Balcãs: Memória e Futuro

Com Nelson Paiva 24 jan a 02 fev 2020

Marcada pelo conflito, a região dos Balcãs é símbolo de resiliência e sinónimo de transformação. Geográfica e culturalmente situada no limite oriental do continente europeu, este é um território de convergências e divergências, de tradição e de contemporaneidade.

Partimos à descoberta dos Balcãs com os olhos postos no futuro, mas atentos ao legado que a História deixou. Das ocupações sucessivas de vários impérios, à dissolução da Jugoslávia, dos conflitos étnicos, às tensões religiosas, passando por guerras e lutas por independência e afirmação. As cicatrizes de um passado turbulento moldam a identidade desta região. Nas capitais da Bósnia, Sérvia e Kosovo, descobrimos um fervilhar contemporâneo que contraria o peso de anos de opressão. Visitamos misteriosos mosteiros ortodoxos e imponentes mesquitas. Atravessamos pontes que espelham o contraste entre a unidade e a divisão. Uma viagem que transcende as fronteiras do tempo e que convida a refletir sobre o poder da superação. 

  • Impacto cultural
    Os Balcãs são uma região culturalmente complexa. Exploramos as suas particularidades no quotidiano desta viagem. Não terá dificuldade de adaptação. Será acolhido por um povo hospitaleiro
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física, para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de conforto
    Alojamentos cómodos e bem localizados, sem desvirtuar o nosso estilo de viagem. Na noite passada em Junik, ficamos alojados numa casa tradicional onde as condições serão mais básicas.

24 jan a 02 fev 2020

980 €10 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 350€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

980€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Belgrado

Bem-vindo aos Balcãs. O Nelson vai estar à sua espera no aeroporto de Belgrado para o acompanhar até ao hotel, em pleno centro.

Reunido o grupo, saímos para jantar na artéria mais emblemática da capital Sérvia: Kneza Mihaila. Histórica mas vibrante, esta rua é um reflexo da própria cidade. Imponentes edifícios do século XIX, convivem com modernos cafés que ao final da tarde se enchem de locais, evidenciando o ritmo cosmopolita de Belgrado.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Belgrado

Belgrado é uma cidade rica em história, moldada pelas sucessivas ocupações de impérios como o Romano, o Otomano ou o Austro-Húngaro. A “cidade branca”, como é conhecida, foi também capital da ex-Jugoslávia. Exploramos o centro de Belgrado, atentos à expressão do seu passado. Começamos na fortaleza Kalemegdan, cujas muralhas guardavam a antiga cidadela. Dali, as vistas estendem-se sobre a capital sérvia, revelando o encontro dos rios Danúbio e Sava, que definem o desenho da cidade.

A descoberta de Belgrado não fica completa sem espreitar o icónico Templo de São Sava — o maior monumento ortodoxo do mundo. Segue-se uma visita a um mercado local, onde afluem os camponeses dos arredores da cidade, para vender os produtos das suas colheitas. Longe dos habituais circuitos turísticos, perdemo-nos nos labirinto das bancas e absorvemos as dinâmicas do comércio e do lazer que dão vida ao mercado. Pelo caminho, fazemos uma pausa para provar o melhor Burek da Sérvia, num pequeno estabelecimento que resiste à modernização da cidade.

Terminamos o dia na boémia Skadarlija, a rua mais emblemática do bairro Stari Grad. Jantamos num dos icónicos restaurantes de Belgrado e brindamos aos próximos dias de viagem: erguemos um copo de Rakia — um licor de fruta, comum a toda a região dos Balcãs — e saudamo-nos com a expressão “Ziveli!”, como fazem os locais.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Viagem para Sarajevo

Ainda de manhã, partimos rumo a Sarajevo. A viagem, de autocarro público, revela a paisagem rural da Sérvia, das aldeias paradas no tempo aos estabelecimentos de beira de estrada. Chegados à capital bósnia, deixamo-nos arrebatar pela sua inegável beleza. Rodeada pelas montanhas e marcada por um legado de diversidade cultural, Sarajevo é um ponto de convergência entre ocidente e oriente. O seu passado ligado à guerra faz desta metrópole um símbolo de superação e transformação: Sarajevo não esconde as cicatrizes do passado mas caminha firmemente, rumo a um futuro próspero.

Chegamos ao final do dia, ainda a tempo de um primeiro reconhecimento do bazar oriental Baščaršija, o coração da cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Sarajevo

A paisagem natural de Sarajevo, característica indissociável da sua história, merece ser admirada de um ponto alto e panorâmico. Por isso e pelo peso metafórico que carrega, o teleférico do Monte Trebevic é uma paragem obrigatória na nossa visita. Caminhadas, piqueniques e desportos de inverno eram atividades que levavam os habitantes de Sarajevo até às florestas no topo montanha. Durante o cerco da cidade, o teleférico foi destruído. Depois da guerra, a existência de minas terrestres e a escassez de acessos por estrada fez com que os locais se afastassem do Monte Trebevic. A sua reabertura, em 2018, é uma recuperação de parte da identidade perdida da cidade.

Outro ponto indissociável da história de Sarajevo é o Túnel da Esperança. Atualmente transformado num museu, o túnel, com 800 metros de comprimento, foi construído por baixo da pista do aeroporto de Sarajevo — um lugar neutro, sob o domínio da NATO. Este era o único ponto de comunicação com o exterior durante o cerco. Percorremos o museu e deixamo-nos embrenhar na história e nas estórias dos dias mais cinzentos do conflito.

Para não destoar da tónica histórica deste dia, jantamos na cervejaria Sarajevka. Diz-se que o sabor da cerveja que, orgulhosamente, carrega o nome da cidade, vem da água que corre nos lençóis freáticos que por ali passam. Os seus poços, com extração a cerca de 300 metros de profundidade, serviram a população durante o cerco a Sarajevo como único ponto de abastecimento de água potável. Quase totalmente destruída neste período, ergue-se hoje como uma celebração de unidade e resiliência.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 5Sarajevo

Conhecer Sarajevo, encarando o seu presente e perspectivando o seu futuro, implica conhecer o seu passado. A história desta cidade é marcada pelo cerco a que esteve sujeita, durante 44 meses, durante a Guerra da Bósnia. O War Chilhood Museum dá-nos oportunidade de contactar com os relatos de pessoas que viveram o conflito na sua infância. Visitamos o museu e descobrimos, por meio de objetos simbólicos, o impacto do cerco nas vidas das crianças. Um momento emotivo que nos faz olhar a cidade de outro ângulo.

Depois da visita ao museu, perdemo-nos nas ruas de Sarajevo em busca das cicatrizes da guerra. Muitos edifícios mantém visíveis as marcas dos ataques armados como memória de um passado negro, mas também como celebração do poder transformador das adversidades. Descobrimos uma cidade indomável, que orgulhosamente se ergueu das cinzas.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6De Mostar a Visegrad

Apanhamos o comboio pela manhã. Pela janela, absorvemos a beleza da paisagem que se vai revelando diante dos nossos olhos. Chegados à pitoresca cidade de Mostar, percorremos tranquilamente o seu centro histórico e atravessamos a icónica ponte Stari Most. Erguida pelos otomanos no século XVI, foi destruída pelas forças militares croatas, em 1993. A reconstrução culminou num momento de celebração apoteótico na sua reabertura, em 2004. Mergulhados na história, sentamo-nos à mesa para um almoço que nos leva novamente a viajar no tempo, através dos sabores de influência otomana.

Depois, seguimos para Konjic, uma pequena vila envolvida por montanhas e situada a norte da região Herzegovina. À chegada, visitamos um bunker nuclear. Conhecido como o bunker de Tito, foi construído após a Segunda Guerra Mundial, quando a ameaça nuclear da guerra fria pairava sobre o mundo. Com uma área de 6400 metros quadrados, o bunker tinha capacidade para abrigar 350 pessoas, por tempo indeterminado.

A viagem continua, rumo a Visegrad, onde vamos passar a noite. A cidade encontra-se na confluência entre os rios Drina e Rzav. “A ponte sobre o Drina”, de Ivo Andric, é uma obra inspirada na ponte de Visegrad, considerada património mundial pela UNESCO.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 7Mitrovica e Mosteiro de Decani

De pequeno almoço tomado, partimos em direção ao Kosovo. Atravessada a fronteira, paramos em Mitrovica, uma cidade kosovar onde a tensão entre sérvios e albaneses é latente. Reflexo disso, em 2013, a cidade dividiu-se em dois munícipios administrativos, isolando a maioria ortodoxa a norte e a maioria muçulmana a sul. O símbolo maior desta divisão é a ponte sobre o rio Ibar, que separa os municípios. Após o almoço seguimos para sul, para visitar o misterioso Patriarcado de Peja: um complexo de igrejas onde monges e freiras ortodoxos vivem em reclusão.

Continuamos para Decani, onde nos espera uma visita ao mosteiro medieval, guiada por um padre ortodoxo. Na sequência de vários ataques ao mosteiro após da Guerra do Kosovo, com o objetivo de vandalizar e destruir símbolos ortodoxos, as forças KFOR instalaram-se no Mosteiro de Decani, com o objetivo de proteger o património religioso.

Após a visita, retomamos o caminho para sul, com destino a Junik. Passamos a noite numa Kulla — as casas-torre características da região — mas não sem antes desfrutarmos de um jantar tradicional dos Balcãs. A sala comum, onde estão dispostos colchões no chão, oferece-nos abrigo por esta noite. As condições são básicas, mas a experiência compensa o desconforto.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Guest House

Dia 8Prizren

A meio da manhã partimos para Prizren: a segunda cidade do país com a população mais jovem do Europa. Repomos energias ao almoço, antes de explorarmos a cidade. Situada a 20km da fronteira com a Albânia, repleta de mosteiros, mesquitas e vários edifícios que remontam ao século XIV e considerada capital cultural do Kosovo, Prizren é simultaneamente uma cidade de passado e de futuro. Ali nasceram alguns dos movimentos mais transformadores da região. Absorvemos, tranquilamente, a energia deste lugar que simboliza a nossa jornada pelos Balcãs. Um lugar que preserva a história ao mesmo tempo que amplia os horizontes do futuro.

Percorremos as estreitas ruas pedonais do bairro Shadervan e absorvemos a vitalidade urbana de Prizren que se manifesta na cultura do café ou no comércio de artesanato contemporâneo. Visitamos a impressionante mesquita de Sinan Pasha, e as várias igrejas ortodoxas espalhadas pela cidade. Subimos depois em direção à fortaleza, de onde desfrutamos da melhor vista sobre Prizren, num cenário enquadrado pelas montanhas Shar.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 9Pristina

Despedimo-nos de Prizren após o pequeno-almoço e rumamos à capital mais jovem do Velho Continente. Numa nação com apenas 11 anos de existência, os desafios estruturais revelam-se aqui, de forma evidente: do desemprego, às relações diplomáticas, passando pela corrupção, enraizada desde a emergência do país.

Deambulando pelas ruas, descobrimos as repetidas referências aos Estados Unidos — o primeiro país a reconhecer o Kosovo, no mandato de Bill Clinton. Das bandeiras, às estátuas, são vários os sinais que celebram a cultura americana e o que ela representa. Uma outra figura celebrada em Pristina é a Madre Teresa de Calcutá. A sua descendência albanesa é lembrada e evidenciada pelos kosovares e a igreja com o seu nome é uma das mais importantes da capital. 

Fora dos radares do turismo, a cidade conserva uma autenticidade rara e um carácter único. A cidade assume e celebra a sua identidade, intitulando-se de recém-nascida, como manifesta uma escultura tipográfica plantada no centro da cidade, onde se lê a palavra “newborn”. Esta característica manifesta-se num ambiente cosmopolita, urbano e vibrante, onde a cultura contemporânea europeia surge como referência.

No último jantar da nossa jornada pelos Balcãs, brindamos às memórias de uma viagem repleta de aprendizagens e ao promissor futuro de uma região em renovação.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 10Pristina e Voo de Regresso

Depois das despedidas, e com a bagagem carregada de experiências inesquecíveis, o Nelson vai acompanhá-lo até ao aeroporto de Pristina, de onde apanha o seu voo de regresso.

Alimentação: -
Dormida: -

Inclui:

- Alojamento durante todo o programa
- Transportes durante o programa
- Entradas nos museus e monumentos
- Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem
- Transferes de aeroporto
- 9 pequenos-almoços e 1 jantar

Exclui:

- Voos internacionais
- Alimentação não especificada (cerca de 25€/dia)
- Visitas não especificadas
- Extras pessoais como bebidas, telefone, etc
- Seguro pessoal

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Não. A Bósnia Herzegovina, o Kosovo e a Sérvia não exigem qualquer tipo de visto a cidadãos portugueses. Basta levar consigo o seu passaporte.  

  • Como são os alojamentos durante esta viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem.  

    Nas cidades ficamos hospedados em quartos duplos. Todos os quartos têm casa de banho privativa e acesso à internet. Privilegiamos hotéis confortáveis, pequenos e geridos por locais, onde somos acolhidos por um staff amigável, já familiarizado com os grupos de viagem da Nomad. 

    A única exceção é a noite passada em Junik (Kosovo), onde pernoitamos num edifício fortificado tradicional desta região. Aqui, todo o grupo partilhará um quarto comum onde existe um colchão no chão por pessoa. Existe também uma casa de banho partilhada com duche de água quente. Este será o alojamento mais básico de toda a viagem, mas a hospitalidade kosovar fará desta uma experiência inesquecível.  

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Nesta viagem recorremos a transportes públicos (comboio e autocarro), bem como a uma carrinha privada para deslocações mais complexas. Percorremos distâncias longas, portanto, conte passar algumas horas a desfrutar das cénicas paisagens da região (média de 3 horas por deslocação, sendo a mais longa de 5 horas de autocarro). Dentro das cidades, andamos maioritariamente a pé, mas podemos recorrer a táxis, eléctricos ou outros transportes públicos para conveniência nalgumas deslocações. 

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    A gastronomia nos Balcãs é resultado de influências das várias mutações da região por intermédio das ocupações. Muitos dos pratos passam pelas carnes grelhadas, acompanhadas por pão, salada e queijo.

    O nome mais transversal será, talvez, o burek. Uma espécie de tarte de massa folhada com diferentes recheios que podem ir desde queijo, espinafres ou, o mais tradicional, carne picada. Uma refeição típica da região é rematada com uma baklava, um doce feito à base de noz, massa folhada e calda de açucar e um brinde com um copo de rakjia, uma aguardente licorosa feita a partir da fermentação de diferentes frutos. Os vegetais também fazem parte da gastronomia da região, sobretudo nas saladas que precedem ou acompanham as refeições, contudo, a carne é predominante.

  • Como é o clima durante a viagem?

    Nos Balcãs, as temperaturas tendem a ser bastante baixas na época em que a viagem Nomad se realiza, pelo que deve esperar deparar-se com a eventual precipitação de neve. Conte com temperaturas a rondar os 5ºC e -5ºC.

  • Se pretender chegar a Belgrado uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Pristina no fim da viagem?

    Se pretender chegar a Belgrado um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra no final da viagem, em Pristina

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo e de onde quer partir. 

    Se pretender comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorra aos nossos parceiros, Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso, poderá também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consulte motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que lhe apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deve comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidir inscrever-se na viagem, receberá um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já pode proceder à reserva dos voos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos solicitar-lhe os detalhes da sua reserva e horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à sua espera no aeroporto para o levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho. E não tem que pagar qualquer suplemento por isso. 

  • Com quem irei partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o seu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projecto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de 1 mês da data de partida para a viagem.

Resumo de viagem

Destinos

Bósnia Herzegovina, Kosovo, Sérvia

Atividades

Descoberta Cultural

Dormida

Hotel - 8 noites, Guest house - 1 noite

Transportes

Autocarro, Carrinha, Comboio

Reservas

Min: 6 | Max: 12

Voo não incluído

Valor indicativo: 350€