Birmânia

Com Cláudia Santos 31 out a 15 nov 2021

"Isto é a Birmânia", escreveu Rudyard Kipling há mais de um século, "é como nenhum outro sítio que já conheci". O agora chamado Myanmar continua um mundo à parte, com uma cultura que se mantém intacta. Num mosaico étnico, por entre superstições e tradições, esta é uma passagem obrigatória na descoberta do Sudeste Asiático.

É na charmosa antiga capital Yangon que começa esta viagem pela Birmânia, feita de contrastes entre o passado colonial e a identidade birmanesa. Dali partimos à descoberta de alguns dos lugares mais sagrados do budismo, do Monte Mandalay aos 4000 templos do inesquecível vale de Bagan. Atravessamos cidades de comboio e andamos de mota entre o dourado dos templos sagrados. No lago Inle, que é tanto ponto de passagem como mercado, dormimos numa aldeia flutuante, na casa de uma família intha que nos abre as portas ao seu genuíno quotidiano. 

  • Impacto cultural
    A cultura budista está bastante presente no dia a dia da viagem. És recebido por um povo hospitaleiro e alegre.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de conforto
    Alojamentos simples, mas com as condições de higiene mínimas asseguradas. Deslocações longas em transportes públicos (algumas, cerca de 10h).

31 out a 15 nov 2021

1480 €16 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 950€

Número de viajantes

1480€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Yangon

Bem-vindo à Birmânia! Com 5 milhões de habitantes, Yangon era, até muito recentemente, a capital do país. Fundada em 1755, a "cidade-jardim do Oriente" é hoje o centro financeiro do Myanmar. É no aeroporto de Yangon que a Cláudia te recebe, de onde seguem para o alojamento dessa noite.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Yangon

Sabias que há uma linha de comboio em Yangon que dá a volta à cidade e arredores, para terminar exatamente onde começou? É conhecida por Circle Line, e hoje vamos experimentá-la e interagir com os locais que a usam diariamente nas deslocações até ao trabalho, à escola, ao templo e de volta a casa. 


Após uma manhã animada, a tarde reserva-nos um almoço especial. Seguimos pelas intricadas ruas de Yangon até à modesta casa de Zayra. Birmanês e contador de estórias, Zayra acolhe-nos na sua cozinha para nos revelar alguns segredos da gastronomia de Myanmar. Partilhamos o almoço com os nosso anfitriões e deliciamo-nos, não só com as iguarias caseiras, mas também com as estórias que partilhamos à mesa. Digerimos este momento tão especial num passeio pelo majestoso parque Maha Bandula, rodeado dos grandes edifícios administrativos da cidade. Ao final da tarde, deambulamos pela carismática baixa de Yangon.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Yangon

Com o país fechado ao mundo e ao ‘desenvolvimento’ durante décadas, Yangon ainda preserva muito do seu charme antigo e é atualmente uma das cidades mais fascinantes da Ásia. Aqui, o património colonial convive lado a lado com o fervor religioso birmanês, numa paisagem de mercados e trânsito, lojas de telemóveis, restaurantes chineses, mesquitas indianas, hotéis modernos, igrejas e casas de chá. Hoje vamos passear a pé pelo centro histórico e descobrir estes contrastes e os pequenos detalhes, experimentar comida típica, visitar pagodes e budas, passear nos parques e retribuir os sorrisos que nos rodeiam a toda a hora.

Após o almoço, no deslumbrante parque Kandawgyi, caminhamos junto ao lago até ao deslumbrante Shwedagon Pagoda, o mais importante templo do Myanmar, cuja stupa é coberta por 60 toneladas de ouro e pedras preciosas, e onde se acredita estarem guardados, há mais de 2000 anos, dois cabelos de Buda.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Rocha Dourada

Deixamos Yangon bem cedo pela manhã e vamos de comboio até Bago, onde espreitamos as principais estátuas de Buda. Ainda durante a manhã, partimos de carrinha até Kyaikhtiyo - outro dos lugares mais sagrados da Birmânia, onde está a famosa Rocha Dourada, omnipresente em souvenirs, postais e listas de lugares especiais a ver uma vez na vida. São quase quatro horas até à base da montanha, atravessando uma paisagem bucólica de verdes plantações de arroz, stupas budistas douradas e sorrisos vermelhos manchados de betel. As emoções fortes começam quando nos sentamos na parte de trás de um camião de caixa aberta, que nos vai levar montanha acima. Chegados ao topo, é tempo de respirar fundo, descalçar os sapatos e relaxar. Sentir a energia que emana deste lugar, quem sabe até meditar um pouco em frente à Rocha Dourada. Depois do sol se esconder no horizonte, regressamos a Bago, onde passamos a noite.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 5Comboio para Mandalay

A viagem ocupa-nos todo o dia, por isso senta-te relaxadamente e aprecia a paisagem que passa na janela - e os solavancos desta linha muito especial. Troca sorrisos com os locais e experimenta alguns petiscos. Chegamos ao nosso destino já de noite, prontos para um merecido descanso - amanhã temos muito por onde passear.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6Mandalay

Conta a lenda que Buda deixou a sua pegada no Monte Mandalay, um sinal de prosperidade para a paisagem que se estende em redor. E nós vamos confirmar isso mesmo, quando subirmos descalços os quase 1800 degraus que nos levam ao topo, passando por pequenos templos, lojas de souvenirs, artigos religiosos e bebidas frescas, e adivinhos que lêem o futuro na palma das mãos. Depois de almoçarmos, vamos de mota conhecer o Kuthodaw Pagoda, apelidado de "o maior livro do mundo", por causa das mais de 700 placas de mármore onde estão inscritos ensinamentos budistas; uma rua onde são esculpidos budas em mármore; e ainda um mosteiro feito exclusivamente em teca.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 7Mandalay

Diz-se que esta estátua do Pagoda Mahamuni foi feita à imagem do próprio Buda, daí ser a mais importante do Myanmar. Todos os dias, por volta da quatro da manhã, junta-se aqui uma pequena multidão de fiéis para assistir ao ritual de limpeza da estátua... que inclui lavar-lhe os dentes com uma escova! Mas quem vai estar a esfregar os olhos somos nós, que vamos madrugar para assistir a tal momento - e depois seguimos diretos para U Bein, a mais longa ponte de teca do mundo, e provavelmente uma das mais antigas - de onde vamos assistir ao deslumbrante nascer do sol. Passamos o resto do dia a passear de mota: primeiro por mosteiros de monges e freiras budistas; depois subindo o Monte Sagaing para uma vista privilegiada da paisagem em redor; e finalmente rio acima até Mingun, onde ficam as espetaculares ruínas daquela que, se estivesse terminada, seria ainda hoje a maior stupa do mundo. No regresso a Mandalay, largamos as motas e descemos o rio de barco - e assim terminamos o dia com um pôr do sol fantástico, o ponto final perfeito para um dia em cheio.Diz-se que esta estátua do Pagoda Mahamuni foi feita à imagem do próprio Buda, daí ser a mais importante do Myanmar. Todos os dias, por volta das quatro da manhã, junta-se aqui uma pequena multidão de fiéis para assistir ao ritual de limpeza da estátua... que até inclui lavar-lhe os dentes com uma escova! Madrugamos para assistir a tal momento e depois seguimos diretos para U Bein, a mais longa ponte de teca do mundo, e provavelmente uma das mais antigas, de onde assistimos ao deslumbrante nascer do sol. 

Passamos o resto do dia a passear de mota, primeiro por mosteiros de monges e freiras budistas, depois subindo o Monte Sagaing para uma vista privilegiada da paisagem em redor; e finalmente rio acima até Mingun, onde ficam as espetaculares ruínas daquela que, se estivesse terminada, seria ainda hoje a maior stupa do mundo. No regresso a Mandalay, largamos as motas e descemos o rio de barco - e assim terminamos o dia com um pôr do sol fantástico, o final perfeito de um dia em cheio.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 8Rio Irrawaddy

Acordamos cedo e prosseguimos viagem até à mítica Bagan, num barco que desce lentamente o rio Irrawaddy. É um longo dia a bordo, pois só lá chegamos ao final da tarde. Por isso, aproveita a paisagem e a serenidade da vida à beira-rio.

Alimentação: Pequeno-almoço e almoço
Dormida: Hotel

Dia 9Bagan

Com 1000 anos de história, a grande glória da Birmânia espalha-se por uma área superior a 40 km² e foi descrita por Marco Polo como "uma das paisagens mais bonitas do mundo". Exploramos as ruínas de Bagan montados em e-bikes, por estradas de terra batida numa paisagem de templos antigos, campos agrícolas, aldeias e carros de bois. Sabias que num dos templos há um fresco que faz alusão à chegada de portugueses à Birmânia? Vamos descobrir este e outros pormenores durante o dia, e ao fim da tarde espera-nos mais um pôr do sol num recanto tranquilo, longe das multidões.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 10Bagan

Voltamos a madrugar, desta vez para assistir ao nascer do sol com a silhueta de outros templos no horizonte, uma visão indescritível que não irás esquecer tão depressa. Ainda a assimilar o mágico amanhecer de Bagan, regressamos ao hotel para recarregar energias com um belo pequeno-almoço. Estamos agora prontos para partir à descoberta de mais ruínas antigas e pequenos templos. O resto da tarde é livre. Se quiseres podes acompanhar a Cláudia numa limonada à beira-rio, junto a um templo com vista privilegiada para o pôr do sol. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 11Monte Popa e Nyaung Shwe

Prosseguimos viagem, de carrinha, até ao surpreendente Monte Popa, um centro de peregrinação aos Nat, os 37 espíritos que tantos birmaneses veneram - e temem. Fintamos as centenas de macacos que preenchem a fase inicial da subida e cumprimos, descalços, os 777 degraus até ao topo, de onde poderemos apreciar a vista e visitar mais templos; e depois voltamos para a carrinha, onde passamos o resto do dia a ver a paisagem desenrolar-se, no caminho para o próximo destino: Nyaung Shwe.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 12Nyaung Shwe

Situada a 900 metros de altitude, a pequena cidade de Nyaung Shwe é o principal ponto de acesso ao Lago Inle. Amanhã teremos oportunidade de explorar melhor as suas águas, mas por hoje ficamo-nos a pedalar de bicicleta em seu redor, apreciando a paisagem e os locais que por ali passam. Atravessamos o lago num pequeno barco, que nos leva até uma aldeia, onde almoçamos. Quando regressarmos ao hotel, ainda vais poder rematar o dia com uma massagem familiar intha ou com um visita ao mercado local.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 13Lago Inle

É o segundo maior lago do Myanmar, meio de subsistência para várias minorias étnicas e, como vamos constatar, ponto de passagem obrigatório na Birmânia. Voltamos a madrugar e vamos de barco passear no Lago Inle, onde assistimos ao nascer do sol. Visitamos o mercado que ‘navega’ entre cinco aldeias do lago, passamos por mosteiros, hortas flutuantes, aldeias de palafitas, oficinas várias e os pescadores intha, os tais que remam de pé, com uma perna ‘enrolada’ no remo. Conhecemos ainda o Phaung Daw Oo Paya, o principal pagode da região, que tem cinco veneradas imagens de Buda. Na verdade, foram cobertas com tanta folha dourada ao longo dos séculos, que praticamente deixaram Buda irreconhecível. Essa prática é uma demonstração de devoção por crentes budistas, mas apenas os homens o podem fazer. 

Ao fim do dia, não regressamos a Nyaung Shwe. Vamos ficar a dormir numa aldeia flutuante, em casa de uma família intha, um dos grupos étnicos da Birmânia que vive em redor do lago, e uma experiência de absorvermos de perto o seu quotidiano. 

Alimentação: Pequeno-almoço, almoço e jantar
Dormida: Casa familiar

Dia 14Lago Inle

Despertamos na nossa casa no lago para ver o nascer do sol. Tranquilamente, tomamos o pequeno-almoço, antes de sairmos de barco para visitar algumas oficinas. Daí, seguimos para Indein, onde visitamos o mercado e fazemos uma caminhada à beira-rio. Durante o percurso,  passamos por uma floresta de bambu até ao Shwe Indein Paya, um conjunto de pagodes budistas situados a 700 metros acima do lago.

Após o almoço, regressamos a Nyaung Shwe, numa viagem tranquila, perfeita para apreciar a paisagem envolvente e, dependendo da hora, talvez até um pôr do sol. Dependendo da hora de chegada, ainda temos tempo para descansar um pouco, antes de um dos últimos jantares juntos, nesta jornada que se aproxima do fim. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 15Gruta de Pindaya e Mandalay

Arrancamos cedo de Nyaung Shwe para mais uma longa jornada de carrinha, de regresso a Mandalay. Pouco depois de arrancarmos, fazemos uma breve paragem para conhecer o mosteiro de teca Shwe Yan Pyay, famoso pelas suas originais janelas ovais. A meio da manhã, temos nova paragem para explorar a gruta de Pindaya e as suas 9000 estátuas de Buda. 

O último dia de viagem é passado entre passeios e petiscos, até chegarmos a Mandalay ao fim da tarde, para o último jantar de grupo antes das despedidas. 

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 16Mandalay e Voo de Regresso

Chegou a altura de te despedires da Birmânia e da Cláudia, que te vai levar ao aeroporto para o voo de regresso, de acordo com o horário. Termina assim esta colorida e deliciosa aventura no Sudeste Asiático.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
13 pequenos-almoços, 3 almoços e 1 jantar
Atividades e visitas descritas no programa

Exclui:

Voo internacional
Visto
Alimentação não especificada (cerca de 25€ por dia)
Gratificações à equipa local (cerca de 6€)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Sim. Desde o início de Outubro de 2013 que Portugal integrou a lista de países elegíveis para o e-visa para o Myanmar. Esta medida tornou o processo mais simples e mais barato. A Nomad recomenda a Visateam para o apoio ao pedido do visto de que precisas para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação, tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para te ajudar em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone ou email, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto.

  • Podem reservar-me noites extra no início e fim da viagem?

    A Nomad pode reservar-te noites extra no início e/ou no fim da viagem. No entanto, está sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te toda a informação sobre preços e disponibilidade.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem.

    Em Yangon, ficamos num hotel urbano no centro da cidade, de maneira a facilitar a mobilidade durante a nossa estadia. É provavelmente o hotel com menos carisma, mas com o conforto necessário depois dos dias intensos que vamos passar na cidade: com quartos para duas pessoas, casa de banho privativa, ar condicionado e wi-fi. Em Mandalay e Nyaung Shwe, temos o mesmo género de alojamento: pequenos hotéis com algum charme e bem situados; os quartos são relativamente pequenos, mas com todos os confortos já descritos antes. 

    Já em Bagan, ficamos em bungalows carismáticos, numa zona calma entre a rua principal de New Bagan e o acesso aos caminhos que vão dar aos templos. Infelizmente, aqui é frequente a internet não funcionar bem e às vezes há cortes de eletricidade, pelo que a água quente não está sempre garantida. 

    No lago Inle, ficamos numa casa tradicional de madeira, onde não há luxos como wi-fi, ar condicionado ou aquecimento. Partilhamos todos a mesma casa, os quartos são muito pequenos e, enquanto em alguns dormimos no chão, noutros há cama de casal, que ocupa o quarto quase todo. Há casas de banho (de retrete) com duches, do lado de fora da casa, mas não esperes água quente. Em suma, vai exigir alguma capacidade de adaptação e tolerância da tua parte.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    Myanmar tem uma tradição gastronómica rica e diversificada e, à medida que atravessamos as diferentes regiões do país, vão surgindo elementos novos. Temos uma grande variedade de experiências, desde provar o melhor da street food ou comer pequenos restaurantes locais, a experimentar restaurantes criteriosamente escolhidos. A líder Nomad está sempre presente para contextualizar a cultura gastronómica e te ajudar a escolher os melhores petiscos.

    A culinária do Myanmar é muito saborosa e rica em saladas, vegetais e ervas aromáticas, misturados com arroz, noodles, caril, marisco, peixe, frango, porco e vaca. Existem também muitas opções vegetarianas, e aliás até visitamos restaurantes totalmente vegetarianos, pelo que se seguires este tipo de dieta não terás problemas durante a viagem. A comida é rica em condimentos e pode ser bastante picante, se assim o desejares. Para beber, existe uma enorme variedade de sumos frescos e smoothies, bem como as tão apreciadas cerveja locais.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda no Myanmar é o kyat (lê-se tchat). Em alguns casos, podes usar dólares americanos ou euros, mas o ideal é trocares a maior parte do dinheiro para a moeda local, quando chegares. Não te preocupes que a Cláudia vai recomendar- te os melhores sítios para o fazer. 

    O serviço de ATM era, até há pouco, quase inexistente. Atualmente já é mais frequente nas principais cidades, mas a sua fiabilidade não é garantida. Por isso aconselhamos-te a levar de Portugal grande parte do dinheiro que vais precisar, em dólares ou euros. Atenção: as notas devem ser novas e em perfeito estado de conservação. Notas marcadas, rasgadas, escritas, muito antigas ou em mau estado serão recusadas pelas casas de câmbio. 

    Durante a viagem não estão incluídas várias refeições. Não estão ainda incluídas água e outras bebidas para durante o dia, nem algum snack que queiras fazer num local de paragem. Estimamos para alimentação não incluída um valor de cerca de 25€ por dia. É habitual dar gratificações nos templos e por pequenos serviços prestados. Estimamos cerca de 6€ para este efeito.

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente que leves um fundo de emergência de cerca de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    O acesso à eletricidade é generalizado durante toda a viagem, no entanto, em quase todo o país, incluindo em Yangon e Mandalay, é frequente haver cortes de eletricidade. Os alojamentos onde ficamos hospedados têm wi-fi, bem como muitos dos restaurantes por onde passamos. Podes sempre comprar à chegada um cartão SIM com internet móvel, que funciona bastante bem, e normalmente é a melhor forma para comunicares. 

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Durante a viagem, recorremos a um leque muito alargado de meios de transporte, privilegiando sempre que possível os transportes públicos. Andamos de mota, comboio, autocarro, táxi, minivan, barco, tuk-tuks e bicicleta. Algumas deslocações são longas, a mais longa é a viagem de comboio para Mandalay, cerca de 12 horas.

  • Como é o clima durante a viagem?

    Por ser um território extenso, a região do Myanmar apresenta uma grande variação climática. No início da nossa viagem, em Yangon, o clima é tropical, quente e húmido, com noites agradáveis. À medida que nos deslocamos em direção a norte, a temperatura diminui, ficando mais amena e semelhante ao nosso verão, sendo que à noite podes precisar de um agasalho. Em Bagan e no lago Inle é onde sentimos mais alterações de temperatura e uma maior amplitude térmica. As manhãs e noites são frias, e pode ser preciso usar uma roupa mais quente, principalmente quando viajamos de mota ou barco. De um modo geral, durante o dia, espera temperaturas a rondar os 20ºC ou 30ºC, e níveis de humidade elevados, sobretudo no sul da região. Apesar de viajarmos na estação seca, ocasionalmente, pode chover.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Myanmar

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Casa familiar: 1 noite, Hotel: 14 noites

Transportes

Barco, Carrinha, Comboio

Reservas

Min: 5 | Max: 10

Voo não incluído

Valor indicativo: 950€

Testemunhos

Myanmar é um país muito puro e autêntico, com gente genuinamente boa. Uma viagem sem dúvida muito especial!
Maria C.
Uma viagem de descoberta e consciencialização. O fascínio de descobrir uma cultura milenar, pessoas e formas de estar tão diferentes, mas tão verdadeiras.
Isabel G.
País incrível e viagem mais incrível ainda! Foram 16 dias inesquecíveis cheios de experiências únicas. A Birmânia merece ser visitada e vivenciada.
Nádia D.