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    Indochina com Jorge Vassallo  
REF. ASIIP
 
     
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condições gerais
 
 
   
 
Dia 1: Chegada a Hanói
Ao aterrar na capital do Vietname encontra o Jorge à sua espera no aeroporto. Depois de instalados no hotel, e dependendo da sua hora de chegada, pode ficar a descansar do voo, ou dar uma volta pelo centro de Hanói, conhecida pelos vietnamitas como Thanh Long (a Cidade do Dragão que se Ergue). Nesta cidade de 3,5 milhões de pessoas, onde pelo menos 2 milhões andam de mota, vamos ter de reinventar alguns conceitos que normalmente damos por garantidos. Primeira lição: como atravessar a rua.

Dia 2: Hanói
Good morning, Vietnam! Hoje acordamos cedo e vamos assistir a uma das mais fascinantes tradições de Hanói: o despertar da cidade. Milhares de pessoas concentram-se à volta do lago Hoan Kiem, o coração da capital, e começam o dia a praticar yoga, tai chi, badminton e outros desportos. Deseja participar? Junte-se a um dos grupos, temos tempo. Depois de tomarmos o pequeno almoço, vamos perder-nos no Bairro Antigo, um lugar fascinante onde há mais de 1000 anos se concentram os comerciantes da cidade, distribuídos pelas ruas de acordo com as suas profissões. Há ruas onde só se vendem sapatos, noutras brinquedos, ou relógios, tecidos, instrumentos musicais, chapéus, incenso, cestos e até pedras tumulares! À tarde passamos no Mausoléu de Ho Chi Minh, visitamos o Pagoda de Um Pilar, o Templo da Literatura e o Museu de Ho Chi Minh. Jantamos no Koto, um restaurante-escola que há anos que transforma miúdos de rua nos melhores chefs do país, e depois vamos descobrir Roi Nuoc (Fantoches na Água), uma tradição milenar vietnamita só descoberta pelo Ocidente nos anos 60.

Dia 3: Ninh Binh - Comboio Reunification Express para Hué
Não se esqueça de carregar a bateria da sua máquina, porque de manhã deixamos Hanói, de autocarro, e vamos para Ninh Binh. Aqui exploramos, de mota e de barco, a paisagem inesquecível de Tam Coc – percursos de água entre campos de arroz a perder de vista, formações rochosas impossíveis e uma pacatez contagiante! Ao fim do dia visitamos Hoa Lu, a capital do Vietname entre os anos 968 e 1009; e depois de jantar, seguimos no Reunification Express, o comboio que nos levará, pela noite fora, a caminho de Hué.

Dia 4: Hué
Chegamos de manhã a Hué, a capital do Império Nguyen, eleita Património da Humanidade pela UNESCO. Aqui visitamos a Cidade Proibida, depois de explorarmos túmulos imperiais, templos e palácios em redor da cidade. Conta-se que o imperador Tu Duc era um “bom garfo” – e se a isto juntarmos provérbios como “aprende a comer antes de aprenderes a falar” e o facto do Vietname ter mais de 500 pratos tradicionais… acertou: aqui come-se bem. O que já não será surpresa, para quem está no Vietname há alguns dias. Surpresa, se aceitar o desafio do Jorge, é o programa reservado para a noite: já alguma vez ouviu falar do karaoke vietnamita?

Dia 5: Comboio Reunification Express para Saigão
Passamos o dia (e a noite) no Reunification Express. É uma viagem longa, mas apaixonante. Logo de manhã, deixe-se embalar pelo ritmo do comboio e apaixone-se pela paisagem entre Hué e Danang – memorável! Temos o resto do dia para ler e descansar, partilhar histórias e experiências com os passageiros locais, quem sabe aprender algum passatempo tradicional. É uma viagem num comboio mítico.

Dia 6: Ho Chi Minh City (Saigão)
Se fosse preciso definir Saigão em duas palavras, a expressão mais adequada seria qualquer coisa como “caos organizado”. Rebaptizada de Ho Chi Minh City (apesar de toda a gente ainda se referir a ela pelo nome antigo), a cidade tem um ritmo frenético e é uma mistura de templos ancestrais, arranha-céus, velhas lojas e mercados, esplanadas “parisienses”. Depois de descansarmos da viagem de comboio, vamos testemunhar um dos momentos mais dramáticos da História do país: a guerra com os Estados Unidos da América. O Museu dos Despojos da Guerra é uma experiência intensa, mas obrigatória. Temos o resto do dia para visitar outros a estação de correios, o mercado, vários templos... e até uma igreja. E quem ainda tiver energias depois de tudo isto, pode vir experimentar com o Jorge a noite de Saigão!

Dia 7: Autocarro para o Cambodja
O dia em que completamos uma semana de viagem é aquele em que entramos no segundo país desta aventura: partimos de Saigão logo de manhã, num autocarro para a capital do Cambodja. Chegamos a meio da tarde a Phnom Penh e aproveitamos o resto do dia para descansar, dar um passeio, recuperar energias. País novo, novo ritmo!

Dia 8: Phnom Penh
Já foi a “Pérola da Ásia”, e sofreu como ninguém com os bombardeamentos… Mas nos tempos que correm, Phnom Penh vê chegar todos os dias novos investidores, turistas e curiosos. Acompanhe o Jorge numa visita ao Palácio Real e ao Pagode de Prata, emocione-se nos Campos da Morte e no Museu Tuol Sleng – a antiga Prisão S-21 – e perca-se no mercado Psar Thmei, de arquitectura Art Deco. O dia acaba nas margens do rio Mekong, entre monges vestidos de robes laranja e bancas que vendem aranhas fritas, escaravelhos e gafanhotos. Vai uma dentada?

Dia 9: Barco para Siem Reap
Hoje carregue no protector solar: vamos de barco para Siem Reap, subindo o rio Tonlé Sap. Depois de nos instalarmos no hotel, há ainda tempo para nos deslocarmos a Angkor. E já que estamos aqui, porque não assistir ao pôr-do-sol na maior estrutura religiosa do mundo?

Dia 10: Angkor Wat
O dia começa muito cedo: vamos assistir ao nascer-do-sol em Angkor Wat, Mãe de Todos os Templos e Património da Humanidade, entre inúmeros títulos e infinitos adjectivos. Passamos o dia a explorar as ruínas espalhadas pela floresta, à volta de Angkor. Há caras esculpidas nas rochas, um terraço dos elefantes, longuíssimos painéis com batalhas da mitologia hindu, portões monumentais e o templo onde foi filmado Tomb Raider, onde raízes e pedras lutam por cada centímetro. Sabia que, num dos templos, escondido a um canto, há um dinossauro esculpido na rocha?

Dia 11: Autocarro para a Tailândia
Bem-vindo à Tailândia, a Terra dos Mil Sorrisos! Hoje saímos cedo de Siem Reap, num autocarro para a fronteira, de onde seguimos viagem para a multi-facetada e sedutora Banguecoque, a “Cidade dos Anjos”. A noite é livre: se quiser pode ficar a descansar no hotel e
deliciar-se com uma massagem, ou experimentar a excelente comida tailandesa… mas se lhe apetecer emoções fortes, podemos assistir a um combate de Muay Thai.

Dia 12: Banguecoque
“Same, same but different”. A frase estampada em milhares de t-shirts é quase um modo de estar, e hoje vamos ter um dia assim: igual, igual… mas diferente. Vamos visitar templos, palácios, monumentos… o mesmo de sempre? Nem pensar! Fazemos como os tailandeses e apanhamos um tuk-tuk para os centros comerciais de Siam, onde Banguecoque é fashion victim e assume outras cores, penteados e gadgets. A cidade é incansável e única, e se há coisa que o Jorge garante é que depois deste dia intenso e acelerado, vai querer voltar.
E cansado ou não, deixe-se embalar hoje à noite, porque vamos apanhar um comboio para o Laos.

Dia 13: Vientiane
Acordamos num país diferente, o quarto neste périplo pela Indochina; o Laos é um dos países mais descontraídos do mundo, onde as tradições estão praticamente intactas – e por isso tem ganho estatuto de “destino de culto” entre viajantes e aventureiros. Vamos começar por descobrir Vientiane, a capital que não parece uma capital. É uma cidade pacata e sorridente, onde visitaremos palácios e templos, um arco do triunfo inspirado no parisiense, um parque com mil budas e estátuas de deuses hindus… e claro, Pha That Luang, cujo nome oficial significa “Sagrada Stupa Mundialmente Famosa”, e que é o monumento mais importante de todo o Laos!

Dia 14: Vang Vieng
Depois de um pequeno almoço de baguetes (uma das heranças coloniais dos franceses), apanhamos o autocarro para Vang Vieng. Com alguma sorte, hoje ninguém traz galinhas. Completamos duas semanas de viagem, e estamos na recta final da nossa aventura. Vang Vieng, tem florestas tropicais, grutas habitadas por espíritos e o Nam Song – o Rio Canção. Este é o lugar certo para relaxar e divertirmo-nos, nos bares ao longo do rio e em passeios pela natureza à volta.

Dia 15: Vang Vieng
Passamos o dia em Vang Vieng. O momento alto será, sem dúvida, a descida do rio, que hoje em dia é uma espécie de ritual de iniciação. Ao longo do percurso, há bares junto às margens e, se quisermos, os empregados puxam-nos para terra, para fazermos uma “pausa”. Há cordas, baloiços e slides para saltar para o rio… Para quem não gosta tanto de água, pode sempre ir dar uma volta de bicicleta pelas aldeias em redor, explorando paisagens únicas, grutas surpreendentes – há uma surpresa a cada quilómetro. E para quem não quer mesmo fazer nada… que tal deitar-se numa rede, baloiçando ao ritmo do rio que passa e do cantar dos passarinhos, a ler e a beber um sumo natural? Hoje é dia de “dolce fare niente”.

Dia 16: Autocarro para Luang Prabang
Hoje fazemos a última viagem de autocarro, por uma estrada que serpenteia entre vales e montanhas, florestas e arrozais, descrita por muitos viajantes como “a mais bonita de todo o Sudeste Asiático”. E quando menos esperarmos, surpreendemo-nos com a chegada à cidade real de Luang Prabang, classificada pela UNESCO de Património da Humanidade, e que é um lugar verdadeiramente mágico. Depois de instalados no hotel, vamos jantar e dar uma volta ao Mercado Nocturno, onde podemos encontrar a maior colecção de artesanato e têxteis do Laos.

Dia 17: Luang Prabang
Acordamos cedo, para testemunhar uma tradição milenar: logo de manhã, dezenas de monges caminham pelas ruas de Luang Prabang, para receber as oferendas de centenas de pessoas – locais e turistas. É um evento tocante e muito colorido, e serve de “aquecimento” para um dia muito tranquilo, passado entre templos, palácios e o rio Mekong, que vamos descer de barco, a caminho de umas quedas de água, no mínimo, fotogénicas. Aproveite bem o último destino desta aventura: Luang Prabang é uma cidade que respira paz e energia positiva.

Dia 18: Regresso a Lisboa
Hoje é dia de despedidas. O Jorge vai deixá-lo ao aeroporto de Luang Prabang, de onde partirá rumo a outro continente: a nossa Europa.
Fim dos nossos serviços – bom regresso!

Inclui:

- Alojamento durante todo o programa
- Transportes locais em comboio, autocarro e barco
- Acompanhamento de líder Nomad durante toda a viagem
- Passe de 1 dia em Angkor Wat
- Transferes

Exclui:

- Voos internacionais
- Vistos
- Taxas de aeroporto
- Alimentação (cerca de 15€/dia)
- Extras pessoais como bebidas, telefone, etc
- Entradas e guias locais em monumentos
- Seguro de viagem
 
         
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