetarianos - mas sobretudo vegans, celíacos ou pessoas com outras restrições alimentares - terão de se precaver e assegurar previamente a sua própria comida.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    Sendo esta uma viagem que se desenrola sobretudo na natureza, não passamos por muitos ATM, pelo que é importante que leves dinheiro suficiente para os primeiros dias. Estimamos em cerca de 25€ o valor por dia necessário para refeições não incluídas e outras eventuais despesas.
    É conveniente levares um fundo de emergência de cerca de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. 

  • Como é o acesso à eletricidade na viagem?

    Em todos os alojamentos desta viagem, existe acesso a eletricidade, mas no refúgio de montanha será mais limitado. Sugerimos que leves uma ficha tripla, se quiseres carregar vários aparelhos ou baterias antes do início do trekking. 
    A rede de telemóvel e 3G é inconstante - em alguns lugares a cobertura é boa, noutros não há rede. Um dos lugares onde o acesso a rede telefone e 3G é mais precário é no refúgio da Achada do Teixeira. No entanto, existe um telefone disponível. 

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Esta é uma viagem de multiatividades outdoor, concentrada numa região específica da ilha da Madeira, pelo que não existem deslocações significativas. No entanto, recorremos a uma carrinha privada para realizar pequenos trajetos de acesso ao início ou final das atividades.

  • Como é o clima durante a viagem?

    Tal como a paisagem, também o clima na Madeira caracteriza-se pela sua diversidade. A amplitude de temperaturas é habitualmente reduzida, devido ao efeito do Atlântico, embora a chuva fraca seja frequente. Na época em que a viagem Nomad se realiza, as temperaturas costumam ser agradáveis e amenas, entre os 21ºC e os 10ºC. Nos pontos mais altos e expostos, o vento pode ser mais intenso, o que, aliado à precipitação, cria uma sensação térmica muito inferior à real. Daí a importância de um bom calçado e de vestuário para a chuva realmente impermeáveis. 

  • Esta viagem é fisicamente exigente?

    Esta viagem está ao alcance de todos os que gostem de praticar atividades em ambientes de natureza durante vários dias. Nos dias de trekking, conta com sete horas de caminhada por dia, a um ritmo lento e passo tranquilo. Os trilhos não requerem conhecimento técnico mas, para quem não tenha um estilo de vida ativo, este poderá ser o momento mais exigente fisicamente da viagem. Os dois percursos de canyoning são curtos e fisicamente acessíveis. Já o trilho de BTT é maioritariamente a descer, no entanto, terás algumas subidas mais exigentes. 

  • Não tenho experiência de trekking. Esta viagem é para mim?

    Os dias de trekking não têm exigência técnica. Pode dizer-se que está ao alcance de todos os que gostem de caminhar e estejam motivados para passar três dias de mochila às costas, em ambiente natural. Em alguns momentos, vai ser mais exigente e terás que ter alguma perseverança.

  • Não tenho experiência de BTT. Esta viagem é para mim?

    A atividades de BTT não tem exigência técnica alta. Todavia, é fundamental estares habituado a pedalar em trilhos de BTT irregulares. Este percurso está estruturado de forma a ser ajustado às capacidades físicas e técnicas de cada participante para tirares máximo proveito do dia. Apesar de ser um trilho maioritariamente a descer, alguns momentos poderão ser fisicamente exigentes e terás que ter alguma perseverança.

  • Não tenho experiência de canyoning. Esta viagem é para mim?

    As atividades de canyoning não têm exigência técnica alta (nível 1 e 2) e não requerem experiência prévia. Pode dizer-se que estão ao alcance de todos os que gostem de atividades de natureza e estejam motivados para progredir por um canhão de um rio, num percurso maioritariamente dentro de água. Para maior comodidade, terás ainda o apoio do líder Nomad e de um guia local durante todo o percurso. Em alguns momentos, vai ser mais exigente e terás que ter alguma perseverança mas, no geral, os dias são descontraídos e tranquilos.

  • O ritmo de caminhada é muito elevado?

    Não. O ritmo é ajustado às necessidades do grupo, com muitas paragens ao longo do dia. A distância dos itinerários escolhidos para cada dia dão-nos a possibilidade de os realizarmos com calma, para podermos aproveitar ao máximo a paisagem envolvente. 

  • Como calculamos o tempo das atividades?

    As viagens de multiatividades da Nomad são desenhadas para o viajante que procura desfrutar do meio natural. O tempo de caminhada, BTT e canyoning referido no programa é calculado tendo em conta um ritmo tranquilo, incluindo paragem para refeições ou simplesmente para desfrutar da paisagem.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Se a chegada é da responsabilidade de cada um, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Independentemente do dia ou hora de chegada, os viajantes devem estar no ponto de encontro à hora marcada. Vamos dar-te essa informação atempadamente e o líder Nomad estará lá para reunir o grupo. 

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Madeira

Atividades

BTT, Canyoning, Trekking

Dormida

Hotel: 6 noites, Refúgio: 1 noite

Transportes

Carrinha, Táxi

Reservas

Min: 4 | Max: 10

Voo não incluído.

Valor indicativo: 80€