Detalhes da Viagem

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Descoberta Cultural

Colômbia
com Filipa Chatillon

Colômbia

Cultura e café, história e montanhas, praias caribenhas, selva e cidades modernas, desertos e povos indígenas. Acompanhe-nos por um país de uma variedade imensa, desde a capital, Bogotá, até ao ponto mais a norte da América do Sul, Punta Gallinas. Atravessamos as cordilheiras andinas que formam a espinha dorsal do país, explorando a Zona Cafetera, e vivenciando a cosmopolita Medellín. Daí atingimos a costa do Caribe onde passeamos pela Cartagena colonial antes de sair à aventura pela Península de La Guajira, terra do povo Wayuu, de desertos que chegam ao mar e pores do sol inesquecíveis. Terminamos a viagem relaxando junto às praias de Palomino e do Parque Nacional de Tayrona, onde a selva abraça o mar das Caraíbas.

Percurso: 

Dia 1 Chegada a Bogotá
Dia 2 Bogotá

Dia 3 Salento
Dia 4 Vale do Cocora

Dia 5 Medellin
Dia 6 Medellin
Dia 7 Medellin e Autocarro para Cartagena
Dia 8 Cartagena
Dia 9 Cartagena
Dia 10 Rioacha

Dia 11 Península de Guajira
Dia 12 Península de Guajira
Dia 13 Península de Guajira e Palomino
Dia 14 Palomino

Dia 15 PN Tayrona
Dia 16 Palomino e Cartagena
Dia 17 Cartagena e Voo de Regresso

Destaques: 

- Explore a Cartagena colonial - Património da Unesco
- Surpreenda-se com a atual Medellín, outrora o centro do narcotráfico
- Mergulhe na cultura do café

- Percorra a isolada Península de Guajira

Perguntas frequentes: 

Para esta viagem é necessário visto?
Para os portugueses, não é necessário visto para a Colômbia. Basta levar passaporte com validade mínima de 6 meses após a data de fim da viagem e bilhete de avião de ida e volta.

Como são os alojamentos?
Com a Nomad, a escolha dos alojamentos é encarada de forma muito criteriosa, para que a nossa selecção tenha o equilíbrio perfeito entre o contacto com a cultura visitada, o conforto necessário e a facilidade da própria viagem.
Nesta viagem recorremos a pequenos estabelecimentos locais, alguns de carácter familiar e a alguns alojamentos rudimentares, onde não há outras opções.
Nas cidades de Bogotá, Medellín e Cartagena ficamos em pequenos hotéis ou pousadas, em quartos duplos com casa de banho privativa.
Em Salento baseamo-nos duas noites numa antiga casa colonial, que funciona como pousada. Alguns quartos poderão ser triplos, mas confortáveis. Todos têm casa de banho privativa.
Durante os dias em que percorremos a Península de Guajira o alojamento é muito simples, nas rancherias dos Wayuu. Dormimos nos típicos chinchorros, que são camas de rede. Estas rancherias são, na maioria dos casos, choupanas, com um telhado, partilhadas por todo o grupo. As casas de banho são muito básicas e não há água quente. Estas são as condições possíveis no local. Este menor conforto é compensado por paisagens únicas de um lugar inóspito e pelo contacto direto com os Wayuu e com o seu modo de vida.
Em Palomino ficamos em bangalós, na praia. Os quartos são duplos, ou triplos, com casa de banho privativa.

Os alojamentos das nossas viagens não têm o luxo de um resort, mas completam a emoção de explorar um país diferente. No final, os nossos viajantes referem-se a eles como parte integrante da sua viagem. Além de proporcionar experiências mais ricas do que nos limitarmos à utilização de hotéis padronizados estamos, assim, a apoiar as economias locais e a contribuir de forma sustentável para o desenvolvimento das regiões que visitamos.  Em suma, com as viagens Nomad, não vai para hotéis internacionais de 5 estrelas, mas acredite que as nossas escolhas fazem parte de uma experiência 5 estrelas.

Esta viagem permite alojamento individual?
Não. Isto deve-se ao facto de recorrermos a alojamentos de pequenas dimensões, alguns de estrutura familiar, em que se torna impossível garantir que todos os participantes pudessem ficar em quarto individual, caso o desejassem. Na Península de Guajira as condições são muito básicas, o que obriga à partilha do mesmo espaço por todo o grupo. O que perdemos em privacidade, ganhamos em autenticidade e de proximidade com a cultura local. A partilha de quartos é prática habitual das viagens Nomad. Ao inscrever-se nesta viagem, partilhará quarto com um ou mais participantes do mesmo sexo.

Se pretender chegar Bogotá uns dias mais cedo posso reservar convosco o alojamento? E se pretender ficar mais dias em Cartagena no fim da viagem?
Se pretender chegar a Bogotá um ou mais dias antes da data de início da viagem podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos na viagem. No entanto, isso estará sujeito à disponibilidade do alojamento, pelo que sugerimos que nos faça o pedido assim que saiba as datas da sua viagem. A nossa equipa de atendimento pode prestar-lhe a informação de preço e disponibilidade. Da mesma forma, podemos reservar para si noites extra no mesmo alojamento que usamos em Cartagena, no final da viagem.

Qual é o valor estimado para despesas com alimentação e outros gastos não incluídos?
Os pequenos-almoços estão todos incluídos, exceto o da manhã de chegada a Salento. Os almoços e jantares não estão incluídos, exceto nos dias passados na Península de Guajira. Estimamos um gasto diário com a alimentação de cerca de 20 euros. Conte com algum dinheiro mais para entradas em monumentos e atividades não incluídas.

O grupo viaja todo junto?
Não, o ponto de encontro é sempre no destino. Assim tem a flexibilidade de escolher o horário de voo que mais lhe agradar.

Como é que se faz a reunião do grupo à chegada, uma vez que os voos são marcados de forma individual?
Quer marque o voo por si ou através de nós e independentemente do seu ponto de partida, nós ficaremos com os detalhes de voo de cada participante de modo a podermos passá-los ao Líder Nomad. Assim, ele estará a par do horário de chegada de cada um e estará à sua espera.

Podem reservar-me os voos?
Sim, pode tratar de todos os seus voos com a nossa agência. O voo não está incluído no preço da viagem para que possa ter a flexibilidade de escolher onde quer comprar o voo (atualmente há boas ofertas em motores de busca on-line) e de onde quer partir.

Posso inscrever-me sozinho?
Sim, maior parte dos nossos viajantes viaja sozinho.

Com quem irei partilhar a minha viagem, como são os viajantes Nomad?
Os viajantes Nomad têm todos um grande interesse comum: as viagens. É uma evidência, mas indica imediatamente que são pessoas curiosas, ativas, com gosto por conhecer, explorar e, sobretudo, encontrar uma visão diferente e uma atitude sustentável em relação aos lugares que visitam ou que percorrem. Como de uma característica de espírito se trata, é natural que seja transversal a qualquer faixa etária dos 20 aos 80 anos, e independente dos cargos ou estatutos que se possam ter na vida profissional. São pessoas que procuram a aventura e a descoberta e, por isso, têm uma atitude descontraída face aos imprevistos que possam surgir e preferem o contacto com os costumes locais ao conforto burguês das cadeias internacionais de hotéis ou restaurantes. São, sobretudo, pessoas que se inscrevem a maior parte das vezes de forma individual, e que esperam levar, no fim de cada viagem, a recordação de momentos inesquecíveis entre um grupo de novos amigos.

Itinerário detalhado: 

Dia 1 Chegada a Bogotá
À chegada a Bogotá a líder Nomad Filipa Chatillon aguarda-o no aeroporto, para lhe dar as boas vindas e acompanhar ao hotel. A 2640 metros de altitude, rodeada pelos Andes, e com 8 milhões de habitantes (é a 4a maior cidade da América Latina), Bogotá é, ao mesmo tempo, uma cidade moderna, fervilhante de vida e uma capital histórica e colonial.

Alimentação: -
Alojamento : Hotel

Dia 2 Bogotá
Começamos o dia com uma panorâmica sobre a cidade. Subimos de teleférico ao Cerro Monserrate de onde se vê toda Bogotá e as montanhas que a rodeiam. Descemos no funicular. Para ficar a conhecer a história pré­hispânica do país, e apreciar uma enorme coleção de artefactos de ouro de todos os povos que habitavam a Colômbia, antes da conquista, fazemos uma visita ao Museu do Ouro. Seguimos depois para o coração colonial, o bairro La Candelaria, onde almoçamos. Dedicamos a tarde a conhecer este bairro, os seus edifícios coloniais e a rede de museus e igrejas que o enriquecem. Passeamos ainda pela Plaza Bolivar e deambulamos por ruas e ruelas, de olho na arquitetura da cidade. Ao fim da tarde voltamos ao hotel para recolher as bagagens. De seguida vamos celebrar um primeiro dia bem cheio ao jantar, para logo depois nos despedirmos de Bogotá e sairmos no autocarro da noite para Armenia, rumo à “zona cafetera”.

Alimentação: Pequeno­ almoço

Alojamento: Autocarro noturno

Dia 3 Salento

Chegamos bem cedo a Armenia, onde apanhamos um mini­bus para Salento, a nossa base para os próximos dias. Salento foi fundada em 1850 e é uma das mais antigas da província de Quindío. É conhecida pela sua arquitetura colonial, pelos seus artesãos e pelas quintas de produção de café. Deixamos as bagagens na pousada, tomamos o pequeno­-almoço e caminhamos cerca de uma hora até uma quinta de café, onde ficamos a conhecer todo o processo de fabricação de um café orgânico e artesanal, da semente à chávena. Depois de almoço temos a tarde livre, para descansar da noite em viagem e da manhã agitada. Ou então dar um passeio a pé pelas imediações, ou simplesmente ver a sociedade colombiana passar nos seus passeios de domingo nas ruas de Salento num dos muitos cafés. E, se o seu espírito for irrequieto como o da Filipa, que tal acompanhá-la num passeio a cavalo ao final da tarde?

Alimentação: -
Alojamento: Hotel

Dia 4 Vale do Cocora
De manhã cedo apanhamos um dos clássicos Jeep Willy que, nesta zona, funcionam como táxis e transporte para todos os serviços. Dirigimo-­nos ao Vale de Cocora, que vamos começar por explorar a pé, ao longo de uma caminhada que nos deve tomar o resto da manhã e início da tarde, num ritmo descontraído que nos permite muitas paragens para observar a paisagem. Estendendo­-se para leste de Salento e ao longo do Parque Nacional Los Nevados, este vale verde, delimitado por picos montanhosos afiados tem uma grande concentração de Palmeiras­ de ­Cera, a árvore nacional da Colômbia. Podendo atingir os 60 metros de altura, é a palmeira mais alta do mundo e distribui-­se pelo vale, como antenas naturais a razar o céu. De volta a Salento vai poder desfrutar do final de tarde para descansar da caminhada ou espreitar as lojas de artesanato da Calle Real. Ou então acompanhar a Filipa na subida ao Alto de la Cruz para contemplar a vila e, do outro lado, o vale por onde caminhámos de manhã.

Alimentação: Pequeno­ almoço
Alojamento: Hotel

Dia 5 Medellin
Saímos cedo no autocarro para Medellin, "cidade da eterna primavera”, onde chegamos a meio da tarde. Durante anos fechada para o mundo devido à violência exercida pelo narcotráfico, sob o comando de Pablo Escobar, Medellín é hoje uma das cidades mais seguras e acessíveis do país. É uma cidade vibrante, de indústrias, comércio e estudantes, com um sistema de transportes que é exemplo mundial e muitos jardins, museus e vida noturna. Em 2013 foi votada cidade mais inovadora do mundo, pelo Wall Street Journal. Depois de nos instalarmos no hotel, e de um merecido descanso da viagem, exploramos o lado mais cultural da cidade. Visitamos livrarias e centros culturais, bares clássicos dedicados ao tango e, depois do jantar, assistimos a um concerto de salsa onde, quem quiser, poderá dar um pezinho de dança.

Alimentação: Pequeno almoço
Alojamento: Hotel

Dia 6 Medellin
Passamos a manhã a conhecer um pouco da história da cidade e a transformação sofrida em Medellín desde a morte de Pablo Escobar. Através da implementação de um inovador sistema de transportes e da promoção da educação e cultura, foi possível a inclusão dos habitantes de bairros marginais na vida da cidade, diminuindo muito a criminalidade. Na companhia de um guia local, que se vai juntar a nós, vamos percorrer este sistema de transporte, visitamos a cidade e falamos com os seus habitantes sobre a sua história. Depois de almoço visitamos o Museu Casa de La Memoria, de modo a integrar e melhor compreender a história turbulenta da cidade, e do país. Para terminar o dia a nossa sugestão desta vez leva-nos a jantar na zona mais rica e turistica de El Poblado, de modo a mergulharmos nas várias dimensões e antagonismos de Medellin.

Alimentação: Pequeno almoço

Alojamento: Hotel

Dia 7 Medellin e Autocarro para Cartagena
A manha é livre para que possa explorar os seus interesses específicos na cidade. Não se preocupe, que a Filipa terá sugestões para lhe dar. Em alternativa, pode simplesmente acordar tarde e descansar da noite anterior. Ao final da manhã vamos visitar o mercado, que será também um belo sítio para o nosso almoço. Durante a tarde despedimo-nos da cidade com uma panorâmica sobre a mesma, desde o cerro Nutibara e relaxamos no Jardim Botânico. Passamos pelo hotel para apanhar a bagagem e saímos para Cartagena no autocarro da noite, numa longa viagem noturna.

Alimentação: Pequeno almoço

Alojamento: Autocarro noturno

Dia 8 Cartagena
Chegamos a Cartagena ao final da manhã e seguimos diretamente para o hotel. Pousamos a bagagem, refrescamo-nos da viagem e almoçamos descontraidamente. Depois de deambular pelas ruas da cidade, terminamos o dia com um por do sol visto desde a muralha da cidade. Depois, sugerimos jantar num dos muitos bons restaurantes da cidade e, quem sabe, mais um pezinho de salsa. Estamos no país dela, afinal.

Alimentação: Pequeno­ almoço
Alojamento: Hotel

Dia 9 Cartagena
Passamos o dia a visitar Cartagena, em particular o seu centro histórico, classificado como Património Histórico da Humanidade pela Unesco. Fundada em 1533, a cidade conserva a arquitetura colonial e o conjunto de fortificações mais completo da América do Sul. Dentro de 13 km de muralha encontra­-se um labirinto de ruas empedradas, praças rodeadas por casas coloridas, pátios e alpendres floridos e um conjunto impressionante de igrejas e mosteiros. É um lugar para conhecer em ritmo de passeio, vivendo a sua atmosfera e parando a descansar do calor numa das muitas esplanadas.

Alimentação: Pequeno­ almoço
Alojamento: Hotel

Dia 10 Rioacha
Dia de viagem de autocarro até Rioacha, de onde partiremos no dia seguinte para a aventura na Península de Guajira. Chegamos a tempo de passear pela praia e pelo cais, datado de 1937, apreciando o bulício do final de tarde. Estamos já em terra do povo Wayuu e algumas mulheres, nos seus trajes tradicionais, vendem artesanato ao longo do passeio marítimo.


Alimentação: Pequeno­ almoço
Alojamento: Hotel

Dia 11 Península de Guajira
Saímos em jipes, para os três dias de exploração da Península de Guajira. Exposta aos ventos alísios, é caracterizada por uma extrema aridez, dunas enormes que rodeiam baías de azul forte e maciços rochosos que emergem do mar e formam falésias e vultos a contra­luz nos impressionantes pores do sol que caraterizam esta zona. Aqui, os Wayuu, povo orgulhoso, que resistiu à colonização europeia e mantém ainda hoje os seus costumes e língua tradicional, vivem ao seu próprio ritmo. Neste primeiro dia dirigimo­-nos a Cabo de la Vela, onde pernoitamos. Pelo caminho passamos por Uribia (Capital Indígena da Colômbia), Manaure, as maiores salinas do país e pela praia Pilón de Azucar. Vemos o pôr do sol junto ao farol que, do cimo de um promontório, vigia a costa.


Alimentação: Pequeno­ almoço, almoço, jantar
Alojamento: Cabanas de praia (camas de rede)

Dia 12 Península de Guajira
Saímos para Punta Gallinas,o ponto mais a norte da América do Sul. Passamos por Puerto Bolívar e pela Bahía de Portete. Almoçamos em Pusheo. Visitamos as Dunas da praia de Taroa, verdadeiras montanhas douradas que descem até ao mar, e o farol de Punta Gallinas. Jantamos e dormimos em Punta Gallinas.


Alimentação: Pequeno­ almoço, almoço, jantar
Alojamento: Cabanas de praia (camas de rede)

Dia 13 Península de Guajira e Palomino
De manhã, passeamos de barco pela Bahia Hondita e visitamos a praia de Pusheo, na Bahia Honda. Almoçamos em Uribia e saímos de volta a Rioacha, onde chegamos ao final da tarde, mas ainda a tempo de apanharmos um autocarro para Palomino, onde ficamos os próximos dias.


Alimentação: Pequeno­ almoço, almoço
Alojamento: Bangalós

Dia 14 PN Palomino
Palomino é uma vila no sopé da Serra Nevada de Santa Marta, com uma praia de areia branca, delimitada por palmeiras que se extende por vários quilómetros, entre os rios San Salvador e Palomino. Este é um lugar ainda muito tranquilo, onde nos podemos cruzar com pescadores Wayuu nas suas rotinas diárias. Para descansar dos percursos de jipe dos dias anteriores, nada melhor do que relaxar numa praia paradisíaca. Para os mais ativos existem nesta zona muitas opções disponiveis como surf, caminhadas pela serra e passeios a cavalo.


Alimentação: Pequeno­ almoço
Alojamento: Bangalós

Dia 15 PN Tayrona
Hoje conhecemos o Parque Nacional de Tayrona. Estendendo-se da base da Sierra Nevada de Santa Marta, até ao mar das Caraíbas, este parque natural desvenda-nos uma paisagem que alterna entre montanha, floresta e praia num único olhar. A serra desce até ao mar, como uma mão rochosa. No intervalo de cada dedo, baías de água azul turquesa, são abraçadas por vegetação luxuriante. Percorremos o parque, descobrindo estas praias e a paisagem circundante. Esta região era também o território do povo Tayrona e é ainda a dos seus descendentes, os arhuacos (ou ikas), os wiwas, os kogis e os kankuamos, que habitam nas zonas mais privadas do parque. Por vezes cruzamo-nos com eles no nosso caminho. De modo a conhecer diferentes zonas do parque, e para poder aproveitar as fantásticas praias, fazemos o percurso até ao Cabo de San Juan a cavalo, retornando depois pelo trilho que se faz a pé, numa caminhada relaxada de uma hora. Ao final do dia, voltamos a Palomino.

Alimentação: Pequeno­ almoço
Alojamento: Bangalós

Dia 16 Palomino e Cartagena
Aproveitamos a manhã para os últimos mergulhos e para nos despedirmos deste pequeno paraíso. Depois de almoço partimos para Cartagena, onde chegamos ao final da tarde. O jantar será de celebração da viagem e de despedida deste caloroso país de que estamos certos nunca irá esquecer.

Alimentação: Pequeno­ almoço
Alojamento: Hotel

Dia 17 Cartagena e Voo de Regresso
De acordo com o horário do seu voo, a Filipa leva-o ao aeroporto para o voo de regresso. Fim dos nossos serviços.

Alimentação: Pequeno almoço
Alojamento: -

Inclui:

- Alojamento durante todo o programa

- 13 Pequenos-almoços, 3 almoços e 2 jantares
- Transportes locais em autocarro, carrinha, jipes e taxis
- Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem
- Entrada no PN Tayrona
- Visita guiada a Medellín
- Transferes de aeroporto (dentro das datas do programa)

Exclui:

- Voos internacionais

- Alimentação (cerca de 20€/dia)

- Visitas não especificadas

- Atividades extra
- Extras pessoais como bebidas, telefone, etc

- Entradas e guias locais em monumentos

- Seguro pessoal

Impacto Cultural > Moderado
Estará exposto a costumes e gastronomia diferentes da que está habituado, mas não sentirá grandes dificuldades de adaptação.
Esforço físico > Baixo
Viagens ao alcance de qualquer pessoa.
Zona de Conforto > Ligeiro
Os alojamentos serão simples, mas com as condições de higiene mínimas asseguradas. Algumas deslocações poderão implicar algum desconforto e exigir uma certa dose de boa vontade por parte dos viajantes.

Resumo de Viagem

Duração da viagem: 
17 dias
Alojamento: 
Hotel (9 noites), Autocarro (2 noites), Bangalós (3 noites), Cabana de praia (2 noites)
Atividades: 
Descoberta cultural
Inscrições: 

Min: 5       Max: 10

Voos (não incluídos)

Valor indicativo
800€

Próximas datas

  • 9 a 25 Jun 2017
    1590€
  • 17 Nov a 3 Dez 2017
    1590€
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Testemunho

"Será uma viagem que nunca esquecerei, pelo grupo, pela Filipa, pelo país e por tudo.
Obrigada Nomad.”Sofia C.

Líder Nomad

Filipa Chatillon

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