Detalhes da Viagem

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Descoberta Cultural

Exploração da Mongólia
com Bernardo Conde

Mongólia

Parta para o coração da Ásia Central e descubra um país de nómadas incrivelmente hospitaleiros e paisagens intocadas. Do deserto de Gobi à estepe mongol, levamo-lo a remotos mosteiros budistas, austeras cidades de deserto, mercados de rua, densas florestas, imponentes montanhas e dunas gigantes. Dividimos as noites entre hotéis, uma cabine de comboio e os tradicionais gers, onde trocamos experiências com os nossos anfitriões e tomamos contacto com as suas tradições ancestrais. Observamos o legado da presença soviética e conversamos com descendentes de Gengis Khan. É uma viagem intensa e de profunda descoberta cultural.

Percurso: 

Dia 1 Chegada a Ulan-Bator
Dia 2 Gobi: Baga Gazrin Chuluu
Dia 3 Gobi: Tsagaan Suvarga
Dia 4 Gobi: Dalanzadgad e Bayanzag
Dia 5 Gobi: Dunas Gigantes de Khongoryn
Dia 6 Arvaikheer
Dia 7 Vale de Orkhon
Dia 8 Vale de Orkhon
Dia 9 Templo de Tovkhon e Karakorum
Dia 10 PN Khustai
Dia 11 Ulan-Bator
Dia 12 Voo para Moron e Lago Khovsgol
Dia 13 Lago Khovsgol
Dia 14 Khutag Ondor
Dia 15 Mosteiro Amarbayasgalant
Dia 16 Erdenet e Linha Comboio Transiberiano
Dia 17 Ulan-Bator
Dia 18 Ulan-Bator e Voo de Regresso

Destaques: 

- Atravesse o Deserto de Gobi
- Durma num ger

- Conheça os descendentes de Gengis Khan

- Suba a uma duna gigante

- Durma no comboio na linha férrea transiberiana

Perguntas frequentes: 

Vou precisar de visto para a Mongólia?
Desde 1 de Janeiro de 2016, o visto voltou a ser obrigatório para viajantes portadores de passaporte português. Como a Mongólia não tem representação diplomática em Portugal, o seu visto terá que ser pedido na Embaixada da Mongólia, em Paris. A Nomad recomenda a Visateam (http://www.visateam.pt) para o tratamento do visto de que necessita para esta viagem. A Visateam é parceira Nomad desde a sua fundação tendo dado provas de profissionalismo e confiança. Os seus especialistas conhecem bem as nossas viagens e estão completamente aptos para ajudá-lo em todo o processo de pedido de visto, quer por telefone/mail, quer presencialmente, nas suas instalações de Lisboa e Porto.

Como são os alojamentos?
Com a Nomad, a escolha dos alojamentos é encarada de forma muito criteriosa, para que a nossa seleção tenha o equilíbrio perfeito entre o contacto com a cultura visitada, o conforto necessário e a facilidade da própria viagem. Nalgumas cidades onde esta viagem passa usamos hotéis. Nas restantes noites dormimos em gers. Os gers são as yurts mongóis, usadas também noutros países da Ásia Central. São grandes tendas tradicionais que o povo mongol ainda hoje usa. São altas e confortáveis, aquecidas por um característico fogão de sala e bem isoladas para fazer face ao frio do rigoroso inverno que atinge a Mongólia.
Na nossa viagem, em cada ger dormem normalmente cinco pessoas. Na maior parte não há banho disponível e as casas de banho são rústicas latrinas de fossa nas imediações. As instalações são básicas, mas os mongóis são muito cuidadosos com a limpeza, pelo que pode esperar boas condições de higiene. E são pessoas muito hospitaleiras, pelo que, dentro das suas possibilidades, vão certificar-se de que nada lhe faltará. Normalmente não ficará sem acesso a duche mais de 3 dias seguidos.
Em Ulan-Bator usamos um hotel de 3 estrelas bem localizado com boas condições de acordo com os padrões europeus. Tem casas de banho nos quartos e internet wireless. Os restantes hotéis da viagem são mais básicos, pois a oferta é muito limitada nas outras cidades do país. Nos hotéis ficam duas pessoas por quarto ou, pontualmente, três pessoas. Nesses locais terá acesso a internet através de cybercafes.
Os alojamentos das nossas viagens não têm o luxo de um resort, mas completam a emoção de explorar um país diferente. No final, os nossos viajantes referem-se a eles como parte integrante da sua viagem. Além de proporcionar experiências mais ricas do que nos limitarmos à utilização de hotéis padronizados estamos, assim, a apoiar as economias locais e a contribuir de forma sustentável para o desenvolvimento das regiões que visitamos. Em suma, com as viagens Nomad, não vai para hotéis internacionais de 5 estrelas, mas acredite que as nossas escolhas fazem parte de uma experiência 5 estrelas.

Se pretender chegar a Ulan-Bator uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Ulan-Bator no fim da viagem?
Se pretender chegar a Ulan-Bator um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra neste mesmo alojamento em Ulan-Bator, no final da viagem.

O grupo viaja todo junto?
Não, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

Como é que se faz a reunião do grupo à chegada, uma vez que os voos são marcados de forma individual?
Quer marque o voo por si ou através de nós e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os detalhes de voo de cada participante de modo a podermos passá-los ao Líder Nomad. Assim, ele estará a par do horário de chegada de cada um e estará à sua espera.

Podem reservar-me os voos?
Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo (atualmente há boas ofertas em motores de busca on-line como o eDreams) e de onde quer partir.

Posso inscrever-me sozinho?
Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho.

Com quem irei partilhar a minha viagem, como são os viajantes Nomad?
Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

Itinerário detalhado: 

Dia 1 Chegada a Ulan-Bator
À chegada, o líder Nomad Bernardo Conde dá-lhe as boas vindas à Mongólia. Em Ulan-Bator, as tradições ancestrais e o culto budista contrastam com a arquitetura estalinista herdada do período de influência soviética e com os traços de modernidade que hoje invadem esta cidade isolada no coração da Ásia Central. Não estranhe se vir um habitante local no seu dia a dia envergando orgulhosamente o seu del (traje tradicional), enquanto passa em frente do Parlamento ou da Bolsa de Valores da cidade.

Alimentação: -
Alojamento: Hotel

Dia 2 Gobi: Baga Gazrin Chuluu
Pela manhã, despedimo-nos dos últimos confortos do mundo moderno e deixamos Ulan-Bator. Com provisões para vários dias carregadas, lançamo-nos rumo ao deserto de Gobi, onde os seus habitantes continuam a viver segundo as tradições nómadas. Passamos pela montanha sagrada de Zorgol Khairkhan e seguimos para região remota de Baga Gazrin Chuluu, uma formação granítica que emerge na extensa planície e onde podemos encontrar as ruínas de um antigo mosteiro budista. Pouco depois, chegamos ao local onde estarão os nossos anfitriões, uma acolhedora família do Gobi superior que nos vai receber na primeira noite da viagem que passamos em gers.

Alimentação: Pequeno almoço, almoço e jantar

Alojamento: Ger

Dia 3 Gobi: Tsagaan Suvarga
Continuamos para o interior do deserto de Gobi, cuja paisagem não pára de surpreender. Os grandes camelos asiáticos fazem hoje as suas primeiras aparições. É o seu terreno natural. Para além destes, numerosos rebanhos de cabras e ovelhas pastam por todo o lado. É destas cabras que é retirada a fina lã para as roupas de caxemira. Mais tarde, chegamos a Tsagaan Suvarga, onde encontramos um cenário geológico de chaminés de fada. Nos vales que circundam o local, já existiu em tempos um mar interior, que nos é testemunhado por alguns fósseis que poderemos encontrar. Passeamos a pé pela zona e, de seguida, juntamo-nos a uma família nómada que vive da pastorícia em pleno deserto.

Alimentação: Pequeno almoço, almoço e jantar
Alojamento: Ger

Dia 4 Gobi: Dalanzadgad e Bayanzag
Despedimo-nos dos nossos anfitriões após o pequeno-almoço e seguimos viagem. Aqui e ali, polvilhando a paisagem, encontramos camelos e conjuntos de gers, que alojam famílias que mantêm este modo de vida nómada que tanto caracteriza os mongóis. Parecem incrivelmente isolados de tudo e de todos, no meio de uma região desértica, no interior de um país que se encontra, ele próprio, muito isolado do mundo. Atingimos o ponto mais a sul da viagem, Dalanzadgad - a capital desta província do Gobi e simbolicamente a capital do deserto. É uma pequena cidade, ventosa e isolada, mas com um carisma muito próprio. Depois do almoço, despedimo-nos da capital do deserto e fazemos um curto percurso até Bayanzag, onde ficamos a dormir. Foi aqui que, durante o século XX, foram encontrados muitos ovos e esqueletos de dinossauros, que hoje podem ser encontrados no Museu de História Natural de Ulan-Bator ou noutros museus espalhados pelo mundo. O cenário é surrealista, de areia e rocha vermelha, que nos demonstra a diversidade das paisagens do Gobi.

Alimentação: Pequeno almoço e jantar
Alojamento: Ger


Dia 5 Gobi: Dunas gigantes de Khongoryn
Deixamos a terra dos dinossauros e chegamos às gigantescas dunas de areia de Khongoryn. As dunas estendem-se por mais do que a nossa vista alcança, ao longo de cerca de 180 quilómetros de cumprimento e várias centenas de metros de altura. E nós temos um desafio para si. Que tal subir ao topo de uma destas dunas? Atreva-se ao esforço de as subir na companhia do Bernardo e garantimos-lhe uma visão avassaladora! Se a aventura não lhe parecer tentadora pode ficar junto ao ger a ler um livro ou, simplesmente, a descontrair enquanto contempla a paisagem.

Alimentação: Pequeno almoço, almoço e jantar
Alojamento: Ger


Dia 6 Arvaikheer
Hoje abandonamos o deserto de Gobi. É um dia longo em viagem, em que mudamos o nosso rumo e apontamos para norte, atravessamos as montanhas Arts Bogdyn e entramos na paisagem da estepe. À medida que vamos deixando o Gobi, a paisagem torna-se menos austera dando lugar a pastos mais viçosos. A água começa a fazer também o seu inevitável aparecimento em rios e ribeiros que nos surgem como cenário de viagem. Chegamos por fim à cidade de Arvaikheer, onde passamos a noite, desta vez num hotel local para nos permitir alguns confortos que não foram possíveis nos últimos dias.

Alimentação: Pequeno almoço e almoço
Alojamento: Hotel

Dias 7 e 8 Vale de Orkhon
Entramos no majestoso vale de Orkhon, classificado pela UNESCO como paisagem cultural. O vale é muito fértil e, desde sempre, atraiu vários povos que aqui se foram fixando. Ficamos a dormir em gers nas duas noites que aqui passamos, mesmo junto à sua emblemática queda de água, um lugar idílico e perfeito para descontrair. O Bernardo vai certamente desafiá-lo para um descontraído passeio a cavalo ao longo do vale, num puro sangue descendente das montadas de Gengis Khan. Aproveite ainda o tempo livre para dar um passeio junto ao rio ou, porque não, dar um mergulho nas suas águas que vão desaguar, muitos quilómetros depois, no lago Baical, na Rússia.

Alojamento: Ger

Alimentação: Pequeno almoço, almoço e jantar

Dia 9 Templo de Tovkhon e Karakorum
O dia de hoje leva-nos a descer calmamente o vale. Algum tempo depois de nos despedirmos dos nossos anfiriões, paramos para visitar o templo de Tovkhon, lugar que serviu de retiro para o aclamado artista e líder espiritual Zanabazar. Seguimos depois até Karakorum, a antiga capital da Mongólia. No séc. XIII, Gengis Khan decidiu mudar a capital do seu império para este local, embora as construções só se tenham iniciado após a sua morte. Karakorum foi a capital do Império Mongol apenas por 40 anos, pois foi pouco depois mudada para onde é atualmente Pequim. Ficamos a dormir na encosta virada para o mosteiro Erdene Zuu, o mais antigo mosteiro budista da Mongólia e que vamos visitar na manhã seguinte.

Alojamento: Ger

Alimentação: Pequeno almoço, almoço e jantar

Dia 10 Mosteiro Erdene Zuu e PN Khustai
Após o pequeno-almoço, entramos no Mosteiro Erdene Zuu. É o mais antigo mosteiro budista da Mongólia e, apesar de ter sofrido uma severa destruição durante as purgas soviéticas, alguns dos seus mais importantes templos foram poupados e podem hoje ser visitados. É um dos raros locais na Mongólia onde podemos ainda encontrar exemplares originais de máscaras da dança budista. Depois de deixarmos o mosteiro seguimos para o PN Khustai. Nesta área de reserva natural vive a única raça de cavalo selvagem do mundo: o Przewalski ou takhi, como é chamado na Mongólia.


Alimentação: Pequeno almoço e almoço
Alojamento: Ger

Dia 11 PN Khustai e Ulan-Bator
Bem cedo pela manhã, quando os animais estão mais ativos, saímos para um passeio pelo parque em busca do cavalo takhi e das muitas outras espécies que aqui habitam, como veados, gazelas e marmotas. Regressamos para o pequeno-almoço e partimos rumo a Ulan-Bator, onde passamos a tarde e a noite.

Alimentação: Pequeno almoço
Alojamento: Hotel

Dia 12 Voo para Moron e Lago Khovsgol
Deixamos mais uma vez a capital mongol, desta vez de avião. Neste voo de baixa altitude vai poder observar a imensidão da estepe mongol até aterrarmos em Moron, no norte do país. Daqui seguimos para o lago Khovsgol, uma gigante massa de água que contém cerca de 70% das reservas de água doce da Mongólia. Estamos já muito perto da fronteira com a Rússia e as aproximações culturais são tão notórias quanto as suas diferenças. É um local de contrastes. Encontramos muitas casas de madeira e menos gers do que no sul da Mongólia, menos nómadas e mais xamãs. Mas os cavalos, a pastorícia e o herói Gengis Khan são omnipresentes. As chuvas mais abundantes proporcionam a estes vales mais floresta e pastos regulares durante todo o ano, permitindo às populações fixar-se com mais facilidade. Estamos em plena paisagem de taiga e as encostas encontram-se forradas a floresta de coníferas.

Alimentação: Pequeno almoço
Alojamento: Ger

Dia 13 Lago Khovsgol
Acordamos num ger na margem do lago. Os mais afoitos vão sentir-se tentados a mergulhar nas suas águas cristalinas... e frias. Hoje não temos atividades programadas para que possa levar o dia ao seu ritmo, enquadrado por esta paisagem imponente. É um bom dia para descansar, passear pela margem do lago, andar a cavalo e fazer como os mongóis - deixar o tempo passar.

Alimentação: Pequeno almoço
Alojamento: Ger

Dia 14 Khutag Ondor
Temos pela frente um longo dia. Acordamos cedo e atiramo-nos à estrada para chegar a uma povoação próxima das montanhas de Khutag Ondor. Apesar de extenso, o dia vai presentear-nos com belas paisagens que vão ajudar a suavizar a jornada.

Alimentação: Pequeno almoço e almoço
Alojamento: Ger

Dia 15 Mosteiro Amarbayasgalant
Este mosteiro situa-se num belo vale, próximo do rio Selenge, o maior da Mongólia. Não há estradas nem povoações à sua volta. É paradisíaco e foi escolhido para ser um refúgio de tranquilidade, num local idílico que apela à meditação. Vamos conhecer o seu interior e ver o dia a dia dos monges que aqui habitam todo o ano. Somos acolhidos em gers bem próximos por uma família que aqui vive durante todo o verão.

Alimentação: Pequeno almoço, almoço e jantar
Alojamento: Ger

Dia 16 Erdenet e Linha do Comboio Transiberiano
Erdenet é a segunda maior cidade da Mongólia. Cresceu com a primeira era industrial do país, dependente da exploração de minério de ferro, cobre e carvão. Uma grande parte da sua população é russa, o que é bem notório nas ruas. É tão comum ouvir falar mongol como russo por aqui.
À noite, apanhamos o comboio que nos leva numa viagem noturna até Ulan-Bator. Entramos na linha do transiberiano transmongol, a vertente do transiberiano que atravessa a Mongólia rumo a Pequim. O comboio que apanhamos é local, não vem da Rússia, uma vez que só os passageiros que partem do interior da Rússia podem apanhar o comboio internacional. Isso significa que vamos viajar na companhia dos locais, os mongóis que se deslocam entre cidades. O comboio é antigo, mas confortável e dispõe de camas e casas de banho na classe onde viajamos.

Alimentação: Pequeno almoço
Alojamento: Cabine de comboio

Dia 17 Ulan-Bator
Chegamos a Ulan-Bator bem cedo pela manhã. Este dia é dedicado à visita à capital mongol. Agora que conhecemos o país rural e a realidade da vida nómada, a cidade aparenta ser uma metrópole cosmopolita onde já nada parece faltar. Visitamos o mosteiro Gandam, o maior mosteiro budista do país, deambulamos pelas largas avenidas e exploramos a praça central, onde as famílias se juntam para desfrutar o final da tarde, sob a imponente presença do parlamento nacional e de lojas internacionais como a Louis Vuitton.

Alimentação: -
Alojamento: Hotel

Dia 18 Ulan-Bator e Voo de Regresso
Chegou a altura de deixar a Mongólia e de se despedir do Bernardo, que o vai levar ao aeroporto para o voo de regresso de acordo com o seu horário. Fim do programa.

Alimentação: Pequeno almoço
Alojamento: -

Inclui:
- Alojamento durante todo o programa

- 16 pequenos almoços, 11 almoços e 6 jantares

- Transportes locais (carrinha, avião e comboio)

- Acompanhamento de líder Nomad

- Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)

Exclui:
- Voos internacionais

- Alimentação não especificada (cerca de 100€ para o total das refeições não incluídas)

- Entradas em monumentos

- Visitas não especificadas

- Atividades extra

- Extras pessoais como bebidas, telefone, etc

- Seguro pessoal

Impacto Cultural > Moderado
Estará exposto a costumes e gastronomia diferentes da que está habituado, mas não sentirá grandes dificuldades de adaptação.
Esforço físico > Ligeiro
Viagens com atividades acessíveis a todos.
Zona de Conforto > Baixo
Alguns alojamentos estarão no limiar das condições de higiene mínimas e as deslocações poderão ser realizadas em transportes rudimentares.

Resumo de Viagem

Duração da viagem: 
18 dias
Alojamento: 
Ger (11 noites), Hotel (5 noites), Cabine de comboio (1 noite)
Atividades: 
Descoberta Cultural
Inscrições: 

Min: 5       Max: 11

Voos (não incluídos)

Valor Indicativo
1 000€

Próximas datas

  • 8 a 25 Jun 2017
    1380€
  • 14 Set a 1 Out 2017
    1380€
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Testemunho

"Claramente foi e será uma das grandes viagens da minha vida. Um país vasto e variado, com gentes, culturas e paisagens tão diferentes da nossa. Houve vários episódios que marcaram esta viagem. Mas uns dos que mais impressionou e que tem o selo Mongólia, foi ouvir o canto gutural ou difónico. É um canto irreal e surreal, quase inumano." Pedro C.

Líder Nomad

Bernardo Conde

Nada lhe dá mais prazer que mostrar o mundo aos outros


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