Eduardo Leal

Narra o mundo através da sua lente

Aos 23 anos, logo depois de concluir a licenciatura em jornalismo, o Eduardo fez as malas e deixou Portugal para se aventurar pelo estrangeiro. Inspirou-se no avô, que, na década de 50, deu meia volta ao mundo de barco. Começou por se estabelecer na Escócia e dali partiria à descoberta de outras latitudes. Passou nove meses a explorar a América do Sul, viveu na Amazónia peruana com a tribo Esejá e percorreu a Ásia ao longo de um ano. Foi também do avô que herdou a paixão pela fotografia. Em viagem, viu crescer não só o conhecimento sobre si mesmo e sobre o mundo, como também a vontade de usar a fotografia para contar histórias.

Com a experiência acumulada, voltou a fazer as malas para se mudar para Londres, onde começou a focar-se na sua carreira. Trabalhou como fotógrafo e foi responsável pela criação de um arquivo fotográfico sobre a Revolução Cubana. Daí à cobertura de grandes eventos históricos foi um pulo. Da Venezuela de Chavez, ao Brasil do Mundial, da Bolívia das Cholitas, à Colômbia das guerrilhas. O seu trabalho foca-se essencialmente em costumes, questões políticas, sociais e ambientais.

Após mais de 15 anos de estrada, move-o a paixão pelas viagens e pela fotografia. Continua a correr o mundo em busca de histórias, sempre de máquina fotográfica em punho. Fixou-se em Macau e ocupa os tempos livres com os livros, que consome avidamente, e a experimentar as iguarias locais.

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