Balcãs: Memória e Futuro

Com André Parente 13 a 22 mar 2021

Marcada pelo conflito e pela esperança, a região dos balcãs é um símbolo de resiliência e transformação. Geográfica e culturalmente situada no limite oriental do continente europeu, este é um território de divergências e convergências, de tradição e contemporaneidade.

Partimos à descoberta dos Balcãs com os olhos postos no futuro, mas atentos ao legado que a História deixou. Das ocupações sucessivas de vários impérios, à desintegração da antiga Jugoslávia, dos conflitos étnicos, às tensões religiosas, passando por guerras e lutas por independência e afirmação. As cicatrizes de um passado turbulento moldam a identidade desta extraordinária região. Nas capitais da Bósnia, Sérvia e Kosovo, descobrimos um fervilhar contemporâneo que contraria o peso de anos de opressão. Visitamos misteriosos mosteiros ortodoxos e imponentes mesquitas. Atravessamos pontes que espelham o contraste entre a unidade e a divisão. Uma viagem que transcende as fronteiras do tempo e que convida a refletir sobre o poder da superação.

  • Impacto cultural
    Os Balcãs são uma região culturalmente complexa e exploramos as suas particularidades no quotidiano desta viagem. És acolhido por um povo hospitaleiro, sem qualquer dificuldade de adaptação.
  • Esforço físico
    Viagem com pouca atividade física, para além de pequenas caminhadas e deslocações a pé nas cidades.
  • Nível de conforto
    Alojamentos cómodos e bem localizados, sem desvirtuar o nosso estilo de viagem. Na noite passada em Junik, ficamos alojados numa casa tradicional, onde as condições são mais básicas.

13 a 22 mar 2021

980 €10 Dias
Voo não incluído.  Valor indicativo: 350€

Outras datas disponíveis:

Número de viajantes

980€ por viajante

Percurso

Dia 1Chegada a Belgrado

Bem-vindo aos Balcãs. O André, o líder Nomad desta viagem, vai estar à tua espera no aeroporto de Belgrado para te acompanhar até ao hotel, localizado em pleno centro da cidade. Reunido o grupo, saímos para jantar na artéria mais emblemática da capital sérvia: Kneza Mihaila. Histórica mas vibrante, esta rua é um reflexo da própria cidade. Imponentes edifícios do século XIX convivem com modernos cafés, que ao final da tarde se enchem de locais, evidenciando o ritmo cosmopolita de Belgrado.

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 2Belgrado

Belgrado é uma cidade rica em história, moldada pelas sucessivas ocupações de impérios como o Romano, o Otomano ou o Austro-Húngaro. A ‘cidade branca’, como é conhecida, foi também a capital da ex-Jugoslávia. Exploramos o centro de Belgrado, atentos à expressão do seu passado. Começamos na fortaleza Kalemegdan, cujas muralhas guardavam a antiga cidadela. Dali, as vistas estendem-se sobre a capital sérvia, revelando o encontro dos rios Danúbio e Sava, que definem magistralmente o desenho da cidade.

A descoberta de Belgrado não fica completa sem espreitar o icónico Templo de São Sava — o maior monumento ortodoxo do mundo. Segue-se uma visita a um mercado local, onde afluem os camponeses dos arredores, para vender os produtos das suas colheitas. Longe dos habituais circuitos turísticos, neste labirinto de bancas absorvemos as dinâmicas do comércio e do lazer que dão vida ao mercado. Pelo caminho, fazemos uma pausa para provar o melhor burek da Sérvia, num pequeno estabelecimento que resiste à modernização da cidade.

Terminamos o dia na boémia Skadarlija, a rua mais emblemática do bairro Stari Grad. Jantamos num dos icónicos restaurantes de Belgrado e brindamos aos próximos dias de viagem: erguemos um copo de rakia, um licor de fruta comum a toda a região dos Balcãs, e saudamo-nos com a expressão “Ziveli!”, como fazem os locais.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 3Viagem para Sarajevo

Ainda de manhã, partimos rumo a Sarajevo. A viagem de autocarro público revela a paisagem rural da Sérvia, das aldeias paradas no tempo aos estabelecimentos de beira de estrada. Chegados à capital bósnia, deixamo-nos arrebatar pela sua inegável beleza. Rodeada pelas montanhas e marcada por um legado de diversidade cultural, Sarajevo é um ponto de encontro entre Ocidente e Oriente. O passado de guerra faz desta metrópole um símbolo de superação e transformação: Sarajevo não esconde as cicatrizes antigas, mas caminha firmemente, rumo a um futuro próspero.

Chegamos ao final do dia, ainda a tempo de um primeiro reconhecimento do bazar oriental Baščaršija, o coração da cidade.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 4Sarajevo

A paisagem natural de Sarajevo, indissociável da sua história, merece ser admirada de um ponto alto e panorâmico. Por isso, e pelo peso metafórico que carrega, o teleférico do Monte Trebevic é obrigatório na nossa visita. Caminhadas, piqueniques e desportos de inverno eram atividades que levavam os habitantes de Sarajevo até às florestas no topo montanha. Durante o cerco da cidade, o teleférico foi destruído. Depois da guerra, devido às minas terrestres e à escassez de acessos por estrada, os locais afastaram-se do Monte Trebevic. A sua reabertura, em 2018, é a recuperação de parte de uma identidade perdida.

Outro local inevitável é o Túnel da Esperança. Atualmente transformado num museu, o túnel, com 800 metros de comprimento, foi construído por baixo da pista do aeroporto de Sarajevo — um lugar neutro, sob o domínio da NATO, e o único ponto de comunicação com o exterior durante o cerco. Percorremos o museu e penetramos nos dias mais cinzentos do conflito.

Para não destoar da tónica histórica deste dia, jantamos na cervejaria Sarajevka. Diz-se que o sabor da cerveja que, orgulhosamente, carrega o nome da cidade, vem da água que corre nos lençóis freáticos que por ali passam. Os seus poços, com extração a cerca de 300 metros de profundidade, serviram a população durante o cerco a Sarajevo como único ponto de abastecimento de água potável. Quase totalmente destruída neste período, ergue-se hoje como uma celebração de unidade e resiliência.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 5Sarajevo

Conhecer Sarajevo, encarando o seu presente e perspetivando o seu futuro, implica conhecer o seu passado. A história desta cidade é marcada pelo cerco de três anos e meio a que esteve sujeita durante a Guerra da Bósnia e o War Childhood Museum dá-nos oportunidade de contactar com relatos de pessoas que viveram o conflito na sua infância. Visitamos o museu e descobrimos, por meio de objetos simbólicos, o impacto profundo deste acontecimento nas vidas das crianças. Um momento emotivo que nos faz olhar a cidade e a humanidade de outro ângulo.

Depois da visita, lançamo-nos às ruas de Sarajevo em busca das cicatrizes da guerra. Muitos edifícios mantêm visíveis as marcas dos ataques armados como memória de um passado negro, mas também como celebração do poder transformador das adversidades. Descobrimos uma cidade indomável, que orgulhosamente se ergueu das cinzas.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 6De Mostar a Visegrad

Apanhamos o comboio pela manhã e, à janela, absorvemos a beleza da paisagem que se revela diante de nós. Chegados à pitoresca cidade de Mostar, percorremos tranquilamente o seu centro histórico e atravessamos a icónica ponte Stari Most. Erguida pelos otomanos no século XVI, foi destruída pelas forças militares croatas, em 1993. A reconstrução culminou numa celebração apoteótica aquando da reabertura, em 2004. Mergulhados na história, sentamo-nos à mesa para um almoço que nos leva novamente a viajar no tempo, através dos sabores de influência otomana.

Depois, seguimos para Konjic, uma pequena vila envolvida por montanhas e situada a norte da região Herzegovina, onde vamos visitar um bunker nuclear. Conhecido como o bunker de Tito, e considerado o maior segredo de estado da ex-Jugoslávia, foi construído após a Segunda Guerra Mundial, quando a ameaça nuclear da Guerra Fria pairava sobre o mundo. Com uma área de 6400 metros quadrados, o bunker tinha capacidade para abrigar 350 pessoas, por tempo indeterminado.

A viagem continua rumo a Visegrad, onde vamos passar a noite. A cidade encontra-se na confluência entre os rios Drina e Rzav. A Ponte Sobre o Drina, de Ivo Andric, é uma obra inspirada na ponte de Visegrad, considerada Património Mundial pela UNESCO.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 7Mitrovica e Mosteiro de Decani

De pequeno-almoço tomado, partimos em direção ao Kosovo. Atravessada a fronteira, paramos em Mitrovica, uma cidade kosovar onde a tensão entre sérvios e albaneses é latente: em 2013, a cidade dividiu-se em dois municípios administrativos, isolando a maioria ortodoxa a norte e a maioria muçulmana a sul. O símbolo maior desta divisão é a ponte sobre o rio Ibar, que os separa. Após o almoço, seguimos para sul e visitamos o misterioso Patriarcado de Peja: um complexo de igrejas onde monges e freiras ortodoxos vivem em completa reclusão.

Continuamos para Decani, onde nos espera uma visita ao mosteiro medieval, guiada por um padre ortodoxo. Depois da Guerra do Kosovo, vários ataques vandalistas ao Mosteiro de Decani, com o intuito de destruir símbolos ortodoxos, levaram as forças KFOR a instalarem-se aqui, para proteger o património religioso.

Após a visita, retomamos o caminho para sul, com destino a Junik. Passamos a noite numa kulla, as casas-torre características da região, mas não sem antes desfrutarmos de um jantar tradicional dos Balcãs. A sala comum, com colchões no chão, oferece-nos abrigo por esta noite. As condições são básicas, mas a experiência compensa o desconforto.

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Guesthouse

Dia 8Prizren

A meio da manhã partimos para Prizren, a segunda cidade do país, que também acolhe a população mais jovem da Europa. Repomos energias ao almoço, antes de a explorarmos. Situada a 20 quilómetros da fronteira com a Albânia, repleta de mosteiros, mesquitas e vários edifícios que remontam ao século XIV, e considerada capital cultural do Kosovo, Prizren é simultaneamente uma cidade de passado e de futuro. Aqui, nasceram alguns dos movimentos mais transformadores da região. Absorvemos a sua energia, símbolo da nossa jornada pelos Balcãs: um lugar que preserva a história, ao mesmo tempo que amplia os horizontes do futuro.

Percorremos as estreitas ruas pedonais do bairro Shadervan e sentimos a vitalidade urbana de Prizren, presente na cultura do café ou no comércio de artesanato contemporâneo. Visitamos a impressionante mesquita de Sinan Pasha e as várias igrejas ortodoxas espalhadas pela cidade. Subimos depois em direção à fortaleza, de onde desfrutamos da melhor vista sobre Prizren, num cenário enquadrado pelas montanhas Shar.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 9Pristina

Despedimo-nos de Prizren após o pequeno-almoço e rumamos à capital mais jovem do Velho Continente. Numa nação com apenas 11 anos de existência, os desafios estruturais revelam-se, aqui, de forma evidente: do desemprego, às relações diplomáticas, passando pela corrupção, enraizada desde a emergência do país.

Deambulando pelas ruas, descobrimos repetidas referências aos Estados Unidos da América — o primeiro país a reconhecer o Kosovo, durante o mandato de Bill Clinton. Das bandeiras às estátuas, são vários os sinais que celebram a cultura americana e o que ela representa. Uma outra figura celebrada em Pristina é Madre Teresa de Calcutá. A sua descendência albanesa é lembrada e evidenciada pelos kosovares, e a igreja batizada com o seu nome é uma das mais importantes da capital. 

Fora dos radares turísticos, Pristina conserva uma autenticidade rara. A cidade assume e celebra a sua identidade ‘recém-nascida’, como aliás se testemunha numa escultura tipográfica plantada no centro, onde se lê a palavra newborn. Isto manifesta-se num ambiente cosmopolita, urbano e vibrante, onde a cultura contemporânea europeia surge como referência. No último jantar da nossa jornada pelos Balcãs, brindamos às memórias de uma viagem repleta de aprendizagens e ao promissor futuro de uma região em renovação.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 10Pristina e Voo de Regresso

Depois das despedidas, e com a bagagem carregada de experiências inesquecíveis, o André vai acompanhar-te até ao aeroporto de Pristina, de onde apanhas o teu voo de regresso.

Alimentação: -
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Transfers de aeroporto (dentro das datas do programa)
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa
9 pequenos-almoços e 1 jantar
Atividades e visitas descritas no programa

Exclui:

Voos internacionais
Alimentação não especificada (cerca de 25€ por dia)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Para fazer esta viagem preciso de visto?

    Não. A Bósnia Herzegovina, o Kosovo e a Sérvia não exigem qualquer tipo de visto a cidadãos portugueses. Apenas tens de levar o teu passaporte ou cartão de cidadão válido.

  • Podem reservar-me noites extra no início e fim da viagem?

    A Nomad pode reservar-te noites extra no início e/ou no fim da viagem. No entanto, está sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-te toda a informação sobre preços e disponibilidade.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Escolhemos alojamentos bem localizados no centro das cidades e perto dos principais pontos de interesse, de forma a facilitar as deslocações previstas no programa. São alojamentos que respiram a atmosfera das povoações visitadas, caracterizados pelas marcas culturais da região, de forma a acentuar os contrastes que se podem sentir ao longo da viagem.  

    Nas cidades ficamos hospedados em quartos duplos. Todos os quartos têm casa de banho privativa e acesso à internet. Privilegiamos hotéis confortáveis, pequenos e geridos por locais, onde somos acolhidos por um staff amigável, já familiarizado com os grupos de viagem da Nomad. 

    A única exceção é a noite passada em Junik (Kosovo), onde pernoitamos num edifício fortificado, tradicional desta região. Aqui, todo o grupo partilhará um quarto comum, havendo um colchão por pessoa, no chão. Existe também uma casa de banho partilhada com duche de água quente. Este será o alojamento mais básico de toda a viagem, mas a hospitalidade kosovar fará desta uma experiência inesquecível.  

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    A gastronomia nos Balcãs é resultado de influências das várias mutações da região por intermédio das ocupações. Muitos dos pratos passam pelas carnes grelhadas, acompanhadas por pão, salada e queijo.

    O nome mais transversal será talvez o burek, uma espécie de tarte de massa folhada com diferentes recheios, que podem ir desde queijo a espinafres, até ao mais tradicional, de carne picada. Uma refeição típica da região é rematada com uma baklava, um doce feito à base de noz, massa folhada e calda de açúcar, e um brinde com um copo de rakjia, uma aguardente licorosa feita a partir da fermentação de diferentes frutos. Os vegetais também fazem parte da gastronomia da região, sobretudo nas saladas que precedem ou acompanham as refeições. Contudo, a carne é predominante.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda local varia de país para país. Na Bósnia Herzegovina, a moeda corrente é o marco (BAM), na Sérvia, o dinar (RSD), e no Kosovo, o euro (EUR). Nas cidades, encontras facilmente máquinas ATM. Também não tens qualquer dificuldade em trocar euros pela moeda local.

    Durante o programa, não está incluída alguma da alimentação da viagem. Estimamos 25€ por dia para tal. Também não estão incluídas águas e outras bebidas, nem algum snack que queiras fazer num local de paragem. As visitas e atividades descritas no programa estão incluídas. 

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares um fundo de emergência de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. Nesse caso, farás com facilidade a troca para a moeda local num banco ou numa casa de câmbios.

  • Como é o acesso à eletricidade durante a viagem?

    Temos acesso a internet e eletricidade nos hotéis, e na maioria dos cafés e restaurantes das cidades por onde passamos. Nas cidades, há uma boa cobertura de rede 3G. Em alguns trechos da viagem, pode não haver rede de telemóvel. 

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Nesta viagem recorremos a transportes públicos (comboio e autocarro), bem como a uma carrinha privada para deslocações mais complexas. Percorremos distâncias longas, portanto conta passar algumas horas a desfrutar das cénicas paisagens da região - uma média de três horas por deslocação, sendo a mais longa de cinco horas de autocarro. Dentro das cidades, andamos maioritariamente a pé, mas podemos recorrer a táxis, elétricos ou outros transportes públicos para conveniência em algumas deslocações. 

  • Como é o clima durante a viagem?

    Nos Balcãs, as temperaturas tendem a ser bastante baixas na época em que a viagem Nomad se realiza, pelo que deves esperar uma eventual precipitação de neve. Conta com temperaturas a rondar os 5ºC e -5ºC.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Podem reservar-me os voos internacionais?

    A Nomad não dispõe do serviço de reserva de voos. O voo não está incluído no preço da viagem, para que possas ter a flexibilidade de escolher onde queres comprar o voo e de onde queres partir. 

    Se quiseres comprar os bilhetes de avião através de uma agência, recomendamos que recorras aos nossos parceiros Rotas do Mundo. Nos dias de hoje, a oferta online de ferramentas de pesquisa e marcação de voos internacionais é imensa, por isso poderás também optar por reservar os voos de forma independente. Se for o caso, sugerimos que consultes motores de busca como o Google Flights e a Momondo, que te apresentam várias soluções com diferentes itinerários, a preços competitivos.

    Lembramos que só deves comprar os bilhetes de avião quando a viagem estiver confirmada, ou seja, quando estiver garantido o número mínimo de participantes para a mesma se realizar. Se decidires inscrever-te na viagem, receberás um email assim que isso aconteça, com a indicação de que já podes proceder à reserva dos voos.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Sérvia, Bósnia Herzegovina, Kosovo

Atividades

Descoberta cultural

Dormida

Guesthouse: 1 noite, Hotel: 8 noites

Transportes

Autocarro, Carrinha, Comboio

Reservas

Min: 6 | Max: 12

Voo não incluído

Valor indicativo: 350€

Testemunhos

Visitar a história recente dos Balcãs, guiado por alguém que soube captar a sua essência e a transmite lembrando as mágoas visíveis, captando a esperança nascente e a força da natureza envolvente.
Ana D.
Para mim, Sarajevo é o ponto alto da viagem, por tudo o que significa e representa sobre a condição humana e as suas contradições. Fantástico observar a capacidade de resiliência de uma população, que tenta sarar as suas feridas.
João C.