Aventura nos Pirenéus

Com Filipe Alves

Estendendo-se entre o Atlântico e o Mediterrâneo, a cordilheira dos Pirenéus anuncia-se como um verdadeiro santuário para os amantes do outdoor e da magnitude das paisagens montanhosas. Da imponência rochosa ao verde sereno dos prados, os Pirenéus prometem uma viagem intensa e de superação para os que gostam de desafiar a natureza com todos os sentidos.

Trilhos de montanha, via ferrata e canyoning - assim exploramos os desafios pirenaicos escondidos em paisagens alpinas, maciços calcários e rios gélidos e cristalinos. A geologia da Serra de Guara cria os obstáculos que ultrapassamos em canhões como Mascún ou Peonera. Vencemos paredes íngremes que nos levam a cumes de vistas grandiosas e, já no Vale de Ordesa, um trekking em semi-autonomia lança-nos à conquista de um dos mais icónicos locais dos Pirenéus - a subida ao Monte Perdido. 

  • Impacto cultural
    Região com costumes muito semelhantes aos que estás habituado.
  • Esforço físico
    Os dias de canyoning e via ferrata são intensos e realizam-se em ambientes de desconforto que potenciam o desgaste físico. Dedicamos três dias ao trekking, onde caminhamos cerca de sete horas por dia em ambiente de montanha com a mochila às costas (10 kg no máximo).
  • Nível de conforto
    Dormimos em refúgios de montanha, albergues e hotéis, variando de camaratas mistas com casa de banho partilhada a quartos duplos com casa de banho privativa. Todos os alojamentos dispõem de duche.

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900 €8 Dias

Viagem Esgotada

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Percurso

Dia 1Chegada a Rodellar

O primeiro dia está reservado para a tua viagem entre Portugal e a Serra de Guara, onde te esperará o Filipe, o líder desta aventura. Esta deslocação é da responsabilidade de cada viajante, mas podes contactar-nos caso tenhas interesse em partilhar transporte - vê mais detalhes sobre isto nas Perguntas Frequentes. 

Uma das mecas das atividades de outdoor na Europa, a pitoresca aldeia de Rodellar será a nossa base para os próximos dois dias de aventura. 

Alimentação: -
Dormida: Albergue

Dia 2Trekking Mascún e canyoning Barrasil

Despertamos no coração do Parque Natural da Serra e Canhões de Guara, num cenário idílico de gigantescas paredes verticais e as profundas gargantas do canhão de Mascún. Envolvidos no espírito de aventura, calçamos as botas e partimos rumo à montanha. Começamos o dia com um trekking que nos leva a descer o vale de Rodellar. A paisagem é marcadamente cársica e, ao longo do percurso, avistamos escaladores a desafiar os diferentes setores de escalada clássica da região. Mais à frente, o trilho atravessa a aldeia abandonada de Otin e o famoso dólmen de Losa, com mais de 5000 anos.

Descemos depois até ao rio Alcanadre, onde enfrentamos o nosso primeiro canyoning. Com o fato de neoprene e o arnês colocado, entramos nas águas cristalinas e frias do canhão de Barrasil para uma longa descida com vários obstáculos de baixa dificuldade. As paredes de rocha amarela contrastam com o turquesa das águas, o cenário perfeito para a nossa introdução aos canhões da região. Regressamos à pacata aldeia de Rodellar a tempo de desfrutar de uma cerveja enquanto o sol se esconde no horizonte.    


Trekking: 15 km (cerca de 5 horas)
Canyoning: 2,4 km (cerca de 3 horas) 

Alimentação: -
Dormida: Albergue

Dia 3Canyoning Peonara e ferrata Espolón de la Virgen

Pela manhã, regressamos aos rios da Serra de Guara, desta vez para explorar o canhão de Peonara. Mais desafiante, o percurso de hoje é também mais dinâmico, com tobogãs e rapéis, alternados por piscinas naturais de águas calmas que atravessamos a nado. A paisagem é arrebatadora, não estivéssemos nós num dos locais mais emblemáticos do canyoning na Europa. Ao descer o rio, aproximamo-nos do grande obstáculo deste canyoning, o célebre salto de Bierge - o mais alto deste percurso, que fará as delícias dos mais audazes. Se não for o teu caso, não te preocupes, o salto é contornável. 

Após um merecido almoço, deixamos os ambientes aquáticos e exploramos as paredes verticais da região, numa via ferrata acessível, classificada como K2, com vistas de cortar a respiração sobre a Serra de Guara. Entre degraus ferrados na parede e cabos de aço fixos, ganhamos altitude e alcançamos o Espolón de la Virgen (752 metros), o cume que dá o nome a esta via. A paisagem é verdadeiramente impactante. À nossa frente, estende-se o glorioso vale de Rodellar, abraçado por íngremes maciços cársicos. Esmagados pela força da paisagem, seguimos a pé por um trilho bem marcado até à aldeia de Rodellar. Entre tapas e cañas, celebramos as conquistas dos últimos dias e despedimo-nos da Serra de Guara.


Canyoning: 3 km (cerca de 4 horas)
Ferrata: 3,5 km (cerca de 2,5 horas) 

Alimentação: -
Dormida: Albergue

Dia 4Viagem para Torla e ferrata de Sarrosal

Pela manhã, despedimo-nos da Serra de Guara para rumar à povoação de Torla, no sopé dos Pirenéus Centrais. Viajamos de carro, cerca de duas horas, através de uma tortuosa, mas recompensadora, estrada de montanha. Pela janela, a paisagem muda: as vertiginosas paredes cársicas de Rodellar dão lugar a enormes maciços calcários e os rios encaixados de Guara a bosques verdejantes e imponentes vales glaciares. Chegamos a Torla a tempo de nos instalarmos e almoçar num dos pitorescos restaurantes desta carismática povoação pirenaica. 

À tarde, voltamos colocar o arnês para explorar mais uma via ferrata. Engenhosa e mais técnica que a anterior (nível K3), a ferrata de Sarrosal desenrola-se no canhão de um rio, mas sempre pela vertente de rocha. Transpomos várias escadas, uma ponte e até uma pequena gruta. Considerada uma das mais belas ferratas dos Pirenéus, este percurso revela-nos vistas soberbas sobre a imponente cascada de Sarrosal e o vale de Broto. Extasiados e com o sentimento de superação à flor da pele, regressamos a Torla a tempo de descontrair. Com a ajuda do Filipe, preparas a mochila para os dias de trekking que se avizinham.  


Ferrata: 3 km (cerca de 3 horas)

Alimentação: -
Dormida: Hotel

Dia 5Trekking Vale de Ordesa

Deixamos para trás a pacatez de Torla para explorar o emblemático vale de Ordesa, para muitos a região mais emblemática dos Pirenéus. Impressionantes cristas montanhosas e o infinito vale glaciar marcam a paisagem, mas é no imponente Monte Perdido que colocamos a nossa atenção - com 3335 metros de altitude, este é o terceiro ponto mais alto dos Pirenéus e alcançar o seu cume será o derradeiro desafio da nossa aventura.

De mochila às costas e bastões em punho, começamos a caminhar ao longo do río Arazas. Pouco tempo depois, deparamo-nos com o primeiro momento de superação do dia: uma íngreme subida que nos leva bosque adentro até ao miradouro natural de Calcilarruego. À medida que ganhamos altitude, as vistas sobre a paisagem alpina dos Pirenéus são avassaladoras. Cascatas de água cristalina, florestas de pinheiros e carvalhos centenários, o pico El Gallinero (2752 metros) e a famosa escarpa de La Fraucata ficam na retina. Sem pressa, continuamos a caminhar quase sempre à mesma cota pela Faja de Pelay até à Cola del Cavalo, a cascata mais icónica de Ordesa. Daqui para a frente, o trilho segue predominantemente a subir até alcançarmos o colo de Los Mulos (1916 metros). Chegamos ao característico refúgio Goriz ao final da tarde a tempo de descontraidamente contemplar o pôr do sol.   

Distância: 15 km (cerca de 7 horas)
Desnível: 1000 m positivo + 150 m negativo

Alimentação: Jantar
Dormida: Refúgio

Dia 6Trekking de ascensão ao Monte Perdido

Espera-nos um dia exigente, mas a recompensa é proporcional ao esforço. Hoje alcançamos o cume do Monte Perdido. Com a mochila aligeirada, partimos dos 2200 metros de altitude por um trilho inicialmente bem marcado, mas que rapidamente se transforma numa rota de montanha, onde o terreno árido e rochoso predomina. Sempre a subir, cruzamos a La Escupidera, uma cascalheira de 300 metros de extensão que exige atenção enquanto avançamos. Vencida esta secção, avançamos para o cume do Monte Perdido, sem pressa. No topo, somos brindados com uma paisagem incrível: no horizonte, desenha-se o majestoso vale de Ordesa e a paisagem alpina dos Pirenéus franceses.

Aproveitamos as fabulosas vistas e celebramos a conquista de uma das mais célebres montanhas europeias. Mais tarde, regressamos, agora sempre a descer, ao refúgio Goriz, onde aproveitamos o resto da tarde para usufruir da serenidade da paisagem.  


Distância: 9 km (cerca de 8 horas)
Desnível: 1150 m positivo + 1150 m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço e jantar
Dormida: Refúgio

Dia 7Trekking Vale de Ordesa

Despedimo-nos do refúgio Goriz para regressar ao sopé da montanha. Desta vez, tomamos um trilho diferente para descer o magnífico vale de Ordesa. Ainda pela manhã, deparamo-nos com maior obstáculo do dia, as Clavijas de Soaso. Numa pendente mais exposta, o trilho segue talhado na rocha, porém, para facilitar a descida, existem diversas correntes fixas à parede calcária da montanha que facilitam a progressão. Vencido o último desafio desta aventura pirenaica, caminhamos agora pelo fundo do vale glaciar de Ordesa, ladeados pelas suas vertiginosas paredes. Mais abaixo, alcançamos um bosque de faias, pinheiros e abetos que sinaliza final da nossa jornada.

Cansados, mas revigorados pela beleza dos Pirenéus, chegamos à vila de Torla a meio da tarde. O resto do dia será tranquilo, para saboreares a atmosfera da montanha. Juntamo-nos depois para um jantar, marcado pelo ambiente de festa e despedida, em celebração das muitas aventuras vividas ao longo da última semana.

Distância: 14 km (cerca de 6 horas)
Desnível: 0 m positivo + 900 m negativo

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: Hotel

Dia 8Torla

Despertamos tranquilamente em Torla. A nossa aventura nos Pirenéus chega ao fim depois do último pequeno-almoço em grupo. Tal como no primeiro dia, cada viajante é responsável pelo regresso a Portugal, agora com a quietude das montanhas bem presente na memória.

Alimentação: Pequeno-almoço
Dormida: -

Inclui:

Acompanhamento do líder Nomad durante toda a viagem
Alojamento durante todo o programa
Transportes durante todo o programa (exceto as indicadas em Exclui)
3 pequenos-almoços e 2 jantares
Atividades descritas no programa
Equipamento de canyoning e via ferrata
Guia complementar durante o canyoning e a via ferrata

Exclui:

Viagem até ao ponto de partida e regresso
Transporte entre Rodellar e Torla
Alimentação não especificada (cerca de 35€ por dia)
Seguro pessoal
Atividades não especificadas
Extras pessoais

Perguntas Frequentes

  • Qual a melhor forma de chegar aos Pirenéus?

    A viagem até ao ponto de encontro é da responsabilidade de cada participante, mas a Nomad incentiva a partilha de transporte. Por isso, se estiveres interessado nesta opção, fala  connosco para te pormos em contacto com outros viajantes. Os transportes públicos para Rodellar são muito limitados e as ligações com Portugal são reduzidas.

  • Se quiser chegar a Rodellar uns dias mais cedo, posso reservar convosco o alojamento? E se quiser ficar mais dias em Torla no fim da viagem?

    Se quiseres chegar aos Pirenéus um ou mais dias antes da data de início da viagem, podemos reservar-te noites extra no mesmo alojamento dos dias de viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do local, pelo que sugerimos que nos faças o pedido assim que saibas as datas da tua viagem. A nossa equipa de atendimento pode dar-te as informações de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar-te noites extra caso queiras ficar após a data de fim da viagem.

  • Como são os alojamentos durante a viagem?

    Nos dias passados na Serra de Guara, ficamos baseados num confortável albergue, onde ficarás alojado em quartos de duas camas, com casa de banho partilhada com outro quarto. Em Torla, na região de Ordesa e Monte Perdido, usamos um hotel simples na base da montanha para as noites pré e pós trekking. Dormirás em quartos de duas camas com casa de banho privativa. Durante o trekking ficamos num refúgio de montanha. A dormida é em camaratas mistas, com casas de banho partilhadas. Em todos os alojamentos, incluindo o refúgio, há acesso a duche de água quente.

  • Como é a alimentação durante a viagem?

    Durante os dias de atividade, fazemos piqueniques ao almoço. Estas refeições não são fornecidas, pelo que deves levar contigo a alimentação desde Portugal. Também existem pequenos supermercados ou mercearias em Rodellar e Torla onde te podes abastecer de alguns alimentos. Caso te inscrevas na viagem, daremos algumas sugestões de alimentos a levar.

    Os jantares e pequenos-almoços nos dias passados em Rodellar são feitos em restaurantes e cafés locais e não estão incluídos. Durante o trekking de ascensão ao Monte Perdido, os pequenos-almoços e jantares são feitos no refúgio e estão incluídos no programa. Caso tenhas uma dieta vegetariana ou vegan, deves comunicar-nos com antecedência.

  • Como vou gerir o dinheiro durante a viagem?

    A moeda utilizada é o euro. Não há ATM em Rodellar, pelo que é importante que leves dinheiro suficiente para os dias passados nesta pequena aldeia. Em Torla já há acesso a ATM e poderás levantar dinheiro facilmente. Após o início do trekking, só poderás fazer pagamentos em dinheiro. Estimamos em cerca de 140€ o valor necessário para refeições não incluídas e outras eventuais despesas.

    Aconselhamos-te a levar um cartão Revolut ou outro do mesmo género. As principais vantagens são as taxas reduzidas ou inexistentes. Alegadamente, as taxas de câmbio são mais favoráveis do que as dos bancos tradicionais, por isso é uma excelente opção para poupares dinheiro em taxas durante a viagem.

    É conveniente levares um fundo de emergência de cerca de 200€ em dinheiro. Pode servir se, por qualquer razão, não conseguires levantar dinheiro logo à chegada ou noutro local durante o percurso. 

  • Como é o acesso à eletricidade na viagem?

    Há wi-fi nos alojamentos de Rodellar e Torla. Em todos os momentos desta viagem, existe acesso a eletricidade, mas no refúgio de montanha será mais limitado. As tomadas elétricas são compatíveis com as portuguesas, pelo que não precisarás de levar nenhum adaptador. Sugerimos que leves uma ficha tripla, se quiseres carregar vários aparelhos ou baterias antes do início do trekking. A rede de telemóvel e 3G é inconstante - em alguns lugares a cobertura é boa, noutros não há rede. Um dos lugares onde o acesso a rede telefone e 3G é mais precário é no refúgio de Goriz. No entanto, existe um telefone disponível. 

  • Como são os transportes durante a viagem?

    Esta é uma viagem de multiatividades outdoor, concentrada numa região específica dos Pirenéus espanhóis, pelo que não existem deslocações significativas. No entanto, recorremos a táxis e autocarros locais para realizar pequenos trajetos de acesso ao início ou final das atividades.

    A ligação entre a aldeia de Rodellar e a vila de Torla, de cerca de duas horas, será realizada recorrendo ao mesmo transporte que usarás para chegar aos Pirenéus - o veículo estará no local onde a viagem termina.

  • Como é o clima durante a viagem?

    A serra de Guara tem um microclima particular com influências do clima frio dos Pirenéus e do clima continental da grande depressão do rio Ebro, gerando normalmente verões quentes, com temperaturas diurnas que podem ultrapassar os 30ºC e noites amenas. Durante o trekking na região de Ordesa e Monte Perdido, a amplitude térmica poderá ser muito grande. Durante o dia, as temperaturas podem aproximar-se dos 30ºC, porém as noites mais frias podem atingir temperaturas perto dos 0ºC. No interior do refúgio a temperatura será bem mais alta, mas no exterior conta com esta possibilidade. A meteorologia em montanha é imprevisível, e mesmo no verão a possibilidade de chuva e baixas temperaturas é real, pelo que ter calçado e vestuário de montanha efetivamente impermeável e de boa qualidade é fundamental.

  • Esta viagem é fisicamente exigente?

    Esta viagem está ao alcance de todos os que gostem de praticar atividades em ambiente de montanha durante vários dias. Nos dias de trekking, conta com sete horas de caminhada por dia, a um ritmo lento e passo tranquilo. Os trilhos não requerem conhecimento técnico mas, para quem não tenha um estilo de vida ativo, esta poderá ser uma viagem fisicamente exigente.

  • Não tenho experiência de trekking. Esta viagem é para mim?

    Os dias de trekking não têm exigência técnica. Pode dizer-se que está ao alcance de todos os que gostem de caminhar e estejam motivados para passar três dias de mochila às costas, em ambiente de montanha. Em alguns momentos, vai ser mais exigente e terás que ter alguma perseverança mas, no geral, os dias são descontraídos e tranquilos.

  • Não tenho experiência de via ferrata. Esta viagem é para mim?

    Sim. As atividades de via ferrata não requerem experiência prévia e não têm exigência técnica alta (níveis K2 e K3). Pode dizer-se que estão ao alcance de todos os que gostem de atividades de montanha e estejam motivados para progredir em terreno vertical com o apoio de escadas e cabos de aço fixos na rocha. Para maior comodidade, terás ainda o apoio do líder Nomad e de um guia local durante todo o percurso. Em alguns momentos, vai ser mais exigente e terás que ter alguma perseverança mas, no geral, os dias são descontraídos e tranquilos.

  • Não tenho experiência de canyoning. Esta viagem é para mim?

    Sim. As atividades de canyoning não requerem experiência prévia e não têm exigência técnica alta (nível 2). Pode dizer-se que estão ao alcance de todos os que gostem de atividades de montanha e estejam motivados para progredir por um canhão de um rio, num percurso maioritariamente dentro de água. Para maior comodidade, terás ainda o apoio do líder Nomad e de um guia local durante todo o percurso. Em alguns momentos, vai ser mais exigente e terás que ter alguma perseverança mas, no geral, os dias são descontraídos e tranquilos.

  • O ritmo de caminhada é muito elevado?

    Não. O ritmo é ajustado às necessidades do grupo, com muitas paragens ao longo do dia. A distância dos itinerários escolhidos para cada dia dão-nos a possibilidade de os realizarmos com calma, para podermos aproveitar ao máximo a paisagem envolvente. 

  • Como calculamos o tempo das atividades?

    As viagens de multiatividades da Nomad são desenhadas para o viajante que procura desfrutar do meio natural. O tempo de caminhada, via ferrata e canyoning referido no programa é calculado tendo em conta um ritmo tranquilo, incluindo paragem para refeições ou simplesmente para desfrutar da paisagem.

  • Esta viagem exige cuidados de saúde especiais?

    A Nomad recomenda a Consulta do Viajante em Telemedicina como meio preferencial para o teu aconselhamento médico. O Dr. Diogo Medina, responsável por este projeto, é um viajante que entende a nossa maneira de ver o mundo e as necessidades inerentes a uma viagem aventura. A consulta deverá ser feita com um mínimo de um mês da data de partida para a viagem.

  • Com quem vou partilhar a minha viagem? Como são os viajantes Nomad?

    Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

  • O grupo viaja em conjunto desde Portugal?

    Não. Nas nossas viagens, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tens a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais te agradar.

  • Se os voos são marcados de forma individual, como é que se faz a reunião do grupo à chegada?

    A marcação dos voos é da responsabilidade dos viajantes. No entanto, vamos pedir-te os detalhes da tua reserva e os horários de chegada. Esta informação será transmitida ao líder Nomad. À chegada, o líder vai estar à tua espera no aeroporto para te levar para junto do resto do grupo.

  • Posso inscrever-me sozinho? Isso acarreta algum custo adicional ao valor da viagem?

    Podes. A maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho, sem qualquer alteração ao preço.

Resumo de viagem

Destinos

Espanha

Atividades

Canyoning, Trekking, Via Ferrata

Dormida

Albergue: 3 noites, Hotel: 2 noites, Refúgio: 2 noites

Transportes

Autocarro, Carro, Táxi

Reservas

Max: 10