Sidetracked

a revista que nos desafia a ir mais longe

Inspirada por jornadas desafiantes e histórias de superação, a Nomad associou-se à Sidetracked Magazine para lhe dar a conhecer uma revista capaz de recuperar o sentimento de aventura e exploração.

Folhear a Sidetracked é viajar sem sair do sítio, uma dose de inspiração para novos desafios. As imagens revelam cenários idílicos em que a natureza está em primeiro plano e as narrativas conseguem transportar-nos para lugares inexplorados. Cada história consegue fazer-nos sentir o desconforto da aventura, mas também a excitação de descobrir novos mundos e sensações. Publicada três vezes por ano de forma independente, esta publicação consegue abordar a viagem através de narrativas cativantes e visualmente apelativas. Estas são apenas algumas das razões que fazem da Sidetracked uma das nossas leituras de eleição.

A Nomad está a oferecer os portes de envio na compra de qualquer edição da revista Sidetracked no site do nosso Manifesto. Basta inserir o código #vidanomad no checkout.

Volume #14

“Why do people expose themselves to such powerful and life-changing risk? In those moments, when life hangs in the balance, when limits are reached and even exceeded, when the border between what we believe is possible and what lies beyond is tested, great things can happen. We evolve. We are inspired. But we can also suffer heart-rending loss. Is it worth it?”

Como humanos, evitar riscos desnecessários é algo que nos é natural. Mas a sede de aventura leva-nos a percorrer caminhos improváveis e a desafiar as nossas capacidades físicas e mentais. A edição número 14 da Sidetracked aborda esta temática através de relatos envolventes de quem trocou o conforto da segurança pela vontade de superação.

Andy Torbet, explorador subaquático e pára-quedista, acredita que o risco pode ser gerido, mesmo quando a vontade de aventura implica um contexto de perigo. Um conceito que ele desenvolve no artigo “Risk”. Ao longo desta edição somos também confrontados com outras opiniões e formas de encarar o medo e o desejo de ir mais longe. Para Jillian Brown, o factor de risco está no subconsciente, na pressão externa e nos factores psicológicos e pessoais que nos assombram nos momentos em que somos confrontados com a nossa própria fragilidade. Andy Knight e Jeremiah Watt relembram Scott Adamson, o amigo que perderam, e recordam-se da forma como ele encarava o sentido de aventura e os perigos associados. Ao longo da leitura, o que fica destes relatos é a vontade de ir mais além e de equilibrar o sentido de responsabilidade com o apelo pela aventura.