Ricardo Alves

É a viajar que se sente em casa

Subir o Kilimanjaro, mergulhar nas águas límpidas de Sipadan, explorar os desertos do Médio Oriente e os glaciares da Nova Zelândia, fazem parte das suas experiências de eleição. Mas casar no Butão, num pequeno mosteiro Budista rodeado pelos Himalaias, e passar a Lua-de-Mel no Irão, foram, para o Ricardo, momentos especialmente assinaláveis.

Desde muito cedo, o sonho de explorar o mundo conquistou o seu imaginário. Tudo graças aos serões em que participava com amigos dos pais, a ver projeções de slides de viagens.

Os livros, filmes e documentários que consumia avidamente foram alimentando o fascínio pela arqueologia. A primeira máquina fotográfica que recebeu, oferecida pelos pais, aguçou-lhe ainda mais a vontade de partir à descoberta de novas latitudes. Mais tarde, converteu o primeiro ordenado na primeira grande aventura: os Himalaias Nepaleses. Desde então, a viagem, a fotografia e o desporto outdoor nunca mais o largaram.

Debate-se com o sentimento de que o mundo é grande demais para conhecer numa vida. Por isso, o desejo de o explorar e o apelo da evasão levam-no sempre a partir.

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Ricardo Alves