Líderes de Viagem e Aventura
Explora o Mundo
Fundada em 2007, a Nomad é uma agência de viagens de aventura especializada em descoberta cultural e experiências outdoor. Com uma equipa de mais de vinte líderes de viagem e guias experientes, acompanhamos anualmente mais de mil viajantes em diferentes geografias, entre cidades históricas, montanhas remotas e paisagens naturais singulares.
Trabalhamos exclusivamente para o público português e desenhamos cada programa com um propósito claro: explorar o Mundo através do contacto direto com a natureza e com as culturas locais.
O que procuramos num líder de viagem
Procuramos pessoas com experiência em viagem, que valorizem a descoberta de novas culturas primordialmente pela interação com os seus povos, não descurando o património e os lugares, e que tenham vontade de construir uma carreira como líder de viagem aventura, mesmo que em regime part-time.
Valorizamos perfis apaixonados, com competências sociais sólidas, inteligência emocional e confiança para liderar e acompanhar grupos em contexto de viagem, com foco na experiência dos viajantes e capacidade para comunicar de forma envolvente sobre culturas e lugares.
Damos o mesmo peso à capacidade de organização e liderança no terreno e às competências humanas, porque é desse equilíbrio que nasce uma boa experiência de viagem em grupo.
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A nossa missão
Criar as melhores viagens de aventura, inspirar a comunidade através da viagem e usar o negócio para causar um impacto positivo no planeta.
OS NOSSOS LÍDERES DE VIAGEM

Pedro Gonçalves
Inspirado por grandes espaços naturais
Os recantos mais inóspitos do mundo sempre exerceram um forte apelo sobre Pedro, que procura descobri-los com o propósito de conhecer e compreender as comunidades que ali habitam. A Mongólia, terra de vastas estepes e tradições nomadas, tornou-se quase um lar, enquanto o Quirguistão, descoberto em 2016 ao lado de seus filhos ainda pequenos, firmou-se como um destino de inúmeros regressos.
A curiosidade de Pedro, no entanto, transcende fronteiras. Da Polónia, com as suas florestas milenares e cidades pulsantes, à gélida Islândia, onde o fogo encontra o gelo, cada local visitado foi palco de novas histórias e aprendizagens. Nas Highlands da Escócia, enfrentou o rigor do clima, ao passo que, na Jordânia, o desafio veio sob o calor intenso do deserto. Já na América do Sul, a Argentina e o Chile revelaram-se cenários de beleza estonteante e desafios que aguçaram ainda mais seu espírito aventureiro.
Essas viagens foram uma busca por conexões profundas, não só com a natureza, mas com as pessoas que Pedro teve o privilégio de conhecer. A cada nova aventura, ele regressava transformado, carregando consigo não apenas memórias, mas uma compreensão mais rica das diversas tapeçarias culturais que compõem nosso mundo.
A jornada de Pedro é um testemunho da beleza da diversidade humana e da resiliência do espírito aventureiro. Suas histórias, mais do que relatos de viagens, são um convite para quebrarmos as barreiras do desconhecido e nos conectarmos com o mundo à nossa volta de maneira mais profunda e significativa.

Marta Durán
Em constante busca por novas aventuras e apaixonada pelas pessoas do mundo.
É numa missão de voluntariado por Moçambique, durante a licenciatura em comunicação social, que o fascínio pelo desconhecido e a sede de viajar começam a traçar o seu caminho. Motivada por esta experiência, tomou a decisão de continuar os estudos em Macau - ponto de partida para uma aventura pelo Sudeste Asiático e pela China.
A curiosidade pelo mundo estava apenas a começar. Determinada a crescer como viajante, em 2016 percorreu 11 países da Europa sozinha e à boleia. O regresso de cada aventura passou a ser sempre o prólogo para a seguinte. Partiu para o Nepal, onde esteve a dar aulas de português durante oito meses.
Rumou depois para a Guiné-Bissau com o propósito de trabalhar com crianças. O que começou como uma ação de voluntariado de curta duração, terminou com nove meses de trabalho no departamento de comunicação da UNICEF. Em 2019, voltou a sentir o apelo pela ex-colónia portuguesa e traçou uma jornada de bicicleta desde a sua casa, em Carnaxide, até à Guiné-Bissau, com paragens por Marrocos, Mauritânia e Senegal.
Fora da Nomad, a Marta alimenta a sua partilha enquanto viajante através do Instagram Boleias da Marta.

Fábio Inácio
Ser um local entre locais é a forma que escolheu para viver a viagem.
Filho do mar da Maceira, em Torres Vedras, cresceu com o horizonte à porta e a curiosidade no peito. A primeira grande aventura aconteceu em 2010 quando partiu para a Indonésia e percorreu o país de lés a lés, mergulhando nos mercados, nas casas, nos encontros sempre com a câmara na mão. Regressou a casa com novas motivações.
Estudou fotografia, fez dois interrails sozinho e, em 2014, voltou a partir. Explorou 16 países asiáticos, atravessou as estradas mais perigosas da Índia, subiu aos Himalaias, viveu com a tribo Mentawai na Indonésia e chegou até aos nómadas Raute no Nepal. Publicou dois livros de fotografia e em 2019, tornou-se o segundo português a completar os mais de 4000 km do mítico Pacific Crest Trail, nos EUA.
Na sua última aventura, o Fábio fez-e ao caminho e percorreu o mundo como poucos se atrevem: a pé, com uma mochila às costas e uma vontade inabalável. Foram 8 300 quilómetros pelos cinco continentes, numa viagem com um propósito que lhe devolveu um olhar novo sobre o planeta.
A etapa final trouxe-o de volta ao Grande Vale do Côa, o coração da causa que deu mote a esta aventura: apoiar o trabalho da Rewilding Portugal. Ali, a longa caminhada encontrou o seu regresso a casa.

Cláudia Santos
Viajante de espírito irrequieto
A curiosidade genuína pelas pessoas e pelo mundo moldou a vida da Cláudia. O período que passou na Lituânia, em Erasmus, enquanto estudava enfermagem, foi o primeiro empurrão para a descoberta de novas latitudes. Conheceu os quatros cantos do mundo enquanto trabalhava em cruzeiros como enfermeira-chefe. Passou períodos em lugares remotos do continente africano, a prestar apoio médico. Este percurso profissional aguçou-lhe o gosto pelo desafio e pela aventura.
Em 2018, motivada pela vontade de viajar e de ajudar os outros, a Cláudia decide deixar o emprego para correr o mundo, sem planos ou pressa de regressar. Essa decisão resultou em experiências únicas como a expedição na selva de Sulawesi, as missões humanitárias em Palu, após um terramoto destrutivo, e o voluntariado em Myanmar, onde os sorrisos e a bondade das pessoas a conquistaram irremediavelmente.
A Ásia deixa-a sempre com vontade de voltar, mas seja qual for o destino, é a simplicidade do quotidiano que a encanta.

Ricardo Alves
Com uma câmera na mão e o coração voltado para o mundo
Desde miúdo que o fascínio pelo mundo o inquieta. Cresceu a ouvir histórias de viagem e a sonhar com mapas, alimentado por livros, filmes e com a câmerra fotográfica sempre a tiracolo. Durante quase 20 anos, foi criativo de publicidade, mas a verdadeira paixão esteve sempre na descoberta. O primeiro ordenado levou-o aos Himalaias nepaleses, e a partir daí, nunca mais parou.
Subiu o Kilimanjaro, explorou tribos isoladas na Papua Nova Guiné para conhecer os Kaluli e os Tolai, caminhou sobre o gelo no Alasca, percorreu os desertos Sahara em Marrocos e o Dasht-e-Kavir no Irão, descobriu o mundo submarino em Sipadan, na Malásia, e casou-se num mosteiro budista no Butão. Mas, mais do que apenas viajar, sempre procurou ver e sentir cada lugar de forma profunda. A fotografia tornou-se a sua forma mais íntima de perceber o mundo, transformando-se num olhar atento sobre a essência dos lugares e das pessoas.
Ser líder de viagem na Nomad é para ele a concretização de um sonho: partilhar as suas paixões com outros viajantes, levá-los a cruzar fronteiras físicas e culturais e a ver o mundo de uma perspetiva diferente.

Patrícia Campos
Acredita que gestos simples podem mudar o mundo
Foi na Sobreira, a sua terra natal, que a Patrícia se descobriu humanitária. Aos 20 anos, através do movimento Cruz Vermelha, torna-se socorrista movida pelo desejo de salvar vidas. Esta foi a porta que lhe abriu novos horizontes, levando-a ao coração de África num projeto de voluntariado e trazendo-a de volta para aprofundar conhecimentos na área da saúde e ação humanitária.
Move-se pela curiosidade de conhecer o globo através das pessoas e pela ânsia de ser ação no mundo. A viagem para ela é um veículo de aprendizagem. Desafiou-se pela primeira vez a viajar sozinha no sudeste asiático em 2009. Com amigos, inventou aventuras nas montanhas, rios e vales de Portugal. Em 2016, a inquietude por outros desafios, livre do tempo e do espaço, lançou-a para uma viagem de descoberta cultural. Do México até ao Brasil, durante 9 meses, a América Latina abriu-lhe um novo capítulo.
Escreveu o seu primeiro livro, liderou viagens no México, Perú, Bolívia e Chile, e regressou para estudar fotografia. É através da fotografia que procura compreender o mundo, é pela curiosidade que explora novas histórias. Acredita que gestos simples podem mudar o mundo. E que o mundo a torna mais completa. A Patrícia é um dos membros da nossa equipa de produto.

Luís Simões
Observador nato, usa a memória visual como se fosse uma bússola.
Desenha em cadernos desde criança e fez do traço a aliança perfeita para começar a viajar além fronteiras. Após mais de dez anos como motion designer na SIC Televisão, saiu em autocaravana pela Europa na companhia dos pais, onde logo de seguida, ganhou asas para explorar a Ásia de fio a pavio. Foram quase cinco anos e 40 cadernos ilustrados.
Atraído por paisagens arquitetónicas pitorescas e complexas, percorreu a Índia numa Vespa, documentou as manifestações em Hong Kong e apaixonou-se na Indonésia. O mundo passou a ser a sua casa. E, desde então, o desenho um modo de vida e a bicicleta o veículo ideal para muitas das suas aventuras. O projeto World Sketching Tour que assina já ultrapassou dez anos e levou-o até às Américas e a África.
Trabalha e colabora com várias marcas para a promoção do desenho em caderno e participa em exposições, conferências e workshops por todo o mundo.
Entrou na Nomad como Ilustrador Convidado para uma viagem temática de desenho e hoje é também Líder de Aventura Aventura.

Karina Sousa
Vive em constante apelo por se aventurar pelo mundo
Deambular pelo planeta é tão importante para a Karina como encontrar a próxima base. Nasceu no Brasil, mas foi no sul de Portugal que viveu desde os sete anos de idade. Atraída pelo mundo natural abraçou a biologia marinha, fez Erasmus na Grécia e estágio no Canadá. Já como bióloga, foi parar aos Açores. Anos mais tarde, a sua inquietude fê-la embarcar num projeto de uma ONG com tartarugas marinhas na Tailândia, de onde veio a saltar para a ilha de Komodo e, depois para o Bornéu.
Foi guia de mergulho na Indonésia e decidiu depois regressar a Portugal. Mas um projeto de voluntariado social ligado a crianças fê-la ir viver para a Turquia por meio ano. No final, começou a explorar o Irão e o Cáucaso, por onde ia ficando nas casas das famílias que conhecia no caminho, o que a levou à conclusão de que, mais do que as paisagens, eram os momentos passados com as pessoas que levava consigo no coração. Continuou a viajar um pouco por todo o mundo e por todos os continentes.
Após mais uma breve passagem por Portugal rumou ao México, onde viveu por sete anos, em várias regiões do país, no que se tornou uma importante viagem interior. Viveu em proximidade com vários povos indígenas, aprendendo os seus ritos ancestrais e ajudou-os a difundir a sua cultura nas viagens que realizaram pela Europa e América Latina.
Hoje, quando não está em viagem, baseia-se no seu refúgio no meio do Atlântico, na ilha das Flores.

Mateus Brandão
Apaixonado pelas grandes viagens de comboio
Foi no inverno de 82, quando tinha apenas duas semanas de vida, que o Mateus viajou pela primeira vez de comboio, não fazendo a mínima ideia de que essa viagem lhe marcaria o futuro de forma tão incisiva. Licenciou-se em Arquitetura, mas o apelo da partida chamava cada vez mais alto. Então, partiu. Fez alguns interrails pela Europa, seguiu-se depois uma incursão por Marrocos e por fim percorreu todas as vias férreas de Portugal. Era altura de algo maior.
Pegou na mochila e foi para o ponto mais a norte da Europa, com o intuito de descer, por terra e sempre que possível recorrendo ao comboio, até ao ponto mais a sul de África. Foram sete meses de uma viagem solitária, que lhe transformaria a vida. O livro Destino: Sul surge como resultado dessa odisseia por três continentes e 20 países, entre a Noruega e a África do Sul. Não satisfeito, seis meses depois de regressar, parte novamente, desta feita a pé e na companhia do irmão, num périplo de nove semanas, de norte a sul de Portugal.
Com a sua entrada para a equipa de líderes Nomad, as viagens tomaram conta do seu dia a dia. Neste momento, passa mais de metade do ano a bordo de uma carruagem, em boa companhia. E é isso que o faz feliz!

Cássia Rodrigues
Viajar molda o seu modo de escutar e de estar no mundo
O fascínio pelo mundo começou cedo. Ainda em criança, sonhava fotografar animais selvagens e comunicar com povos antigos. A curiosidade pelo corpo e pela vida levou-a a estudar saúde, mas foi fora das salas de aula que começou a verdadeira aprendizagem.
Depois de um ano em Londres, partiu para a Índia em 2009. Viveu dois anos no Sul de Goa, onde mergulhou na Ayurveda e no yoga, e, com amigos, construiu uma guest house à beira-mar que se transformou num ponto de encontro de viajantes e histórias vindas de todo o mundo.
Da Índia à Califórnia, caminhou a pé até Tijuana. Viveu na Cidade do México, mas foi no Brasil que explorou extensivamente as tradições locais, medicinas ancestrais e a relação com a natureza. Viajou à boleia por Israel, fez voluntariado em São Tomé e Príncipe, explorou o Sri Lanka e as Filipinas de mochila às costas, mas é nos Alpes suíços que encontra o seu refúgio silencioso entre montanhas.
As longas travessias a solo ensinaram-lhe a confiar no corpo e no tempo como bússolas. Em cada lugar descobriu novas maneiras de habitar o planeta, com humildade, curiosidade e respeito.
Viajar moldou o seu modo de escuta e de estar no mundo. Ser líder de viagem na Nomad é a continuação natural desse caminho: partilhar trilhos, despertar sentidos e celebrar, em cada viagem, a beleza crua e diversa da Terra.

João Petersen
Fascinado pela fotografia e a arte de contar histórias
Foi em 2013 que abriu a primeira porta para o mundo. Estudava Arquitetura e foi de Erasmus para a Áustria, onde conheceu inúmeros viajantes que o inspiraram. Já como arquiteto, trabalhou em regiões diversas do nosso planeta, de Istambul aos Alpes Suíços, onde alargou os seus horizontes.
Em 2018, virou a página e decidiu tirar uns meses sabáticos. Passou seis meses entre o Sudeste Asiático e a América Latina. Mergulhou com tubarões na Tailândia, teve a sina lida num mosteiro budista, fotografou civilizações antigas, dos Maias aos Incas, e caminhou até ao imponente Fitz Roy, na Argentina. Criou um blog, continuou a escrever e, após a pandemia, em 2022, lançou-se num novo projeto. Embarcou para o Equador com a missão de documentar o país de Norte a Sul. Mergulhou com mantas e cruzou florestas, com jacarés e tarântulas, acabando no topo do Chimborazo, a 6200 metros de altura, uma experiência que lhe conquistou o coração.
Já explorou todos os continentes, mas nunca se esqueceu das suas verdadeiras raízes. E é assim que, com orgulho, se autodenomina 'The Portuguese Traveler' – nome do blog onde partilha as suas aventuras pelo mundo.

Catarina Gomes
Fascinada por descobrir e experienciar diferentes culturas e modos de vida
O que a fez perceber que a viagem iria fazer parte da sua vida foi um interrail durante a faculdade, realizado à antiga, sem smartphone nem internet, com mapas de papel na mão e uma máquina fotográfica roubada ao pai.
Após mais de uma década de uma carreira de enfermagem e um pequeno percurso iniciado em cinema documental, mudou a vida e partiu sem planos numa aventura de um ano de viagem pelo mundo. O que se seguiu deu origem a muitas histórias para contar. Houve presença marcada em casamentos vietnamitas, ajuda nos preparativos de um festival balinês, ter o privilégio de conhecer outra Catarina de 90 anos numa aldeia remota na Indonésia, pernoitar sobre pântanos no Bornéu, dar de caras com ursos nos antigos trilhos dos samurais no Japão e meses de tenda às costas pelos países da Oceânia.
A sede de explorar que move a Catarina não nasce apenas de uma mera curiosidade, mas também do desejo de entender e ser parte de diferentes modos de vida. O fascínio pela identidade das culturas, o apelo por desafiar os seus limites e crenças, e as possibilidades de vivenciar a mãe natureza nas suas mais diversas formas alimentam a sua motivação para continuar a percorrer o mundo.

Filipe Ribeiro
É de mochila às costas e com os pés na terra que descobre a liberdade
Aventurar-se pelo mundo, quebrar fronteiras, ir ao encontro de culturas ancestrais e absorver histórias de povos distantes são as razões que levam o Filipe a viajar. A Índia foi palco dos seus jovens sonhos e a primeira de muitas viagens a solo. Da experiência, recorda com especial carinho as longas horas passadas nos comboios, em convívio e proximidade com os locais, os passeios contemplativos junto aos rios e o contacto com a natureza selvagem, nas montanhas. Seguiu-se o Nepal, que percorreu de norte a sul — ora a pé, ora à boleia —, acabando numa pequena aldeia na fronteira com o Tibete, num projeto de voluntariado para a reconstrução pós-sismo.
A vontade de descobrir outros lugares, povos e culturas levou-o ainda a mergulhar na cultura aborígene, na Austrália, e a conhecer os berberes, em Marrocos, e os beduínos, na Jordânia.
Quando não está a viajar, expressa-se através da pintura e da escrita. A meditação, o yoga e o surf acompanham-no na aventura da vida.

Pedro Novo
Fascinado pelas ligações dos povos aos seus territórios
O Pedro é tão apaixonado pelo legado histórico que a cultura humana tem deixado no planeta como pelas pessoas que hoje o habitam. É movido pelo sentido de tempo e pela valorização das pequenas coisas. O seu percurso profissional foi um autêntico mosaico criativo, desde a fotografia à organização de festivais de música, passando pela produção de cerveja como gypsy brewer. O mundo tem sido a inspiração por detrás dos seus projetos.
Tudo começou por uma viagem de interrail para a Grécia durante a adolescência, que se revelou como catalisadora de uma vida dedicada à descoberta e que o fez partir em busca de conexões humanas pelos vários continentes.
Na imensidão das paisagens do norte da Europa, encontrou a espiritualidade que liga os seus povos aos territórios. No Irão descobriu a sua paixão pela História de povos antigos e nas adversidades da Índia transformou a sua forma de ver o mundo. Em terras como o Cáucaso, lar de povos patriotas e tradições antigas, conheceu o valor do território e da identidade cultural para um povo.
Na Nomad alia o seu apelo pelos lugares e culturas com vontade de contar histórias e de descodificar as curiosidades do mundo.

Joana Álvaro
Líder de Viagem Aventura
A procura por mais e novos desafios tem sido crescente na sua vida. Fez uma pausa sabática na carreira de enfermagem para se dedicar ao ioga e acabou por se ligar profissionalmente às viagens. O apelo vinha já desde há muito, após um interrail pela Europa, que lhe abriu a vontade de conhecer novos lugares e pessoas.
Desde então, foram-se acumulando aventuras. Atravessou do Pacífico às Caraíbas à boleia, passando por El Salvador, Guatemala e Belize e passou depois a ser ela a dar boleia a quem se cruzava no seu caminho. Uma confessada apaixonada pela Ásia, encontra neste continente os seus lugares de eleição. Mas divide-se entre a imensidão de estímulos da Índia e a imersão espiritual de Myanmar, os acolhedores povos do Sri Lanka, as paisagens deslumbrantes da Tailândia ou a diversidade avassaladora da Indonésia.
Hoje, divide o seu tempo entre professora de ioga e líder de viagens aventura na Nomad. O que a move é a busca de culturas diferentes e novas formas de estar na vida.

Diogo Santos
Viaja para se conhecer e mostrar as singularidades do mundo
A vida empurrou-o para ir viver para Macau em perseguição da sua evolução numa carreira na fotografia. Foi a partir daí que iniciou a sua busca pelas singularidades do globo. Partiu, sem pressas, de mochila às costas por uma primeira descoberta do continente asiático que o levou a desventuras como viajar de pé durante catorze horas num comboio na China porque, sem conhecer a língua, comprou por engano um bilhete sem lugar sentado. Estas aprendizagens aumentaram ainda mais a sua inquietude por conhecer as inúmeras realidades e formas de vida asiáticas.
À carreira na área da fotografia juntou depois uma via profissional da viagem, tornando-se líder de viagem aventura. E é dessa forma que realiza o desejo de mostrar às pessoas o que o encanta neste planeta.
Sente que tem muito mundo para percorrer e que a passagem por cada nova rua ou novo lugar lhe permitem novas experiências, novos encontros, conhecer novas pessoas e culturas. Mas também conhecer-se melhor a si próprio. São os pequenos momentos do quotidiano diário que o fazem continuar a querer explorar mais e ir em busca de novos lugares.

Luis Barata
Viaja para compreender o mundo
A viagem foi entrando de várias formas na vida do Luis, como forma de compreender o mundo e as suas culturas. Com formação em urbanismo e amante de derivas flanêuristas, sentiu a necessidade e o interesse em vaguear pelas cidades e aldeias do mundo em busca de outras experiências, outros modos de estar e de ser.
Deambulou pelos Balcãs no pós separação da Jugoslávia para compreender os horrores que faz uma guerra, mas também para ver que a redenção é possível. Viajou como fotorepórter pelo Médio Oriente, para descobrir a esperança e vontade de mudança que levou à Primavera Árabe de 2011. Teve aventuras solitárias por trilhos de vários continentes, desde Hokkaido, no Japão, à Patagónia, onde se viu a cruzar fronteiras clandestinamente. Aventurou-se como couchsurfer no Quénia e no Uganda para perceber a vivência de grande simplicidade e privação do continente negro.
Pelo meio, foi experimentando outras formas de ver e fazer. Trabalhou em rádio e teatro, produziu um par de curtas metragens, desenvolveu uma prática artística ligada à fotografia e frequentou um doutoramento em Arte Contemporânea. Algures no tempo descobriu as práticas meditativas das filosofias e religiões orientais, e foi também por aí, introspectivamente, explorando a sua própria existência e experiência. Teve um casamento “Indiano” - o seu, e outros para os quais foi sendo convidado.
Para o Luis, viajar é uma grande escola, aquela que no fim do dia lhe tráz uma melhor compreensão do mundo, e por consequência também de si mesmo. Acredita que a essência humana é genuinamente boa e que as fronteiras são barreiras imaginárias impostas mas facilmente transponíveis, se colocarmos o coração naquilo que fazemos.

André Parente
À procura da onda perfeita, vai-se encontrando a si próprio
Nascido e criado no Porto, o André começou a viajar desde muito novo com a sua mãe, que trabalhava numa companhia aérea. Em 2007, depois de 10 anos de trabalho em funções de marketing e vendas de grandes empresas, partiu para uma viagem sabática à procura das melhores ondas do mundo, ainda sem ter consciência que começava a largar o conforto de uma vida estável e planeada.
A essa grande viagem, outras se foram seguindo, de preferência ficando durante longos períodos no mesmo destino ou região. Seis meses a percorrer a América Latina por terra, 10 meses a trabalhar em espaços de co-working na Ásia e nove meses a viajar pela Europa de autocaravana são alguns dos projetos que constam no seu currículo de viajante.
Quando não está a viajar, o André ocupa-se com o seu blog Tempo de Viajar, dá formação e trabalha como freelancer nas áreas de web design e marketing digital.

Pedro Pulido
Ávido curioso por descobrir novas culturas
Cresceu sem saber a que se dedicar profissionalmente. Só sabia que para ser feliz precisava estar ligado ao ar livre. Desses tempos de criança até descobrir a paixão por viajar, o tempo passou a voar. Viajar e fotografar tornaram-se muito cedo um vício e uma inspiração e, mais tarde, a sua carreira profissional. Pelo meio, passou pelo mundo das companhias aéreas e de formação e competição de kite surf.
Apos várias viagens, maioritariamente pela Europa e África, conheceu a América do Sul em 2015, por onde deambulou por largos meses até que decidiu fazer de Cusco, no Peru, a sua casa durante três anos. Realizou várias incursões a algumas das zonas mais remotas dos Andes, onde teve a oportunidade de conviver diretamente com comunidades Quechua e, na Amazónia, com as comunidades indígenas - os Matsigenka e os Shipibo. Envolveu-se em vários projetos para o desenvolvimento de algumas dessas comunidades e participou ativamente na promoção da sua cultura.
Continua a sentir o pulsar do mundo, a descobrir novas paisagens e a explorar novas culturas, para saciar o seu ímpeto de exploração.
Criar as melhores viagens de aventura, inspirar a comunidade através da viagem e usar o negócio para causar um impacto positivo no planeta.
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