Viagem Esgotada

Birmânia

Com Jorge Vassallo 01 a 16 dez 2017

"Isto é a Birmânia", escreveu Rudyard Kipling há mais de um século, "é como nenhum outro sítio que já conheci". Esta aventura é uma surpresa constante, feita de sorrisos e tradições, curiosidade e superstições.

Tanto tempo e tanta História depois, o agora chamado Myanmar continua um mundo à parte. Venha descobrir e apaixonar-se por uma cultura que pouco mudou, desde os tempos coloniais. Do charme da antiga capital Yangon à pacatez do lago Inle, passando pela fascinante Mandalay e os quatro mil templos do inesquecível vale de Bagan, prometemos emoções fortes e intensa interação cultural.

  • Impacto cultural
    A cultura budista estará bastante presente no dia-a-dia da viagem.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade fisica para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples, mas com as condições de higiene mínimas asseguradas. Deslocações longas em transportes públicos.

01 a 16 dez 2017

1480 €16 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 950€

Outras datas disponíveis:

Viagem Esgotada

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Percurso

Dia 1Chegada a Yangon

Com cinco milhões de habitantes, Yangon era, até muito recentemente, a capital ao país. Fundada em 1755, a "cidade-jardim do Oriente", é hoje o centro financeiro do Myanmar. É aqui que o Jorge o vai receber, no aeroporto.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Yangon

Com o país fechado ao mundo (e ao "desenvolvimento") durante décadas, Yangon ainda preserva muito do seu charme antigo - e é atualmente uma das cidades mais fascinantes da Ásia. Aqui o património colonial convive lado-a-lado com o fervor religioso birmanês, numa paisagem de mercados e trânsito, lojas de telemóveis, restaurantes chineses, mesquitas indianas, hotéis modernos, igrejas e casas de chá. Hoje vamos passear a pé pelo centro histórico e descobrir estes contrastes e os pequenos detalhes, experimentar comida típica, visitar pagodes e budas, passear nos parques e retribuir os sorrisos que nos rodeiam a toda a hora.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3 Viagem à Rocha Dourada e Yangon

Sabia que há uma linha de comboio em Yangon que dá a volta à cidade e arredores... para terminar exatamente onde começou? É conhecida por Circle Line e hoje vamos experimentá-la e interagir com os locais que a usam diariamente para ir para o trabalho, para a escola, para o templo, para casa. Almoçamos no Parque Kandawgyi e depois fazemos uma caminhada junto ao lago até ao deslumbrante Shwedagon Pagoda, o mais importante templo do Myanmar, cuja stupa é coberta por 60 toneladas de ouro e pedras preciosas, e onde se acredita estarem guardados, há mais de dois mil anos, dois cabelos de Buda.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Rocha Dourada

Deixamos Yangon bem cedo pela manhã e vamos de carrinha até Kyaikhtiyo - outro dos lugares mais sagrados da Birmânia, onde está a famosa Rocha Dourada, omnipresente em souvenirs, postais e listas de "lugares especiais a ver uma vez na vida". São quase quatro horas até à base da montanha, atravessando uma paisagem bucólica de verdes plantações de arroz, douradas stupas budistas e vermelhos sorrisos manchados de betel. As emoções fortes começam quando nos sentarmos na parte de trás de um camião de caixa aberta, que nos vai levar montanha acima. Chegados ao topo, é tempo de respirar fundo, descalçar os sapatos e relaxar, sentir a energia que emana deste lugar, quem sabe, meditar um pouco em frente à Rocha Dourada. Depois de almoço seguimos para Bago, onde espreitamos as principais estátuas de Buda - e onde passamos a noite.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 5Comboio para Mandalay

A viagem ocupa-nos todo o dia - por isso sente-se e relaxe, aprecie a paisagem que passa na janela (e os solavancos desta linha muito especial), troque sorrisos com os locais, experimente alguns petiscos. Chegamos ao nosso destino à noite e vamos diretos para a cama, pois amanhã temos muito por onde passear.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 6Mandalay

Conta a lenda que Buda deixou a sua pegada no Monte Mandalay - um sinal de prosperidade para a paisagem que se estende em redor - e nós vamos confirmar isso mesmo, quando subirmos descalços os quase mil e oitocentos degraus que nos levam ao topo, passando por pequenos templos, lojas de souvenirs, artigos religiosos e bebidas frescas, adivinhos que leem o futuro na palma das mãos. Depois de almoço vamos de mota conhecer o Kuthodaw Pagoda, apelidado de "o maior livro do mundo", por causa das mais de 700 placas de mármore onde estão inscritos ensinamentos budistas; uma rua onde são esculpidos Budas em mármore; e ainda um mosteiro feito exclusivamente em teca.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 7Arredores de Mandalay

Diz-se que esta estátua do Pagoda Mahamuni foi feita à imagem do próprio Buda, daí ser a mais importante do Myanmar. Todos os dias, por volta da quatro da manhã, junta-se aqui uma pequena multidão de fiéis para assistir ao ritual de limpeza da estátua... que inclui lavar-lhe os dentes com uma escova! Mas quem vai estar a esfregar os olhos somos nós, que vamos madrugar para assistir a tal momento - e depois seguimos diretos para U Bein, a mais longa ponte de teca do mundo, e provavelmente uma das mais antigas - de onde vamos assistir ao deslumbrante nascer do sol. Passamos o resto do dia a passear de mota: primeiro por mosteiros de monges e freiras budistas; depois subindo o Monte Sagaing para uma vista privilegiada da paisagem em redor; e finalmente rio acima até Mingun, onde ficam as espetaculares ruínas daquela que, se estivesse terminada, seria ainda hoje a maior stupa do mundo. No regresso a Mandalay, largamos as motas e descemos o rio de barco - e assim terminamos o dia com um pôr do sol fantástico, o ponto final perfeito para um dia em cheio.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 8Rio Irrawaddy

Acordamos cedo e prosseguimos viagem até à mítica Bagan, num barco que desce lentamente o rio Irrawaddy. É um longo dia a bordo, pois só chegamos ao final da tarde, por isso aprecie a paisagem e deixe-se contagiar pela serenidade da vida à beira-rio.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Hotel

Dia 9Bagan

Com mil anos de História, a grande glória da Birmânia espalha-se por uma área superior a 40km2 e foi descrita por Marco Polo como "uma das paisagens mais bonitas do mundo". E assim continua, garante o Jorge. Exploramos as ruínas de Bagan montados em e-bikes, por estradas de terra batida numa paisagem de templos antigos, campos agrícolas, aldeias e carros de bois. Sabia que, por exemplo, num dos templos há um fresco que "menciona" a chegada de portugueses à Birmânia? Vamos descobrir este e outros pormenores durante o dia, e ao fim da tarde espera-nos mais um por do sol num recanto mais "nosso", longe das multidões.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 10Bagan

Voltamos a madrugar - desta vez para assistir ao nascer do sol com a silhueta de outros templos no horizonte. Depois voltamos ao hotel para tomar o pequeno almoço, damos mais umas voltas por ruínas antigas - e à tarde vamos almoçar a casa do Kyaw Kyaw (lê-se Joe Joe), um amigo do Jorge. O resto da tarde é livre... mas se quiser pode acompanhar o Jorge numa limonada à beira-rio, junto a um templo que tem vista privilegiada para o pôr do sol.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 11Monte Popa e Nyaung Shwe

Prosseguimos viagem, de carrinha, até ao surpreendente Monte Popa, um centro de peregrinação aos Nat, os 37 espíritos que tantos birmaneses veneram - e temem. Evitamos as centenas de macacos junto à fase inicial da subida e cumprimos descalços os 777 degraus até ao topo, de onde poderemos apreciar a vista e visitar mais templos; e depois voltamos para a carrinha, onde passamos o resto do dia a ver a paisagem passar, no caminho para o próximo destino: Nyaung Shwe.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 12Nyaung Shwe

Situada a 900m de altitude, a pequena cidade de Nyaung Shwe é o principal ponto de acesso ao Lago Inle. Deixamos o lago para amanhã e, esta tarde, pegamos em bicicletas e vamos pedalar pacatamente em redor do lago, apreciando a paisagem e mais sorrisos. Atravessamos o lago num pequeno barco, almoçamos numa aldeia - e quando regressarmos ao hotel, vai poder rematar o dia com uma massagem familiar Intha, ou dar uma volta pelo mercado local.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 13Lago Inle

É o segundo maior lago do Myanmar, meio de subsistência para várias minorias étnicas - e, como vamos constatar, ponto obrigatório no roteiro turístico do país. Voltamos a madrugar e vamos de barco passear no Lago Inle, onde assistimos ao nascer do sol, visitamos o mercado que "roda" entre cinco aldeias do lago, passamos por mosteiros, hortas flutuantes, aldeias de palafitas, oficinas várias, pescadores Intha (os tais que remam de pé, com uma perna "enrolada" no remo) e ainda o Phaung Daw Oo Paya, o principal pagode da região. Tem cinco veneradas imagens de Buda - por muito que já não se pareçam muito com o Buda. Ao fim do dia, no entanto, não regressamos a Nyaung Shwe. Vamos ficar a dormir numa aldeia flutuante, em casa de uma família Intha, e assim ter um contacto mais próximo com a vida tradicional do lago.

Alimentação: -
Dormida: Casa familiar

Dia 14Lago Inle

Para respeitarmos os ritmos do lago vamos despertar bem cedo e acompanhar um ou dois membros da família até ao mercado. A meio da manhã sugerimos uma caminhada até ao Shwe Indein Paya, que fica 700m acima do lago - mas, se preferir, pode participar numa “aula de cozinha” e preparar o almoço para o resto do grupo. À tarde voltamos para Nyaung Shwe, onde, ao jantar, vamos recordar as peripécias da viagem... que está a chegar ao fim.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 15Gruta de Pindaya e Mandalay

Arrancamos cedo de Nyaung Shwe para mais uma longa jornada de carrinha, de regresso a Mandalay. Logo à saída fazemos uma breve paragem para conhecer o mosteiro de teca Shwe Yan Pyay, famoso pelas suas originais janelas ovais. A meio da manhã, temos nova paragem para explorar a gruta de Pindaya e as suas nove mil estátuas de Buda. Exatamente, leu bem: nove mil! De resto, fazemos pausas para almoçar, tirar fotografias à paisagem, esticar as pernas... e ao fim da tarde chegamos então a Mandalay, onde termina esta colorida e deliciosa epopeia.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 16Mandalay e Voo de Regresso

É agora tempo de se despedir do Jorge e do grupo, e terminar esta aventura para dar início ao regresso a casa. Conforme a hora do seu voo, poderá ainda aproveitar para um passeio final em Mandalay. Que passe rápido, o voo de regresso! Fim dos nossos serviços.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Alojamento durante todo o programa
10 pequenos-almoços e 1 almoço
Transportes locais
Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)

Exclui:

Voo internacional
Alimentação (aprox: 25€/dia)
Extras pessoais como bebidas, telefone, etc
Entradas e guias locais em monumentos (50€ aprox)
Seguro pessoal
Visto

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?


    Vai precisar de visto para fazer esta viagem. Desde o início de Outubro de 2013 que Portugal integrou a lista de países elegíveis para o e-visa para o Myanmar. Esta medida tornou o processo mais simples e mais barato. A Nomad recomenda a Visateam (http://www.visateam.pt) para o apoio ao pedido do visto de que necessita para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para ajudá-lo em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone/mail, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto.

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Em Yangon ficamos num hotel urbano no centro da cidade, de maneira a facilitar a mobilidade durante a nossa estadia. É provavelmente o hotel com menos “carisma”, mas com o conforto necessário depois dos dias intensos que vamos passar na cidade: com quartos para duas pessoas, casa-de-banho privativa, ar condicionado e wifi. Em Mandalay e Nyaung Shwe temos o mesmo género de alojamento: pequenos hotéis com algum charme e bem situados; os quartos são relativamente pequenos, mas com todos os confortos já descritos antes. Já em Bagan ficamos em bangalós com muito carisma, numa zona calma entre a rua principal de New Bagan e o acesso aos caminhos que vão dar aos templos. Infelizmente aqui é frequente a internet não funcionar bem e às vezes há cortes de electricidade, pelo que a água quente não está sempre garantida. No lago Inle ficamos numa casa tradicional de madeira onde não há luxos como wifi, ar condicionado ou aquecimento. Partilhamos todos a mesma casa, os quartos são muito pequenos e enquanto nalguns dormimos no chão, noutros há cama de casal (que ocupa o quarto quase todo).
    Há casas-de-banho (de retrete) com duches, do lado de fora da casa - mas não espere água quente. Em suma: vai exigir alguma capacidade de adaptação e tolerância da sua parte.

  • Se pretender chegar a Yangon uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Mandalay no fim da viagem?

    Se pretender chegar a Yangon um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos em Mandalay, no final da viagem.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    Quer marque o voo por si ou através de nós, e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os seus detalhes de voo para que possamos passá-los ao Líder Nomad. Desta forma, ele estará à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina (https://www.consultadoviajante.com) como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

Birmânia

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Hotel - 14 noites, Casa familiar - 1 noite

Transportes

Carrinha, Barco e Comboio

Reservas

Min: 5 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 950€

Testemunhos

Experiência única. Percurso muito bem pensado e com todos os pormenores afinados. A viagem prima pela diferença e por pormenores que diferenciam das viagens feitas para "massas". 5 estrelas!!!
Rita P.
Adorei o país, o povo e todas as experiências que tive. O Jorge Vassalo é um excelente líder.
Rosa M.
A expectativa para a viagem a Myanmar era elevada, e foi "alimentada" durante um ano, mas foi superada e esta foi mais uma boa aventura vivida numa cultura tão diferente e fascinante para mim!
Ana C.